domingo, 12 de setembro de 2010

Hands on: Wi-Fi no voo da American Airlines

Desde o final do ano passado a American Airlines vem oferecendo um serviço de acesso Wi-Fi em algumas de suas rotas domésticas e como não tinha nada pra fazer durante o vôo de Dallas para San Francisco, eu dei uma olhada in loco nesse sistema.

Batizado de GoGo Inflight Internet esse sistema funciona mais ou menos como uma rede de telefonia celular mas com as torres direcionadas para cima transmitindo assim o seu sinal para os aviões que estiverem passando pelo local, o que pode incluir aeronaves de outras empresas além da AA.

E como ocorre quando usamos nossos celulares o aparelho procura e utiliza a torre que ofereça o melhor sinal. Essa rede já cobre todos os EUA e até partes do Canadá e México mais próximas da fronteira.

No caso a American, esse serviço já está disponível em todos os Boeing 767-200 e em algumas unidades do MD80 e 737. Nesses casos, o serviço é anunciado na forma de um folheto em cada poltrona e um adesivo perto do compartimento de bagagem (imagem acima).

Seu uso é o como de qualquer hotspot de acesso pago: ligue o PC, handheld ou celular com Wi-Fi (obviamente nunca nas decolagens e aterrissagens) e procure pelo ponto(s) de acesso disponíveis. Interessante notar que meu note observou três redes dentro do avião em pleno vôo e no meio do deserto americano.

Segundo colegas que já utilizaram esse serviço, por enquanto ele é bastante veloz mas isso sempre dependerá do nível de uso da rede como um todo.

O curioso é notar que no folheto da American eles recomendam o uso moderado desse serviço em atividades leves como acessar emails, entrar na intranet da empresa, fazer algumas transações comerciais como alugar um carro, etc. Ligações de VoIP são proibidas e acho que deve haver alguma restrição para uso de redes peer-to-peer (como Bittorrent) ou acessar o YouTube. A empresa também recomenda que o usuário não acesse qualquer site que possa ofender o seu vizinho de poltrona, ou seja, site de sacanagem nem pensar.

Atropelar zumbis é o objetivo de "Blood Drive" que chega em novembro para PS3 e X360

A produtora e distribuidora Activision anuncia que "Blood Drive" seu novo jogo de ação com veículos, sai para os consoles Xbox 360 e PlayStation 3 em novembro.

Definido pela empresa como um misto de "Sangue, cérebros e automóveis", o jogo lembra bastante o clássico de PC "Carmageddon", que após sofrer severas críticas devido a violência de suas missões de atropelamento, chegou ao Nintendo 64 com uma versão extremamente mais leve e sem os tradicionais "baldes" de sangue do original.

Assim como em "Carmageddon", "Blood Drive" coloca o jogador no volante de um automóvel que deve atropelar o máximo de pessoas possíveis. Neste novo jogo, porém, os pedestres foram substituídos por zumbis, que devem ser dizimados pelos pilotos. A primeira imagem liberada pela Activision mostra que não faltarão jatos de sangue a cada morto-vivo abatido. Além dos inimigos tradicionais que atacam a pé, o jogador lutará contra zumbis pilotando diferentes tipos de veículos, como tanques de guerra e carros modificados com armamento pesado.

De acordo com a Activision, o jogo tem previsão de custar US$ 49,99 quando chegar às lojas, e terá recomendação etária "M" de acordo com o ESRB, o que significa que apenas maiores de 17 anos poderão jogar o game.

Download grátis de "Zen Pinball" é destaque na PlayStation Plus de setembro

O blog oficial do PlayStation nos EUA anunciou os benefícios disponíveis para os assinantes da PlayStation Plus a partir da próxima atualização, que acontece no dia 21 de setembro.

Entre as novidades, destaque para o download grátis de "Zen Pinball", jogo produzido pelo estúdio Zen (também respondável pela série "Pinball FX" do Xbox 360) e que oferece diferentes mesas temáticas de pinball para download. Além disso, as promoções da semana incluem 50% de desconto para a compra dos jogos "Cuboid" e "Savage Moon", entre outros conteúdos adicionais com preços diferenciados. Confira abaixo a lista completa:

Conteúdo de setembro e outubro

Jogos Grátis:
. Zen Pinball
. Echoes - minis
. Syphon Filter 3 (Clássico de PlayStation One)

Acesso antecipado a jogos e demonstrações:
. Sword & Soldiers

Pacote adicional gratuito de jogos:
. High Velocity Bowling - Pacote de atualização para compatibilidade com o PlayStation Move

Temas Gratuitos:
. Shades of Autumn Theme

Descontos em jogos para PlayStation 3:
. Cuboid (50% de desconto)
. Savage Moon (50% de desconto)
. LittleBigPlanet: Monster Costume Pack (50% de desconto)

Desconto em jogos de PSone:
. Cho Aniki
. Gaiaseed

Avatares Gratuitos:
. LittleBigPlanet Avatar - Hugo
. LittleBigPlanet Avatar - Marvin

Promoções válidas até o dia 21 de setembro

Conteúdo gratuito para assinantes da PS Plus:
. Mushroom Wars
. 2Xtreme (Clássico de PSOne)
. VEMPIRES (minis)

Descontos para assinantes da PS Plus:
. Soldner-X2: Final Prototype - US $9,09 (30% de desconto no preço original, de US$12,99).
. Pacote de jogos "Soldner-X: Himmelstrummer" e "Soldner-X2: Final Prototype" - US$ 10,79 (Preço original de US$ 17,99)

PlayStation Plus

A PlayStation Plus é um serviço pago da rede online PlayStation Network que pode ser adquirido em duas versões: assinaturas de 12 meses ou de 90 dias, que custam US$ 50 e US$ 18, respectivamente.

A assinatura pode ser realizada através da loja online PlayStation Store, apenas no PlayStation 3, não sendo possível efetivar a inscrição por meio do portátil PSP. O pagamento deve ser feito uma única vez utilizando os cartões de créditos aceitos pela PS Store ou com os cartões pré-pagos da PlayStation Network.

A mudança mais radical que estamos enfrentando

A revolução informacional da internet basicamente retirou da sociedade um tampão de determinada sombra, só possível pelo poder centralizado da comunicação.


Se cada um soubesse da intimidade sexual dos outros, ninguém cumprimentaria ninguém.

Nelson Rodrigues, da minha coleção de frases.

Falta uma peça no quebra-cabeças para a compreensão do mundo moderno para se entender aonde estamos e para onde vamos pós-internet.

Há uma crença de que o ser humano é bom por natureza. A ideia cristã que todos podem escolher entre o bem e o mal e tendem para o bem, pode não ser viável diante da realidade, que demonstra o contrário.

Freud

Freud no livro “O futuro de uma ilusão” sentenciava que:

Todo indivíduo é virtualmente inimigo da civilização.

Assim, a história humana pode ser feita através de uma nova ótica. Do controle social sobre os homens. E nisso entra o controle e o descontrole da informação.

Há relação direta entre o que somos e pensamos, em função do que os outros podem saber sobre nós e a capacidade da sociedade em punir nossos atos que vão contra o coletivo.

Ou seja, somos regulados pelos outros no que fazemos, falamos e, em última instância, agimos.

Se formos filmados o dia todo, não faríamos determinadas coisas que fazemos. Assim, quanto mais filmados formos, mais vamos mudar a nossa maneira de estar no mundo. Concordas?

Ou vamos tentar arranjar formas de fugir das câmaras. (De qualquer forma, seremos afetados por elas.)

Controle social

Todo o setor produtivo (chamado negócios), assim como toda a sociedade, está fortemente baseado no controle da informação, ou no controle das câmaras e de quem pode filmar o quê.

Se há centralização na filmagem, controlo quem filma. Se há uma ruptura na filmagem, tenho que mudar minha maneira de ser, pois outros vão filmar e divulgar o que faço. O que antes não era possível!

Assim, uma mudança no controle da informação altera como a sociedade age, fala e pensa. A tendência humana para o “pecado” para passar por cima das regras é um fato corrente. O que garante que tais “pecados” não ocorram é justamente o controle social.

O controle social é feito a partir da menor ou maior transparência da sociedade. Portanto, pode-se dizer que os negócios e a sociedade são regulados pelo controle social e quanto mais houver transparência, mais terão que prestar conta para a sociedade e mais éticos terão que ser, ou parecer ser.

A revolução informacional da Internet basicamente retirou da sociedade um tampão de determinada sombra, só possível pelo poder centralizado da Idade Mídia.

Os negócios das empresas (e os atos sociais dos governantes) eram feitos contando com a sombra que a Grande Mídia projetava sobre seus atos.

Os pecados – que sempre vão existir – eram escondidos e a “regra do jogo” permitia coisas, maneiras de pensar e agir, um status quo compatível com determinado nível de sombra.

Sem a sombra passada, cria-se outro ambiente social. Não é comum pensarmos nessa reengenharia, mas ela é bastante interessante para efeito da compreensão da passagem da sociedade pré e pós Internet.

Não existe ser humano bom ou ruim, mas seres humanos regulados pela capacidade de serem descobertos e punidos pela sociedade, por cometerem ações que sejam consideradas danosas para o coletivo.

Assim, radicalmente muda uma sociedade – e todos os seus componentes – quando temos uma mudança radical na sombra que protegia determinados atos.

Há, na verdade, hoje uma reestruturação social para se adaptar a esse novo período de menos sombra, como ocorreu com a chegada do livro impresso, há 550 anos, que solapou o poder obscuro dos reis (escolhidos diretos por Deus) e da Igreja (que confirmava esse norma).

Uma revolução da informação traz, no fundo, uma mudança na sombra e altera toda a maneira da sociedade se comportar.

É a explicação que encontro para as revoluções que ocorreram depois da chegada do livro impresso (francesa, americana, industrial, russa), pois estava se compatibilizando a “velha sombra” com a “nova sombra”.

Coisas que eram feitas no período da sombra da Idade Mídia (rádio e tevê) também não poderão ser feitas mais na era dos youtubes da Idade Digital.

Esta é a semente do Capitalismo 2.0 e da Civilização 2.0, que obriga a mudar pelo perfil da nova sombra.

Revoluções virão!

Quando falamos em projetos 2.0, na verdade, estamos nos referindo basicamente a um ajuste entre uma maneira de pensar e agir dentro da sombra 1.0, para esse novo momento, da sombra 2.0, que também existe, porém com espaço mais reduzido.

Um ajuste

As sombras produzem, mais do que tudo, maneiras de pensar, pois o que se podia fazer antes não se pode mais e, portanto, eu adoto essa nova conduta como sendo minha.

Deixando de ser algo que faço por opção, mas por falta dela.

Obviamente que pessoas, grupos e organizações que já agiam no dia-a-dia como se não houvesse aquela sombra saem na frente. São aqueles que são honestos e éticos, independente das câmeras, que são a exceção para justificar a regra, pois sim existem, porém raros.

(Ser ético, podendo se esconder na sombra é exemplar.) Porém, as outras que não seguiam essa norma, por que não era obrigatório, agora passam a ter que segui-la.

Essa é a mudança mais radical que estamos enfrentando na passagem da Idade Mídia para a Idade Digital.

Mudanças de conceitos e atitudes, a partir da nova sombra 2.0.

O que nos leva a pensar que as melhorias nas sociedades humanas não eram ou são regidas por “evolução humana voluntária”, mas reguladas pelas sombras que – ao longo dos séculos foram diminuindo, em função de novas mídias, que nos foram obrigando a ser menos “pecadores”.

Concordas?

PS – a sombra 2.0 não vem no mundo à toa, aparece, em função do crescimento populacional que precisa de mais espaço para inovar e alimentar de forma criativa 7 bilhões de almas. Ou seja, quanto mais formos, menos pecadores teremos que ser, pois mais gente significa menos espaço para ir contra o coletivo.

Este texto marca a passagem da minha percepção que já vinha desenvolvendo da relação de sombra e luz. O que há de novo é o conceito freudiano de que o homem é inimigo da sociedade.

O que o faz seguir a norma é a capacidade da sociedade de contê-lo, o que faz o link com o controle da informação. Se muda o controle, o que o humano fazia de um jeito, passa a fazer de outro, por falta de opção. Nova etapa nas reflexões 2.0: Freud era uma peça do quebra-cabeças que faltava.

Metroid: Other M inova a série de aventuras com controles variados

Cavernas sombrias para explorar, alienígenas espreitando em cada canto e uma bela e corajosa heroína enfrentando tudo isso.

Parece enredo de filme de ficção científica, mas serve também para resumir Metroid: Other M, novo episódio da série da Nintendo que chegou no fim de agosto exclusivamente para o Wii.

O jogo recicla elementos de sucesso da franquia, que nasceu em 1986, no antigo Nintendinho, mas não deixa de lado uma boa dose de ousadia e criatividade.

A principal novidade fica por conta de um enredo elaborado e contado por cenas em computação gráfica. Muitas dessas animações trazem detalhes inéditos sobre o passado da protagonista Samus Aran, que, pela primeira vez, possui dublagem em um jogo da série.

Em outro exemplo, os gráficos são tridimensionais, mas a mecânica lembra aventuras em 2D --em muitas situações, basta segurar o controle em uma direção para Samus fazer curvas e transpor obstáculos.

Além disso, é possível também, a qualquer momento, apontar o controle do Wii para o televisor e alternar para a visão em primeira pessoa, o que possibilita explorar detalhes do cenário e usar armamentos mais potentes, como mísseis.

Fruto de uma parceria inédita entre a Nintendo e a produtora japonesa Tecmo, Other M contou com auxílio do estúdio Team Ninja no desenvolvimento, o mesmo responsável por jogos das séries Ninja Gaiden e Dead or Alive.

A influência da equipe aparece nos combates, com movimentos de esquiva velozes e golpes coreografados.

A mistura de elementos nos controles e o uso intensivo de animações para contar um enredo mais sentimental são passos novos e ousados para a franquia, mas não funcionam tão bem quanto se esperaria de um título de primeira linha da Nintendo.

A transição para a perspectiva em primeira pessoa é lenta e desajeitada, atrapalhando principalmente nos combates decisivos contra chefes.

Já o roteiro é piegas e marcado por diálogos fracos e repletos de clichês.

As falhas tiram brilho do jogo e o impedem de ser o arrasa-quarteirões prometido pela Nintendo.

Ainda assim, o game carrega todas as características fundamentais de um título da série, como diversos ambientes para explorar, vários poderes diferentes e batalhas empolgantes.

Certamente não é o melhor Metroid de todos os tempos, mas faz um bom trabalho em honrar o nome que carrega.

"Michael Jackson: The Experience" para X360 e PS3 chega apenas em 2011

Ansioso para dançar "Beat It"? Para os donos de Xbox 360 e PlayStation 3 isso acontecerá um pouco mais tarde, pois um representante da Ubisoft confirmou que estas duas versões de "Michael Jackson: The Experience" chegam só no início de 2011.

"Daremos aos nossos times mais tempo para desenvolver as versões para Kinect e Move e assegurar experiências que aproveitem ao máximo as novas tecnologias", explicou o representante.

Apesar da mudança de data das versões mencionadas, "Michael Jackson: The Experience" para Nintendo DS, PSP e Wii continuam agendados para a mesma data, ou seja, 23 de novembro.

Nos passos do rei do pop

Como revelado anteriormente, as versões para consoles - PlayStation 3, Wii e Xbox 360 - usam controles de movimento para colocar o jogador para dançar e se mexer de acordo com os passos do astro. A versão de Wii, inclusive, é similar ao game "Just Dance", também da Ubisoft.

No Xbox 360 o game utiliza tecnologia similar à apresentada por "Your Shape: Fitness Evolved", com o Kinect, e gera um avatar 3D do jogador no lugar dos bonecos da Xbox Live. O microfone do Kinect serve para cantar simultaneamente, permitindo que o jogador dance enquanto solta a voz.

Já no PlayStation 3 o jogo permite uma modalidade exclusiva com microfones, com provável suporte aos periféricos do game de karaokê "SingStar".

Por fim, as edições para Nintendo DS e PSP apresentam um sistema de ritmo parecido com o de "Elite Beat Agents", em que o jogador precisa apertar botões no ritmo correto.

Demonstração no stand da Ubisoft durante a Gamescom 2010

Assista Já Player é alternativa brasileira de streaming

O Assista Já Player, lançado nesta segunda-feira (6), é uma caixinha que pode ser ligada à TV e uma boa alternativa nacional para filmes sob demanda por streaming.

Inaugurado em agosto, o serviço está disponível também pela internet (www.assistaja.com.br) e pelo celular, exigindo banda larga com pelo menos 1 Mbps.

No Player, a interface é ágil, mas digitar com o controle remoto exige paciência.

Há filmes de todos os gêneros, de "Harry Potter" e "Superman" a "Idas e Vindas do Amor" e "Um Sonho Possível". No teste, entretanto, a seleção ainda estava limitada a menos de 50 títulos.

A empresa afirma que há 3.000 títulos licenciados. A previsão é de 20 a 40 novos títulos por semana.

O aluguel individual dos filmes custa entre R$ 1,90 e R$ 7,90, ficando disponíveis para ser vistos por 24 horas (catálogo) ou 48 horas (lançamento).

Episódios de seriados ainda não estão disponíveis, mas serão oferecidos.

Para quem gosta mesmo do momento pipoca, haverá planos progressivos de assinatura, também em fase de implementação. A caixinha custa R$ 420 e pode ser encomendada pelo site.

Como nos DVDs, pode-se trocar o idioma de áudio e a legenda. Há sempre alguma alternativa em português.

A qualidade pode ser configurada. Na alta, as imagens são suaves, mas pecam no número de cores.