sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Avatares do X360 perdem estilo cartunesco com chegada do Kinect

O Larry Hyrb, diretor de programação da Xbox Live conhecido como "Major Nelson", revelou como serão os novos avatares da Xbox Live, que soferão modificações com quando o Kinect chegar ao mercado.

O objetivo da mudança é mudar o estilo cartunesco dos avatares para um modelo que se pareça mais real, especialmente para receber os jogos de movimento do Kinect.

Recentemente, o programador sênior da Rare, Nick Burton, disse que os avatares da Xbox Live seriam redesenhados para melhorar os movimentos físicos dos jogadores do Kinect para seus avatares na tela. Segundo ele, tal mudança melhorará a percepção do jogador ao comparar seus movimentos com os do seu avatar e que a decisão não possui qualquer relação com limitações de hardware.

A Rare divulgou imagens dos novos avatares usados em seu game "Kinect Sports".

Xbox 360 em movimento

O Kinect é um acessório para o Xbox 360 que permite aos jogadores interagirem com o videogame sem a necessidade do controle. O sistema funciona com uma câmera de aproximadamente 23 cm de comprimento horizontal, que permite o alcance de até 2,7 metros de altura e 4 metros de profundidade. O reconhecimento de objetos e o destaque das pessoas serão ajustáveis através de um software.

Com preço confirmado de US$ 149,99, o Kinect chega aos Estados unidos em 4 de novembro, e na Europa no dia 10 do mesmo mês. Ainda não há previsão de quando chega no Brasil, mas a Microsoft planeja uma coletiva de imprensa entre setembro e outubro para tratar de detalhes deste lançamento, além de falar sobre a Live e do novo modelo do Xbox 360, popularmente chamado de "slim".

Demonstração de "Kinect Sports"

Mais de 35 milhões de brasileiros assistiram vídeos online em julho

No mês de julho, 35,6 milhões de brasileiros, com idade a partir de 6 anos, assistiram a vídeos na Internet, volume equivalente a perto de 85% do total da população online, segundo estudo da empresa de estatísticas da indústria digital comScore, divulgado nesta sexta-feira, 27/08.

A pesquisa apontou que, em junho e julho, meses da Copa do Mundo, 6,7 bilhões de vídeos foram assistidos por usuários de Internet no Brasil. Se considerado apenas o mês passado, seis em cada sete internautas brasileiros assistiram a vídeos online.

"O consumo de vídeos online claramente se tornou parte essencial da experiência do consumidor digital no Brasil", afirma o diretor-executivo da comScore no Brasil e vice-presidente na América Latina, Alex Banks, em nota. "Os brasileiros são usuários da Internet altamente engajados, que ativamente procuram entretenimento online, então não é surpreendente ver a popularidade que os vídeos online têm alcançado recentemente", acrescenta.

Segundo o executivo, a tendência de maior abrangência da conexão de banda larga deve elevar ainda mais o consumo de vídeos online no Brasil. De acordo com o estudo, os sites do Google --liderados pelo YouTube-- ocuparam a primeira posição no ranking dos mais acessados por internautas a procura de vídeos, com 28,3 milhões de espectadores. A Globo ficou em segundo lugar, com 8,5 milhões de espectadores, seguida pelo UOL, com 5 milhões.

Ex-VP da Intel diz que empresa tinha interesse na Symantec

Executivo conta que a compra de uma empresa de segurança tem sido um desejo antigo da Intel e se diz surpreso com a demora para o anúncio da aquisição da McAfee.

A compra da McAfee, anunciada em 19/8, já vinha sendo estudada pela Intel há muitos anos. E, mais do que isso, a empresa avaliava a possibilidade de adquirir a fornecedora ou a sua concorrente Symantec. Pelo menos, essa foi a informação divulgada pelo ex-vice-presidente sênior da Intel, Pat Gelsinger, que trabalhou por 30 anos na companhia.

O executivo, que há cerca de um ano ocupa o cargo de presidente do segmento de produtos de infraestrutura da informação da EMC, se disse surpreso com a demora no anúncio da compra, mas informou que já esperava que a Intel anunciasse a aquisição da McAfee ou da Symantec.

“A Intel tem olhado para acordos na área de segurança há bastante tempo”, relatou Gelsinger, ao afirmar que o objetivo sempre foi criar uma plataforma segura.

Quanto aos impactos da compra, o executivo analisou que a própria RSA, subsidiária da EMC que atua na área de segurança, pode ser impacta de forma negativa pela compra, uma vez que ela é parceira da Intel e pode ser encarada como uma possível concorrente da McAfee. Mas ele considerou que isso só se aplica a algumas linhas do portfólio das companhias, as quais são, na maior parte dos casos, complementares.

O tempo do livro impresso passou

O livro impresso serviu seu propósito como suporte durante muitos séculos. Em torno dele se fez uma indústria, que hoje é nociva aos interesses das pessoas. Você concorda?


Livros em uma estante são apenas literatura em potencial.
C. S. Lewis, da coleção de frases.

Recebo de um amigo virtual a seguinte mensagem depois de ter postado isso no Twitter:

Existe algo + s/ sentido do q “Bienal do Livro”? Ñ seria “Bienal das ideias presas nos livros”? Protesto: ”Libertem as ideias!”. Concordas?

Ele me manda: Eu entendo tua posição sobre o “formato”. Mas livro é uma relação de cumplicidade, de intimidade que é difícil desqualificar. Claro que hoje eu sou adepto do debate, do aprender observando as ideias livres ao vento, compartilhamento, etc. Mas nem por isso deixo de lado o êxtase sensorial que é ler um livro sentado na cadeira enquanto tomo sol no quintal.Vamos dizer que eu sou como o cara que coleciona disco de vinil mas não deixa de ouvir MP3. Grande abraço. Rodrigo Leme, que fez a ode ao livro no blog dele.

Temos que separar algo bem importante que é o fetiche pelo livro para o que ele representa, tanto quanto opressão ou libertação.

O livro é o condutor de ideias.

Serviu a seu propósito como suporte durante muitos séculos e mais diretamente nos últimos 550 anos com o livro impresso. Em torno dele se fez uma indústria, que, a meu ver, é nociva hoje aos interesses das pessoas.

Hoje, com o suporte digital, deve-se ver o livro como algo opcional e não obrigatório. Devo poder ler tudo que quiser na rede e se quiser ter o fetiche do papel, pagar por ele.

Porém, um deve independer do outro.

As editoras, hoje, são fortes elementos conservadores na sociedade, assim como foram as Igrejas e a Monarquia na Idade Média.

Evitar que um ser humano tenha acesso às ideias de outros, a meu ver, é um disparate que deve ser combatido! Ganha-se dinheiro escondendo conhecimento! No fundo, é isso!

Antes, tinha-se a desculpa do custo, ok. Porém hoje todo livro é digitalizado para ser produzido e opta-se por não divulgá-lo em nome do lucro, do mercado, do negócio.

É insano isso.

Não vou saber algo que pode melhorar minha vida, pois não tenho dinheiro para pagar.

Pense bem nisso, de maneira geral, sem estar envolvido com o que estamos acostumados…

As editoras devem, ao contrário, sair da postura reacionária de impedir o conhecimento para ganhar dinheiro na difusão maior do conhecimento. Quanto mais ideias de qualidade, melhor para todos!

Tipo, ao invés de “vender” o autor em formato de livro, “vender” suas ideias em qualquer formato, mas sempre garantindo que um básico esteja para todos. Quanto mais as pessoas absorverem novas ideias, mas vão querer consumir novas, quanto menos, menos.

Fecha-se o mercado, quem tem interesse de abrir, pois estão fechadas na venda do suporte e não do miolo.

Problema cognitivo. Estamos tão aprisionados nesse conceito livro, como fetiche, que não vemos o quanto eles são autoritários, anti-ecológicos e excludentes socialmente.

O tempo deles passou, invente-se outra coisa. Abaixo a ditadura dos livros, que aprisionam ideias!

Feito o protesto… Que dizes?

Intel corta previsão de receita no 3o trimestre

A Intel reduziu sua previsão de receita para o terceiro trimestre para a faixa de 11 bilhões de dólares, com mais ou menos 200 milhões de dólares. A projeção anterior da própria companhia era de faturamento de 11,2 bilhões a 12 bilhões de dólares no período.

Segundo a empresa, a receita está sendo afetada por demanda de consumidores abaixo do esperado em mercados maduros.

A expectativa média de analistas para a receita da Intel no atual trimestre é de 11,5 bilhões de dólares, de acordo com a Thomson Reuters I/B/E/S.

Mini iPhone 4 custa US$ 72

Clone chinês em versão compacta do smartphone da Apple aceita duas linhas, capta sinal de TV e tem tela de 2,8 polegadas


Não, a Apple não lançou mais um dos seus tão falados celulares. É que os piratas chineses, cada vez mais criativos, “tomaram a liberdade” de criar uma versão compacta do novo celular da empresa. O Mini iPhone 4, como ele é oferecido na Internet, traz um preço supercompetitivo (US$ 72) e dimensões reduzidas: 10 x 5,5 x 0,9 cm.

E a configuração? Tem recursos que nem o verdadeiro iPhone 4 oferece: duas linhas telefônicas, transmissão de TV (analógica, com direito a anteninha), rádio FM e tela de 2,8 polegadas. Além disso, inclui tela sensível ao toque, duas câmeras, flash, MP3 e vem desbloqueado. O sistema operacional não é o iOS, e sua interface é bem meia-boca, com ícones que tentam imitar os do original.

miniphone4

Mini iPhone 4: nem a Apple tem um...

O equipamento é entregue em vários países (inclusive no Brasil), com direito a interface do site que vende o celular em vários idiomas (português incluído).

Essa não é a primeira vez (nem deve ser a última) que os produtos da Apple são copiados/piratedos. Há ePhones, Hiphones, iFones, ePads, Macbooks com Windows... A Teso, uma empresa chinesa, por exemplo, chegou a se especializar na cópia de produtos com o logo da maçã.

Os clones são baratos, mas a qualidade costuma ser baixa... Isso sem falar que muitos deles simplesmente mentem a configuração, com menos espaço para armazenamento ou resolução inferior à que aparece gravada no celular.

Seis entre sete internautas brasileiros assistiram a vídeos na internet em julho

Cerca de 35 milhões de brasileiros acessaram vídeos online durante o mês de julho, quando foi realizada a Copa do Mundo de Futebol, de acordo com a comScore, especializada em pesquisas na área de internet. O número corresponde a 85% do total da população online do país – ou seis em cada sete pessoas – que assistiram a um total de 6,7 bilhões de vídeos.

De acordo com a comScore, a média de vídeos “consumidos” pelos brasileiros é de 93 por mês. O levantamento considerou internautas a partir de 6 anos, que acessaram vídeos a partir computadores em casa ou no local de trabalho.

Entre os sites mais acessados está o YouTube, do Google, com 28 milhões de espectadores únicos, seguido pelas Organizações Globo, com 8 milhões e do UOL, com 5 milhões.

“O consumo de vídeos online claramente se tornou parte essencial da experiência do consumidor digital no Brasil, com cerca de 6 entre cada 7 usuários da Internet em casa ou locais de trabalho visualizando vídeos online durante os meses da Copa do Mundo,” disse Alex Banks, diretor executivo da comScore no Brasil,” destaca Alex Banks, diretor executivo da comScore no Brasil.

Lenovo se prepara para entrar no mercado de videogames

Fabricante criou uma unidade para o desenvolvimento do videogame em Pequim. 40 engenheiros trabalham no projeto.

A fabricante de computadores Lenovo quer, agora, um espaço no mercado dos games. Uma unidade foi criada com o propósito de desenvolver um console para o mercado chinês, o que colocaria a fabricante em concorrência direta com Microsoft, Nintendo e Sony.

Cerca de 40 engenheiros de software foram movidos para a Beijing eedoo Technology, uma empresa do Grupo Lenovo, que está encagarregada de desenvolver o console "eBox", como foi chamado.

Ao que tudo indica, o console terá um sistema de reconhecimento de movimentos da mesma forma que o Kinect, além de um joystick.

ebox

A previsão é que uma demo do console seja apresentada em novembro deste ano e o lançado em 2011, com um preço abaixo de US$300 (em torno de R$530). Cerca de trinta jogos também irão aparecer para o console no lançamento.

De acordo com o presidente da Beijing eedoo Technology, Jack Luo, em entrevista para o jornal China Daily, o projeto tem foco no entretenimento familiar e pretende inspirar membros da família a fazer exercícios. Uma proposta muito semelhante à do Wii, que possui games voltados para esportes e ginástica.

A meta inicial é que durante um ano o console venda um milhão de unidades na China.

Essa é mais uma tentativa da fabricante deixar de ser exclusiva do mercado de computadores, sendo que em 2009 lançou um smartphone e tem anunciado planos de lançar um tablet.

Apple corta relações com empresa que mostrou protótipo de tablet

A Apple cortou relações com a SurfaceInk, que era sua cliente há quase dez anos. O motivo: a pequena empresa de design sediada no Vale do Silício demonstrou em público o protótipo de um tablet (computador com tela sensível ao toque) que poderia configurar uma ameaça ao iPad.

O fundador e executivo-chefe da SurfaceInk, Eric Bauswell, confirmou ao "New York Times" desta quinta-feira (26) que a Apple e sua empresa "tomaram direções separadas". Procurada pelo jornal, a Apple se recusou a comentar o assunto.

Colocado no mercado em abril de 2010, o iPad já vendeu 3,3 milhões de unidades no mundo todo e lidera o mercado de tablets.

A competição, porém, deve aumentar com lançamentos próximos de computadores com tela sensível ao toque por empresas como a Samsung.

Com 50 funcionários, a SurfaceInk foi fundada em 1999 e já colaborou com o desenvolvimento de produtos da Palm e da HP, além da Apple.

O motivo do fim das relações com a Apple foi um tablet de 12,1 polegadas demonstrado pela SurfaceInk em uma feira de eletrônicos de consumo em junho.

Segundo Bauswell, a empresa fundada por Steve Jobs viu o dispositivo como uma "potencial ameaça competitiva".

O fundador da SurfaceInk disse ainda que a empresa assinou um termo no qual se compromete a não revelar detalhes de sua relação com a Apple.

3PAR aceita oferta da Dell, mas HP aumenta proposta

Caso a empresa comprada não mantenha sua decisão inicial e opte pela nova proposta, de 2 bilhões de dólares, terá de pagar uma indenização de 72 milhões de dólares.

Quando a batalha pelo controle da 3PAR parecia encerrada, uma vez que, na manhã desta sexta-feira (27/8), a fabricante de soluções para virtualização de storage concordou com a última oferta da Dell – de 1,8 bilhão de dólares –, a HP apresentou mais uma contraproposta de compra. Dessa vez, a Hewllett-Packard está disposta a pagar 30 dólares por ação, o que soma 2 bilhões de dólares pela companhia.

Até o momento, a 3PAR não se pronunciou sobre a nova proposta da HP. Mas caso volte atrás da decisão de assinar o acordo de venda com a Dell, terá de pagar 72 milhões de dólares em indenizações para a companhia, por conta de rescisão de contrato.

A briga entre as duas fabricantes pelo controle da 3PAR tem sido intensa. A primeira proposta de compra foi apresentada pela Dell, em 16/8, quando a fabricante ofereceu 1,15 bilhão de dólares pela companhia. Quando a negociação já estava confirmada, a HP apresentou uma contraproposta, uma semana depois, na qual demonstrava disposição de pagar 1,6 bilhão de dólares pela fabricante, o equivalente a 24 dólares por ação.

Após a proposta da HP, a 3PAR interrompeu as negociações com a Dell e deu três dias, contados a partir de 24/8, para que a fabricante aumentasse sua oferta inicial, o que aconteceu na última quinta-feira (26/8), quando a companhia apresentou uma proposta de 24,3 dólares por ação. No mesmo dia, a Hewlett-Packard divulgou uma contraproposta, de 27 dólares por ação.

Nesta sexta-feira, a Dell apresentou sua terceira proposta de compra à 3PAR, na qual oferecia o mesmo valor divulgado pela HP, de 1,8 bilhão de dólares. O que, oficialmente, foi aceito pela companhia que está na disputa da aquisição.

A última proposta da HP, no valor de 2 bilhões de dólares ocorreu após a 3PAR ter oficializado o acordo de compra com a Dell.

85% da população online do Brasil assistiu a vídeos na Web em julho deste ano

De acordo com a comScore, os brasileiros visualizaram um total de 3,3 bilhões de vídeos online. Copa do Mundo impulsionou esse número.

Um estudo da consultoria comScore indicou que 85% da população online no Brasil assistiu a vídeos na Web em julho deste ano. Isso representa 35,6 milhões de internautas, ou 6 em cada 7 brasileiros, que visualizaram uma média de 93 vídeos no mês em questão.

Segundo a pesquisa, os brasileiros assistiram a 3,3 bilhões de vídeos online no período, sendo que o interesse pela Copa do Mundo impulsionou esse número. Se combinarmos os meses de junho e julho, a quantidade de visualizações salta para 6,7 bilhões.

“A visualização de vídeos online tornou-se claramente uma parte essencial da experiência do consumidor digital no Brasil, tanto em casa quanto no local de trabalho”, disse Alex Banks, diretor da comScore para o Brasil e vice-presidente da América Latina. “Os brasileiros são usuários muito envolvidos na internet e procuram ativamente o entretenimento online. Por isso, os números da pesquisa não causam nenhuma surpresa. E com a penetração da banda larga aumentando, o internauta tende a assistir vídeos online cada vez mais, abrindo novos – e valiosos - canais de marketing para os anunciantes”.

Google lidera visualizações de vídeo

O documento da comScore indicou ainda que os sites do Google lideraram o número de visualizações de vídeos, impulsionados em grande parte pelo YouTube, que atraiu a maior audiência, com 28,3 milhões de espectadores assistindo uma média de 74,7 vídeos.

O Globo.com ficou em segundo lugar, com 8,5 milhões de espectadores – 9,2 vídeos por internauta – seguido pelo UOL, com cinco milhões de visitantes únicos (5,8 vídeos por pessoa).

Bungie anuncia efeitos especiais para armaduras de "Halo: Reach"

O produtor executivo de "Halo: Reach", Joseph Tung, disse em entrevista ao site da MTV norte-americana que além da grande variedade de itens para personalizar a sua armadura, há uma coleção de quatro efeitos especiais inusitados para estas roupas, e que somente podem ser adquiridos pelos jogadores que se manterem conectados modo cooperativo online. Quanto mais tempo o jogador permanecer conectado, mais pontos ele vai arrecadar para comprar esses efeitos.

Chamados de "Armor Effects", esses itens servem basicamente para ilustrar as armaduras em casos especiais. A "Grunt Birthday Party", por exemplo, causa uma chuva de confetes quando o inimigo acerta um tiro na cabeça do jogador. Há também mais três tipos diferentes de efeitos, que estarão disponíveis já no lançamento do jogo e podem ser adquiridos por qualquer jogador, desde que ele tenha os pontos necessários para "comprá-los":

. Grunt Birthday Party (Custo: 100 mil Créditos)
A cabeça do jogador explode em confetes após levar um "headshot".

. Hearts (Custo: 200 mil Créditos)
Ao morrer, corações aparecem ao redor do corpo do personagem.

.Pestilence (Custo: 1 milhão de Créditos)
A armadura do jogador libera uma novem negra formada por insetos.

. Lightning (Cust: 2 milhões de Créditos)
A armadura do jogador libera raios de eletricidade.

Seguindo a tradição da série, "Halo: Reach" aposta na modalidade multiplayer. Entre as novidades, o jogo prevê uma vasta seleção de ítens para personalizar o personagem. O jogador pode personalizar capacetes, ombreiras, joelheiras, acessórios de pulso, ombreiras e a cor do visor do capacete.

Spartans em guerra

A história de "Halo: Reach" se passa antes do primeiro game da série e mostra os acontecimentos descritos no livro "The Fall of Reach". O jogo explica a origem dos supersoldados Spartan, a mesma linhagem pertencente a Master Chief, protagonista original da série.

"Halo: Reach" é um jogo exclusivo para Xbox 360 e tem lançamento marcado para 14 de setembro.

Melhores momentos da fase beta de "Halo: Reach"

Media player traz porta eSATA para Blu-ray

Por Ricardo Marques

A Netgear, que por aqui é mais conhecida pelas soluções que oferece para redes sem fio, anunciou nos EUA uma nova linha de media players, que concorrem com os modelos da Seagate e Western Digital, alguns deles já testados por nós (veja mais detalhes clicando aqui).

O NeoTV 550, no entanto, se diferencia ao oferecer uma entrada eSATA para conexão de drivers externos de Blu-ray. Além disso, o aparelho conta com uma entrada para cartão de memória, que permite reproduzir conteúdos de câmeras digitais e filmadoras na TV.

Embora seja mais um diferencial, para mim não faz muito sentido a entrada de cartões, uma vez que a ideia dos media players é justamente ser uma interface do computador com a TV, permitindo a reprodução dos conteúdos armazenados no PC na tela grande, sem se preocupar com cartões de memória, pen drive, etc.

Ele reproduz os formatos de áudio e vídeo mais populares, inclusive com suporte a legendas, tem conector HDMI (1080p e som 5.1), duas portas USB 2.0 e até compatibilidade com DLNA, UPnP e Windows Media Player 11 (media streaming), permitindo que você acesse o conteúdo armazenado em sua rede local com facilidade, sem a necessidade de transferi-lo para um HD externo ou pen drive.

Entre os parceiros de internet, apenas Flickr e Picasa. Nada de Youtube, Netflix e Amazon VOD, que seus concorrentes lá for já oferecem. O preço sugerido do NeoTV550 é de U$219.99 e, por enquanto, não a previsão de lançamento no Brasil. Aqui, mais detalhes.

Apenas por curiosidade, nos EUA a Netgear oferece soluções muito interessantes de media players, algumas específicas para home theater, que você confere nesse link aqui.

Facebook tenta registrar a palavra "face" como sua marca

Depois de processar redes sociais com a palavra "book" no final do nome, o Facebook deu um passo para preservar a outra metade de sua marca.

Segundo o site TechCrunch, a empresa de Mark Zuckerberg entrou com um pedido para que a palavra "face" torne-se marca registrada.

Entretanto, há uma contestação, diz a página. Aaron Greenspan, colega de Zuckerberg em Harvard que chegou a afirmar ter ajudado a criar o Facebook, é dono de um aplicativo chamado FaceCash, que pode ser forçado a mudar de nome caso o registro tenha êxito.

Sendo diretamente afetado, Greenspan pediu uma extensão de tempo do processo para que possa contestar a ação.

O histórico do Facebook mostra o empenho da empresa na preservação da marca. Um processo contra a rede social para professores Teachbook está em andamento, e o site sobre viagens Placebook já tem outro nome: Triptrace.

Brasil vendeu 6,4 milhões de PCs no 1º semestre

No segundo trimestre foram comercializados 3,4 milhões de computadores. Este número é 29% maior do que o apresentado no mesmo período do ano passado. Ainda de acordo com essa pesquisa, 54% dos equipamentos são desktops e 46% notebooks no Brasil revela estudo divulgado pela IDC, nesta sexta-feira, 27/08.

“Vale lembrar que estamos comparando estes números obtidos com o segundo trimestre de 2009. No ano passado, esse período foi de recuperação devido à crise mundial, porém ainda assim, vemos o resultado com ótimos olhos”, declara Luciano Crippa, coordenador de pesquisas da IDC.

No segmento doméstico, pelo segundo trimestre consecutivo foram vendidos mais notebooks do que desktops, tendência já revelada em outros estudos. Já no setor corporativo, os desktops continuam predominando, com participação de 70% sobre o total de computadores vendidos no segmento.

“Apesar das diferenças entre os segmentos, quando comparamos os números do segundo trimestre do ano passado com o deste ano e dividimos os segmentos corporativo e doméstico, vimos que ambos tiveram taxas de crescimento muito próximas. Isso mostra que, além do bom momento vivido no varejo, as empresas também estão comprando”, completa coordenador de pesquisas da IDC.

O estudo da IDC apresenta também o número de vendas de computadores no primeiro semestre deste ano: 6,4 milhões. Houve um crescimento de 32% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram comercializados 4,8 milhões de equipamentos.

“O número do primeiro semestre deste ano já é maior do que o do segundo semestre de 2009, período que concentra as vendas de Natal e que normalmente apresenta números expressivos. Isso mostra que podemos esperar um mercado bastante aquecido nos próximos meses”, disse Crippa.

Por conta dos últimos números, a IDC prevê um crescimento de mais de 20% em 2010 com relação a 2009, com aproximadamente 13,7 milhões de máquinas vendidas. Neste consolidado, 55% será de desktops e 45% de notebooks.

“Para 2011 as expetativas também são boas. Além de esperarmos bons desempenhos tanto no varejo quanto no segmento corporativo, o governo poderá se destacar, pois existe a possibilidade de termos até 1,2 milhões de computadores vendidos para o segmento por conta do programa Um Computador por Aluno.”, finaliza o coordenador de pesquisas da IDC.

YouTube abre canal de filmes completos

Ainda existem poucos títulos, mas previsão é que número ultrapasse a casa dos 400. Filmes de terror, comédia, ação e desenhos animados podem ser conferidos

Que tal assistir a um filminho no YouTube? Difícil, não é mesmo? Afinal, os vídeos precisam ser divididos em diversas partes de 15 minutos para serem hospedados no site. Porém, agora ficou mais fácil. O YouTube criou hoje um canal de filmes que exibe o longa completo e sem a necessidade de dividir em partes.

Os filmes são totalmente gratuitos e não é preciso estar logado no site para assisti-los. O processo funciona da mesma forma que um vídeo comum.

No canal é possível encontrar filmes de Bollywood, alguns do Jackie Chan, "Os Três Patetas" e até mesmo uma versão antiga de "Alice no País das Maravilhas". Há também filmes de terror e outros desenhos animados. Os títulos ainda são poucos, mas há previsão de mais de 400 filmes futuramente.

Por enquanto, os títulos disponíveis são todos em inglês, sem legenda. Mas, quem sabe apareçam outros idiomas em breve? Vamos torcer!

Seis em cada sete internautas brasileiros viram vídeos on-line em julho

Em julho, seis em cada sete usuários brasileiros de internet assistiram a vídeos on-line, segundo pesquisa da comScore divulgada nesta sexta-feira (27).

O número equivale a cerca de 35 milhões de pessoas, o que representa 85% da população on-line do país.

Durante a Copa do Mundo, em junho e julho, foram vistos no Brasil, ao todo, 6,7 bilhões de vídeos.

Ainda segundo a pesquisa, cada internauta brasileiro a partir de 6 anos viu, em média, 93 vídeos ao longo de julho.

Vídeos hospedados pelo Google, principalmente no YouTube, tiveram 28,3 milhões de espectadores. Os vídeos hospedados no site da Globo ficaram em segundo lugar, com 8,5 milhões, seguidos pelos do UOL, com 5 milhões de espectadores únicos.

"À medida que a penetração da banda larga continua a crescer, haverá mais exibições de vídeo no Brasil, abrindo um valoroso canal de marketing para anunciantes", afirmou Alex Banks, diretor da comScore para o Brasil e vice-presidente para a América Latina.

Pagamento móvel: Banco Central evita falar em regulamentação

O chefe do Departamento de Operações Bancárias e de Sistemas de Pagamento (Deban) da Autoridade Monetária, José Antonio Marciano, deixou claro que, apesar dos estudos, não há prazo para uma regulamentação efetiva para os pagamentos eletrônicos via celular.Para ele, antes de estipular um marco regulatório, há questões entre os atores do serviço - bancos e operadoras - para serem resolvidas.

"Regulamentar não é sempre a saída ideal. Se houvesse uma regulação hoje, ela poderia estar inviável, em função da evolução da tecnologia", destacou Marciano, que participou do Congresso Mobile Money, realizado esta semana na capital paulista, ao ser indagado pelos presentes sobre a necessidade de o BC atuar como agente fomentador do modelo.

"Podemos ser indutores. Estamos avaliando as inovações e o pagamento móvel é uma delas, mas vemos que há conflitos de interesses entre os atores sobre plataformas e modelos de negócios e, antes de uma regulação, esses ajustes precisam ser feitos porque serviços bancários têm a obrigação de serem padronizados", observou.

Marciano frisou ainda que o Brasil está à frente da coordenação de um grupo de trabalho voltado para a inclusão financeira nos países emergentes, ao lado da Austrália. Esse grupo foi criado na reunião do G20, em outubro do ano passado.

O diretor do BC contou que as discussões estão na fase inicial, mas que a criação do grupo deve ser analisada como um passo significativo para a inclusão de novos meios de pagamento. "Não há como andar rápido no mundo da regulamentação financeira", advertiu, aos que pediram mais pressa. E, lembrou que o segmento, precisa ficar atento as normas do Brasil e do mundo sobre lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo.

Com relação à conta bancária pré-paga, uma reivindicação do setor financeiro e que poderia vir a ser utilizada para sustentar o pagamento móvel - uma vez que boa parte dos desbancarizados - cerca de 50 milhões de brasileiros - têm um celular, mas não têm uma conta bancária - Marciano não quis adiantar informações, mas lembrou que há um grupo de trabalho atuando na avaliação do modelo.

Um monólogo para que a Apple mude suas formas de produção

Um grande contador de histórias que se define como fã da Apple dificilmente poderia ser descrito como advogado convincente de mudanças sociais.

Mas Mike Daisey, cujo mais recente monólogo se concentra no que ele define como o lado escuro dos prestigiados aparelhos da Apple, espera conseguir pressionar o presidente-executivo Steve Jobs para que este lute por melhores condições de trabalho nas fábricas da China, onde a maioria dos produtos da Apple são montados.

O monólogo de duas horas de duração, intitulado "A Agonia e o Êxtase de Steve Jobs" é em parte elogio e em parte crítica à Apple e a Jobs.

Vestido de preto --uma citação ao suéter preto e jeans que são a marca registrada de Jobs--, Daisey se sentou em uma mesa em um palco vazio, em Mumbai, esta semana, gesticulando ao longo de seu monólogo repleto de termos chulos, mal parando para enxugar o suor do rosto ou tomar goles d'água.

Daisey, aclamado por monólogos como "Great Man of Genius" e "21 Dog Years," faz o papel de um empresário norte-americano que está visitando a Foxconn Technology, em Shenzhen, que atraiu atenção internacional depois de uma sequência de suicídios de operários.

Os críticos atribuem a responsabilidade pelos suicídios às condições de trabalho estressantes nas fábricas do grupo, que emprega quase 800 mil trabalhadores.

O monólogo de Daisey, jornalístico e autobiográfico, é ao mesmo tempo hilário e comovente. Ele admite sua obsessão pelos aparelhos da Apple, como iPad e iPhone, mas critica o ambiente de trabalho cuja criação dizem ter sido forçada pela globalização.

"Nós, como fãs da Apple, e o Ocidente somos cúmplices nesse ambiente de trabalho difícil. A responsabilidade também cabe a nós, e não devemos tentar escapar desse fato," diz.

Daisey aponta que Jobs não é um homem insensato ou intransigente, ressaltando o fato de que ele fez da Apple uma das empresas de tecnologia mais ecológicas do planeta, após constatar que ela poluía demais, e por isso pode ser persuadido a brigar por mudanças nas fábricas em Shenzhen.

Terceira geração do Kindle deixa os rivais ainda mais para trás

É uma pena que não exista um reality show chamado “Reuniões Mais Insanas de Empresas de Tecnologia da América”, no qual você assistiria reuniões clássicas de pânico. Por exemplo, quando um funcionário da Apple esqueceu um protótipo do iPhone 4 em um bar. Ou quando a Intel descobriu que seu chip Pentium 5 continha um erro matemático. Ou quando a Microsoft foi pega subornando blogueiros com laptops de US$ 2.500 para promover o Windows Vista.

Um dos episódios mais emocionantes, entretanto, poderia ser uma exibição da Amazon no dia em que a Apple anunciou o iPad.

A Amazon faz o popular leitor de livros eletrônicos Kindle. Por algum tempo, ele foi basicamente foi único em seu campo. Mas o iPad tem uma tela de toque, cor, programas mais bonitos, áudio e reprodução de vídeo, 100 mil aplicativos –e na época, não custava muito mais que o Kindle. Para o Kindle, com sua tela monocromática sem ser de toque, o iPad era o pesadelo básico (a cores).

Nesta semana, a Amazon apresentou o que todos (exceto a Amazon) estão chamando de Kindle 3. Você poderia chamá-lo de resposta da Amazon ao iPad. O Kindle 3 é inteligentemente projetado para ser tudo o que o iPad nunca será: pequeno, leve e barato.

A pequenez vem na forma de uma redução de 21% nas dimensões dos Kindles anteriores. O novo mede 19 X 12,2 X 0,7 centímetros, mas a tela tem as mesmas medições diagonais de seis polegadas de sempre. Os projetistas da Amazon fizeram o que deviam ter feito há muito tempo: eles eliminaram grande parte daquela margem vazia de plástico bege (ou agora cinza escuro).

Agora, o Kindle é quase ridiculamente leve; com 240 gramas, ele tem um terço do peso do iPad. Isso é muito bom para uma máquina que você pretende ficar segurando nas mãos por horas.

E há o preço de US$ 140. Isso para o modelo com Wi-Fi –uma nova característica do Kindle para superar o Nook da Barnes & Noble. Um modelo de Kindle que também pode se conectar online utilizando a rede de telefonia celular, como os modelos anteriores, custa US$ 50 a mais. Mas a principal coisa que você faz com a função sem fio é baixar novos livros, de forma que o Wi-Fi basta para a maioria das pessoas.

Esse preço de US$ 140 é uma redução e tanto do preço de US$ 400 do Kindle original e uma fração do preço de um iPad (de US$ 500 para cima, bem para cima).

Sim, é claro, é tolice comparar o Kindle com o iPad, um computador pleno com poderes infinitamente maiores. Mas vale a pena notar, caso você esteja de fato considerando o iPad principalmente por suas funções de livro eletrônico, que o catálogo do Kindle de 630 mil livros é 10 vezes maior do que o da Apple.

Papel eletrônico

Não, o verdadeiro concorrente do Kindle é o grande número de leitores de livros eletrônicos rivais, extremamente semelhantes, que usam a mesma tecnologia de tela E Ink.

A E Ink é uma tecnologia satisfatória para leitura, mas profundamente falha, para as telas de livros eletrônicos. Ela funciona ao aplicar uma carga elétrica a milhões de minúsculas partículas pretas, fazendo com que congelem em um padrão de letras ou imagens em graduação de cinza. O resultado realmente parece tinta no papel, porque o elemento preto fica próximo demais da superfície.

A tecnologia do ''papel eletrônico'' também é ótima para a duração da bateria, já que apenas virar as páginas utiliza energia; fora isso, a imagem pode permanecer na tela para sempre sem exigir qualquer consumo de energia adicional. (A Amazon diz que no novo Kindle, se você desligar a função de conexão sem fio, você pode ler por um mês com uma única carga.)

Mas a E Ink tem muitos revezes. Ela é lenta para mudar a imagem da página, por exemplo. O novo Kindle reduz a espera de virada da página para bem menos de 1 segundo. É a mudança de página mais rápida entre os leitores de livros eletrônicos, deixando seus rivais comendo poeira (especialmente o Nook, que, apesar das cinco atualizações de programa desde seu lançamento, continua devendo). Mas o momento de virada de página ainda exibe uma sequência de flash preto-branco-preto bizarra – uma característica não negociável da E Ink.

Os problemas de velocidade da E Ink significam que ela nunca poderá exibir vídeo. E, é claro, não pode exibir cor. No mês passado, Jeff Bezos, o presidente-executivo da Amazon, respondeu a respeito disso desta forma: “Você não vai melhorar Hemingway adicionando vídeos”. Sim, mas cor e vídeo podem melhorar uma nova era de livros eletrônicos mais animados.

Ainda assim, a Amazon claramente dedicou bastante tempo para aprimorar a nova tela E Ink do Kindle. O fundo cinza é ligeiramente mais claro do que o de qualquer outro leitor, produzindo um contraste muito melhor atrás do texto preto.

Qual leitor comprar?

No mundo dos livros eletrônicos protegidos contra cópia, escolher um leitor é uma decisão particularmente importante. Você não está comprando apenas um leitor portátil. Você está se comprometendo com uma loja online de livros eletrônicos em particular, já que em geral, os livros eletrônicos de uma empresa não funcionam nos leitores de outras empresas. (A única exceção: Sony e Nook usam o mesmo esquema de proteção contra cópia.) Mesmo no novo Kindle, você não pode ler livros não protegidos no popular formato ePub, como pode nos concorrentes.

(Mas a Amazon e Barnes & Noble oferecem excelentes programas de leitura para Mac, Windows, iPhone, iPad e Android; em outras palavras, você não precisa de fato comprar um Kindle ou um Nook para ler os livros eletrônicos dessas empresas. Compre um livro e leia em todos seus aparelhos. Os livros do Kindle permitem até mesmo sincronização sem fio, de forma que cada aparelho sabe onde você parou –uma função que ainda está na lista de coisas por fazer do Nook.)

Felizmente, as lojas online também são muito boas (exceto a da Apple, cuja seleção de livros ainda é insignificante). O preço também parece ter nivelado; em geral, Amazon, Barnes & Noble e Sony oferecem exatamente os mesmos preços para os best sellers do “New York Times”. Infelizmente, muitos deles agora custam US$ 13, em comparação aos US$ 10 que a Amazon costumava cobrar por todos os best sellers.

Esses preços parecem altos. O fato dos livros eletrônicos não envolverem impressão, encadernação, remessa, distribuição ou recolhimento, nem transformação em aparas de papel para as cópias não vendidas, deveria economizar algo. E é ultrajante o fato de você não poder vender e nem dar um livro eletrônico ao terminar de lê-lo. Você pagou por ele; por que não deveria poder passá-lo adiante? (Fim da reclamação.)

Memória de elefante

A nova memória não removível do Kindle agora guarda o dobro de livros: 3.500 deles, que devem bastar para cobrir seu próximo atraso de voo. O joystick minúsculo foi substituído por botões de controle em quatro direções como os de celulares, e os botões para virar a página Avançar e Recuar, que ficam em ambas as bordas, agora são silenciosos, para o agrado de cônjuges que estão dormindo. E o novo Kindle aceita documentos em PDF bem melhor agora; você pode até adicionar anotações neles e ampliá-los.

É claro, os rivais do Kindle têm suas próprias características atraentes. O Nook, por exemplo, tem uma tela de toque colorida que engasga, abaixo da tela de E Ink, que é usada para navegação. Você pode ler qualquer livro no Nook sem pagar, por uma hora por dia, quando você está em uma livraria Barnes & Noble. Você pode até mesmo “emprestar” um livro para um amigo –apesar de apenas pelo máximo de duas semanas, uma vez por título e apenas livros cujas editoras autorizaram essa função.

Os Readers da Sony têm tela de toque; alguns modelos possuem até mesmo telas de iluminação internas. (Se você acreditar nos rumores, novos modelos de Reader estão a caminho.)

Realmente, o que torna o Kindle tão bem sucedido não é o que a Amazon acrescentou a ele; é o que a Amazon substraiu: tamanho, peso e preço. A configuração de duas telas do Nook o torna complicado. As camadas adicionais de tela do Sony tornam a E Ink menos nítida.

Enquanto isso, certos fatos são inquestionáveis: o novo Kindle oferece a melhor tela E Ink, mudança de página mais rápida, corpo menor, mais leve e mais fino e o menor preço dos leitores de livros eletrônicos. Também está mais refinado e confortável.

Sem dúvida, os próximos episódios de “Reuniões Mais Insanas de Empresas de Tecnologia da América” não serão gravados na Amazon, mas sim em suas rivais.

Como mover projetos do iMovie e acessá-los rapidamente

Em vez de copiar os arquivos individualmente, faça tudo pelo próprio editor e economize espaço no disco rígido


Para usuários que trabalham com edição de vídeo, espaço em disco é uma questão importante, pois um HD considerado “grande” muitas vezes pode ser rapidamente consumido pelos projetos e edições de vídeo (principalmente em alta qualidade) que vão se acumulando.

O iMovie ’09 armazena os projetos e eventos (o que inclui o material bruto importado) no disco rígido interno do Mac como configuração padrão, mas em algum momento o usuário deve desejar armazenar vídeos mais antigos em um outro HD. Para deixá-los disponíveis para o iMovie mais tarde, porém, você não pode simplesmente copiá-los no Finder; em vez disso, faça tudo de dentro do iMovie, como é mostrado abaixo:

1. No iMovie, certifique-se de que os volumes que pertençam a qualquer disco estejam visíveis. Para isso, vá em Choose View, Group Events by Disk ou clique no ícone de disco rígido no canto superior direito do Event Library, para mostrar os volumes.

imoviemover01.jpg

Com a opção Group Events by Disk habilitada, é possível ver o disco interno (WinterX) e o externo (CarlsonMediabot) tanto no Event Library quanto no Project Library

2. Arraste o projeto para o disco externo. Para mover o arquivo, clique no botão Copy Project na janela de diálogo que aparece; nesse caso, somente o pequeno arquivo do projeto é movido, deixando os arquivos de vídeo maiores no disco interno. Se o projeto precisar ser movido com os arquivos de mídia associados a ele, escolha Copy Project and events para transferir tudo.

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Enquanto a primeira opção move somente o arquivo do projeto, que é menor, a segunda transfere junto com ele todos os arquivos ligados ao projeto

Note que arrastar o projeto dessa maneira copia os arquivos, então o resultado será uma versão no drive interno e uma duplicata no disco externo. Caso o usuário queira mover os arquivos e apagar os originais após a cópia, segure a tecla Command ao arrastar. As opções na janela então mudam de Copy para Move.

Outro ponto importante é que todo o evento é copiado ou movido, mesmo filmagens que propriamente não apareçam naquele momento no filme.

É possível ainda copiar ou mover eventos individualmente, sem afetar os projetos que usam suas filmagens ao arrastar o evento para outro volume no Event Library. Os projetos não esquecem o lugar de onde os arquivos de vídeo vinham originalmente, mas se o disco for desligado, não será possível editar o material.

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Se o disco externo foi desligado, não será possível exibir ou editar o projeto