terça-feira, 14 de setembro de 2010
"Red Faction: Armageddon" e outros jogos da THQ têm data de lançamento revisadas
A THQ também forneceu uma atualização de seus outros jogos, com "MX vs ATV Alive" que chegará entre o primeiro e o segundo trimestre de 2011 e "Warhammer 40,000: Space Marine" entre o segundo e terceiro trimestre de 2011.
Já os jogos "Saints Row 3" e "World Wrestling Entertainment" devem chegar no fim de 2011 e o novo título "UFC" e "Darksiders II" apenas em 2012.
Operários Pós-Apocalípticos
Em "Red Faction: Armageddon", o jogador assume o controle de Darius Mason, neto de Alec Mason, protagonista de "Red Faction: Guerrilla". O game continua a saga de um grupo de colonizadores que decidiu viver em marte. O problema é que após a disseminação de um bizarro culto apocalíptico, a população se viu forçada a viver no subsolo, em grandes galerias subterrâneas.
Para piorar, Darius é levado a libertar um grupo de mutantes, o que traz o caos à população. A história gira em torno deste culto, que mostra grande influência sobre os eventos presentes no game. O título promete trazer um motor gráfico de destruição ainda mais complexo e realista que o apresentado em "Guerrilla", permitindo que o jogador tenha grande liberdade em relação aos cenários.
"Red Faction: Armageddon" está previsto para sair no PC, Xbox 360 e PlayStation 3.
"GoldenEye 007" para Wii terá opção para punir 'campers'
Os famigerados "campers", jogadores que ficam parados num ponto específico do mapa em jogos de ação, não terão chance em "GoldenEye 007" para Wii, pois a Activision adicionou ao jogo uma opção que exclui a possibilidade de ficar por muito tempo no mesmo lugar.
Intitulada Move Your Feet, a opção, que foi testada pelo site Bitmob, vale apenas para a modalidade multiplayer e faz com que o jogador exploda após ficar parado por mais de três segundos. Apesar de ser um tempo relativamente curto para ativação, o redator da nota diz que "ela [a adição] funciona muito bem na prática".
Lançado originalmente para Nintendo 64, "GoldenEye 007" tem como grande novidade a presença do ator Daniel Craig no papel de James Bond, e não de Pierce Brosnan, que interpretou o famoso agente no filme e tinha seu rosto reproduzido no game.
A versão para Wii tem modos multiplayer online e local, com a famosa tela dividida para até quatro pessoas. Além disso, estão presentes oito clássicos personagens da série e 16 modalidades de jogo, incluindo Paintball e You Only Live Twice.
"GoldenEye 007", que também terá versão para o portátil Nintendo DS, chega às lojas em novembro deste ano.
Intel investe em fornecedora de sistemas para gestão na nuvem
A fornecedora de sistemas para gestão dos ambientes de cloud computing (computação em nuvem) Adaptive Computing recebeu um aporte de 14 milhões de dólares da Intel e de outros dois fundos de investimento: Tudor Ventures and Epic Ventures.
O dinheiro será utilizado para fazer algumas dezenas de contratações de profissionais para reforçar suas ofertas, informou a Adaptive, que hoje conta com uma equipe de aproximadamente 75 funcionários. A companhia, criada há nove anos – sob o nome de Cluster Resources –, oferece uma plataforma para gestão dos ambientes na nuvem.
“Esse é um mercado em que todo mundo gostaria de estar agora”, avalia o analista da consultoria Forrester Research Glenn O´Donnell, ao justificar o interesse da Intel na companhia. O especialista informou ainda que diversos fornecedores “estão tentando criar soluções que ajudem as empresas a construir suas próprias nuvens”.
Entre os diferenciais da Adaptive estão a habilidade para oferecer uma automação das aplicações, bem como da infraestrutura. Para tanto, as ferramentas da companhia funcionam como administradoras dos sistemas de gestão e são compatíveis com uma grande variedade de tecnologias, tanto em termos de hardware como de software.
A Intel Capital, braço de investimentos da companhia de mesmo nome, informa que já investiu mais de 9,5 bilhões de dólares em cerca de mil empresas nas duas últimas décadas.72% dos americanos querem proibir menores de comprar jogos violentos
Uma pesquisa da organização americana Common Sense Media poderia afetar o desafio legal contra a decisão do estado da Califórnia de banir jogos de videogame considerados violentos, ao menos no campo da opinião pública.
Segundo a Common Sense Media, uma organização sem fins lucrativos que lida com assuntos ligados a família e crianças em mídia e tecnologia, 72% dos adultos nos Estados Unidos apoiariam uma lei que proíba menores de idade de comprar jogos “ultraviolentos ou sexualmente violentos” sem o consentimento dos pais. A pesquisa, conduzida pela Zogby International Media, entrevistou 2.100 adultos entre 13 e 16 de agosto de 2010.
O vice-presidente da Commom Sense, Alan Simpson, confirma que a organização programou a pesquisa para coincidisse com os vindouros argumentos orais sobre o banimento da Califórnia na venda de jogos violentos para menores na Suprema Corte dos EUA. Simpson afirma que a pesquisa sustenta as preocupações do grupo sobre mídia violenta.
Como Halpin aponta, um aspecto interessante desse debate é a evidência de outra recente pesquisa com adultos americanos sobre games que contraria o levantamento da Common Sense. O estudo da empresa KRC Research, que entrevistou 1.003 adultos entre fevereiro e março deste ano, 78% dos entrevistados disseram acreditar que os videogames deveriam receber proteção da Primeira Emenda, que inclui a liberdade de expressão como um dos direitos fundamentais.
No entanto, Simpson, da Common Sense, pensa que a pesquisa da KRC pode não contar toda a história.
“Obviamente, toda pesquisa é diferente, e toda pesquisa terá perguntas diferentes”, diz. “Essa pesquisa provavelmente focou em todos os videogames, e nós estamos falando de videogames violentos. Quando você olha para o que as pessoas percebem é um mundo violento dos games – nós estamos falando de títulos que a própria indústria de jogos classifica como apenas para adultos ou pessoas a partir de determinada idade. Penso que muitos pais estão olhando para o mercado de videogames e não estão interessados em ver seus filhos tornarem-se um guerreiro da milícia do Talibã e lutar contra as forças armadas dos EUA.” Esse jogo é o novo “Medal of Honor”, que está recebendo críticas por permitir que os jogadores assumam o papel do Talibã em seu modo multiplayer.
E você, concorda que os pais deveriam decidir se os filhos podem ou não jogar games considerados violentos? Nos diga nos comentários abaixo.
“Pensamos que elas confirmam muitas coisas com as quais temos nos preocupado. A maioria dos adultos está preocupada com o impacto de games violentos nas crianças”, disse Simpson em uma entrevista por telefone. “Eles querem que os pais fiquem no controle desse entretenimento.”
Já o presidente da Associação dos Consumidores de Entretenimento do país, Hal Halpin, questionou os resultados da pesquisa.
“A metodologia é sempre essencial com qualquer pesquisa ou levantamento, pois ela se resume a intenção da organização que a está realizando”, diz Halpin. “Se os motivos deles forem puros e o método científico, você pode enxergar esses dados como algo de interesse. Dada a história da Common Sense, eu esperaria totalmente ver resultados que se distorcessem para suportar a posição deles. Uma questão mais interessante seria: se a pesquisa é válida, a CSM iria reverter seu posicionamento se os resultados tivessem apontado para o outro lado?”
Bing ultrapassa Yahoo em buscas na Web, diz Nielsen
Com 13,9% de participação, a ferramenta da Microsoft assume a segunda posição em volume de buscas nos EUA.
É importante notar que, segundo a Nielsen, os dados referem-se somente à digitação de pesquisas feitas dentro de campos de busca,, a partir do próprio site do Bing, como também do MSN, Windows Live e até o Facebook. Cada vez que um usuário procura por qualquer termo na janela de buscas da rede social, o sistema do Bing é acionado.
Ficam fora da medição as buscas contextuais, geradas pelos mecanismos de busca a partir do comportamento de pesquisas feitas anteriormente pelos usuários.
Office 2011 para Mac está pronto!
A nova versão do Office para a plataforma da Apple está pronta e prestes a ser lançada. Dentre as novidades, talvez a que mereça maior destaque seja o novo Messenger para Mac, que sempre foi alvo de críticas e, por isso, promete uma boa melhoria. Outro ponto positivo é a utilização da interface Ribbon, que estreou no Office 2007 para PC, e agora chega à Apple. Nos Estados Unidos, os preços do Office variam entre US$ 119 a US$ 279, porém, quem comprar o Office 2008 ganhará a atualização gratuita para o 2011.
JavaOne: Trilha das apresentações essenciais para o programador RIA/JavaFX
Esse ano promete ser decisivo para o futuro da tecnologia RIA da Oracle. Confira as principais apresentações:
- JavaFX Your Way: Building JavaFX Applications with Alternative Languages
- JavaFX 2.0
- Hardcore Cascading Style Sheets with JavaFX
- Visual Development of JavaFX Applications
- Pro JavaFX: Developing Enterprise Applications
- Visualization of Geomaps and Topic Maps with JavaFX
Entre outras...
Link: http://steveonjava.com/expert-ria-track
Apostila do Curso de JSF da AlgaWorks completa para download
A apostila, que possui 204 páginas, aborda assuntos como JSF 1.2, Hibernate, DAO, Richfaces, AJAX, JAAS, JFreeChart, etc.
Acesse: http://www.algaworks.com
Link: http://www.algaworks.com/treinamentos/apostilas
Novo filme em CG de "Resident Evil" está em produção
"Resident Evil: Damnation" vai seguir os eventos mostrados em "Resident Evil: Degeneration" e mostrará mais personagens da série.
A sinopse do roteiro não foi divulgada, mas as companhias esperam manter o filme mais tempo nos cinemas japoneses. Segundo comunicado à imprensa, "Degeneration" ficou de duas a três semanas em cartaz e arrecadou cerca de 40 milhões de ienes (cerca de 800 mil reais) e vendeu mais de 1,6 milhão de DVDs no mundo todo.
Horror de sobrevivência
Desde o lançamento em 1996 a série "Resident Evil" criou um novo gênero, o survival horror e somando todos os títulos da série são mais de 44 milhões de unidades vendidas no mundo todo. De acordo com a Capcom, o título da série que mais vendeu foi "Resident Evil 5", com mais de 5,4 milhões de cópias vendidas.
Encurte URLs com apenas um clique usando o Automator
A partir dessa ferramenta do Mac, compartilhe seus links com maior rapidez em serviços como redes sociais
Twitter e outros serviços online tornaram os encurtadores de URL muito populares; alguns endereços são úteis não só em redes sociais, mas a qualquer momento que o usuário precise compartilhar links (especialmente aqueles muito longos).
Há várias maneiras de diminuir o tamanho das URLs , algumas delas são integradas aos aplicativos de mídias sociais. Mas se o usuário quiser uma ferramenta que encurte os endereços em praticamente qualquer lugar, os usuários renaultssoftware e yesiamnhoj, do MacOSXHints, encontraram uma maneira de construir um serviço no Automator que permite diminuir qualquer URL de tamanho em qualquer aplicativo, com apenas um clique.
Para isso, abra o Automator e selecion um novo Serviço. Na barra superior, escolh Service Recieves to URLs e In to Any Application. Arraste Run AppleScript (da seção Utilities) e cole o código abaixo na janela de entrada, substituindo qualquer coisa que já estiver lá:
on run {input, parameters} return (do shell script "/usr/bin/curl 'http://qgf.in/api.php?url=" & (item 1 of the input) & "'") end run
Abaixo disso, arraste o Copy para ação Clipboard. Salve o Serviço como Encurtar URL ou qualquer outro nome. Feito isso, o usuário deve ser capaz de utilizar o Control-clique em qualquer URL em qualquer programa e escolher Encurtar URL no submenu Services; o endereço deve estar disponível para ser colocado no Twitter, e-mail ou qualquer outro lugar.
Essa dica utiliza um serviço para diminuir URLs não muito conhecido, o QGF.in. É possível usar outros serviços também, desde que eles tenham APIs. Para usar outro serviço, troque http://qgf.in/api.php?url= no script acima; a sintaxe geralmente usada é http://NOME.DOSERVIÇO/api?url=.
Wi-Fi de longo alcance pode estar chegando
Um "super Wi-Fi" poderá ser visto em breve no mercado se a Federal Communications Commision (FCC) continuar com seus planos de analisar uma tecnologia de longo alcance capaz de penetrar paredes sem perder força - um grande empecilho para o Wi-Fi atualmente.
A comissão deve votar novas regras tecnológicas em 23 de setembro e é muito provável que o "super Wi-Fi" apareça durante a reunião.
Há cerca de dois anos, a FCC liberou as ondas entre os canais de televisão conhecidas como espaços em branco para serem utilizadas por serviços de banda larga sem fio. Esses canais devem permitir uso livre e sem uma permissão específica, da mesma forma que funciona o Bluetooth e o Wi-Fi atualmente.
A comissão espera que a nova tecnologia Wi-Fi decole da mesma forma que o WiFi convencional no mundo tecnológico.
Primeiro Blu-ray da Onkyo chega em outubro
Aproveitando o sucesso do formato Blu-ray, está chegando às lojas a partir de outubro o primeiro player da Onkyo distribuído oficialmente pela Disac no País. Voltado para uso com sistemas de entrada, o modelo BD-SP308 traz uma porta ethernet para habilitar a função BD-Live (que permite buscar conteúdos adicionais dos discos na internet, desde que oferecidos pelo estúdio).
Entre as conexões, outros destaques são a saída HDMI, a saída coaxial (para facilitar a ligação com receivers antigos, sem HDMI) e a porta USB (para conectar um dispositivo de memória, como pen-drive). Complementando a parte de áudio, estão presentes os processadores de áudio DTS-HD Master Audio e Dolby TrueHD.
Já compatível com arquivos AVCHD, o novo player também é capaz de reproduzir as gravações amadoras feitas a partir das modernas filmadoras digitais.
EUA liberam nova faixa para aplicações sem fio
Empresas de tecnologia planejam utilizar as bandas de guarda entre as frequências destinados aos canais de televisão e esperam apenas a conclusão do novo regulamento de espectro, que deve ser concluído na próxima semana pela Comissão Federal de Comunicações (FCC, na sigla em inglês).
Microsoft, Google, Hewlett-Packard, Intel e Motorola já vêm testando produtos que usam essas bandas não licenciadas. Esse espectro, entre 300 MHz e 400 MHz “livres” são cobiçados por se tratar de uma frequência em que os sinais percorrem grandes distâncias e são capazes de atravessar paredes.
Em novembro de 2008, a FCC concordou, por unanimidade, em abrir esse espectro. Mas ainda são necessários aspectos técnicos que permitam os fabricantes de equipamentos e provedores de serviço colocaram essas frequências não licenciadas em uso.
Espera-se que na próxima semana, a FCC coloque em votação as novas regras que vão pavimentar o caminho para que as empresas comecem a desenvolver novos produtos nessas frequências. Em entrevistas ao Wall Street Journal e à Bloomberg, o vice presidente de tecnologia e regulação da Microsoft, Dan Reed, disse que os equipamentos que usam as bandas de guarda poderão chegar ao mercado em dois ou três anos.
A Microsoft vem testando o uso dessas frequências não licenciadas em seu campus no estado de Washington. A empresa construiu uma rede wireless utilizando somente duas estações base para transmitir sinais nas bandas de guarda. E os sinais transmitidos nessas bandas percorrer o triplo da distância de outras frequências não licenciadas, como as de Wi-Fi. Isso significa que a área de cobertura é até nove vezes superior e como se trata de uma frequência bem mais baixa que a do Wi-Fi, pode muito mais facilmente penetrar prédios.
A Microsoft mostrou a rede ao presidente da FCC, Julius Genachowski, em abril. Genachowski insiste que o uso dessas bandas de guarda vão incentivar inovações no mercado de banda larga móvel. “O objetivo é incentivar o desenvolvimento de uma nova, grande indústria”, disse ele em recente entrevista à Bloomberg.
Genachowski, entre outros, compara esse mercado com o de Wi-Fi, que também não precisa de licença de uso de espectro. O Wi-Fi se tornou uma indústria que movimenta US$ 4 bilhões (quase R$ 7 bilhões) por ano. E o presidente da FCC acredita que essas novas bandas não licenciadas poderão significar um mercado ainda maior.
Segundo uma pesquisa patrocinada pela Microsoft no ano passado, as aplicações dessas novas bandas poderiam gerar movimentações anuais entre US$ 3,9 bilhões (R$ 6,6 bilhões) a US$ 7,3 bilhões (R$ 12,4 bilhões) a cada ano.
Além desse novo mercado, a FCC também enxerga nas tecnologias que usam as bandas de guarda um dos caminhos para atingir as metas no Plano Nacional de Banda Larga dos Estados Unidos. Segundo o plano, a FCC vai liberar cerca de 500 MHz de frequência para aplicações sem fio em 10 anos, tanto licenciados como não licenciados.
O plano recomenda, ainda, que 300 MHz desse espectro seja liberado em até cinco anos – e as bandas de guarda fazem parte dessa conta. No início do ano, comunidades em dois estados americanos estiveram entre as primeiras a testar aplicações sem fio por meio das bandas de guarda.
O desenvolvimento de produtos e serviços que usam esse espectro acabou adiado pelas preocupações, especialmente de radiodifusores, de que o uso das bandas de guarda vai interferir em seus próprios serviços. Já Microsoft, Google, Intel, Dell e Motorola – que também pressionam a FCC – procuram demonstrar que estão trabalhando em produtos para mitigar as interferências.
As regras que a FCC deve adotar na próxima semana vão ajudar a garantir que o uso das bandas de guarda não interfira nas aplicações que usam esses espectro, tanto de forma licenciada como não licenciada.
Como a quantidade de espectro a ser liberado varia conforme as localidades, ele não deve ser utilizado na criação de uma rede nacional de banda larga sem fio. Mas ele ser usado por provedores sem fio na criação de novos serviços regionais, ou por concessionárias de operações wireless pra ampliar suas redes.
Samsung aposta em câmeras híbridas para desafiar rivais
Fabricantes tradicionais de câmeras tais como Canon e Nikon enfrentam ameaça ao seu domínio sobre o mercado SLR, vinda das chamadas câmeras sem espelho, como a NEX, produzida pela Sony, e modelos da Olympus e Panasonic.
Elas abandonaram o espelho usado no formato SLR tradicional, o que permite que as câmeras sejam menores, e apostam que modelos de preço médio atrairão tanto usuários de câmaras compactas em busca de um produto melhor quanto entusiastas da fotografia cansados de carregar equipamento pesado.
A Samsung entrou na disputa na terça-feira, com um o NX100, um modelo híbrido de câmera que combina estrutura leve e as imagens de alta qualidade de uma câmera SLR.
"A câmera sem espelho será a nova locomotiva do crescimento no mercado de câmeras digitais, no futuro, e conquistará o mercado SLR em 2012 ou 2013," disse Park Sang-jin, diretor da divisão de imagens digitais da Samsung, a jornalistas.
"O novo segmento já está atraindo consumidores vindos das câmeras compactas e ampliará seu mercado ao conquistar mais consumidores da categoria SLR."
A Samsung prevê que o mercado crescerá para 15,3 milhões de unidades em 2015, do 1,5 milhão de unidades estimado para este ano.
A empresa sul-coreana detém 11,8 por cento do mercado de câmeras digitais compactas, mas não tem participação forte no lucrativo segmento SLR, dominado por Canon e Nikon.
A Sony está adiante da Samsung e conquistou sucesso instantâneo no Japão com o lançamento da câmera sem espelho NEX, em junho, roubando mercado à Canon e Nikon.
A Sony é a maior fabricante mundial de câmeras digitais compactas, com 17,4 por cento do mercado, mas no mercado SLR ocupa um distante terceiro posto.
A Nikon também está preparando um modelo de câmera que espera-se que crie novo mercado, disse o presidente da companhia à Reuters neste mês.
A Samsung lançará a NX100 em 12 mercados, entre os quais Hong Kong e Coreia do Sul, com preço de entre 600 e 650 dólares, inferior ao da predecessora NX10, vendida a 700 e 750 dólaresNova falha crítica no Flash permite ataque de crackers
A vulnerabilidade afeta a versão atual para os sistemas Windows, Mac OS X, Linux, Solaris e smartphones com Android
Menos de uma semana após divulgar uma falha, ainda sem correção, no seu visualizador de arquivos PDF, a Adobe declarou ontem (13/9) que o Flash também apresenta vulnerabilidades de segurança que podem ser exploradas por crackers (os chamados "hackers do mal").
Segundo um comunicado da empresa, a atual versão contém uma bug crítico que, atualmente, já é utilizado para atacar computadores com Windows. As versões do aplicativo para os sistemas operacionais Mac OS, Linux, Solaris e o sistema móvel Android, da Google, também incluem o mesmo problema.
"A falha permite que um invasor infecte a máquina e assuma o controle do equipamento afetado", diz a nota. A descoberta foi creditada a Steven Adair, do grupo Shadowserver Foundation.
Reader e Acrobat
O mesmo bug também está presente nas aplicações Adobe Reader, visualizador gratuito de PDF, e Adobe Acrobat, ferramenta de criação de arquivos no mesmo formato. Isso porque que ambos incluem também recurso para conteúdos em Flash.
Segundo a fabricante, até o momento, não há relatos de ataques ao Reader ou ao Acrobat usando esta vulnerabilidade.
A notificação de ontem (13/9) foi a segunda desde 8/9, quando a Adobe publicou um alerta sobre uma outra vulnerabilidade de dia zero, também sem correção, para os programas de PDF.
OS ataques foram apelidados de "David Leadbetter", um conhecido técnico de golfe, cujo nome foi incluído em uma mensagem maliciosa de e-mail. Na época, a corporação anunciou que a correção para o aplicativo Flash seria lançada em 14 dias, provavelmente, durante a semana do dia 27 de setembro.
Já os dois bugs no Reader e Acrobat - divulgados na semana passada e na última segunda-feira - serão corrigidos no começo de outubro, com um patch de emergência.
Tchecos impedem que Google colete dados para o Street View
O Google enviou uma frota de carros Street View pelo mundo para capturar imagens usadas nos mapas de visão panorâmica das ruas, mas enfrenta diversos entraves em 37 Estados norte-americanos e diversos outros países.
A Secretaria de Proteção de Dados Pessoais da República Tcheca rejeitou pela segunda vez um pedido do Google para coletar dados pessoais no país europeu, afirmando que o processo potencialmente violaria a lei, segundo afirmaram ambas as partes.
A porta-voz da secretaria, Hana Stepankova, disse que a decisão não impede que o Google use fotos já tiradas desde o lançamento do Street View no país em 2009. Ela disse ainda que as negociações sobre o uso dos dados prossegue.
"Não temos completa certeza de que as informações estão sendo processadas de acordo com a lei", disse Stepankova, acrescentando que a secretaria pode considerar aval ao pedido do Google, caso haja garantias da legalidade no processo.
Sob grande expectativa, jogo da série Halo chega às lojas dos EUA
A expectativa dos fãs americanos pela chegada de Halo: Reach às lojas americanas acabou nesta terça-feira (14). Mas teve muita fila.
Vizinha a Redmond (cidade que abriga a sede da Microsoft), Bellevue, no Estado de Washington, teve momentos que lembravam os grandes lançamentos musicais dos anos 90 e 80.
Cerca de 200 pessoas formaram uma fila de "fauna" diversa na frente da loja da rede game Stop. Jovens, claro, formavam a maior parcela. Porém, pais acompanhando crianças e jogadores mais velhos, daqueles com o dobro ou o triplo da média da faixa etária presente, também estavam lá.
Algumas pessoas apareceram fantasiadas. Obviamente, tinha gente de Master Chief (personagem principal da série). Mas um rapaz vestido de bicho de pelúcia, cheirando a tabaco e tomando bebida energética chamava atenção pela excentricidade gratuita.
Os primeiros na fila, um jovem casal universitário local, estava na frente da loja desde as 19h30. E só puderam pegar o jogo na 00h de terça. Talvez por tanto tempo de espera, eles comemoraram ter começado a contagem regressiva falsa que deixou o gerente da loja alucinado para abafar a bagunça.
Pouco antes da hora aguardada, desenvolvedores da Bungie, empresa que assina o game, apareceram no local e ganharam tratamento de astros do rock.
Crianças e jovens pediam autógrafos e fotos. Roger Wolfson, uma das estrelas por acidente, diz nunca ter imaginado coisa parecida quando passou a trabalhar com computação.
RECORDES
Wolfson disse que ate as 10h desta terça do horário local (14h em Brasília) esperava que Halo: Reach batesse o recorde da série de jogadores simultâneos on-line (que é de cerca de 550 mil pessoas). Até às 14h (18h em Brasília), esse número seria dobrado. Ou seja, 1,1 milhão de fanáticos pela série.
Funcionários da empresa trabalharam durante a noite inteira para garantir que os servidores iriam dar conta de tanta gente, uma prova de fogo. Wolfson disse que, se nada desse errado, ele estaria apto a receber os jogadores pelos próximos dias.
Froyo já está em 29% dos dispositivos com Android
Disponível há apenas quatro meses, a versão 2.2 adicionou recursos como discagem por voz via Bluetooth, Adobe Flash e suporte a tethering.
A versão 2.2, também conhecida como Froyo, do sistema operacional móvel Android, já pode ser encontrada em 29% dos aparelhos ativos no mercado, de acordo com dados apresentados ontem (13/9) pela Google.
Disponível há apenas quatro meses, a mais recente versão adicionou recursos como discagem por voz via Bluetooth, suporte completo ao Flash, da Adobe, mais espaço de armazenamento para aplicativos, suporte a tethering (uso do celular como modem) e melhor desempenho no navegador.
No entanto, o líder continua sendo o Android 2.1, apelidado de Éclair, responsável por 41,7% dos dispositivos, embora tenha apresentado uma queda de 13,3% em relação ao mês de julho deste ano. Na Época, o Froyo representou apenas três pontos porcentuais.

Diferentes versões do Android no mercado
Fragmentação
Apesar de 70% dos aparelhos executarem as versões 2.1 ou 2.2, um dos aspectos negativos apontados em relação ao Android é a considerável fragmentação entre os diferentes fabricantes, o que pode ser um grande aborrecimento para desenvolvedores. Concorrentes como a Apple, por exemplo, não têm esse tipo de questão, já que quase todos os dispositivos têm a possibilidade de atualização para o IOS, agora na versão 4.
O Android 3.0, conhecido também como Gingerbread, deve definir diretrizes mais rígidas para os fabricantes de smartphones que quiserem utilizar o sistema, com possibilidade de atualização. Segundo relatos, a Google exigirá um processador de 1 GHz, 512MB de RAM e telas de pelo menos 3,5 polegadas.
A recente pesquisa foi realizada em um período de duas semanas, que terminou no dia primeiro dia de setembro, com base nos aparelhos que acessaram a Android Market.
Os novos dados foram divulgados uma semana após a empresa de pesquisa Gartner divulgar um relatório afirmando que o Android superará em popularidade os sistemas da Apple e da RIM IBlackBerry) até o final do ano.
A confiança é a alma da venda
A confiança é um valor que que se fortalece a partir do comportamento de consultor. Se trabalhada continuamente, essa habilidade pode gerar melhores resultados em vendas.
A diferença entre os vendedores que gostaríamos de reencontrar um dia e aqueles que rezamos para nunca mais vermos está na confiança gerada após a venda.
A confiança é um valor que cria-se e fortalece-se a partir do comportamento de consultor, habilidade essa que, trabalhada continuamente, pode gerar melhores resultados em vendas.
O vendedor consultor mais ouve que fala. Isso não significa que ele fale pouco. Dentro do diálogo de vendas, ele fica mais atento às linhas e entrelinhas do cliente. É a partir da sua compreensão, e não do folhear do catálogo, que virá a melhor solução. Logo, o vendedor consultor não apresenta um só item do seu portifólio até que compreenda as motivações do cliente, que podem vir de universos emocionais, racionais ou de uma combinação entre ambos.
A sensação de estar comprando algo que não diz respeito às nossas necessidades ou desejos é sufocante. Quem já foi abordado por uma equipe de vendedores de assinaturas de revistas dentro de lojas de departamentos, e tentou se desvencilhar a todo custo, sabe como isso funciona na prática.
Como o argumento de venda consultiva é construído tendo como base as informacões colhidas na hora de pesquisar e de ouvir cada cliente, a conclusão é óbvia: um discurso padronizado oferece ao vendedor o mesmo conforto que uma cama de pregos. Cada cliente precisa reconhecer as características, vantagens e benefícios do produto que digam respeito a ele, e somente ele, e não ao grupo sócio-demográfico em que supostamente se enquadra.
Afinal, entre homens da classe A, casados, entre 40 e 45 anos, moradores das grandes cidades, existem os que preferem o conforto do ar-condicionado de uma Mercedes e os que preferem respirar óleo montados numa Harley-Davidson. E há também os que não preferem nem uma coisa, nem outra.
Conhecendo melhor o cliente, também passamos a encarar de forma positiva e respeitosa as suas objeções. É preciso transformá-las num desafio a ser superado por ambos – vendedor e cliente – durante o processo da venda, e não como uma tolice, como muitos ainda as encaram por aí.
A confiança do cliente consolida-se no respeito que ele percebe do vendedor quanto às suas dúvidas e medos, além da sua capacidade de convencimento saudável e de atendimento às suas expectativas.
É preciso saber vender, sem vergonha de ser e de fazer o cliente feliz.Microsoft confirma XBox Live brasileira para novembro de 2010
O game Halo: Reach começou a ser vendido nesta terça-feira, com direito a um Spartan sobrevoando a cidade de Londres. No entanto, uma informação curiosa sobre a Xbox Live no Brasil que apareceu primeiramente na caixa das cópias liberadas para a imprensa e hoje nas cópias brasileiras vendidas em lojas físicas fez com que a Microsoft se pronunciasse: na caixa constava que a Live brasileira chegaria em outubro.
A informação estava incorreta e, o mistério de quando a Live brasileira chegaria teve de ser finalmente desfeito após a imprensa começar a divulgar a data incorreta.
De acordo com a Microsoft Brasil, a rede online brasileira do Xbox 360 chegará em novembro. A data incorreta nas caixas de Halo: Reach aconteceu porque foram traduzidas em maio, quando ainda estava nos planos da empresa lançar a rede brasileira em outubro.
Durante a Electronic Entertainment Expo, a E3, a Microsoft divulgou que a rede online chegaria ao país, mas não havia uma data oficial para o lançamento.
Desenvolvimento dirigido por testes para TV digital utilizando Lua
O Desenvolvimento Dirigido por Testes ou em inglês Test Driven Development (TDD) é uma técnica de desenvolvimento de software muito utilizada em projetos que adotam metodologias ágeis, como SCRUM e XP, para gerenciamento.
Em TV digital, o desenvolvimento também pode, e deve, ser ágil. Por isso decidi escrever este artigo, abordando uma solução para a realização de testes unitários em projetos de TV digital.
Apresentarei uma ferramenta para a realização de testes unitários em código Lua e desenvolverei uma solução para possibilitar o uso da mesma ferramenta em projetos de TV digital.
Nosso ambiente de trabalho será composto pelo código a ser testado, os testes e uma ferramenta para execução dos testes e apresentação dos resultados. Vale mencionar que focarei em código Lua porque não encontrei, e acredito que ainda não foi lançada, uma ferramenta para a execução de testes em código NCL. Seria bem interessante utilizarmos Desenvolvimento Dirigidos por Comportamento, ou em inglês Behavior Driven Development (BDD), para projetos em NCL.
Ferramenta para execução dos testes
Existem várias opções de ferramentas para testes unitários em Lua. Nós utilizaremos o Telescope pelo fato de ele possuir funcionalidades interessantes e uma API bem documentada.
Para instalar o Telescope, com o Luarocks previamente instalado, basta digitar:
sudo luarocks build telescope --from=http://luarocks.luaforge.net/rocks-cvsTambém é possível obter o código-fonte a partir do repositório git:
git clone git://github.com/norman/telescope.gitApós a instalação, podemos chamar o Telescope com o comando tsc. O help é bem explicativo e pode ser chamado com o comando abaixo:
tsc --helpCriando os primeiros testes
Neste primeiro exemplo, criaremos um único arquivo com as funções de soma e subtração e os seus testes. O código pode ser observado abaixo:
-- Funcoes que desejamos testar
function soma(a,b)
return a+b
end
function sub(a,b)
return a-b
end
-- Testes para a funcao soma
context("Funcao soma(a,b)", function()
test("Teste 1 + 1 = 2", function()
assert_equal(soma(1,1), 2)
end)
test("Teste 1 + 's' = 0", function()
assert_equal(soma(1,'s'),0)
end)
end)
-- Testes para a funcao sub
context("Funcao sub(a,b)", function()
test("Teste 1 - 1 = 0", function()
assert_equal(sub(1,1),0)
end)
test("Teste 2 - 1 = 1", function()
assert_equal(sub(2,1),1)
end)
end)Até a linha 9 não temos novidades. Na linha 11 iniciamos a declaração do contexto onde iremos organizar os testes para a função soma.
Nesse momento vale abrir uma parênteses e falar um pouco sobre os contextos. Como disse acima, o Telescope apresenta funcionalidades interessantes, e uma delas é a possibilidade de organizarmos os testes em contextos, que ainda podem ser aninhados. No exemplo não utilizamos contextos aninhados porque os testes são bem simples, porém no código abaixo podemos ver o uso de contextos em outro exemplo com uma complexidade um pouco maior:
-- tests
context("Testing servers/api.lua", function()
--------
context("Teste de conexao", function()
local s,d,h,c = client.get(string.format("http://%s:%d", host, port), nil, auth)
-----
if not s then
test("Sem conexao", function()
assert_false(s)
assert_equal(c, "connection refused")
assert_blank(d)
assert_nil(h)
end)
end
-----
if s then
test("Com conexao", function()
assert_true(s)
assert_type(c, "number") --deve retornar um codigo
assert_type(h, "table") -- deve retornar uma tabela com o cabecalho
end)
end
-----
end)
----------
context("Teste de recursos", function()
---------
test("Recurso INVALIDO", function()
local s,d,h,c = client.get(string.format("http://%s:%d/%s", host, port,"xyz"), nil, auth)
assert_true(s)
assert_type(c, "number") --deve retornar um codigo
assert_equal(c, 404)
end)
--------
test("Recurso PING disponivel", function()
local s,d,h,c = client.get(string.format("http://%s:%d/%s", host, port,"ping"), nil, auth)
assert_true(s)
assert_type(c, "number") --deve retornar um codigo
assert_not_equal(c, 404)
end)
--------
test("Recurso SEARCH disponivel", function()
local s,d,h,c = client.get(string.format("http://%s:%d/%s", host, port,"search"), nil, auth)
assert_true(s)
assert_type(c, "number") --deve retornar um codigo
assert_not_equal(c, 404)
end)
--------
end)
----------
end)Esse código é parte de um arquivo de testes de um servidor Lua que implementa uma API e oferece alguns recursos. Como pode-se notar, os contextos mostram-se bem úteis para a organização dos testes de um projeto quando começamos a trabalhar em algo mais elaborado.
Voltando ao nosso primeiro exemplo, a sintaxe básica, a partir da linha 11, para construirmos nossos testes é:
context("Nome do contexto", function()
test("Nome do teste", function()
-- Assertions
end)
--Mais testes
end)O Telescope oferece por padrão as assertions mais básicas (veja a API). Porém, se desejar, você também pode construir as suas.
Para executarmos nosso teste fazemos:
tsc nome-do-arquivo.luaA saída será algo como:
4 tests 3 passed 3 assertions 0 failed 1 error 0 unassertive 0 pending
Teste 1 + 's' = 0:
teste1.lua:4: attempt to perform arithmetic on local 'b' (a string value)
stack traceback:
/usr/local/share/lua/5.1//telescope.lua:374: in function 'invoke_test'
/usr/local/share/lua/5.1//telescope.lua:399: in function 'run'
...usr/local/lib/luarocks/rocks/telescope/scm-1/bin/tsc:266: in main chunk
[C]: ?Na lina 1 temos o resumo dos testes, na linha 3 o teste que falhou e na linha 4 o motivo da falha. A partir da linha 5 temos a saída do interpretador Lua.
Podemos melhorar nossa saída com o parâmetro -f:
tsc -f nome-do-arquivo.luaObtendo com isso uma saída mais detalhada, onde o Telescope apresenta um resumo mais elaborado dos testes realizados (linhas 1 a 9):
------------------------------------------------------------------------
Funcao soma(a,b):
Teste 1 + 1 = 2 [P]
Teste 1 + 's' = 0 [E]
------------------------------------------------------------------------
Funcao sub(a,b):
Teste 1 - 1 = 0 [P]
Teste 2 - 1 = 1 [P]
------------------------------------------------------------------------
4 tests 3 passed 3 assertions 0 failed 1 error 0 unassertive 0 pending
Teste 1 + 's' = 0:
teste1.lua:4: attempt to perform arithmetic on local 'b' (a string value)
stack traceback:
/usr/local/share/lua/5.1//telescope.lua:374: in function 'invoke_test'
/usr/local/share/lua/5.1//telescope.lua:399: in function 'run'
...usr/local/lib/luarocks/rocks/telescope/scm-1/bin/tsc:266: in main chunk
[C]: ?Rebuscando um pouco mais
No exemplo anterior criamos as funções e os testes no mesmo arquivo. Porém, na prática, isso não funciona muito bem e nem deve ser feito.
Vamos separar nossos arquivos encapsulando as funções em um módulo. Assim podemos chamar o módulo diretamente do nosso arquivo de testes.
Nosso módulo de operações matemáticas ficará assim:
-- Modulo com operacoes matematicas
module("matematica")
-- operacao soma
function soma(a,b)
return a+b
end
-- operacao subtracao
function sub(a,b)
return a-b
endE agora os testes em outro arquivo:
-- Chama o modulo matematica
require"matematica"
-- Testes
context("Funcao soma(a,b)", function()
test("Teste 1 + 1 = 2", function()
assert_equal(matematica.soma(1,1), 2)
end)
test("Teste 1 + 's' = 0", function()
assert_equal(matematica.soma(1,'s'),0)
end)
end)
context("Funcao sub(a,b)", function()
test("Teste 1 - 1 = 0", function()
assert_equal(matematica.sub(1,1),0)
end)
test("Teste 2 - 1 = 1", function()
assert_equal(matematica.sub(2,1),1)
end)
end)Utilizando testes nos projetos de TV digital
Agora que já vimos como construir nossos testes, iremos aplicar nosso conhecimento num exemplo que envolve desenvolvimento para TV digital.
Tomemos uma aplicação muito simples: "Quando o telespectador pressiona o botão vermelho uma mensagem é desenhada na tela e uma âncora é iniciada".
Nesse exemplo teremos um nó Lua com um tratador de eventos que só está interessado em eventos de pressionamento de tecla, mais especificamente só da tecla vermelha. Por não ser o objetivo deste tutorial, não entrarei em detalhes do código NCL.
Nosso tratador de eventos pode ser implementado assim:
function handler (evt)
if (evt.class == 'key') and (evt.type == 'press') and (evt.key == 'RED') then
canvas:attrColor('white')
canvas:attrFont('vera',30)
canvas:drawText (200, 200, "Botao vermelho pressionado." )
event.post {
class = 'ncl',
type = 'presentation',
area = 'fim',
action = 'start',
}
end
end
event.register(handler)Iremos elaborar alguns testes para garantir a consistência na implementação do tratador de eventos. Para exemplificar, vamos definir algumas condições de contorno e, posteriormente, construiremos os testes para elas. Vale a ressalva de que esse procedimento não está 100% de acordo com os "mandamentos" ("...inicialmente o desenvolvedor escreve um teste e depois escreve o código que possa ser validado pelo teste...") do TDD, porém como o objetivo aqui não é ser doutrinador-xiita, vamos focar na ferramenta e na solução; os mais rigorosos podem começar pelos testes sem problemas :-).
Nossas condições de contorno são:
- o tratador só deve tratar eventos de pressionamento de tecla;
- o tratador só está interessado na tecla vermelha;
- quando a tecla vermelha for pressionada, a frase "Botao vermelho pressionado." deve ser escrita na posição 200 x 200 e
- um evento (com class = 'ncl', type = 'presentation', area = 'fim' e action = 'start') deve ser postado;
- o tratador de eventos deve ser registrado.
Com nossas condições de contorno definidas, podemos continuar. Porém o código do tratador de eventos não irá funcionar fora do middleware. Ao executá-lo, recebemos o erro:
lua: exemplo.lua:16: attempt to index global 'event' (a nil value)
stack traceback:
tratador.lua:16: in main chunk
[C]: ?Isso acontece porque algumas bibliotecas utilizadas não são padrões do Lua e só estão presentes na implementação do middleware. Para contornarmos essa situação, iremos realizar algumas configurações adicionais no arquivo de testes e, assim, garantir que eles funcionem fora do ambiente do middleware.
Logo no início do nosso arquivo de testes criaremos as configurações para simularmos os módulos utilizados pelo tratador de eventos.
O arquivo completo pode ser visto abaixo:
-------
-- Tabelas representando os valores do sistema
-------
system_modified = false
-- Tela
canvas_values = {
color = '',
font = '',
font_size = 0,
text_x = 0,
text_y = 0,
text_message = '',
}
-- Eventos
events ={
posted = {},
event_registered = ''
}
-------
-- Configuracao modulo event
-------
event = {}
_G["event"] = event
-- Se recebe um tratador (funcao) registra e retorna true
function event.register(handler)
if type(handler) == 'function' then
events.event_registered = handler
return true
else return false end
end
-- Posta os eventos
function event.post(tab)
if type(tab) == 'table' then
events.posted.class = tab.class
events.posted.type = tab.type
events.posted.area = tab.area
events.posted.action = tab.action
system_modified = true
return true
else return false end
end
-------
-- Configuracao modulo canvas
-------
canvas = {}
_G["canvas"] = canvas
function canvas:attrColor(color)
canvas_values.color = color
system_modified = true
end
function canvas:attrFont(font,size)
canvas_values.font = font
canvas_values.font_size = size
system_modified = true
end
function canvas:drawText(x,y,message)
canvas_values.text_x = x
canvas_values.text_y = y
canvas_values.text_message = message
system_modified = true
end
--------
-- Carrega o tratador de eventos
dofile"main.lua"
--------
--------
-- Inicio dos Testes
--------
context("Exemplo de testes para tratador de eventos", function()
test("Teste 1: Tratador NAO trata outro tipo de evento", function()
--configuracao do evento
local evt = {
class = "ncl",
type = "presentation",
action = "start"
}
system_modified = false
handler(evt)
assert_false(system_modified)
end)
----------------
test("Teste 2: So trata eventos quando a tecla vermelha (RED) for pressionada", function()
--configuracao do evento
local evt = {
class = "key",
type = "press",
key = "RED"
}
system_modified = false
handler(evt)
assert_true(system_modified)
end)
----------------
test("Teste 3: Frase: 'Botao vermelho pressionado.' eh exibida", function()
--configuracao do evento
local evt = {
class = "key",
type = "press",
key = "RED"
}
handler(evt)
assert_equal(canvas_values.color,"white")
assert_equal(canvas_values.font,"vera")
assert_equal(canvas_values.font_size,30)
assert_equal(canvas_values.text_x,200)
assert_equal(canvas_values.text_y,200)
assert_equal(canvas_values.text_message,"Botao vermelho pressionado.")
end)
------------------
test("Teste 4: Tratador posta evento", function()
--configuracao do evento
local evt = {
class = "key",
type = "press",
key = "RED"
}
handler(evt)
assert_equal(events.posted.class,"ncl")
assert_equal(events.posted.type,"presentation")
assert_equal(events.posted.area,"fim")
assert_equal(events.posted.action,"start")
end)
------------------
test("Teste 5: Tratador de eventos esta registrado", function()
assert_equal(events.event_registered,handler)
end)
end)Até a linha 61 temos as configurações para os testes. O que fiz foi criar algumas tabelas que representam o estado do sistema e as funções que modificam esse estado. Nesse caso, as funções têm o mesmo nome das que estão nas bibliotecas para TV digital. Na linha 65 o arquivo com o tratador de eventos é carregado e da linha 70 até o final os testes são realizados.
Dessa forma, quando o tratador de eventos é chamado (linha 81 por exemplo) o interpretador Lua chamará as funções que foram criadas no início do arquivo. Essas funções modificam o estado das tabelas que representam o sistema, assim podemos verificar se o tratador conseguiu realizar o que desejávamos apenas checando o valor dessas tabelas.
Nenhuma modificação foi realizada no código do tratador de eventos de forma que ele funcionará normalmente quando for executado pelo middleware.
Evite repetição de código
Para testes em um único tratador de eventos que está em um único arquivo, esse exemplo atende nossas necessidades. Contudo, se tivermos vários arquivos separados com vários tratadores de eventos, começamos perceber que copiar um cabeçalho de configuração para cada aquivo pode ser algo, além de chato, que certamente causará problemas para manutenção.
Para solucionar esse problema poderíamos (é, não vamos estender esse tutorial ainda mais) criar um único módulo com as configurações necessárias e importá-lo em cada arquivo de testes. Fica a dica.
Conclusão
Nesse tutorial apresentei uma ferramenta para a realização de testes em código Lua e desenvolvemos uma metodologia para utilização desses testes nos projetos de TV digital. Espero que essa informação possa ser útil nos seus projetos.
Utilize os comentários para enriquecermos ainda mais as informações que foram apresentadas. Portanto, se encontrou algum erro, tem alguma dúvida ou mesmo qualquer comentário, não deixe de se expressar.