sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Comissão Federal de Comunicações dos EUA aprova proposta para evitar surpresas nas faturas dos celularesComissão Federal de Comunicações dos EUA aprov

No Brasil o Procon luta para conseguir mudanças. Mas, por enquanto, consumidor precisa brigar por seus direitos.

A Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos aprovou nesta quinta-feira (14) a proposta de que as empresas de telefonia móvel devem alertar seus consumidores, por mensagem de voz ou texto, que eles atingiram o limite de uso mensal e estão prestes a pagar por custos adicionais.

Julius Genachowski, presidente da Comissão Federal de Comunicações Norte-Americana, quis propor o que ele chamou de "agenda dos direitos dos consumidores", que visa garantir que os usuários das novas tecnologias não precisem se preocupar com custos altos, práticas de cobranças confusas e surpresas na fatura.

Em uma entrevista concedida nesta terça-feira (12), Julius disse que eles ainda gostariam que as companhias de telefonia móvel também avisassem os clientes quando eles estivessem prestes a gastar muito dinheiro com roaming ou outras taxas maiores que as convencionais.

A proposta foi constestada pelas empresas de telefonia móvel e grupos de comércio, mas ganhou aprovação pela maior parte da comissão federal na reunião desta quinta-feira (14). A partir de agora as empresas têm um prazo limite para regulamentar a nova ação.

Um estudo feito pelo Escritório de Contabilidade do Governo, em novembro de 2009, descobriu que um a cada três usuários de telefones celulares e redes de dados recebeu cobranças inesperadas em suas contas. "Os dados provam que há uma questão importante para o consumidor a ser tratada", alerta Genachowski.

Em uma conversa com a Comissão Federal, a Verizon Wireless disse que concordava que os consumidores deveriam ter acesso a informações sobre o uso do celular. Mas a companhia fez um adendo: "Com a intensa concorrência, as operadoras já tem desenvolvido ferramentas que permitem os clientes a monitorar e controlar a utilização dos celulares de diversas formas".

Ainda assim, a Comissão tem recebido centenas de queixas de clientes que dizem ter recebido faturas com cobranças inesperadas, algumas no valor de milhares de dólares. As surpresas, na maioria das vezes, acontecem devido a incompreensão das cláusulas contratuais e não por fraudes das empresas.

Nos últimos meses algumas reclamações ganharam atenção especial, como o caso de um aposentado de 66 anos, morador de Dover em Massachusetts, que disse ter recebido uma conta de US$ 18 mil após fazer o download de um serviço gratuito. A Comissão teve que interferir no fato, depois que o jornal The Boston Globe publicou o incidente da empresa. A operadora foi obrigada a zerar a conta do aposentado.

Devido a experiências como essas, a Comissão determinou que as companhias de telefonia móvel devem fazer seus contratos de maneira mais clara, detalhando como os limites podem ser atingidos e instruindo os clientes sobre as taxas mais caras. Isso se aplica, principalmente, ao uso de dados. Este serviço tem crescido exponencialmente com os smartphones e dispositivos como os tablets.

O sistema criado pela AT&T, que avisa os usuários de iPad quando eles estão perto de alcançar o seu limite mensal de dados com uma mensagem, foi elogiado pelo presidente da Federação. Mas segundo ele, isso é uma exceção e não a regra, por isso que a Comissão quis adotar a nova proposta.

Cenário brasileiro

Segundo o Procon, aqui no Brasil as reclamações também estão em alta. Somente no primeiro semestre de 2010 foram 9.123 notificações relacionadas à telefonia móvel. Os principais problemas foram relacionados à banda larga 3G, tanto em relação à oferta quanto à velocidade.

O órgão atua fiscalizando o mercado de consumo de maneira bastante direta. "Chamamos as empresas para ajustar suas condutas de forma a não infrigir os direitos do consumidor e, também, fazemos palestras educativas", explica Robson Campos, Diretor de Atendimento do Procon.

De acordo com a Fundação, o índice de demandas solucionadas é de, aproximadamente, 70%. Os fornecedores que não atendem os direitos do consumidor são inseridos no Cadastro de Empresas Reclamadas. Os dados deste cadastro são encaminhados aos órgãos do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor e para a Anatel.

A Anatel, agência responsável pela telecomunicação do país, é o órgão que deve adotar as medidas necessárias para o atendimento do interesse público. No entanto, quando procurada pelo Olhar Digital para comentar sobre as ações que estão sendo tomadas em relação às reclamações do Procon, a agência não se manifestou.

Já a operadora Tim disse que está atuando junto aos órgão de defesa do consumidor para reduzir as solicitações dos clientes. Quando questionada sobre a proposta da Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos, a empresa afirmou que ações como essa são sempre bem vindas. Já a Vivo não se manifestou.

Agências e clientes encurtam espaço entre off e on

A colaboração entre diferentes agências e seus clientes foi a forma eficiente encontrada para criar soluções geniais como os premiados Twelpforce e The Fun Theory.


Os anunciantes nunca estiveram tão bem preparados para o diálogo de igual para igual com suas agências sobre a comunicação de suas marcas na era digital. Assuntos antes temidos viraram corriqueiros: mídia de performance, redes de conteúdo, ferramentas de controle de resultados, ativação e monitoramento de redes sociais, mobile marketing.

A era da comunicação digital não prevê fronteiras e o conhecimento está aí para todos: seja participando de eventos que pipocam a cada dia, seja relacionando-se diretamente com os portais, buscadores, operadoras de celular e outras empresas que não conseguimos definir como meros veículos de mídia.

Além disso, entidades como ABA, IAB, Abradi também encurtam a distância entre quem cria, quem aprova e quem paga a conta. “Queremos criar junto com nossas agências”, foi um comentário que ouvi recentemente de um anunciante empolgado com as novidades que descobriu.

Queda das paredes

A melhor agência é aquela que resolve o problema de seu cliente. Ponto. O cliente, e mais importante, os clientes de nossos clientes, não estão preocupados em enquadrar uma boa ideia em caixinhas: offline, online, digital, ou qualquer outra variação do mesmo tema.

Eles simplesmente gostam (ou não), se emocionam (ou não) e se envolvem (ou não) com o que vêem (ou clicam, tocam, cheiram, ouvem ou lêem). Portanto, entendo que a colaboração entre diferentes agências de todos os tipos e seus clientes talvez seja a forma mais eficiente para criarmos soluções tão geniais como os premiados Twelpforce, da Best Buy e o The Fun Theory, da Volkswagen.

Não importa quem concebeu a ideia e sim, como o grupo de profissionais se organizou para deixar de lado seus rótulos visando o bem comum: seus clientes.

No final de 2009, três agências se uniram para criar a maior promoção da história da Unilever para comemorar seus 80 anos no Brasil. F.biz, Ogilvy e Bullet, juntaram seus melhores profissionais e não se preocuparam com cargos, definições e feudos.

O único objetivo foi criar e implementar um projeto envolvendo dez marcas, promoção via PIN code SMS, anúncio nos principais meios de comunicação, aprovações jurídicas e um controle em tempo real de todos resultados. Conheça aqui os resultados e bastidores desta empreitada.

Todos esses exemplos me levam a crer que o diferencial no momento está na habilidade das agências e de seus clientes em executar suas ideias. Ideia boa é aquela que vai para a rua; o resto serve para palestra, debate, aulas…

E, mais uma vez, tomo a Unilever como exemplo. As dez agências parceiras da empresa ainda não têm um modelo claro de definição de papéis, e arrisco a dizer quem nem querem ter. E nem sempre há consenso entre elas. O mais importante, é que existe uma liberdade muito grande entre todos para trocar exemplos entre si e se organizarem de forma a deixar seus rótulos em segundo plano.

Para onde vamos?

Arrisco dizer que os anunciantes serão cada dia mais agências e, as agências, cada dia mais anunciantes. Stefan Olander, VP Global de Digital Sports da Nike e idealizador do projeto Nike + esteve em Cannes no ano passado e contou os bastidores do seu trabalho.

Ele não pensa duas vezes antes de ligar para o diretor de criação de sua agência e sugerir ideias out of the blue. As agências que trabalham com clientes de e-commerce, por exemplo, também não esperam muito antes de sugerir uma ideia de negócio. Eles só conseguem fazer isso porque passam metade do seu dia debruçados em resultados de vendas, análises de mídia de performance e à busca das melhores ferramentas do mundo para otimizar o ROI das ações.

Confesso que não poderia estar mais otimista. Esperei uma década para a internet de fato acontecer no Brasil e acabei de ler o artigo The Web is Dead, do publisher da Wired, Chris Anderson. Contradição? Que nada! Ela ficou tão presente em nossas vidas que não faz mais sentido nos referirmos aos “internautas” ou à web.

Estamos todos conectados, onde quer que estejamos. E é sob essa nova ótica que devemos pensar, nos organizar e implementar os projetos para nossos clientes que não se importam com os off e on, e nem com quem fez o quê.

Disney cancela "Armada of the Damned", jogo de ação baseado em "Piratas do Caribe

A Disney Interactive Studios anunciou que o jogo de ação com elementos de RPG "Pirates of the Caribbean: Armada of the Damned" foi cancelado.

A notícia do cancelamento do novo jogo baseado na franquia "Piratas do Caribe" acompanha a recente demissão de mais de cem empregados do estúdio responsável pelo jogo, a canadense Propaganda Games. Segundo a Disney, a demissão em massa a obrigou a reestruturar as equipes do estúdio, que é um de seus principais desenvolvedores internos de jogos.

"Pirates of the Caribbean: Armada of the Damned" tinha versões previstas para PC, PlayStation 3 e Xbox 360. A trama era ambientada antes dos eventos da trilogia do cinema e o jogador controlaria um personagem até então desconhecido. A mecânica previa exploração de cenários pela terra ou pelo mar, além de combates entre navios e de ferozes duelos de espada.

As características relacionadas ao gênero RPG vinham da interação com os personagens, como tomar decisões frente a certas situações, escolher sua tripulação, e assim por diante. Além disso, eram esperadas evolução de personagem, equipamentos e veículos.

Agora que "Pirates of the Caribbean: Armada of the Damned" foi cancelado, o estúdio Propaganda Games segue finalizando "TRON: Evolution", jogo baseado no filme da Disney "Tron: Legacy", que tem lançamento previsto para 7 de dezembro nos Estados Unidos.

Opinião: Por que a Microsoft está tão assustada com o OpenOffice?

A Microsoft e os seus adeptos têm uma longa história de práticas de marketing contra seus concorrentes de software de código aberto. O objetivo é confundir o público e desacreditar as outras marcas - técnica conhecida como Fear, Uncertainty and Doubt (FUD), em português, Medo, Incerteza e Dúvida.

Seja Linux ou qualquer outra alternativa, parece que nenhuma conversa pode ser realizada sem as inevitáveis insinuações da Microsoft sobre o maior custo e a falta de suporte técnico. Tais afirmações são, obviamente, apenas mitos para disseminar dúvidas e assustar os consumidores, como também seus próprios clientes.

Porém, esta semana, nós temos um novo exemplo desta típica prática da Microsoft: Um vídeo (veja abaixo) no YouTube produzido especificamente para atacar a suíte de aplicativos OpenOffice.org.

Intitulado como "A Few Perspectives on OpenOffice.org" (em português, Algumas Perspectivas sobre o OpenOffice.org), o vídeo exibe depoimentos de consumidores que tentaram migrar para a solução de código aberto – principalmente clientes corporativos – mas que depois se arrependeram da mudança.

Poderia ser mais evidente o medo de Steve Ballmer, CEO da Microsoft?

Publicitário fica famoso após hospedar dublagem de cena de StarWars no YouTube

Vídeo satiriza executivos de marketing de cidade alemã enquanto discutem nova estratégia em cena de Darth Vader e comandantes da Estrela da Morte

Tem gente que possui muita criatividade e a internet é uma ótima ferramenta para divulgar os resultados de criações. Você lembra da animação em stop motion de cenas dos três episódios originais de StarWars? Agora, foi a vez de um publicitário ficar famoso na rede por causa da série: tudo porque ele fez uma dublagem de uma cena do filme e publicou no YouTube.

Dominik Kuhn, o responsável pelo vídeo, decidiu dublar uma cena de 1977 onde Darth Vader e os comandantes da Estrela da Morte discutiam sobre a ameaça da aliança rebelde de Luke Skywalker. O resultado? Um diálogo que satiriza executivos de marketing de Stuttgart (capital de Baden-Württemberg, na Alemanha), enquanto discutem uma nova estratégia de marketing. Claro que os caras não se importaram com isso e começaram a oferecer ofertas de emprego para Kuhn - incluindo um programa de TV.

O vídeo já foi visto por milhões de pessoas e até mesmo políticos da cidade acusaram o governo municipal de usar "o lado negro da força" durante uma polêmica sobre a estação ferroviária local que está acontecendo atualmente.

A versão original, em alemão, se chama "Virales Marketing im Todesstern Stuttgart", ou "Marketing Viral na Estrela da Morte de Stuttgart".

Chips da AMD devem consolidar várias funções

Por enquanto, as fabricantes de processadores se concentram em produtos com vários núcleos, mas essa tendência deve mudar.

Atualmente as fabricantes de chips AMD e Intel disputam qual delas irá introduzir mais núcleos em seus processadores. Mas essa briga não irá durar para sempre. Pelo menos não na perspectiva do CTO para a linha de servidores da AMD, Donald Newell. Ele prevê que a disputa deverá mudar para qual chip concentra o maior leque de aptidões específicas.

“A guerra da contagem de núcleos vai terminar uma hora. Não posso predizer com exatidão quando isso vai acontecer. Contudo não acredito que cheguemos aos 128 núcleos até o final dessa década”, afirma Newell, que se uniu à AMD na metade desse ano depois de passar 16 anos na concorrente Intel.

“Essa perspectiva é alinhada ao road map tecnológico, mas difere da perspectiva do plano de posicionamento do mercado de servidores, em que as pessoas esperam servidores cada vez mais poderosos”, diz, enquanto é entrevistado pela equipe do IDG durante um evento voltado ao cloud computing, realizada em Nova Iorque.

Essa alteração na rota de desenvolvimento, caso se concretize, pode vir a aliviar a vida de programadores que, em todo o mundo, se debatem para escrever seus aplicativos com suporte ao multiprocessamento.

Até o início da década passada o poder das CPUs era medido na frequência em que operam. A cada nova geração de processadores, os processadores estendiam o suporte à frequências mais altas.

“Enquanto estive na Intel, achávamos que um dia seriam fabricados chips com 10GHz”, diz Newell. “Só abandonamos a ideia, ao descobrir que um chip nessa frequência seria capaz de atravessar o núcleo da terra graças ao calor”, lembra.

Agora, a AMD e a Intel travam batalhas no front dos processadores com seis e até oito núcleos reais. “Da mesma forma que chegamos ao fim da era dos GHz, vamos encerrar a era dos processadores com vários núcleos”, afirma o executivo.

Ele aposta em um novo ambiente: o da computação heterogênea, em que, no lugar de estarem concentradas em desenvolver chips de uma função única, as indústrias irão se voltar à criação de processadores que consolidam, em uma peça única, as funções de renderização, de encriptação e de rede, por exemplo.

A AMD já move seus recursos nesse sentido. Com lançamento planejado para 2011, a linha de processadores Brazos, desenvolvida para munir computadores portáteis, exemplifica o que a fabricante chama de accelerated processor units (unidades de processamento acelerado), em que várias funções são aglutinadas em um chip único.

“Nada nos impede de implementar recursos específicos com o objetivo de chegarmos a um processamento mais eficiente”, diz Newell. “Logo, você pode esperar por arquiteturas heterogêneas, em que identificamos a incorporação direta de várias rotinas à arquitetura x86”, continua o executivo.

Esses componentes dedicados funcionariam igual aos co-processadores. “A AMD trabalhar para tornar essa fusão um processo descomplicado”, diz o executivo.

Do outro lado do cenário, a Intel também dá sinais de rumar na mesma direção com a linha de chias batizada de Sandy Bridge, em que as funções de CPU e de GPU serão integradas.

Eventualmente essa tecnologia chegará a um nível em que partes do chip sejam reconfiguráveis remetendo à época da tecnologia FPGA. “Apesar dessa tecnologia não estar no road map, ela é elegível para ser integrada à trajetória tecnológica desses chips”, ressalta Newell.

Outra realidade inovadora que vem junto desses processadores é a gestão de energia. “Houve uma época, em que essa questão não era prioridade”, nota Newell. “Até 2004, todas as atenções estava voltadas à performance. Foi quando, a pedido dos consumidores, as empresas tiveram de otimizar o consumo de energia de seus produtos”, diz Newell.

De alguns anos para cá a AMD e a Intel vêm incorporando recursos de economia de energia nas ferramentas administrativas dos chips. Quando determinadas funções do processadores não são demandadas, elas baixam a frequência e consequentemente consomem menos energia.

Robô controlado por tablet interage com você – até de mau humor

Quem diria: se antes nós tínhamos de nos contentar com o Arthur (lembra? Aquele robô da Estrela que depois que você cresceu deve ter ido parar no quartinho das tralhas… ou no lixo?), as crianças em 2010 têm o Emotive Robotic Avatar para se divertirem.

O robozinho, da Hammacher Schlemmer, pode ser controlado remotamente por um tablet PC e combina diferentes expressões e cores para demonstrar seu humor (ou a falta dele). O brinquedo também fala: na verdade, reproduz a voz (modulada) de quem está no controle.

São 19 motores que tentam criar movimentos mais “realísticos”. Um microfone e uma câmera permitem que você “veja e ouça” o interlocutor que interage com o robô.

Agora, acabou a graça: o Emotive Robotic Avatar custa *apenas* US$ 65 mil (cerca de R$ 108 mil).

Saudade do Arthur, viu… R$ 20 lá no site de leilão.

Medidas para frear valorização do real são insuficientes, diz Fiesp

Na opinião de Paulo Skaf, o governo deveria se esforçar para pagar os créditos tributários que os exportadores têm a compensar.

As medidas adotadas pelo governo para conter a desvalorização do dólar ante o real são positivas, mas insuficientes. A opinião é do presidente da Federação Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, que defendeu novas ações para evitar que empresas brasileiras percam competitividade com a queda do dólar.

"O aumento do IOF [Imposto sobre Operações Financeiras] ajuda, mas é insuficiente para resolver o problema do câmbio", resumiu Skaf, referindo-se ao aumento da alíquota do imposto de 2% para 4% sobre investimentos estrangeiros em renda fixa, anunciada pelo governo no dia 4.

Na opinião do presidente da Fiesp, o governo deveria se esforçar para pagar os créditos tributários que os exportadores têm a compensar. Esses créditos são referentes a impostos pagos pelas empresas sobre os produtos que enviam para o exterior. A devolução do imposto é uma forma de o governo incentivar a exportação, já que desonera o preço final do produto. Contudo, segundo Skaf, os créditos demoram a ser compensados.

"Os governos precisam cumprir o combinado e pagar os créditos que as empresas têm. Já seria muito bom neste momento de valorização do real”, disse Skaf.

Segundo ele, a questão cambial é um problema sério e tem consequências no comércio externo e interno. "O exportador sofre para exportar e a produção interna sofre para concorrer com produto importado que chega mais barato".

Skaf disse ainda que dados da balança comercial brasileira já apontam para a redução da competitividade da indústria nacional. Só entre os produtos manufaturados, o Brasil tem um déficit acumulado no ano de US$ 44 bilhões. Deve fechar 2010 com déficit de US$ 60 bilhões. "Só teremos saldo na balança comercial pela exportação de commodities", complementou.

Brasileiros são os que mais usam as redes sociais no local de trabalho

Segundo pesquisa, Twitter é a plataforma mais utilizada, seguida por Facebook e MySpace. Tecnologia VoIP também ganha destaque entre os brasileiros.

Os brasileiros são os que mais usam as redes sociais no local de trabalho. Isso é o que indica a pesquisa “Consumerização de TI”, patrocinada pela Unisys e conduzida pela IDC. Além disso, o País também se destaca no uso da tecnologia VoIP, tanto para atividades pessoais quanto profissionais.

Segundo o relatório, o Facebook e o My Space são usados por 15% dos brasileiros tanto para temas pessoais como para atividades ligadas ao trabalho. Já nos Estados Unidos, este número cai para 3% e na Europa para 6%. Na Austrália/Nova Zelândia, o índice é de 5%.

Em relação ao uso do Twitter, 20% dos brasileiros utilizam o microblog para fins pessoaos e profissionais. Nos Estados Unidos, Europa e Austrália/Nova Zelândia, este número é de apenas 3% para ambas as razões.

No quesito frequencia de uso, 19% dos brasileiros afirmaram acessar páginas de redes sociais ao menos uma vez ao dia para trabalhar, enquanto 3% dos americanos, 7% dos europeus e 5% dos entrevistados da Austrália e Nova Zelândia indicaram utilizar estas ferramentas com a mesma assiduidade.

O estudo feito pela Unisys também constatou que vários funcionários brasileiros afirmam ter a autorização de suas empresas para acessar sites na Internet que não estão relacionados ao trabalho. Eles também postam em blogs por razões pessoais e armazenam dados e arquivos pessoais nos computadores da empresa durante o expediente. Entretanto, na outra ponta, as companhias indicam que estas atividades não são permitidas na mesma proporção dita pelos funcionários.

A força do VoIP

A tecnologia VoIP – representada em softwares como o Skype – também ganha força entre os brasileiros com 32% deles usando a ferramenta também para questões pessoais e de trabalho. Nos Estados Unidos, apenas 7% utilizam este tipo de comunicação, enquanto na Europa este número é de 16% e na Austrália/Nova Zelândia é de 17%.

Metodologia

O estudo “Consumerização de TI”, patrocinado pela Unisys, foi realizado em duas fases em vários países do mundo. No Brasil, a primeira etapa contou com entrevistas a 301 trabalhadores usuários de aparelhos existentes no mercado (celulares, smartphones, palms, laptops etc) e redes sociais (blogs, Twitter, Facebook etc) das seguintes cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte, Curitiba, Salvador e Fortaleza. As entrevistas fizeram parte de uma pesquisa global com 2820 funcionários de 10 países. A segunda fase da pesquisa patrocinada pela Unisys entrevistou 100 executivos de diversas empresas localizadas no Brasil. Globalmente, o estudo entrevistou aproximadamente 650 tomadores de decisão na área de TI em 10 países.

Brasil tem custo mais caro de dados móveis entre países pobres

O custo de pacotes de dados para celular no Brasil é o mais caro entre os países em desenvolvimento, segundo mostra um estudo da Organização das Nações Unidas, com informações compiladas pela Nokia Siemens.

De acordo com o levantamento, que cita dados de 2009, apenas no Brasil e no Zimbábue o preço médio do pacote de dados mensal passa dos 120 dólares, o que deixa o país atrás de nações como Congo, Haiti e Bangladesh, país que tem o menor custo entre 78 listados no relatório. A média do preço mundial é de 46,54 dólares por mês.

O relatório da UNCTAD (Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento) chegou ao preço médio considerando o custo total de propriedade de um pacote de tráfego de 2,1 megabytes de dados por mês.

"Existe uma grande variação, com alguns países oferecendo por menos de 20 dólares por mês e outros por mais de 100 dólares", afirma o documento.

Os números fazem parte de um estudo global sobre como o uso de tecnologia da informação pode contribuir no combate a pobreza no mundo. Segundo a UNCTAD, as autoridades nos países em desenvolvimento deveriam dar mais importância ao setor de tecnologia da informação e comunicação na estratégia de redução da pobreza.

A entidade aponta que mais benefícios podem ser colhidos se for estimulada a criação de empresas de pequena escala com ajuda do governo.

"Micro empresas estão crescendo rapidamente em países de baixa renda e podem oferecer emprego de valor real à população com menos recursos e educação. Essas atividades incluem uso de aparelhos e reparos, manutenção de computadores pessoais e gerenciamento de lan-houses", explica o estudo.

Contudo, a organização lembra que poucos países em desenvolvimento estão envolvidos na fabricação e criação de serviços para a área.

"As exportações de bens de tecnologia estão geograficamente muito concentradas. Na China, de longe o maior exportador do ramo, houve contribuição significativa da produção para a renda dos mais pobres."

Sites de torrents já disponibilizam Tropa de Elite 2 para download

Apesar de todas as medidas antipirataria tomadas antes do lançamento, não foi possível impedir pirataria do conteúdo após a estreia

Apesar de todo o planejamento antipirataria para evitar que o filme Tropa de Elite 2 estivesse disponível para download antes da estreia, como bloquear o acesso à internet de computadores que iriam editar o conteúdo filmado, não foi possível impedir que sites de torrents disponibilizassem o filme após a estreia.

A qualidade dos arquivos não é das melhores e os próprios usuários de sites de torrents comentam sobre o material que baixaram. No Pirate Bay, por exemplo, usuários afirmam que a qualidade do filme é péssima e a imagem desaparece da tela em grande parte do tempo.

Isso pode ser causado por usuários que levam filmadoras ou até mesmo celulares para gravar o filme dentro do cinema, gerando uma cópia com qualidade ruim tanto em áudio quanto em vídeo.

Os arquivos disponíveis para download também possuem tamanhos diferentes, o que pode significar que a qualidade do filme nem sempre é a mesma, além de haver a possibilidade de o arquivo não conter o filme.

Lucro da Google cresce 32% e receita mobile deve passar de US$1 bi este ano

Relatórios do terceiro trimestre apontam lucro líquido de US$2,167 bilhões, com ações no valor de US$6.72 cada

A Google anunciou nesta quinta-feira os lucros do terceiro trimestre, que chegaram a cerca de US$2.2 bilhões. Em comparação com o mesmo período de 2009, houve crescimento de 32% dos lucros. A companhia apresentou lucro líquido de US$2,167 bilhões, cerca de US$6.72 por ação. Há um ano, os lucros foram de US$1,64 bilhão com ações a US$5.13 cada.

O mercado móvel também está em crescimento para a Google. De acordo com o vice-presidente de gerenciamento de produto da empresa Jonathan Rosenberg, o mercado mobile está a caminho de gerar mais de US$1 bilhão em receitas até o fim deste ano.

Quanto a publicidades mobile, em setembro, a IDC informou que tem expectativas de que a Google chegue a 21% do mercado de publicidade móvel até o fim do ano. No entanto, a concorrência no setor poderá trazer surpresas.

No mercado de publicidades mobile, rumores apontam que a Apple terá impulso substancial quando a plataforma iAd for lançada em novembro. Porém, especulações apontam que alguns anunciantes estão cancelando contrato com a companhia, como é o caso da Adidas, que teria desfeito um no valor de US$10 milhões, pelo fato de a Apple exercer muito controle sobre o processo.

Novo álbum de Linkin Park estará em "Guitar Hero: Warriors of Rock" e "DJ Hero 2"

A Activision anunciou que a banda Linkin Park será a primeira a ter conteúdo para download em ambos os jogos das franquias "Guitar Hero" e "DJ Hero", com músicas e remixes do seu último álbum "A Thousand Suns".

"Estamos ansiosos em trazer nosso novo álbum no 'Guitar Hero: Warriors of Rock' e 'DJ Hero 2'", disse o vocalista Chester Bennington. "Eu penso que nossos fãs gostarão de tocar isso".

São seis músicas do álbum "A Thousand Suns" que serão disponibilizadas na rede "Guitar Hero" a partir do dia 19 de outubro pelo valor de US$ 11,99 (960 MS Points, 1200 Wii Points) o pacote ou US$1,99 (160 MS Points, 200 Wii Points) cada música individual.

As músicas são:

. "Blackout"
. "Burning In The Skies"
. "The Catalyst"
. "The Messenger"
. "Waiting For The End"
. "Wretches And Kings"

Já "DJ Hero 2" terá três músicas remix da banda que serão ainda anunciadas no verão deste ano.

"Guitar Hero: Warriors of Rock" foi lançado no dia 28 de setembro, para PS3, Xbox 360 e Wii. "DJ Hero 2" sai em 19 de outubro para os mesmos consoles.