sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Windows 7 faz 1 ano com vendas de 240 milhões de unidades

Segundo a fabricante, o sistema operacional é recordista em vendas durante o primeiro ano no mercado.

A Microsoft anunciou na última quinta-feira (21/10) que mais de 240 milhões de licenças do Windows 7 (Win7) foram vendidas durante o primeiro ano do produto no mercado; um recorde, segundo a fabricante, já que nenhum outro sistema operacional conseguiu vender tão rápido quanto ele.

Ainda de acordo com um post no blog da companhia, somente seis meses após o lançamento do software mais de 18 mil parceiros de OEM (Original Equipment Manufacturer) já comercializavam computadores com a plataforma; 30% superior aos seis primeiros meses do Vista.

Além disso, em julho, o novo sistema operacional ultrapassou o seu criticado antecessor em participação global com 17% do mercado, que permaneceu sob a liderança do antigo Windows XP, constatou um recente estudo da Net Applications.

Ao todo, mais de 10% das empresas já migraram definitivamente para o Win7, e muitos outras iniciarão o processo este ano ou no próximo ano, segundo uma pesquisa com 115 profissionais de TI, clientes da empresa de análise de mercado Directions.

A última plataforma da Microsoft também tem sido adotada por desenvolvedores. Em uma pesquisa com 606 destes profissionais, em maio, a companhia Embarcadero constatou que 54% estavam desenvolvendo aplicativos para Win7, enquanto outros 25% já cogitavam desenvolvê-lo até o final do próximo ano.

A Gartner, outra empresa de pesquisa, também alertou os visitantes no se evento Simpósio/ITEXPO para utilizarem cada vez menos o XP, já que desenvolvedores de aplicativos estão cada vez mais ignorando a o sistema operacional para o lançamento de novos aplicativos.

O Windows 7 não será exclusivo apenas para PCs, em breve, ele também será lançado para tablets que pretendem concorrer com o iPad, da Apple.

Samsung: 3D sem óculos acessível só em 5 anos

A Toshiba anunciou na semana passada o lançamento de uma TV 3D que não requer o uso de óculos para visualizar imagens em terceira dimensão (leia mais), mas segundo Boo-Keun Yoon, vice-presidente da divisão de displays da Samsung, a empresa japonesa está se precipitando. BK Yoon é menos otimista em relação a TV 3D sem óculos (ou glasses-free 3D displays). O executivo sugere que a produção em massa desses aparelhos levará, pelo menos, mais cinco anos até que, posteriormente possa se tornar uma tecnologia acessível.

Essa tese não se justifica quando o assunto é dispositivos portáteis, como celulares, players e games – video o Nintendo 3DS. Yoon se refere a telas de TVs de plasma ou LCD-LED acima de 40”, que lhe permitam ter uma boa sensação de imersão ao ver um filme 3D. No entanto, Yoon está confiante de que as vendas de televisores 3D vai continuar a subir na medida em que mais conteúdo estiver disponível. Mas até que a produção em massa de aparelhos com tamanhos atraentes resultem num baixo custo, a Samsung vai ficar distante das TVs 3D sem óculos.

Se você pretende comprar uma TV 3D, mas tem receio de que em pouco tempo estejam por aí os displays que não requerem o uso de óculos, talvez esta seja a hora de investir. O que acha?

Falhas no kernel ameaçam segurança de sistemas Linux

As falhas permitem que hackers assumam o controle sobre a máquina, assumindo privilégios de root (administrador do sistema).

Duas vulnerabilidades que põem em risco sistemas Linux foram descobertas. As falhas permitem que hackers assumam o controle sobre a máquina, assumindo privilégios de root (administrador do sistema).

Uma das vulnerabilidades, relatada pela empresa de segurança VSR, foi percebida no protocolo RDS (Reliable Datagram Socket) das versões 2.6.30 até a 2.6.36-rc8 no Kernel (o sistema nervoso central do Linux).

Conhecido por CVE-2010-3904, o bug pode possibilitar ao cibercriminoso emitir funções específicas ao socket que o instruem a gravar dados arbitrários na memória do Kernel e alterar o status da conexão para o privilégio de root.

Esse problema atinge apenas os sistemas em que a opção CONFIG_RDS estiver habilitada na compilação do Kernel e em que não houver restrições ao carregamento de pacotes por parte de usuários ordinários “como acontece na maioria das distribuições por aí”, afirma a VSR.

Para comprovar a eficácia da exploração dessa falha, a VSR realizou uma demonstração da severidade do bug. A Heise Security testou essa falha em um sistema Ubuntu 10.04 e foi capaz de abrir um Shell (uma janela em modo de comando) com privilégios de administrador de sistema.

Já foi publicada uma correção para essa falha do Kernel e as distribuições devem estar corrigidas em breve. Aos usuários é sugerido que instalem todas a atualizações disponíveis para suas distribuições Linux ou que rodem o patch (pacote de correção) e recompilem o Kernel, informa a VSR.

Uma alternativa é prevenir o carregamento do modulo RDS no Kernel. Isso pode ser feito com base no comando “alias net-pf-21 off” . /etc/modprobe.d/disable-rds

Carregador de bibliotecas C

A outra vulnerabilidade, de nome CVE-2010-3874, é derivada de uma brecha no carregador de bibliotecas C, da GNU. Essa falha também pode ser explorada a fim de permitir que um usuário externo se conecte ao computador e obtenha o status de administrador do sistema.

Esse bug foi descoberto por Tavis Ormandy na segunda-feira e está presente em distribuições Red Hat Linux Enterprise 5 (versão comercial) e no CentOS 5, além de outras. Os patches já se encontram em fase de desenvolvimento. Todavia “essa é uma ameaça bastante restrita que deve preocupar apenas a profissionais de segurança e a administradores de sistemas”, ressalta Ormandy. “Usuários finais não têm com o que se preocupar”, informa.

Em um teste realizado pela Heise Security, um Ubuntu 10.04 64 bits não permitiu a exploração dessa falha.

Como combater o desconforto provocado pelos fones de ouvido

Você tem problemas para fazer com que os fones earbuds do iPod permaneçam no seu ouvido? E qualquer exercício que você faça, por menor que seja, faz com que esses fones caiam das suas orelhas?

Você padece de uma ansiedade enorme por ser o único na sala que não consegue fazer algo tão simples como usar fones earbuds?

Bem, você não é o único. Assim como milhares de outros norte-americanos, você sofre da síndrome de deficiência de cartilagem para earbuds (ECDS, na sigla em inglês). Uma pesquisa no Google com a expressão em inglês “can't wear earbuds” (“não posso/pode usar earbuds”) gera 93.800 resultados, mas quando eu perguntei aos meus seguidores no Twitter quem mais tinha esse problema, uma quantidade enorme de gente se manifestou (sim, este é o tipo de pesquisa rigorosamente científica que eu faço).

Quem tem orelhas pequenas poderá descobrir que esses fones earbuds de tamanho único simplesmente não cabem nos seus ouvidos. Eles são muitos grandes – ou as orelhas do usuário são muito pequenas – para proporcionar um uso satisfatório.

Mas os indivíduos bem dotados no que se refere à cartilagem das orelhas também podem sofrer de ECDS. Se as orelhas forem muito grandes, esses discos de plásticos simplesmente caem.

Ou, assim como eu, o indivíduo pode ter nascido sem o antítrago, aquela pequena saliência cartilaginosas que mantém os earbuds no lugar (eu desconhecia completamente esta minha terrível deformidade até a invenção do iPod).

Felizmente, existe esperança. O tratamento vem em todos os formatos, tamanhos, designs e materiais. De fato, esses fones earbuds alternativos podem atrair até mesmo aquelas pessoas que têm orelhas normais, porque, convenhamos, os fones earbuds padrões podem ser desconfortáveis. Eles têm três características que diferem das suas orelhas: são duros, perfeitamente arredondados e de tamanho único.

Eis aqui as quatro categorias de soluções para a ECDS:

PRENDEDORES DE EARBUDS: a primeira abordagem é adicionar algo aos seus fones earbuds para fazer com que eles se prendam de maneira mais eficaz às orelhas e sejam mais confortáveis. Um acessório como, por exemplo, o EarBudis (US$ 10/R$ 16,75), que são ganchos de borracha usados sobre a orelha que são afixados aos fones earbuds padrão da Apple.

Eles mantém os earbuds no lugar, mas nada ajudam quanto ao tamanho e a dureza do material desses fones. Se os fones earbuds não eram confortáveis antes, eles não se tornarão confortáveis agora.

O Comply Woomps (US$ 20/R$ 33,50 por dois pares) é um conjunto de extensões estreitas e cilíndricas de espuma para os seus earbuds. Novamente, a ideia é afixar o aparelho mais firmemente ao canal auricular do consumidor sem obrigá-lo a comprar novos fones earbuds. Infelizmente, embora a espuma segure o dispositivo no lugar, ela logo se torna desconfortável.

O Yurbuds (US$ 20) consiste de funis curvos de silicone que prendem-se aos fones earbuds. Eles tornam os earbuds mais macios, aumentam a sua aderência e melhoram a qualidade do áudio. O consumidor tem que mandar uma foto da orelha para a companhia que fabrica o aparelho a fim de que este venha no tamanho exato. O Yurbuds funciona muito bem. No entanto, para os indivíduos desprovidos de antítrago, nem mesmo os Yurbuds proporcionam uma garantia total contra quedas.

FONES EM FORMATO DE GANCHO: Uma outra solução são os fones em formato de gancho. Mas eles podem atrapalhar o uso de óculos.

O Philips SHQ3000 (US$ 16/R$ 26,80) é um fone earbuds à prova d'água e de cor laranja brilhante. O usuário pode correr com ele na chuva, lavá-lo em uma pia e suar à vontade sem que o aparelho sofra um curto circuito. Esse fone vem com um prendedor para a roupa do usuário (um dispositivo que reduz a tensão sobre o cabo), um estojo de transporte e encaixes confortáveis de borracha para as orelhas em todos os tamanhos. Pena que o som produzido seja meio abafado.

Os fones earbuds MDR J10 da Sony são ainda mais baratos: US$ 8 (R$ 13,40). É verdade que eles são feitos de plástico de qualidade inferior. Mas eles se prendem muito bem às orelhas, colocando os pequenos auto falantes integrados no lugar correto sem assistência da cartllagem. O som é surpreendentemente claro e rico; quem não conhecesse o seu preço jamais adivinharia que o aparelho custa apenas US$ 8 (eu imaginaria um preço mínimo de US$ 11).

A Sony também fabrica o MDR AS20J (US$ 13/R$ 21,78), cujo “gancho” de borracha preta não é simplesmente colocado sobre a orelha – ele tem um formato oval, de forma que as suas bordas acompanham toda a orelha. Esse design é ideal para os indivíduos destituídos de antítragos. Na verdade, este dispositivo ficará no lugar certo mesmo se você não tiver o antítragos, a fossa escafóide, a concha e o lóbulo da orelha. O som é pelo menos tão bom quanto os dos fones earbuds do próprio iPod.

Já o fone Bang & Olufsen (US$ 160/R$ 268) tem muito menos sucesso. É claro que ele tem estilo, e ajusta-se de três maneiras: o gancho abre-se e fecha-se, o earbud desliza para cima ou para baixo e gira para dentro ou para fora. Mas os earbuds – ou auto falantes – propriamente ditos são discos redondos e duros como os do iPod, de forma que não são confortáveis. Eles também exigem muitos ajustes para que fiquem no lugar.

FAIXAS DE CABEÇA (Headbands): o sucesso da Sony com plástico barato continua com o MDR AS35W (US$ 20/R$ 33,50). O dispositivo consiste de uma faixa dobrável que dobra os earbuds de forma que estes encaixem-se nas orelhas. Incrivelmente leves (e de aparência barata), eles são incrivelmente confortáveis, e ficariam no lugar certo mesmo se o usuário não tivesse orelhas.

IN-EAR: os audiófilos rejeitam os fones earbuds tradicionais não porque estes caem das orelhas, mas sim porque eles são baratos e não apresentam um som muito bom. Esse tipo de usuário prefere os fones do tipo in-ear, cujas bordas de borracha ou espuma encaixam-se dentro do canal do ouvido.

O design faz mais do que prevenir a queda do aparelho. Ele também bloqueia os sons externos, proporcionando um pouco de redução de ruídos em, por exemplo, viagens de avião (e tornando-os mais perigosos para quem faz corridas ou anda de bicicleta). E, ao selar o ouvido, eles proporcionam um som de qualidade bem melhor.

Cada tipo vem com encaixes diferentes: cones de silicone, cilindros de espuma e assim por diante. O que o usuário deseja é ser capaz de encontrar um encaixe que possa ser utilizado confortavelmente durante várias horas e que ainda assim mantenha as orelhas acusticamente seladas.

Os fones do tipo in-ear podem custar mais do que o próprio aparelho reprodutor de músicas – mas isso não é nenhum empecilho para os audiófilos. O que ocorre é algo semelhante ao que fazem aqueles fotógrafos que compram uma lente mais cara do que a câmera.

Há aparelhos de todos os preços. A Skullcandy possui uma linha inteira de fones in-ear baratos, como o 50/50 (US$ 45/R$ 75,38). Eles vêm com um cabo colorido revestido por tecido, controle de volume no cabo, três tamanhos de encaixes auriculares e até mesmo um microfone para uso com o iPhone ou o iPod Touch. Infelizmente, a qualidade do som não chega nem perto daquela proporcionada pelos modelos in-ear mais caros.

Ao criar o seu Metal Remix Remote (US$ 70/ R$ 117,25), a V-Moda não mediu esforços para manter o aparelho na cabeça do usuário. Ele vem com encaixes de quatro tamanhos diferentes, um prendedor para a camisa e até mesmo ganchos opcionais para serem usados sobre as orelhas (esses ganchos possuem “tecnologia Active Flex”, que, até onde eu posso dizer, significa que eles são um pouco dobráveis). A única coisa que faria com esses fones earbuds permanecessem presos mais firmemente às orelhas seria cola SuperGlue.

Estes fones também vêm com controle de volume no cabo.

O Etymotics HF3 (US$ 180/ R$ 301,50) também traz controles, e um microfone, no cabo. Ele vem com vários encaixes e é possível pagar US$ 100 (R$ 167,50) extras para a obtenção de encaixes mais personalizados, que são fabricados com o formato exato da orelha do usuário.

O meu favorito é o Klipsch x10i. É verdade que eles custam US$ 350 (R$ 586,25), mas o som reproduzido é simplesmente fantástico. Com a controle de volume pela metade , o som deste aparelho tem uma altura igual a de outros earbuds regulados para potência máxima. Ele vem acompanhado de cinco encaixes, controles de cabo e um prendedor para camisa. Os encaixes são ovais, e, portanto, são extremamente confortáveis.

Na Internet, as pessoas falam sobre o som maravilhoso do fone in-ear Shure SE 535 (US$ 450/ R$ 753,75). Ele inclui controles de volume no cabo e várias modalidades de encaixes. Os primeiros centímetros do cabo são dobráveis, de forma que ele pode ser ajustado sobre as orelhas. E este fone vem em uma maravilhosa caixa de alumínio.

Esses fones vêm com “Triple High-Definition MicroDrivers”. O que quer que isso signifique, esse acessório ocupa um pequeno espaço, do tamanho de um feijão, no qual deveria ficar o antítragos.

Se você também sofre de ECDS, as soluções existem. Se o que atrapalha é uma deformidade da orelha, os fones da Sony são muito baratos e têm uma qualidade de som surpreendente. Se o problema for o desconforto com a dureza do material, e os encaixes redondos, pode-se usar o Yurbuds ou modelos in-ear como o Skullcandy, o V-Moda e o Klipsch. Com isso, a população que tinha problemas com fones earbuds poderá andar de cabeça erguida, por ter finalmente superado a sua deficiência e se integrado ao grupo dos usuários normais.

Diretor da divisão Xbox deixa Microsoft do Brasil

Desde o início de outubro Milton Beck não é mais o diretor da divisão de jogos e entretenimento da Microsoft no Brasil. Há 13 anos na empresa, o executivo era o responsável pela divisão Xbox e, dentre seus maiores "achievements" figurava o lançamento oficial do Xbox 360 no país, em 2006.

Procurado por pela Redação, a Microsoft respondeu que não comentaria o assunto, mas UOL Jogos apurou que a saída de Beck foi fruto de uma reestruturação interna da companhia, que extinguiu o cargo então ocupado pelo executivo.

Guilherme Camargo, gerente de marketing do Xbox 360 no Brasil, permanece à frente da operação.

Em 4 de novembro, a Microsoft fará coletiva de imprensa em São Paulo onde serão revelados detalhes sobre o Kinect, a Xbox Live no Brasil e, finalmente, sobre o modelo mais compacto do Xbox 360, anunciado na última edição da E3.

Anatel prorroga consulta pública sobre metas de universalização

Contribuições à Consulta Pública 34 poderão ser feiras até o dia 1º de novembro no site da Anatel.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgou nesta sexta-feira (22/10) que a Consulta Pública 34, que trata da proposta de metas de universalização dos serviços de telefonia fixa no período 2011-2015 poderá receber contribuições da sociedade brasileira até o dia 1º de novembro.

A agência segue a determinação do Tribunal Federal da 2º Região. Para realizar a contribuição, o interessado deverá entrar no site da Anatel e clicar no item Consulta Pública 34, marcada na página inicial da agência. Em seguida, ele deve acessar o link “Contribuir” - presente no artigo 1 da consulta – realizar seu cadastro e opinar sobre as metas em questão.

PS Move vendeu mais de 1 milhão nas Américas; diz Sony

De acordo com números revelados pela Sony, a empresa já vendeu um milhão de unidades do seu controle de movimentos PS Move para o PS3, em seu primeiro mês de vendas na região das Américas.

Jack Tretton, presidente-executivo da Sony Computer Entertainment of America, afirmou que a companhia espera não ter estoque suficiente até fevereiro de 2011, por causa da alta demanda.

"Já aumentamos nossa produção duas vezes, estamos completamente ocupados agora", falou o executivo.

A Sony lançou o Move no dia 17 de setembro nos Estados Unidos pelo preço de US$ 49,99 e o seu controle direcional Navigation por US$ 29,99. Está à venda também um pacote por US$ 100, com um Move, uma câmera PS Eye e o jogo "Sports Champions", ou ainda um pacote que traz, além do controle, câmera e o game, um PS3 de 320 GB por US$ 400.

Segundo a Sony, o acessório está disponível em mais de 30 mil lojas nas Américas, e em comunicado anterior, a empresa informou que o Move já vendeu mais de 1,5 milhão na Europa.

O acessório foi lançado ontem (21) no Japão, com um pacote que acompanha o Move, a câmera PS Eye e o jogo "Resident Evil 5: Gold Edition", pelo valor de 7.980 ienes (US$91) e o pacote PSM Big 3 Shooting Perfect Pack, que traz os mesmos acessórios e três games: Time Crisis: Razing Storm", "Dead Storm Pirates" e "Time Crisis 4: Arcade Ver.", pelo valor de 11.980 ienes (US$ 136).

Segundo Treton, o PS Move possui 24 jogos disponíveis, de um total de 40 esperados até o final de março de 2011.

Amazon lança versão gratuita de seu serviço de cloud

Usuários poderão rodar instância dentro de alguns limites de uso para testar a infraestrutura de computação em nuvem.

A divisão de serviços de tecnologia da Amazon, conhecida como AWS (Amazon Web Services), anunciou que fornecerá contas gratuitas de seus serviços pelo período de um ano, com início no dia 1º de novembro.

Pela proposta, os usuários poderão rodar gratuitamente uma instância (imagem virtualizada de um servidor) na Amazon EC2, serviço de computação em nuvem da companhia, utilizando todos os recursos associados. A ideia é permitir que potenciais clientes testem a infraestrutura, aumentem seu conhecimento sobre AWS e ganhem familiaridade com o serviço.

Caso a atividade da instância gratuita na Amazon supere os limites previstos, a conta será escalada automaticamente e o usuário passará a realizar o pagamento por uso baseada em uma tabela que prevê cobrança de recursos por hora.

No pacote gratuito o usuário tem 750 horas/mês para uma instância, na oferta Linux Amazon EC2, 30 GB de transferência de dados (15 GB para entrada e 15 GB para saída de dados) e 5GB de armazenamento também por mês, entre outros recursos.

O serviço está aberto a qualquer pessoa. Para assinar a partir do Brasil, é necessário usar um cartão de crédito internacional.

Jobs ataca o Android, que deve ameaçar o iPad

Depois de combater o iPhone, sistema da Google quer o mercado de tablets


Surpreendentemente, na última segunda-feira (19/10), durante a conferência da Apple para a apresentação de seus resultados financeiros do quarto trimestre fiscal, o CEO da empresa, Steve Jobs, resolveu dar seu parecer – algo que não acontecia há dois anos. A justificativa? “Não poderia deixar de comparecer: é a primeira vez que arrecadamos 20 bilhões de dólares em apenas quatro meses”, afirmou.

Steve Jobs falou por cinco minutos e atacou seus principais rivais. Não, nada de Microsoft. A Apple, aparentemente, dava muito mais atenção a seus produtos para o mercado móvel – setor no qual a participação do Windows é ínfima – do que aos Macs, ou seja, seus olhos estavam voltados para a Research In Motion (RIM), com o BlackBerry, e, principalmente, para a Google, empresa por trás do Android.

Não foi à toa que o todo poderoso CEO da Apple resolveu comparecer ao encontro; os resultados da empresa, apesar de ótimos, ficaram abaixo das expectativas dos investidores – haja visto que, na última segunda-feira, as ações da Apple fecharam o dia em queda de 6%. Foram dois os motivos principais: primeiro, foram comercializadas “apenas” 4,19 milhões de unidades do iPad, quando a projeção era de cinco milhões. Segundo, justamente os produtos de maior destaque da companhia, o tablet e o iPhone, são os de menor margem de lucro – não que elas sejam ruins. Não é nenhuma coincidência, portanto, que eles, principalmente o primeiro, tenham ocupado a maior parte do discurso de Jobs.

A seguir, os melhores momentos, ou, se preferir, as maiores críticas.

Smartphones
RIM.
“Passamos a RIM, e eu não os vejo se aproximando de nós em um futuro próximo. Eles têm de sair da zona de conforto, explorar territórios que não conhecem direito, se tornar uma companhia de software. Penso que o grande desafio deles será criar uma plataforma competitiva e convencer os desenvolvedores a criar aplicativos para ela, isso depois da popularidade que o Android e o iOS (SO do iPhone) conseguiram. A App Store (loja virtual da Apple) conta com 300 mil programas; a RIM tem uma grande caminhada pela frente”.

Nokia. “Nós queremos ter os melhores dispositivos do mundo, não os que mais vendem. Vocês sabem, a Nokia é a maior - e nós a admiramos por conseguir comercializar e fabricar tantos celulares. No entanto, não queremos ser como eles: eles são bons no que fazem, e nós somos bons no que fazemos. Queremos ter os melhores”.

Android. “A Google adora caracterizar o seu Android como ‘aberto’ e o iOS como ‘fechado’. Nós vemos nisso um pouco de hipocrisia, além de deturpar a real diferença entre as plataformas. A primeira coisa que vem a cabeça das pessoas ao ouvir a palavra “aberto” é Windows, sistema que está disponível para uma grande variedade de aparelhos. Ao contrário do que ocorre com o software da Microsoft, no entanto, que tem a mesma interface em todos os computadores e roda os mesmo programas, o Android é muito fragmentado. A maioria das fabricantes, inclusive a HTC e a Motorola, as duas maiores, alteram o SO para que suas versões se diferenciem da experiência original. Cabe ao usuário descobrir como mexer em cada modelo. Bem, agora compare com o iPhone: todos funcionam da mesma maneira”.

“Na realidade, pensamos que o confronto ‘aberto’ contra ‘fechado’ é só uma cortina de fumaça que tenta esconder a questão principal, que é essa: “O que é melhor para o cliente – fragmentado ou integrado?” Para nós, o Android é demasiadamente fragmentado, e está ficando cada vez mais. Como vocês sabem, a Apple investe no modelo integrado, de modo que o usuário não é obrigado a ser, digamos, o integrador dos sistemas. Nós somos os integradores, e damos valor a isso. Essa é a nossa vantagem contra a Google: ao vendermos para aqueles usuário que querem, apenas, que seus dispositivos funcionem, estamos mostrando que o modelo integrado triunfará sobre o fragmentado”.

Tablets
Tela.
“Quase todos eles (os concorrentes) oferecerão tablets de sete polegadas, em vez das dez polegadas do iPad (...) A medição é feita diagonalmente, ou seja, uma tela de sete polegadas é 45% menor que uma de dez. Vocês me ouviram bem: 45% menor”.

“A Apple já promoveu inúmeros testes em relação à interface ideal, e nós realmente entendemos sobre o assunto. Há limites claros de quão próximo você pode colocar fisicamente os elementos em uma tela sensível ao toque para que isto não comece a atrapalhar a esperiência do usuário. Achamos que uma tela de dez polegadas é o mínimo necessário para um bom tablet”.

Tamanho. “Todo usuário de tablet possui também um smartphone; e nenhum tablet pode concorrer com a mobilidade dos celulares (...) Os tablets de sete polegadas, portanto, não são nem uma coisa nem outra: são grandes demais para competir com os smartphones e pequenos demais para competir com o iPad”.

Android. “Quase todos esses novos tablets usam o Android como plataforma, mas a própria Google está dizendo aos fabricantes para não usar a última versão do software – a 2.2 – pois uma atualização especial para eles estará disponível no ano que vem. O que isso quer dizer? Qual é o resultado esperado quando a a desenvolvedora do SO avisa que ele não deve ser instalado em tablets e, mesmo assim, as fabricantes a ignoram?

Aplicativos. “O iPad já conta com mais de 35 mil aplicativos na App Store. Esse novos aparelhos aparecerão com nenhum”.

Preço. “Por último, nossos potenciais competidores estão tendo dificuldades em igualar o nosso preço, mesmo com seus tablets tendo uma tela menor e mais barata (...) Nós criamos o nosso próprio chip, o A4, nosso próprio software, nossa própria bateria; tudo é nosso. Como resultado, temos um produto incrível com um ótimo preço”.

Morte antecipada. “Essas são algumas das razões que nos fazem pensar que a safra de tablets de sete polegadas morrerá ao chegar (DoA, na sigla em inglês). Seus fabricantes aprenderão a difícil lição de que seus aparelhos são pequenos demais, e os melhorarão no próximo ano, deixando os primeiros consumidores e desenvolvedores na mão. O futuro nos reserva muita diversão”.

Mercado dividido
A Apple e, principalmente, Jobs, não são nada bobos. Sabiam de antemão que as ações da empresa cairiam vertiginosamente no momento em que anunciassem os resultados do trimestre. No fim das contas, a companhia é vítima de seu próprio sucesso: há um ano e meio, suas ações valiam 80 dólares, hoje valem mais de 310; alta de quase 400%.

Para crescer tanto em tão pouco tempo, a Apple precisou dominar alguns mercados – depois de praticamente criá-los. O iPhone, lançado em junho de 2007, foi o primeiro smartphone a se popularizar entre os usuários finais, pois, antes, esses aparelhos eram voltados principalmente ao setor corporativo – vide o sucesso do BlackBerry. Durante um ano, ele reinou absoluto, até que, em outubro de 2008, o primeiro celular com Android, o G1, foi lançado. Hoje em dia, essa plataforma da Google vende mais, nos Estados Unidos, que o iPhone, e a tendência é que, globalmente, continue crescendo em ritmo acelerado.A Apple não perdeu o mercado – afinal, tem um ótimo aparelho – mas percebeu que terá de dividi-lo. Com a chegada do Windows Phone 7, então, sabe que a competição aumentará ainda mais; não se deve desprezar uma gigante como a Microsoft.

Agora, é a vez de o Android invadir os tablets, outro setor no qual a Apple foi pioneira. Tal qual o iPhone, o iPad, por um bom tempo, aproveitou seu protagonismo solitário, e, assim como ele, deverá ter o mesmo futuro: repartirá o mercado que dominava. Por mais que Steve Jobs tenha feito de tudo para convencer os acionistas que tanto o Galaxy Tab, da Samsung, quanto o Folio 100, da Toshiba, serão um fracasso, ele sabe que em breve os tablets com Android conquistarão muitos consumidores. O que fazer, portanto, para que a Apple continue como a empresa de tecnologia mais valiosa do mundo?

A estratégia de Jobs
A resposta veio com o evento da última quarta-feira (20/10), chamado de “Back to the Mac” (De volta par o Mac). Nele, Steve Jobs anunciou o novo Mac Book Air – fino, lindo e caro - mas essa não foi a principal notícia. O que pode alterar o mercado de notebooks e desktops é que a App Store, a loja virtual da Apple para dispositivos móveis, que em pouco mais de dois anos atingiu a marca de 6,5 bilhões de downloads, estará disponível, também, para qualquer computador com Mac OS X.

Ora, há uma grande quantidade de usuários que não troca o PC por um Apple por causa do baixo número de programas desenvolvidos para ele. A App Store, no entanto, é um tipo de serviço que o Windows não oferece e que já provou ser muito popular. Ela tem potencial para alterar essa dinâmica. Os consumidores, atraídos pela facilidade com que poderão baixar e comprar programas, poderão migrar para computadores Apple, e as empresas, ao observar o movimento, correrão para adaptar seus softwares para o Mac e a App Store.

As vendas de MacBooks e iMac continuam crescendo. Em 2010, já foram comercializados 3,89 milhões, alta de 27% em relação ao ano passado. Aparentemente, atraído pelas maiores margens de lucro, Jobs decidiu investir neles, e acelerar ainda mais esse crescimento. O raciocínio é simples: a Apple perderá um pouco de um lado – mercado de dispositivos móveis – mas ganhará muito mais de outro – mercado de computadores. Se der certo, quem sabe a empresa não se anima, e diminui o preço do Mac Mini no ano que vem?

Rivais do iPad venderão 20 milhões de unidades em 2011

Além disso, analistas e desenvolvedores não concordam com a afirmação de Jobs, que prevê o fracasso dos tablets de sete polegadas.

O banco Morgan Stanley realizou uma pesquisa que prevê que os tablets rivais do iPad venderão até 20 milhões de unidades em 2011. No entanto, o representante da Apple ainda liderará este mercado, com 30 milhões de dispositivos comercializados no próximo ano.

Analistas também desmentiram a previsão de Steve Jobs que - durante a apresentação de resultados da Apple nesta semana – afirmou que os tablets dotados de telas de 7 polegadas não são adequados para a maioria dos aplicativos e que “morreriam pouco depois de nascer”. Segundo Marissa Mayer, engenheira que supervisiona os serviços de localização do Google, os tablets com telas de 10 polegadas, de fato, apresentam melhor desempenho, mas as versões com tela reduzida encontrarão seu lugar no mercado.

Outro que concorda com a opinião de Mayer é Cameron Clayton, vice-presidente sênior de aplicação mobile do Weather Channel, cujo aplicativo está entre os dez mais populares em todas as plataformas. Em declaração ao Wall Street Journal, ele afirmou que “os tablets de sete polegadas atrairão um consumidor mais interessado em mobilidade, que quer colocar o dispositivo no bolso com facilidade”.

Além disso, Clayton também se disse animado a desenvolver aplicativos para tablets com o sistema operacional Android: “Estamos comprometidos com todas as plataformas e vamos continuar a desenvolver para eles”. Quem partilha da opinião do executivo é Jeff Orr, analista da ABI Research: “A afirmação de que os desenvolvedores de aplicativos não estejam interessados na plataforma Android é falsa. Em breve, o número de apps para este sistema poderá ser equiparado ao do iPad”, afirmou ao WSJ.

Mas, pelo menos por enquanto, as empresas ainda estão focando seus esforços no tablet da Apple: "Estamos mais animados com os dispositivos de nove e dez polegadas e temos concentrado neles a maior parte de nossos esforços de desenvolvimento", afirmou Joe Greenstein, diretor-executivo do Flixster, rede social voltada aos fãs de cinema.

Greenstein disse ainda que a aplicação do Flixster para smartphones estará disponível também para os tablets de sete polegadas e que sua empresa não desenvolverá um aplicativo exclusivo para tablets de de menor dimensão. “As funções serão as mesmas, mas a versão para iPad vai ter uma interface mais rica”, disse ele."Você não pode construir uma aplicação diferente para um único dispositivo. É preciso escolher e construir coisas que que tragam boas experiências para uma ampla gama de equipamentos".

Google negocia desbloquear acesso a sites de TV

O Google está negociando ativamente com três redes de TV que bloquearam o acesso a seus sites pela Google TV, informou uma fonte próxima do assunto.

Três das maiores redes de TV aberta norte-americanas bloquearam o uso de seus programas na web por meio do novo serviço de TV on-line do Google, o que prejudica os planos da companhia para se expandir para além dos computadores.

Representantes da Walt Disney e da NBC Universal confirmaram na quinta-feira que suas empresas bloquearam o acesso via Google TV aos seus programas de TV aberta disponíveis on-line.

A Disney controla a rede ABC e a rede de esportes ESPN na TV a cabo.

A Fox, da News Corp, também está considerando bloquear o acesso aos programas disponíveis em seu site, mas a decisão ainda não foi tomada, de acordo com uma fonte.

A CBS bloqueou o acesso às versões integrais de seus programas, entre os quais seriados populares como "CSI: Crime Scene Investigation", de acordo com reportagem publicada na quinta-feira pelo "Wall Street Journal". A CBS se recusou a comentar.

O Google TV, lançado este mês nos Estados Unidos, permite que os usuários tenham acesso à internet na tela de seus televisores.

O serviço está disponível em aparelhos da Sony e Logitech International, e pode abrir novas oportunidades publicitárias ao Google, que gera a maior parte de sua receita anual de cerca de US$ 24 bilhões com publicidade vinculada a buscas na web.

Os planos do Google TV podem ser vistos como ameaça pelas empresas de TV estabelecidas, disse Van Baker, analista do Gartner.

"Todos conhecem o domínio sobre o tráfego de internet que o Google conquistou em termos de publicidade. Se aquele modelo for estendido à televisão, o poder do Google repentinamente se tornaria imenso no espaço publicitário, e as redes de TV aberta não gostam a ideia", disse Baker.

O Google anunciou em comunicado que o Google TV "permite acesso ao conteúdo de internet que o consumidor já usa em seu celular e computador, mas os proprietários do conteúdo têm a escolha de impedir os usuários de acessá-lo nessa nova plataforma".

Videntes protagonizam "Time Travelers", jogo da Level-5 para Nintendo 3DS

Anunciado há alguns meses, "Time Travelers" teve seus primeiros detalhes divulgados durante uma conferência realizada pela Level-5 no Japão. A data exata de lançamento, porém, segue sem confirmação.

Desenvolvido com o auxílio de Jiro Ishii, responsável por "428: Fusasareta Shibuya de", game lançado para Wii no Japão, "Time Travelers" apresenta dois protagonistas: Skeleton, um terrorista que conhece o futuro, e Mikoto Shinmichi, garota que tem apenas a última característica em comum com o outro personagem.

Não há detalhes sobre o enredo do game, mas a Level-5 anunciou que o jogo tem "suspense e viagens temporais" e é ambientado num mundo de grande escala.

"Time Travelers" é um game para Nintendo 3DS, nova plataforma da Nintendo que chega aos Estados Unidos em março de 2011.

HP revela tablet de US$ 799 com cara de PC

A Hewlett-Packard revelou seu primeiro produto para o crescente mercado de computadores tablet, um aparelho de US$ 799 acionado pelo Windows e dirigido a clientes empresariais.

O Slate 500 da HP tenta reproduzir a experiência dos computadores em forma de tablet, e representa contraste com relação a rivais que deram aos seus aparelhos uma cara mais parecida com a de um celular inteligente. O Slate 500 opera com a mesma versão do Windows 7 usada por muitas empresas em seus computadores convencionais.


O tablet tem preço superior ao de produtos concorrentes como o iPad, que deu início à mania dos tablets ao ser lançado, meses atrás.

O produto da HP tem tela de 8,9 polegadas e sistema multitoque, pesa 700 gramas e vem com 64 Gbytes de armazenagem e uma caneta especial. A bateria tem carga para cinco horas de uso.

O aparelho tem acesso Wi-Fi, mas não oferece capacidade integrada de conexão a redes de celulares de alta velocidade, ao contrário de rivais como o iPad, o Galaxy Tab, da Samsung Electronics, e o Dell Streak.

Carol Hess-Nickels, diretora de marketing de notebooks para empresas na HP, enfatizou as utilidades para negócios do Slate. Ela antecipa que companhias de varejo, saúde e seguros, entre outras, criem aplicativos especiais para aproveitar a portabilidade do aparelho.

"É como um computador com funções plenas, e opera com o Windows; ele executa os aplicativos a que o usuário está acostumado, mas o faz em forma de tablet", disse Hess-Nickels.

O Slate 500 tem processador Intel Atom, usado normalmente em netbooks. Os tablets rivais operam com chips padrão ARM, utilizados em celulares inteligentes.

O aparelho vem equipado com câmera frontal e câmera traseira, permitindo videoconferências, e com uma porta USB; é vendido com um estojo e uma estação de acoplagem.

O HP Slate 500 já está disponível on-line, e a empresa o venderá a outras companhias por meio de sua equipe de vendas diretas.

O preço de US$ 799 o torna mais caro que o iPad com acesso Wi-Fi, cujos preços vão de US$ 499 a US$ 699. Os preços do iPad 3G começam em US$ 629.

Controle remoto é feito para crianças

Quem tem filho pequeno sabe o quanto pode ser complicado para eles operarem os controles das modernas TVs, cada vez mais repletos de botões. Além disso, qual criança resiste a tentação de apertar todos os botões de uma só vez ou ainda brincar com o volume do televisor?

Pensando nisso, a Sony criou um controle remoto (modelo RM-KZ1) que, pelas cores, vai chamar mais atenção do que o acessório que está na sua mão. Ele traz botões personalizados para as crianças, mas é a prova de abertura tanto para a parte das pilhas, como para as teclas que dão acesso aos principais comandos. Além disso, ele funciona de verdade (em TVs da Sony), mas traz um bloqueio que impede a alteração de volume em intervalos inferiores a 30 segundos. Praticidade e proteção em um único produto.