quinta-feira, 12 de agosto de 2010

No Brasil, rede social para fins pessoais ainda ''dá lavada'' no uso corporativo

Você já convenceu o chefe que passa o dia do Twitter por causa do trabalho. Agora, então, será preciso fazê-lo acreditar que você faz parte do universo de 16% dos internautas brasileiros que acessam as redes sociais com foco em objetivos profissionais. Os outros 84%, diz o estudo do Ibope Nielsen Online, admitem que o principal interesse em sites como Orkut, Facebook e Twitter é mesmo pessoal. As informações foram divulgadas nesta quinta (12), no evento “15 anos de internet – não dá para viver sem”, realizado em São Paulo

Se o chefe não engolir a história, jogue então outro dado da pesquisa. Os usuários de redes sociais, diz o Ibope Nielsen Online, afirmam acessar esses sites, em 98% dos casos, quando estão em suas casas (agora, sim!). A porcentagem de acesso no trabalho chega a 34%, seguida por casa de amigos (17%), escola e faculdade (13%), lan houses e locais públicos (12%), celular pós-pago (10%), outros locais (7%) e celular pré-pago (6%).

Esse público é formado principalmente por homens: 54%. Quando os internautas foram questionados se acreditam que as redes sociais fornecem todas as informações necessárias para deixá-los atualizados com notícias de seu interesse, 33% disseram que sim (desses, 54% eram mulheres). No entanto, uma parcela menor (12%) afirmou que esses sites podem substituir os meios de comunicação tradicionais.

“Se o internauta segue os perfis de seu interesse no Twitter, por exemplo, já faz um filtro das informações que considera importantes receber. Seja de uma celebridade ou de um conhecido”, afirmou Fábia Juliasz, diretora-executiva do Ibope Nielsen Online. A pesquisa conclui que a recomendação e experiência compartilhadas em redes sociais têm muito mais valor que a publicidade.

O estudo considerou um universo de 22,3 milhões internautas do Brasil, com 18 anos ou mais. Desses, 20,7 milhões (ou 92%) usam redes sociais como Orkut, Facebook, Twitter, Hi5 ou Sonico.

2,5GHz: "Houve quebra de contrato", diz presidente da Acom

Apesar de manter um discurso bastante cauteloso com relação aos impactos da decisão da Anatel relativa à redistribuição do espectro da faixa de 2,5 GHz, João Reino, presidente da Acom, maior operadora de MMDS em atividade no país, não se mostrou estimulado pelas novas regras. "O momento é de sentar e fazer as contas, mas numa primeira análise, não enxerguei os benefícios para o MMDS colocados pelo conselheiro da Anatel, João Rezende", frisou.

Reino, que participou do debate sobre " A explosão da banda larga", realizado no ABTA 2010, nesta quinta-feira, 12/08, disse que vai esperar a publicação oficial do voto do conselheiro João Rezende para definir um posicionamento oficial, mas admitiu não estar satisfeito com a perda de espectro e sinalizou que as compensações viabilizadas pela Anatel "não são assim tão interessantes".

E foi bastante objetivo ao dizer que houve uma quebra de contrato - uma vez que houve renovação de licença e ela está sendo alterada no processo. Mas evitou falar em guerra judicial ou retaliação."Estamos vendo o processo todo, analisando, mas fica certo que com 50 MHz não poderemos prestar multisserviço - teremos que optar entre vídeo e banda larga. E, hoje, o pacote é um atrativo significativo. O mesmo acontece com relação à mudança na regra do jogo. O momento é de rever todo o negócio", ponderou o executivo.

Sobre a valorização das empresas de MMDS, em função, principalmente, da faixa de 10 MHz + 10 MHz, para uso do LTE, a 4G da telefonia celular, dada como 'compensação' pela perda de frequência, Reino, objetivamente, disse que 'não enxergou ainda esse potencial, mesmo assumindo que operar com novas tecnologias é 'muito bom'.

A liberação dos equipamentos WiMAX em 2,5GHz - consequência direta da revisão do uso do espectro - não entusiasmou. "Agora que essa liberação acontece? Os planos de investimentos estão suspensos há um ano e vão continuar assim até que se vislumbre uma realidade de negócios", completou.

Ferramenta de e-learning para Blackberry ganha versão em português

Com o nome de Chalk Puschcast Software, solução permite compartilhamento e monitoramento de arquivos multimídia.

A Research In Motion (RIM), anunciou nesta quinta-feira (12/8), que o Chalk Pushcast Software, ferramenta que permite treinamentos corporativos direto no Blackberry, ganhou suporte para o idioma português em sua versão 5.5.

O Chalk Pushcast gerencia o compartilhamento de arquivos multimídia (fotos, vídeos, áudio, PDFs, Powerpoint, etc) e também monitora quais funcionários receberam e acessaram tais documentos, verificando até mesmo se o usuário visualizou o arquivo em sua totalidade. Além disso, a solução realiza a compactação do conteúdo em até 80%.

O Chalk Puschcast Software foi lançado em maio de 2007 pela Chalk Media Corp, do Canadá. Em 2009, a companhia foi comprada pela RIM (também canadense), que passou a adotar a tecnologia em seus pacotes corporativos, como o Blackberry Enterprise Server (BES).

Criadores de "Red Faction" e "Saints Row" trabalham em um RPG inédito

Um anúncio de emprego publicado no site oficial da Volition, produtora ligada à THQ e responsável pelas séries "Red Faction" e "Saints Row", revelou que a empresa está trabalhando em um novo jogo.

De acordo com a mensagem, o estúdio procura um diretor de design para atuar no desenvolvimento de um game de RPG de ação, acrescentando ainda que se trata de uma franquia inédita que será desenvolvida em colaboração com um "talento criativo" da indústria do entretenimento.

A produtora não divulgou detalhes ou as plataformas que receberão o game em questão.

Futuro

Somado ao novo jogo, atualmente a Volition possui mais dois títulos em desenvolvimento: "Saints Row 3", game de mundo aberto baseado em confrontos entre gangues urbanas, e "Red Faction: Armageddon", jogo de ação em terceira pessoa.

"Saints Row 3" e "Red Faction: Armageddon" têm lançamento previsto para 2011.

Confira o que o aguarda em "Armageddon"

'Badges' do Foursquare na vida real: buttons, adesivos e camisetas

Os "badges" do Foursquare, também chamados de conquistas, medalhas ou condecorações, são um dos maiores apelos desse serviço de localização. Se você ainda não sabe como funciona, confira as dicas do Uol Tecnologia:

- TEXTO: Entenda como funciona o "radar de internautas" Foursquare

- ÁLBUM: O Foursquare em imagens

Existem "badges" para novatos, para quem faz check-in no mesmo lugar três vezes por semana e, claro, para "prefeitos" de cada lugar, entre outras conquistas. E se você gosta tanto do serviço, e faz questão de ostentar suas medalhas, pode comprar buttons, adesivos e camisetas com esses selos do Foursquare.

A lojinha oficial vende pacotes de buttons e adesivos por US$ 5, e camisetas por US$ 20. As estampas, aliás, ainda são bastante limitadas, mas o site tem uma seção em que você pode votar nos próximos "badges" a virarem camiseta.

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Adesivos e 'buttons': Lojinha do Foursquare.
Imagens: Divulgação.

Categoria: Mundo Web

Microsoft estaria investindo em desenvolvedora de jogos para Windows Phone 7

Games do Xbox também seriam adaptados não só para o sistema operacional da companhia, mas para outros dispositivos móveis

De acordo com o site Engadget, ofertas de trabalho na Microsoft indicariam que a companhia estaria investindo em um novo estúdio para a criação de games voltados para as plataformas móveis.

Chamada "MGS Mobile", a unidade deve desenvolver títulos para o Windows Phone 7 e também adaptar outros criados pela Microsoft Game Studios, desenvolvedora dos games do Xbox.

Como a ideia da Microsoft é avançar no mercado de jogos para celulares, os games não seriam limitados aos dispositivos com o Windows Phone 7, podendo ser usados em outros sistemas operacionais.

Twitter lança botão que facilita compartilhamento de conteúdo

O Twitter anunciou nesta quinta-feira (12), por meio de seu blog oficial, o lançamento do botão TweetButton. O artifício é uma espécie de botão que facilita o compartilhamento de conteúdos na rede social em sites.

“O TweetButton permite que você compartilhe links diretamente da página que está. Quando você clicar no TweetButton, aparecerá uma caixa da rede social com a URL encurtada do conteúdo que o usuário quer compartilhar”, informa o Twitter Blog. O serviço usa o encurtador do Twitter (http://t.co) para diminuir o tamanho do endereço

Após compartilhar o conteúdo, o usuário poderá ver alguns perfis de usuário para seguir. Essas sugestões são feitas pelo próprio site que teve o conteúdo compartilhado.

Sites como o YouTube, do blog Huffington Post e da versão eletrônica do jornal americano "USA Today" estão entre as páginas que já contam com o TweetButton.

Para quem tem site
No post no blog do Twitter, há ainda uma espécie de passo a passo que ensina como inserir o TweetButton no site. Para isso, basta acessar o site www.twitter.com/tweetbutton e escolher o tipo de botão que melhor se adequa ao conteúdo. Após escolher, será gerado um código para que o usuário cole em seu site.

  • Divulgação

    Twitter apresenta TweetButton; recurso facilita compartilhamento de conteúdos na rede social

PNBL deveria ter a relevância do plano Real na campanha eleitoral

O presidente da Telebrás, Rogério Santanna, ao participar de painel na ABTA 2010, admitiu que o Plano Nacional de Banda Larga não está na pauta dos candidatos à sucessão eleitoral, ao ser indagado se a iniciativa seria mantida caso os candidatos de oposição, José Serra, do PSDB, e Marina Silva, do PV, venham a vencer o pleito de outubro. E lamentou a ausência de debate público sobre o tema.

"Estou convicto que o PNBL é estratégico para o futuro do Brasil e será sustentado pelos candidatos de oposição como o foi o Plano Real, pelo Governo Lula. A banda larga é e será cada vez mais essencial para a competitividade do país globalmente. Sem ela, as empresas brasileiras perderão negócios e oportunidades. É questão de sobrevivência estar no jogo", sustentou Santanna.

Mesmo ciente da relevância da banda larga para o projeto de expansão do país, o presidente da Telebrás admitiu que o futuro do PNBL - em caso de mudança de governo - não está delineado pela oposição. "O que me parece é que banda larga não está na lista de prioridade da campanha. Me parece uma questão absorvida pelos candidatos, que pouco tocam no assunto. O PNBL, no entanto, é uma estratégia de curto, médio e longo prazo", reforçou.

Do ponto de vista do governo Lula - que termina seu mandato no final do ano - Santanna assegurou que a proposta desenhada para o PNBL está sendo posta em prática e a meta de levar conexão para 100 cidades, via backbone da Telebrás, será cumprida até dezembro. Lembrou ainda que todas as medidas que estão sendo tomadas pela Anatel - como a revisão das outorgas de cabo e/ou a realocação de espectro, como foi feito, agora com o 2,5GHz - estão, sim, condicionadas às diretrizes do PNBL.

"O governo com todos os seus meios,entre eles a Anatel, tenta agilizar o cumprimento desse objetivo. Fato é que infraestrutura barata é crucial e o backbone público é o único meio de levar concorrência para onde, hoje, ela não existe", disse Santanna, remorando que, atualmente, a banda larga é competitiva em pouco menos de 200 cidades do país, com um preço de serviço ainda muito acima do desejado.

Em cerca de 2000 localidades, salientou, ela é monopolizada e ofertada pela concessionária de telefonia, e em pouco mais de 3000 municípios, o serviço simplesmente não chega por falta de interesse comercial das prestadoras privadas. "Não se muda esse cenário de um dia para o outro, mas é preciso, sim, tratar infraestrutura de banda larga como essencial".

Confrontado mais uma vez sobre a necessidade de se ter uma empresa estatal para conduzir o PNBL, Santanna reafirmou que mais de 40 milhões de brasileiros permanecem sem qualquer chance de acesso ao serviço porque as prestadoras privadas não têm interesse de atendê-los e que é política pública de governo levar o acesso para essa população. "Se o mercado não quer atender,nós temos que fazer", disse.

Questionado ainda sobre o papel da Oi no PNBL - a operadora tem uma capilaridade significativa - Santanna afirmou que a concessionária será tão parceira como qualquer outra que venha a ter interesse de participar do programa. "A capitalização da Oi, com a entrada da Portugal Telecom, poderá nos ajudar no sentido que a empresa poderá retomar investimentos em rede. Mas não há qualquer privilégio. Se a Telefónica quiser nos usar para entrar no Nordeste, por exemplo, estaremos preparados para atuarmos em sintonia", sustentou.

E sem perder o seu viés crítico, o presidente da Telebrás sinalizou que desde o anúncio do PNBL e da retomada da Telebrás, os custos de conexão já tiveram uma redução significativa no Brasil. "A possibilidade da concorrência já estimulou ações voltadas para a queda do custo. Isso é muito bom para o usuário, para o pequeno provedor, mas queremos mais e vamos trabalhar para isso", completou. Rogério Santanna participou do debate " A explosão da Banda Larga", realizado nesta quinta-feira, 12/08, na ABTA, evento do setor de TV por assinatura,na capital paulista.

Como corrigir cinco questões que deixam as redes corporativas vulneráveis

Especialistas apontam os caminhos para controlar funcionários que adotam técnicas para burlar os firewalls e acessar conteúdo indevido no ambiente de trabalho


Já foi o tempo em que bloquear o acesso às redes sociais no ambiente de trabalho era aceitável. Mas, em várias organizações, o que antes era considerado uso inapropriado da infraestrutura da companhia tornou-se essencial. Hoje, ambientes como o Facebook e o YouTube fazem parte das estratégias de marketing. Ao mesmo tempo, sistemas de mensagens instantâneas, tais como o AIM e o G-Chat, são amplamente usados na comunicação eficiente entre funcionários.

Na opinião do fundador e CTO da consultoria de TI Atomic Fission, Dave Torre, “a natureza do negócio deve definir a política de acesso a esses sites”. Ele acha que funcionários do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, por exemplo, não precisam das redes sociais e não devem usar as máquinas da organização para acessá-las.

Já no caso de um funcionário do departamento de marketing, passar 15 minutos por dia em sites de relacionamento e em mídias sociais não é, nem de longe, suficiente. Assim, cabe ao gestor da área de TI avaliar qual a real importância desses sites para os funcionários.

Mesmo assim, há determinados tipos de site que não têm qualquer ligação com as atividades da empresa, nem há a menor justificativa para serem acessados - caso dos portais de jogos e sites adultos, por exemplo. Torre relata que com alguma frequência é procurado por clientes à procura de auxílio para se livrar de malwares inocentemente baixados durante uma sessão de pôquer.

Infelizmente, o simples bloqueio aos sites nem sempre é efetivo. Um funcionário engenhoso vai encontrar um jeito de driblar as restrições no trabalho. Ele vai comprometer a segurança, os dados e até a propriedade intelectual. Quem dá o alerta é o chefe de segurança da companhia de educação digital People Security, Hugh Thompson.

De acordo com Thompson, que também preside o comitê de segurança da RSA, fornecedora de soluções de criptografia que foi adquirida pela EMC, alguns atalhos encontrados na web para driblar os bloqueios são extremamente perigosos. "Eles criam canais na rede pelos quais fluem informações sem passar por qualquer tipo de monitoramento. Assim, até programas de prevenção de vazamentos de informações acabam tendo pouca eficiência”.

Confira abaixo cinco técnicas, das elementares às sofisticadas, usadas por funcionários para romper firewalls e medidas que devem ser adotadas para reforçar a proteções da rede corporativa.

1 - Digitar IP em vez da URL
Em determinadas ocasiões, inserir o endereço IP na barra dos navegadores pode iludir o firewall, caso este se baseie apenas no nome dos domínios para impedir o acesso. Há vários endereços que providenciam números IP para sites. Um exemplo de serviços desses está disponível em baremetal.com., que informa o IP de qualquer site. Copiar e colar esses códigos na barra de navegação dos browsers leva o internauta diretamente até esse conteúdo.

Solução
A maneira antiga de resolver esse problema seria usar uma relação de IPs e inseri-la em um tipo de blacklist. Há várias empresas que fornecem esse tipo de lista. Mas os especialistas recomendam ignorar a questão de IP/URL. Em vez de barrar, procure examinar o conteúdo de cada site. Isso vai exigir mais tempo para depurar as informações, mas é eficiente.

Determinadas páginas podem “importar” seções de outros sites. Se o endereço que importa essas informações for liberado, todas as requisições feitas ao conteúdo de outra página serão automaticamente “abençoadas”. O conselho é examinar o código fonte de cada site acessado.

2 – Carregar versões do cachê
Muitas páginas podem ser acessadas via cópia armazenada pelo próprio Google ao longo da indexação do conteúdo. Basta o usuário clicar no link “Em cache”, localizado no rodapé dos resultados de cada página exibida depois de uma busca.

O internauta é levado para dentro da página, sem abandonar o domínio do Google, ou seja, para qualquer bloqueador de URLs, o site de acesso negado não está sendo acessado. Quando um usuário navega no conteúdo armazenado de uma página dentro do Google, ele está em comunicação com o servidor dessa cópia (no caso o Google) e não com a página bloqueada.

Solução
Os especialistas recomendam a mesma solução indicada para o caso anterior, que é submeter o conteúdo a uma análise antes de chegar à máquina do usuário.

3 – Criptografar o conteúdo
Inserir HTTPS no começo de cada URL leva o usuário até uma versão básica do site e elimina boa parte dos seus elementos, mas mesmo assim garante acesso ao endereço “proibido”.

Há o SSH, criptografia de SOCKS e outros canais alternativos que “mascaram” o tráfego em redes menos sofisticadas. Elas se conectam às portas 80 ou à 443 – portas padrão para o protocolo HTTP. Então funcionam sem levantar qualquer suspeita, pois o que passa por elas é considerado tráfego normal de internet. E, quando temos o fator invisibilidade ao nosso lado, qualquer coisa é possível.

Solução
O conteúdo previamente criptografado por uma camada SSL e que flui por um canal que começa na máquina do usuário A e se estende até o ponto B, fora dos limites da rede corporativa, é muito difícil examinar.

É importante implementar proxies e gateways próprios para interromper qualquer encapsulamento e analisar cada pacote IP que chega e que sai da LAN.

As exceções intrínsecas às redes internas ou com proxies HTTPS transparentes impossibilitam o exame do que trafega na rede. A solução é submeter todo o tráfego a um intermediário que vai interromper a sessão iniciada e gerar uma nova ligação.

4 – Usar servidores Proxy e outras ferramentas de privacidade
Usar servidores Proxy particulares é outra artimanha usada. O funcionário pode configurar o navegador de forma a encaminhar todo o tráfego por um canal criptografado até um servidor externo que pode liberar o acesso irrestrito a sites e páginas.

Há uma extensão para o Firefox chamada GhostFox. Esse recurso instala um botão de privacidade logo abaixo do campo da URL e permite ao internauta escolher um servidor Proxy que blinde a navegação.

Especialistas dizem que houve um aumento razoável no uso desses recursos. Um exemplo disso é o Hamachi, uma ferramenta VPN usada para estabelecer um canal direto com um servidor, e há o programa Tor, uma espécie de roteador que envia a conexão com a internet para uma série de replicadores anônimos. Essas ferramentas foram criadas com o intuito de proteger a privacidade, mas são largamente usadas por pessoas que desejam esconder as atividades na internet, do departamento de TI.

É um jogo de gato e rato, afirmam especialistas. Não interessa se usam o Tor ou o Hamachi; as pessoas estão escondendo o tráfego com criptografia. A maioria dos recursos que filtram esse tráfego nas empresas não consegue visualizar o conteúdo circulante.

Solução
Se o servidor Proxy não for criptografado, o exame do tráfego fica facilitado e torna-se possível bloquear o acesso a servidores Proxy externos ou, como mencionado nos casos anteriores, analisar o conteúdo dos pacotes IP.

Com o conteúdo criptografado por ferramentas como o Tor, o bloqueio fica, na melhor das hipóteses, dificultado. O que pode ser feito é rastrear o Tor usando um sistema de detecção de invasores. Mas, lembre-se que essas ferramentas são altamente descentralizadas e operam de acordo com o modelo P2P, o que transforma a tarefa de geração das blacklists algo fenomenal, gigantesco.

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5- Uso de smartphones

Usar smartphones para ficar ligado nos acontecimentos do Facebook ou do Twitter é algo absolutamente corriqueiro. Se usar um smartphone não é comparável a mexer de maneira indevida com o computador da empresa, ainda assim é um crime se for usado para acessar endereços da web não permitidos no local de trabalho. Em determinados casos, o Facebook ou o YouTube são bloqueados por razões de desempenho profissional. Visitar esses sites durante o expediente não difere muito de usar a estação de trabalho da companhia; de uma forma ou de outra, há o desperdício de tempo.

Solução
Neste caso, as opções de segurança são restritas, salvo o caso de o aparelho pertencer à corporação. Dispositivos como o BlackBerry podem ser configurados de tal maneira a negar o acesso às redes de relacionamento através das políticas de grupos e de servidores Proxy, igual acontece com notebooks e com PCs. Com dispositivos privados ou desbloqueados, há pouco que se possa fazer, a não ser negar a presença desses aparelhos no ambiente de trabalho.

No caso de organizações extremamente bem equipadas em termos de tecnologia, como acontece com entidades governamentais em que circulam informações ultraconfidenciais, sugere-se o uso de firewalls do tipo RF ou outra solução que barre conexões estranhas. Mas é uma solução de alto custo e considerada extrema. Em suma, os smartphones não são controláveis, restando ao empregador apostar na educação e no bom senso de funcionários e colaboradores.

Informar aos funcionários que o propósito das diretrizes de segurança é ajudar a empresa e, consequentemente, a manutenção do emprego de todos pode ser uma saída.

Celular da Motorola terá versão inspirada em robô de "Guerra nas Estrelas"

O celular Droid 2, anunciado na terça-feira pela Motorola, terá uma versão chamada R2-D2, com conteúdo e design inspirado no robô da saga Guerra nas Estrelas (Star Wars), criada pelo cineasta George Lucas. Esse modelo será vendido a partir de setembro e por enquanto está limitada à venda nos EUA.

O Droid 2 tem preço sugerido de US$ 199 - cerca de R$ 350 - com um contrato de dois anos na operadora norte-americana Verizon.


O Droid 2 substitui o Droid, lançado no final de 2009 e que foi o primeiro smartphone da Motorola com Android 2.0. Agora, o Droid 2 usa o Android 2.2, mais recente, câmera de 5 megapixels e tela de 3,7 polegadas. O aparelho vem com o programa Swype, que implemente uma nova forma de digitar mensagens de texto na tela --arrastando o dedo no teclado virtual, pelas letras desejadas-- e pode ser usado como um ponto de acesso sem fios para compartilhar a conexão 3G. Além disso, o Android 2.2 permite rodar conteúdos em Flash no celular.

A Motorola não informou ainda se haverá uma versão do Droid 2 compatível no Brasil --se vir para cá, deve se chamar Milestone 2.

A imagem da versão R2-D2 foi publicada no Twitter por Dustin Roberts, co-criador do site R2D2Central e antigo presidente do fã clube oficial do Star Wars.

Essa versão, assim como a original do Droid 2, também é apenas CDMA e ficará restrita à Verizon, portanto será vendido apenas nos EUA. Mas se as estrelas se alinharem, quem sabe essa versão não aparece ao redor do mundo também?

Conversor digital da Apple será renomeado para iTV e deve chegar ao mercado por US$ 99

A Apple deverá lançar a atualização do seu aparelho para reprodução de mídia digital com um novo nome – iTV no lugar de Apple TV – e com um preço de US$ 99, segundo informações do site ''Engadget''.

A iTV terá configuração próxima a do iPhone, como processador A4 e 16GB de memória flash, e aceitará a instalação de aplicativos.

Um dos pontos negativos, entretanto, é em relação à resolução máxima proposta pela Apple, de 720p, enquanto era esperado suporte a vídeos com 1080p. Isso pode ser atribuído, segundo o Engadget, a uma deficiência do processador próprio da Appple, o A4, de lidar com conteúdo em alta resolução. Para o usuário final, no entanto, a diferença entre as duas resoluções não é visível a menos que o aparelho televisor ligado à iTV seja maior que 55 polegadas, minimizou o site ''Apple Insider''.

Como surgiu
O conceito da Apple TV foi apresentado por Steve Jobs, CEO da Apple, em 2007. É um equipamento set-top box que pode ser ligado a um televisor para reprodução de conteúdo digital pela internet que se conecta ao iTunes, programa de gerenciamento de mídia da fabricante, e faz o download de arquivos diretamente para o dispositivo ou os exibe via streaming.

A Apple TV oferecerá episódios de séries de TV por 0,99 dólar cada, sem que o usuário precise baixar os arquivos. Isso colocaria a Apple em concorrência direta com sites que oferecem serviço semelhante – como NetFlix, Hulu e Amazon.

  • Reprodução/Engadget

    Set-top box da Apple levará vídeos e música a TVs via internet, sem armazenar a mídia

Google lança nova versão do aplicativo Gesture Search para Android

Com o uso da ferramenta, é possível encontrar aplicações apenas desenhando um número ou uma letra do alfabeto na tela de um smartphone.

A Google lançou uma versão atualizada do seu aplicativo Gesture Search da Google Labs, para o sistema operacional móvel Android. O recurso permite encontrar contatos, aplicativos, faixas de música, marcadores e bookmarks de forma otimizada. O anúncio foi feito no blog da companhia, na última quarta-feira (12/8).

Com o uso da ferramenta, o usuário pode realizar uma busca no smartphone desenhando uma letra do alfabeto ou um número com a ponta do dedo na tela. Por exemplo, ao desenhar a letra “N”, a ferramenta é capaz de localizar todos os aplicativos instalados que tenham esse caractere no nome.

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Com a nova versão, é possível iniciar a aplicação apenas com movimento do celular para o lado ou para trás. É possível escolher entre três configurações de sensibilidade: difícil, normal e fácil.

Quando o recurso é ativado, segundo a empresa, existe um pequeno aumento no consumo de bateria do dispositivo.

Também foram corrigidos bugs e aprimorada a usabilidade do aplicativo. Entretanto o Gesture Search ainda está em estágios iniciais de desenvolvimento.

Em um teste rápido com um smartphone Samsung Galaxy S, o aplicativo funcionou como prometido.

O Gesture Search está disponível para download gratuitamente na Android Market, e pode ser utilizado em smartphones com a versão Android 1.6 ou superior.

Sony Ericsson estaria desenvolvendo smartphone com plataforma para jogos

Especulações apontam que aparelho rodaria Android 3.0 com direito a controle físico com D-pad e quatro botões. Projeto seria uma união de smartphone com PSP Go

Está rolando na web um rumor de que a Sony Ericsson estaria planejando um smartphone com Android 3.0, plataforma de jogos e até mesmo controle físico em slider.
As informações são do Engadget, que afirma ter uma fonte confiável que confirma a existência de um trabalho por parte da Sony Ericsson que une um smartphone e o PSP Go.
Segundo a nota, algumas especificações do aparelho já estão definidas, como um processador Snapdragon de 1GHz e tela entre 3.7" e 4.1". Na parte do joystick que permitiria maior conforto aos gamers, o rumor aponta que haverá um D-pad (teclado direcional) e quatro botões.
Na parte de títulos que estariam disponíveis para o smartphone, especulações afirmam que gamers podem esperar por God of War e Modern Warfare.

NET transmitirá TV por assinatura no iPad

Empresa testou funcionalidade durante a ABTA 2010 e pretende migrar seu conteúdo para outros dispositivos móveis


Durante o congresso da ABTA 2010 (Associação Brasileira de Televisão por Assinatura), a NET apresentou um aplicativo que poderá transferir a programação da TV por assinatura em alta definição para dispositivos móveis, como o iPad, via Wi-Fi.

Inicialmente criado para iPhone e iPad, o aplicativo experimental está sendo desenvolvido em parceria com a Cisco e com a própria Apple, e tem como objetivo trazer portabilidade para os clientes de televisão a cabo em alta definição.

Márcio Carvalho, diretor de produtos e serviços da NET, explicou que o iPad é o foco nesse processo por causa da interface avançada e dos atributos que oferece. “O iPad está inserido no conceito de tablet que pode ser usado dentro e fora de casa. É uma demanda do consumidor assistir televisão em qualquer lugar.”

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Márcio Carvalho, diretor de produtos da NET, apresentou a novidade durante a ABTA 2010

Via Wi-Fi, o aparelho se conecta ao decodificador do cliente, e tem acesso ao servidor da empresa, podendo usar o dispositivo móvel tanto para ter acesso ao streaming quanto para acionar recursos adicionais. “Será possível utilizar o iPad como controle remoto interativo, que consegue agendar a programação, ou mesmo para assistir vídeos nele”, disse Carvalho. Além disso, o aplicativo permite que o cliente recomende programas a outros usuários do serviço, e envia um alerta instantaneamente, que é visualizado no iPad, juntamente com um botão para acessar a dica.

O sistema de armazenamento funcionará em computação em nuvem, nos próprios servidores da NET. Com isso, o usuário não precisa se preocupar com o espaço no HD para guardar seus programas favoritos. Também por causa do tamanho e da qualidade desses arquivos o recurso não será disponibilizado para conexões via 3G. Para Márcio Carvalho, um dos grandes obstáculos do serviço é a forma como o DRM (Digital Rights Management) será inserido no arquivos.

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Portabilidade: além de controle remoto inteligente, o objetivo é levar a TV em alta definição a qualquer lugar com Wi-Fi

Não há previsão de quando o serviço estará disponível no Brasil ou qual será a média de preço cobrada pela companhia. Apesar disso, Carvalho tem metas definidas para que o recurso futuramente esteja disponível em mais locais além da casa do cliente. “É um projeto embrionário. O iPad é muito novo, o decodificador é novo, há questões negociáveis de como isso será transmitido com o DRM e de como entregar essa tecnologia em qualquer lugar com Wi-Fi; essa discussão ocorre não só no Brasil, mas é uma discussão mundial e tecnológica sobre isso” completou.

A ABTA 2010 acontece entre os dias 10 e 12 de agosto, no Transamérica Expo Center. O credenciamento é gratuito mas é restrito a profissionais do mercado. Para acessar o portal e ter acesso à programação do evento, basta clicar aqui (http://migre.me/144zM).

Mais de 20% dos internautas brasileiros acessaram o Twitter em junho

O Brasil foi o segundo país no qual o Twitter teve maior penetração em junho deste ano, com 20,5% dos internautas com 15 anos de idade ou mais tendo acessado páginas do serviço de microblogging de casa ou do trabalho, segundo dados da companhia comScore divulgados hoje nos Estados Unidos.

O líder da lista de 41 países foi a Indonésia, onde 20,8% dos usuários de internet acessaram o serviço. A Venezuela foi a terceira colocada, com 19%, devido ao empurrão dado pela entrada do presidente do país, Hugo Chávez, no Twitter.

Segundo a comScore, quase 93 milhões de internautas de 15 anos de idade ou mais visitaram o site do Twitter de casa ou do trabalho, o que representa um aumento de 109% frente ao mesmo mês de 2009.

O levantamento não leva em conta o uso de aplicativos baseados no Twitter, como o Twittdeck.

A América Latina foi a região que registrou o maior aumento proporcional no número de visitantes do Twitter com 15 anos de idade ou mais entre junho de 2009 e o mesmo mês deste ano. No período, esse número subiu de 3,7 milhões para 15,3 milhões de visitantes, um crescimento de 305%.

A região Ásia-Pacífico, que teve crescimento de 243% no período, foi onde o Twitter teve o maior número de visitantes, 25,1 milhões. Em junho de 2009, esse posto era da América do Norte, que passou de 20,3 milhões para 24,8 milhões de visitantes, um avanço de 22%.

No Oriente Médio e na África, que foram analisados de forma conjunta, apenas 4,9 milhões de pessoas visitaram o Twitter em junho deste ano. Mesmo assim, as duas regiões tiveram um aumento de 142% no número de visitantes, que em junho de 2009 era de pouco mais de dois milhões de pessoas.

A penetração mundial do Twitter em junho deste ano foi de 7,4%.

A comScore também calculou a média de acessos do Twitter via smartphones em seis países - Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, Espanha e Itália - entre abril e junho, e os dados também revelam que as plataformas móveis estão ganhando aceitação.

Nos EUA, 8,3% dos usuários de smartphones usaram seus aparelhos para acessar o Twitter. No Reino Unido, esse índice foi de 5,8%, à frente da Alemanha (3,1%), França (2,1%), Espanha (1,5%) e Itália (1,4%).

Lançamento de "Test Drive Unlimited 2" é adiado para o início de 2011

A Atari anunciou que o jogo de corrida "Test Drive Unlimited 2", que está em desenvolvimento para PlayStation 3, Xbox 360 e PC, teve seu lançamento adiado para o início de 2011. Antes o game estava previsto para 21 de setembro.

"Movendo o lançamento do título para o início de 2011, nós podemos prosseguir com o desenvolvimento do jogo e levar em conta as opiniões dos jogadores para ajudar a oferecer a melhor experiência em corridas online", disse David Nadal, executivo da Eden Games, estúdio responsável pelo desenvolvimento do game.

O período de testes de "Test Drive Unlimited 2" também foi alterado e será dividido em etapas. A Eden Games promete anunciar a data de início nas próximas semanas, mas antecipou que os participantes receberão um item exclusivo para usar no jogo.

Danos e condições climáticas

Dentre as principais novidades previstas para esta versão destacam-se o novo sistema de dano implementado pela empresa, efeitos climáticos realistas, ciclos de dia e noite e uma ilha totalmente nova para se explorar. A Atari promete uma "evolução inovadora dos jogos de corrida, expandindo sem paralelos a experiência multiplayer e imergindo os jogadores em um mundo completo de conteúdo e customização", de acordo com seu diretor presidente, Jeff Lapin.

Foi confirmado que um futuro conteúdo extra adicionará motocicletas ao game. A manobra é similar à de "Burnout Paradise", apesar do primeiro "Test Drive Unlimited" também contar com esta adição.

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China Mobile quer desenvolver rival do Google para celulares

A Xinhua, agência de notícias oficial do governo chinês, afirmou nesta quinta-feira que desenvolverá tecnologia de buscas para celulares em parceria com a China Mobile, maior operadora móvel chinesa, o que pode representar um desafio aos líderes de buscas Baidu e Google.

A Xinhua disse ter assinado um acordo de cooperação com a China Mobile, que controla mais de 60%, para criar uma empresa de buscas, sem dar mais detalhes.

O segmento de buscas online na China é liderado pelo Baidu, com cerca de 30 por cento do mercado, seguido pelo Easou com 17% e pelo Google com 12%, segundo a empresa de consultoria Analysys International.

Analistas afirmam que a nova parceria pode representar um pequeno desafio a provedores independentes de buscas como Baidu e Google, uma vez que não está claro se a China Mobile procurará um lugar no tradicional segmento de busca. Mesmo se o fizer, teria de começar do zero contra participantes consolidados.