domingo, 8 de agosto de 2010

Com tela pequena, Xperia X10 mini parece celular de brinquedo

Difícil não lem­brar de um celular de brinque­do ao olhar para o Xperia X10 mini. Filhote do Xperia X10, o titã dos telefones da Sony, que tem tela de quatro polegadas, essa versão em nada lembra a grandiloquência do pai.

Mas a aparência frágil não quer dizer acabamento ruim; a tela sensível ao toque respon­de muito bem, e a câmera de 5 Mpixels foca automaticamen­te e é bem rápida.

A restrita área de visualiza­ção é o principal ponto contra. A pequena tela, de 2,6 polega­das, torna o telefone inviável para quem gosta de games e navega muito na internet. O sistema do Google para celula­res, o Android, foi adaptado para que o produto possa ser usado com apenas uma mão.

Adminsitrador de rede é condenado a prisão por não informar senhas

Terry Child, de San Francisco, recusou-se a informar senhas administrativas a outro funcionário; metade da pena já foi cumprida.

O administrador de redes da cidade de San Francisco, na Califórnia, Terry Child foi sentenciado a quatro anos de prisão por se recusar a informar as senhas de administrador do sistema de redes da cidade. O caso aconteceu em julho de 2008.

A assessoria jurídica de San Francisco informa que a sentença foi proferida pelo juíz Teri Jackson, na sexta-feira (6/8).

A acusação
Terry foi condenado com base nas leis de hacking vigentes no estado da Califórnia. Apesar de a rede continuar funcionando durante os 12 dias que Terry se recusou a informar as senhas, os jurados julgaram criminosa a atitude do técnico.
De acordo com os promotores de San Francisco, a ação de Child "revelava alguém com sede por poder e que representa um risco à Admistração Municpal".

A defesa
Terry Child se defendeu as atitudes durante o julgamento dizendo que estava apenas cumrpindo suas atribuições e que negou as senhas ao supervisor do departamento de tecnologia e de serviços de informações, Richard Robinson, por este não ser qualificado para o acesso a tal informação. Doze dias após Robinson pedir as senhas, Terry Child resolveu informar a palavra-passe ao prefeito da cidade Gavin Newsom.
Na visão do advogado de Child, Richard Shikman, essa visão é disorcida, pois Terry seria um "Homem de grande caráter". O advogado também informou que "Terry não é, de jeito nenhum, um hacker ou qualquer coisa parecida. Vamos levar o caso à instâncias superiores; iremos apelar. Shikman ainda informa no email que o caso é uma representação do conflito entre "ignorância humana e postura profissional".
Liberdade
Segundo a porta voz da assessoria jurídica da Cidade de San Francisco, Erica Derryk, Child já teria cumporido 775 dias da sentença o que o qualificaria a condicional dentro de 4-6 meses. O tempo máximo que Child pode passar na prisão são cinco anos.
900 mil dólares
Possivelmente, Child tenha de cobrir as despesas de 900 mil dólares, gastos pela cidade na tentativa de resgatar as senhas de acesso. Isso será decido em 13 de agosto.

Opinião: iPod shuffle precisa de uma tela com touchscreen

Versão extremamente compacta do player criou comandos difíceis de usar e privilegiou apenas do design

Estaria a Apple trazendo a tecnologia touch para o mais humilde dos iPods, o iPod Shuffle? Provavelmente, se os rumores estiverem certos. E, ao contrário do que pode parecer, um iPod Shuffle touchscreen é na verdade uma boa ideia.

Esses boatos sobre um possível iPod Shuffle touchscreen com 4.3 cm são do iLounge, que publicou um monte de detalhes não confirmados sobre os possíveis novos dispositivos da Apple. Ian Paul, da PCWorld, já escreveu sobre a probabilidade desses rumores, mas vamos focar somente no iPod, pois diante de toda euforia por causa dos iPads e iPhones, o music player não tem recebido muita atenção.

Para muitos, um iPod touchscreen pequeno não faz muito sentido. Estamos falando de uma tela com um quarto do tamanho do visor de um iPhone, e atualmente a tendência de um touchscreen é ficar cada vez maior, e não diminuir.

Mas, diante da recente história sobre o iPod Shuffle, um visor touchscreen seria sua transformação lógica. Assim como cada novo modelo, a Apple recentemente tem perseguido a miniaturização, eventualmente removendo os botões de controle da terceira geração do Shuffle e reduzindo o aparelho ao tamanho de um dedo.

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Ipod Shuffle com touchscreen traria os controles de volta aos usuários que utilizam outros fones, por exemplo

A ação não mereceu grande entusiasmo. Críticos reclamaram que os controles nos fones do Shuffle são difíceis de usar, e se o usuário quisesse usar um headphone diferente, era preciso comprar um adaptador separadamente ou sacrificar a habilidade de controlar a música. Ainda pior, alguns dos fones eram propensos a falhas, forçando a Apple a lançar um programa de substituição.

Isso foi um caso clássico de forma sobre função, no qual o destaque do music player pequeno não conseguiu compensar os problemas de usabilidade. Pode-se dizer o mesmo sobre o problema da antena do iPhone 4, exceto que o iPhone 4 produz um sinal melhor se segurado de maneira mais adequada.

É por essa razão que um iPod Shuffle touchscreen tem seu brilho; um dispositivo assim traria os controles de volta para o mini music player, sem que haja sacrifícios. E também teria o benefício de exibir as informações, caso da função vencer a forma. A conferir...

Geleira do tamanho de Manhattan se desprende da Groenlândia

Você deve estar se perguntando o que um iceberg tem a ver com Java e/ou afins...

Mas não se preocupe com a confusão, eu também não entendo às vezes por que luto (e venço na maioria das vezes) contra grandes icebergs tecnológicos todos os dias, mas não consigo ajudar a derrotar esse da notícia...

Fica como reflexão!!

Capcom planeja lançar mais conteúdos pagos para jogos

Em entrevista ao jornal japonês Sankei Biz, Haruhiro Tsujimoto, presidente da Capcom, disse que a companhia planeja expandir seus negócios de conteúdos pagos para jogos.

"Quando o jogo é comprado, isso não significa o fim. É essencial que nós criemos um sistema para fazer as pessoas continuarem jogando por um bom tempo", explicou o executivo.

Tal ideia parece ser uma forma de incrementar os ganhos da Capcom, que teve queda de arrecadação no último trimestre e vê seus benefícios de operação caindo 70% desde o ano passado.

De acordo com o jornal, a primeira tentativa da produtora de colocar esse plano em ação é com "Dead Rising Case Zero", prólogo de "Dead Rising 2" exclusivo para Xbox 360. Segundo a publicação, "Case Zero" funciona como uma demonstração paga, ao contrário do que diz a Capcom, que o classifica como um episódio que explica os acontecimentos que antecedem o segundo episódio da série.

O impresso japonês ainda informa que os planos da empresa incluem pagamento por conteúdos para jogos como "Monster Hunter Frontier Online", game online sem limite de jogadores para Xbox 360 lançado apenas no Japão, bem como a ampliação de seus negócios para jogos sociais e para iPhone.

Como tudo começou

Com lançamento marcado para o dia 31 de agosto por 400 MS Points (US$ 5), "Dead Rising Case Zero" apresenta aos jogadores o novo protagonista da série, o campeão de motocross Chuck Greene, e faz uma ponte, se passando dois anos depois dos incidentes de Willamette (do primeiro "Dead Rising") e três antes de "Dead Rising 2".

Neste prólogo, Greene está preso numa cidade deserta que agora está cheia de zumbis. Ele precisa achar um jeito de sair desse lugar e tentar salvar sua filha, que foi infectada pelos mortos-vivos. Como em "Dead Rising 2", o jogador pode combinar dois objetos em um, formando armas mais poderosas.

"Case Zero" rende Prestige Points, que resulta numa evolução mais rápida de Greene. Esses atributos, assim como as habilidades, os combo cards e as roupas extras, podem ser transferidos para "Dead Rising 2".

Trailer exibido na E3 2010 apresenta "Case Zero"

"Fractured Soul" procura distribuidora para EUA e Europa

A produtora Endgame Studios está à procura de uma distribuidora para a América do Norte e Europa para o seu jogo "Fractured Soul", título para o Nintendo DS.

O jogo apresenta uma proposta interessante, mostrando dois mundos diferentes nas duas telas do portátil (como visto em títulos como "Reflection" e "Chronos Twins").

A mecânica do jogo é no clássico plataforma 2D com deslocamento lateral da tela, em que o jogador controla o soldado Jake Desaul pelos níveis da aventura.

Desaul teve sua alma separada em dois mundos, que são mostradas simultaneamente em tempo real nas duas telas do DS, podendo ele mudar de um mundo para outro quando desejar. São cinco mundos diferentes anunciados, apresentando diferentes desafios ao protagonista.

Além da ação em plataforma o jogo também conta com fases com uma nave espacial, com um visual que lembra os jogos clássicos da era 8 e 16 bits (conhecidos pelo nome em inglês shoot 'em up). "Fractured Soul" já se encontra em fase final de desenvolvimento e tem previsão de lançamento para final de 2010.

A N3V Games já assinou contrato para distribuir o título para a Austrália, até agora o único lugar que irá receber o jogo e agora faz um apelo para outra distribuidora lançar em outros mercados.

Trailer de "Fractured Soul"

Produtora de "Halo" já diz estar pronto para 'Xbox 720' e 'PS4'

A Bungie, famosa pela franquia de tiro em primeira pessoa "Halo", já está pensando na próxima geração de consoles, que eventualmente substituirá os videogames PlayStation 3 e Xbox 360.

Em entrevista ao site Computer & Videogames, o diretor da companhia, Brian Jarrard, admitiu que sua empresa já está se planejando para uma provável aparição nas plataformas da próxima geração.

Segundo Jarrard, a Bungie projeta uma grande franquia que substituirá a série "Halo" entre as prioridades da empresa, já que os direitos comerciais sobre o jogo pertencem à Microsoft, e como a empresa fechou acordo de distribuição com a Activision, a presença do novo projeto na plataforma PlayStation 4 é praticamente certa.

"Não sei se os programadores já estão preparados para uma nova geração de videogames, e nem tenho certeza de quando isso acontecerá, então o desafio da Bungie é se preparar desde já em um titulo da nova era. Nosso projeto sairá para múltiplas plataformas da próxima geração e vai utilizar seus novos e poderosos recursos", explica.

Atualmente, a Bungie continua focada em sua parceria com a Microsoft no desenvolvimento de "Halo: Reach" para Xbox 360, cujo lançamento está agendado para 14 de setembro. Assim como "Halo: ODST", "Reach" é um jogo derivado da famosa franquia de tiro da Microsoft estrelada pelo supersoldado Master Chief.

O novo protagonista é o novato de codinome Noble 6, parte de um batalhão de Spartans presos no meio do fatal ataque do coletivo alienígena Covenant ao planeta Reach, uma das últimas colônias humanas ainda intactas no universo.

"Gears of War" inspirou cenas de tiro do filme "Tron Legacy"

O longa-metragem "Tron Legacy", previsto para estrear nos cinemas no final deste ano, parece ter se inspirado na série "Gears of War" para as cenas de tiroteio.

De acordo com o site Icrontic, que esteve em uma conferência anual sobre gráficos de computador, a Siggraph, as cenas de ação do filme são rodadas com atores e cenários reais na medida do possível, evitando a produção virtual por computadores.

"O trabalho de câmera foi feito usando tanto filmadoras reais como virtuais. As câmeras físicas foram um desafio para o uso. Para ter o máximo de iluminação possível, as lentes eram enormes, fazendo com que as configurações da câmera fossem difíceis de se mover. As câmeras virtuais também foram complicadas, mas elas tinham um ás na manga: eles usaram o jogo 'Gears of War' para praticar tiro em um mundo virtual", comenta o site.

Guerra épica

A série "Gears of War" foi aclamada pela crítica e mostra uma história focada no Esquadrão Delta, um grupo de soldados que recebe a missão de salvar o planeta Sera do exército de criaturas conhecidas como Locust.

"Tron Legacy" é o segundo filme da série, sendo o original de 1982 e é tido como um pioneiro no uso da computação gráfica, com as cenas icônicas das motocicletas light cycles, das roupas brilhantes e dos vários combates numa arena. "Tron Legacy", previsto para estrear nas salas de cinema no final do ano, será acompanhado de um game, "Tron Evolution", para PC, Xbox 360 e PlayStation 3.

Game Dragon Quest IX permite colaboração sem fio

Uma das mais tradicionais séries de RPG, Dragon Quest se rende à modernidade em seu nono capítulo. Dragon Quest IX: Sentinels of the Starry Sky, para Nintendo DS, pode ser jogado on-line. Mas não via internet.

Há uma função Wi-Fi, para comunicação sem fio, mas ela só funciona como rede local --ou seja, os aparelhos se comunicam diretamente entre si. Por meio dessa função, você pode convidar outros guerreiros para visitar seu game e ajudar nas missões.

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Arte de Dragon Quest IX: Sentinels of the Starry Sky; franquia  clássica nasceu em 1986 no console Nintendinho
Arte de Dragon Quest IX: Sentinels of the Starry Sky; franquia clássica nasceu em 1986 no console Nintendinho

Conectando o game à internet, é possível acessar lojas on-line com itens e equipamentos raros e exclusivos --tudo comprado com a moeda do jogo.

Os gráficos 3D lembram desenhos animados japoneses, e as lutas acontecem em turnos: cada herói escolhe sua ação e aguarda o resultado. Depois de completar a jornada do jogo, é possível fazer download gratuito de missões adicionais, que mantêm o jogo atualizado e divertido.

Criada na década de 80 pela produtora Enix (hoje Square Enix), Dragon Quest possui mais de 20 títulos lançados e cerca de 53 milhões de cópias vendidas. Além de jogos eletrônicos, inspirou desenhos animados, histórias em quadrinhos e até concertos dedicados exclusivamente a músicas da franquia.

Saiba mais sobre o Dragon Quest IX

Dificuldade: Fácil
Plataforma: Nintendo DS
Quanto: R$ 199
Site: www.dragonquest.nintendo.com
Faixa etária: Livre