segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Militares americanos usam Xbox360 para brincar de tiro ao alvo

Vídeo no youtube mostra fuzileiros navais atirando no console da Microsoft depois de se irritarem com o anel vermelho da morte

Famoso entre usuários do Xbox360, o anel vermelho da morte é um aviso de falha técnica do console conhecido pelas luzes vermelhas que se acendem no aparelho quando ocorre algum erro de hardware, super-aquecimento ou conexão dos cabos.

Alguns fuzileiros navais americanos no Iraque se irritaram um pouco com a condição do console e decidiram que atirar no aparelho era a melhor solução para o problema.

No começo do vídeo, um dos soldados agradece à Microsoft por criar uma máquina tão brilhante e afirma que esse é o melhor jeito de consertar o problema.

Conversores digitais mais baratos devem chegar ao mercado em 2011

Consórcios de empresas relacionadas aos aparelhos foram montados para cumprir meta de dispositivos custando até R$200

A questão do preço dos conversores para a TV Digital já vem sendo discutida há algum tempo, quando o governo afirmou querer conversores mais baratos que sejam acessíveis às classes D e E. Se três consórcios montados para a fabricação dos aparelhos derem certo, os dispositivos chegarão mais baratos ao mercado a partir de abril de 2011.

Esses consórcios são formados por empresas que possuem alguma ligação com conversores digitais, entre as quais estão a Totvs, IBM e Zinwell.

A proposta é levar conversores ao mercado custando no máximo R$200, com pretensão de fabricar 15 milhões de aparelhos entre o primeiro trimestre de 2011 e 2013.

O útil e o fútil na relevância da informação

A agricultura comprova que monocultura é menos resistente à pragas biológicas. As nossas são preguiça, comodismo e superficialidade. Diversidade equilibra o ecossistema mental.


O excesso de informação é ponto nevrálgico de nossa atual sociedade.

Investimos muito mais tempo do que deveríamos em informações irrelevantes. Segundo palpite de Carlos Nepomuceno, que eu assino embaixo, até 90% do tempo é investido em dados irrelevantes, restando para informação relevante apenas míseros 10% do tempo de cada pessoa.

Esta má distribuição é responsável pelo stress, correria e pontuada por escolhas equivocadas de prioridades e, portanto, de valores, resultando assim em perdas e na falta de sustentabilidade.

Responsáveis por isto?

Externamente, o sistema educacional, que não educa as pessoas à independência de seus processos, ensinando-lhes, por exemplo, PKM (Personal Knowledge Management).

Medo do livre pensar organizado?

Internamente o ego: reféns de nós mesmos, nos iludimos e enganamos, tampando o sol com a peneira e preferindo viver o faz-de-conta das sombras do fundo da caverna. Como sentimos que não temos mais o prazer da infância perdida em meio a tudo, falta-nos a vontade de realizar.

Em um segundo momento, falta-nos a vontade de construir nosso próprio prazer – não mais reféns da espera de que o mundo irá nos dar de mamar.

É hora de se construir este mundo sustentável – onde co-existem, como faces da mesma e indivisível moeda, trabalho e prazer – pela própria vontade, não por obrigação ou dádiva. Não há heróis, não há recompensas. Acorde.

Relevante para quem?

Ficou a dúvida sobre o que seria informação relevante: afinal, se a pessoa dedica tempo àquilo é porque aquela informação é relevante para ela. True.

Neste contexto, a informação relevante é toda aquela que converge como verdade do indivíduo para o coletivo e auxilia na sustentabilidade da rede. Ou seja, a relevância muda de pessoa a pessoa.

Quais dados e estímulos a farão atuar de melhor maneira em rede? Para uma pessoa mais global, dados mais locais; e vice-versa. Para uma pessoa mais racional, estímulos mais emocionais e para o emotivo, dados mais racionais.

Enfim, informações, dados e estímulos, que levem à sustentabilidade do próprio Ser, que repassará tal qualidade sustentável à rede – tal qual a semente que guarda em si todo o potencial de árvore e seus frutos.

Com isto não quero defender o utilitarismo, mas apontar a necessidade do equilíbrio entre útil e o fútil e do tempo investido nos mais variados assuntos.

A agricultura comprova que monocultura é menos resistente à pragas biológicas. Não às pragas da preguiça, comodismo e superficialidade. Pelo equilíbrio do ecossistema mental e abordagem holística do Ser.

Também na infovia, como em nossas vidas, o melhor caminho é o caminho do meio. Dá sentido ao fútil e revaloriza o útil.

Apple não vai mais incluir Flash em Macs

Steve Jobs estende a proibição do Flash para os Macs, que a partir dessa segunda-feira (26) não virão mais com o aplicativo

A diferença do CEO da Apple com a plataforma Flash será estendida a partir dessa segunda-feira a todos os produtos da empresa, incluindo os novos Macbook Air, que não serão mais fabricados com o plug-in instalado.

A empresa afirma que não aceita fabricar produtos com softwares proprietários e que a decisão visa medidas de segurança. Além disso, a exclusão desse tipo de plataforma deve incentivar o uso do HTML 5, que não exige plug-ins para rodar animações e vídeos nos navegadores.

Apesar disso, os usuários do Mac não serão proibidos de instalar o programa na máquina, como acontece hoje com iPads, iPhones e iPods Touch. Para ter acesso ao programa, bastaria acessar o site da Adobe e baixá-lo

E o 1 bilhão de visualizações goes to: Lady Gaga!

No dia 06 de outubro, escrevi que Lady Gaga e Justin Bieber estavam bem próximos de atingir a marca de 1 bilhão de visualizações de seus vídeos no YouTube. E eis que a (vá lá) cantora norte-americana conseguiu alcançar a façanha primeiro, mais precisamente no domingo, dia 24, quando ela agradeceu aos seus fãs, via Twitter.

Mas o ( vá lá) cantor canadense também está bem próximo de conseguir o seu bilhão. Seus vídeos já ultrapassam os 900 milhões de visualizações e o clipe Baby é o mais visto da história do YouTube, com mais de 360 milhões de visitas.

Além de Gaga e Bieber, o próximo artista a conseguir a marca de 1 bilhão é Michael Jackson. Seus vídeos já ultrapassaram os 700 milhões de visualizações. Who’s bad?!

Sistema de autenticação CAPTCHA ganha versão em vídeo

Recurso que solicita que usuários decifrem o conteúdo de texto em frames para autenticação de login ganha versão com movimento.

A empresa de segurança digital NuCaptcha passa a acomodar publicidade em um sistema de CAPTCHA (rotinas para verificação de identidade e de autenticidade) que utiliza vídeo e torna mais difícil o uso de programas que procuram furar essa proteção.

Do inglês “Completely Automated Public Test to Tell Computers and Humans Apart” ou seja, “sistema totalmente automatizado para diferenciar pessoas de computadores”,o sistema foi desenvolvido para impedir a autenticação por meio de robôs. Normalmente, o CAPTCHA exibe uma caixa com a imagem estática de duas palavras grafadas com caracteres cuja leitura é dificultada por ruídos.

Quando começou a ser usado na internet, era difícil para softwares OCR (responsáveis por interpretar traços e interpretá-los como se fossem caracteres). No entanto, atualmente, esses programas não encontram mais dificuldade em realizar essa operação.

Para impedir que os OCRs pudessem decifrar facilmente o conteúdo de códigos CAPTCHA, foram introduzidos tantos ruídos na composição de caracteres que sua leitura ficou impossível até para pessoas.

“Chegamos ao limite desse sistema de imagens estáticas para finalidades de CAPTCHA”, afirma o fundador e CEO da NuCaptcha, Michael Giasson.

A tecnologia desenvolvida pelas NuCaptcha traz um novo elemento para travar a atividade dos programas decifradores. No lugar da tradicional imagem estática, o conteúdo das caixas é exibido em forma de uma faixa de vídeo dentro do frame. O fato do conteúdo estar em movimento torna os programas de resolução de CAPTCHA estáticos obsoletos.

Outra vantagem é que em forma de vídeo há menor necessidade de ruído no texto, tornando o CAPTCHA algo mais simpático aos olhos de usuários.

"Interpretar conteúdo não estático é uma característica intrínseca aos humanos", relata o professor Greg Mori, da escola de computação na Simon Frasier University, na Colúmbia Britânica, que analisou o sistema. "Ao animar a disposição do conteúdo de sistemas CAPTCHA, a empresa vai de encontro a uma aptidão humana. O NuCaptcha também define arbitrariamente o espaçamento entra as letras, que, por vezes se sobrepõem, o que não dificulta sua leitura para os olhos humanos”, argumenta o professor.

O CTO da empresa, Chistopher Bailey, afirma que já existem tentativas de quebrar o NuCaptcha. Mas lembra que ele oferece um mecanismo de autodefesa.

No sistema nervoso central do NuCaptcha, dados sobre como humanos normalmente interagem com esses recursos são levados em consideração e qualquer sinal de abuso, como a resolução de mil CAPATCHAS em sequência, são alertas para o sistema, que conta com uma taxa de erros de digitação, coisa que programas para quebra de CAPTCHA não fazem. Ao perceber esse tipo de comportamento suspeito, o NuCaptcha altera a velocidade do vídeo, muda o espaçamento entre os caracteres ou troca as fontes, sua cor etc.

Em junho a empresa lançou uma versão gratuita de sua solução para websites prevendo o uso de até 25 mil impressões de CAPTCHA por mês. Atualmente a solução do NuCaptcha está em uso em 3.500 sites, diz Bailey, e uma versão foi disponibilizada como plugin para a plataforma de publicação de blogs WordPress.

Desde segunda-feira, a empresa abriu a plataforma de CAPTCHA em vídeo para propagandas. Em um exemplo dessa integração entre a solução de segurança e a publicidade, o usuário é solicitado a inserir parte de um slogan publicitário para dar continuidade ao processo de registro. Os preços para publicidade nas caixas CAPTCHA varia entre dez e 25 dólares para cada mil impressões.

Outro modelo de negócios é baseada no engajamento. Nessa matriz, o anunciante paga por cada ação que o visitante executar, como digitar um slogan.

Terça-feira, 26/10, devem estrear as primeiras versões do CAPTCHA com patrocínio. Entre os anunciantes encontram-se empresas como a Activision e a Disney.

PSPgo tem preço reduzido para US$ 199 nos Estados Unidos e Japão

Após aproximadamente um ano no mercado, o portátil PSPgo teve sua primeira redução de preço nos Estados Unidos e no Japão. De acordo com a Reuters, as alterações ocorrerão ainda no mês de outubro.

Lançado inicialmente por US$ 249 nos Estados Unidos e 26.800 ienes no Japão, o portátil passa a custar US$ 199 e 16.800 ienes, respectivamente. O site Amazon.com é um dos que já adota o novo preço para o videogame.

O PSPgo é o mais recente modelo do portátil da Sony, mais leve e compacto. No entanto, é alvo de crítica por ser mais caro e por não possuir o leitor de UMD. Dessa forma, os jogadores não têm como aproveitar os jogos já comprados em disco.

De acordo com a Sony, cerca de 61 milhões de unidades do portátil PSP já foram vendidas desde 2004, ano em que o videogame chegou às lojas.

Primeiras impressões: Longe de ser clone de "Burnout", "Hot Pursuit" marca retorno de "Need for Speed"

Uma das dúvidas levantadas quando foi anunciado que o novo "Need for Speed" seria produzido pela Criterion, famosa pela velocidade e colisões da série "Burnout", era: até que ponto o jogo não seria apenas um "'Burnout' com carros licenciados"?

UOL Jogos teve a oportunidade de testar uma versão de demonstração do game de corrida e pode afirmar: "Need for Speed: Hot Pursuit" retoma os dias de glória da franquia, marcada nos últimos tempos por sequências anuais, das quais poucos jogos realmente se sobressaíram. Exceção feita ao primeiro "Need for Speed: Underground" e à tentativa de colocar a franquia entre os simuladores com "Need for Speed: Shift".

A demonstração de "Hot Pursuit" permitia jogar um modo no qual você pilota um carro policial e persegue - em alta velocidade, claro, afinal o carro de polícia é um Lamborghini Reventón - um "fora-da-lei", no caso um motorista à bordo de outro Lamborghini - desta vez um modelo Gallardo.

Durante a perseguição, é possível utilizar nitros, cujo medidor se enche com o passar do tempo, e convocar um bloqueio na estrada feito com viaturas policiais, o que ocorre após a perseguição gerar um determinado nível de notoriedade. Pudemos notar, entretanto, que há outras opções para se barrar motoristas que não respeitam as leis de trânsito: tiras de espinhos para furar pneus, convocar o suporte de um helicóptero e até dardos que afetam os sistemas elétricos do carro transgressor. Infelizmente, na versão testada essas opções não estavam disponíveis.

A apresentação do jogo lembra muito os jogos da série "Burnout", em especial o mais recente episódio "Paradise", por conta do mundo aberto no qual se dirige. Mas as semelhanças se limitam ao visual.

O controle é mais pesado, como nos tempos áureos de "Need for Speed". Por isso, não é possível fazer curvas a 200 km/h, o que dá um toque de realismo à dirigibilidade dos veículos, mas sem exageros: o jogo mantém as raízes arcade que fizeram a fama de suas primeiras versões.

É possível utilizar o freio para fazer as curvas derrapando - o famoso "drift" - porém esse movimento em nada lembra as escorregadas de traseira exageradas de "Burnout". É como se o jogo quisesse transmitir a mensagem: "você pode se divertir, porém lembre-se que está pilotando um veículo de verdade". O sistema de danos é mais complacente que o visto na franquia mais famosa da Criterion, e batidas mais fortes não causam a destruição imediata do veículo.

Após jogar a versão de demonstração, é possível concluir que a produtora britânica deu à série "Need for Speed" a dose de renovação que ela tanto precisava. Com ação intensa e um controle que mescla de maneira equilibrada diversão e realismo, "Hot Pursuit" tem tudo para agradar os mais puristas e se firmar como o jogo que marca o renascimento da franquia.

Sátira mostra um vila privativa criada pela Google

O site The Onion publicou uma paródia baseada no comentário mal educado do CEO da empresa

O CEO da Google, Eric Schmidt, quando questionado sobre o que fazer com as pessoas que não querem ser vistas no Google Street View ou qualquer outro programa que invada a privacidade do usuário, deu uma solução um pouco exagerada para as pessoas: ele disse que os incomodados deveriam se mudar.

A resposta mal educada não passou despercebida pela mídia e gerou uma hilária paródia criada pelo site The Onion. No vídeo, eles brincam que a Google está oferecendo uma nova solução para as pessoas que não querem mais viver sob as câmeras do Google Street View: a "Opt-Out Village", uma vila criada pela Google onde o cidadão vive sob muros altos e não sofre com qualquer invasão. Lá não existem computadores, bancos, hospitais ou qualquer elemento da vida moderna. Além disso, a casa deixada pra trás será queimada, para que ninguém possa vê-la mais e as pessoas que decidirem voltar à vida real serão marcadas com um G na testa para confirmar que elas estão dispostas a fazer parte do império Google novamente.

A sátira é uma dramatização, mas tem uma pitada de verdade. Atualmente a Google é alvo de pelo menos três investigações federais sobre privacidade, por isso a gigante de buscas disponibilizou uma página chamada de Google Privacy Center, onde usuários podem remover cookies ou softwares de rastreamento. A página foi a solução encontrada pela empresa para aliviar o seu lado de Big Brother digital.

Grupo de crackers iranianos pode estar envolvido com ataques ao Twitter

Além do microblog, grupo já atacou o serviço de buscas chinês Baidu, além do site especializado em tecnologia TechCrunch.

Um grupo de hackers iranianos pode estar envolvido ao ataque contra o Twitter em 2009. A ofensiva contra o microblog envolveu o uso de uma botnet e a manipulação de registros DNS (Domain Name System), que pode direcionar os usuários a outro site, mesmo que tenham digitado o endereço correto. A informação é da empresa de segurança Seculert.

Intitulados Iranian Cyber Army (em português, Cyber Exército Iraniano), o grupo também já foi responsabilizado por ataques ao site de tecnologia TechCrunch no início deste ano. Nesse incidente, o grupo instalou uma página no site que redirecionou os visitantes para um servidor, cuja função era bombardear os PCs com exploits, na tentativa de instalar um software malicioso no equipamento. O serviço de buscas chinês Baidu também pode ter sido vítima dos crackers.

A suspeita de que o Cyber Exército do Irã esteja por trás da botnet que atacou o Twitter e o Baidu reside no fato de que o painel de administração investigado pelos especialistas revelou o mesmo endereço de e-mail após a ofensiva contra estas duas plataformas. Além disso, uma página que exibe estatísticas sobre o número de máquinas infectadas apresentava o nome do grupo em seu código HTML, de acordo com as imagens enviadas pela empresa.

"Ao analisar o servidor, eles encontraram uma interface de administração onde as pessoas que querem alugar uma botnet podem descrever as máquinas que gostariam de infectar e fazer upload de seus próprios malwares para que eles sejam distribuídos", disse Aviv Raff, CTO e co-fundador da Seculert. A empresa opera um serviço baseado em nuvem que alerta seus clientes sobre novos malwares, exploits e outras ameaças virtuais.

"Você pode fornecer o número das máquinas e da sua região", disse Raff. "Depois disso, você fornecerá a URL para download de um malware, e eles farão a instalação para você", comentou.

Existem muitas quadrilhas com operação online que criam botnets, ou redes de computadores infectados, que podem ser alugados a outros integrantes da indústria de cibercrime, como spammers, por exemplo.

Tais páginas registram que mais de 14 mil PCs foram infectados por hora. Desde agosto, quando o servidor iniciou sua operação, a Seculert estima que mais de 20 milhões de computadores podem ter sido infectados com sucesso.

A intarface de administração também mostra que os ataques utilizam exploits direcionados a recursos em Java, sistema operacional Windows, navegador Internet Explorer e produtos da Adobe Systems.

Novo iPod Touch pode ser lançado no Brasil em 8/11

Informação é de lojas virtuais que já realizam a pré-venda da versão mais recente do tocador; Apple não confirma data, mas diz que produto chega "em breve"

A nova geração do iPod Touch, uma espécia de “iPhone 4 sem telefone”, pode chegar oficialmente ao Brasil no próximo dia 8, segundo lojas virtuais que já realizam a pré-venda do produto.

Nos sites do Extra e do Ponto Frio já estão em pré-venda os três modelos do novo Touch, todos com previsão de lançamento no próximo dia 8/11. No entanto, a Apple Brasil não confirma essa informação e afirma que o produto chega “em breve” – informação também presente na loja online da fabricante.

A versão mais recente do tocador teve sua homologação publicada no dia 15/10 juntamente com o Magic Trackpad no site da Anatel, conforme publicamos.

Os preços do iPod Touch 4G no mercado nacional foram divulgados no início de setembro, quando a nova linha de tocadores portáteis foi apresentada por Steve Jobs em evento nos Estados Unidos. O modelo de 8GB sai por 749 reais, o de 32GB por 999 reais e o de 64Gb por 1.299 reais.

O novo Touch traz alguns dos principais recursos do iPhone 4, lançado em setembro no Brasil, como Tela Retina, câmera traseira e frontal, suporte para videochamada e o processador Apple A4.

Enquanto o Touch 4G não chega, saiba mais sobre o produto em nosso review completo (http://migre.me/1LgJ5).

Ubisoft aposta em conteúdos extras para "Assassin's Creed: Brotherhood"

"Assassin's Creed: Brotherhood" possui campanha para um jogador, mas é sabido que seu foco é a modalidade online. Pensando nisso, a Ubisoft anunciou que, assim como é visto na série "Call of Duty", pretende apostar em extras para download após o lançamento do jogo.

"É cada vez mais interessante jogar com seus amigos - 'Call of Duty' mostrou isso. Mas é importante que nossas propriedades sejam jogadas online e offline, com amigos e sozinho", explicou Yves Guillemot, diretor executivo da Ubisoft.

O executivo aproveitou para dizer que os extras para os games anteriores da série "Assassin's Creed" corresponderam às expectativas da produtora, mas que o formato de pacote de mapas parece ser o ideal para "Brotherhood". "Quando todo mundo está online, os jogadores provam coisas novas em comunidades, e isso os encoraja a comprar mais", disse Guillemot.

Confraria de assassinos

"Assassin's Creed: Brotherhood", segue os eventos apresentados no segundo título da série, mostrando um Ezio mais maduro e tratado como mestre de sociedade secreta de assassinos que confronta a legião dos antigos templários.

O alvo agora é Roma, coração do inimigo, o que prova que a tarefa não será nada fácil. Para isso, Ezio conta com a ajuda de outros assassinos, cada um com habilidades diferentes e influências específicas dentro da corte e também em meio à plebe como um todo.

Levando isso em conta, será possível controlar mais de um personagem durante a história, servindo ainda de ponte para a implantação de um inédito sistema de multiplayer cooperativo entre usuários.

O jogo chega aos consoles Xbox 360 e PlayStation 3 em 16 de novembro. Uma versão para PC está prevista para o próximo ano.