quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Negócios online no Brasil cresceram 40% no primeiro semestre

Comércio eletrônico brasileiro movimentou R$ 6,7 bilhões nos primeiros seis meses, antes os R$ 4,8 bilhões gerados na mesma época em 2009, segundo pesquisa "WebShoppers"

Os primeiros seis meses do ano foram aquecidos para o comércio eletrônico no Brasil. De acordo com dados da 22ª edição do relatório “WebShoppers”, elaborado pela e-bit, com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), o faturamento do setor foi de R$ 6,7 bilhões, aumento de 40% em relação aos R$ 4,8 bilhões do primeiro semestre de 2009.

Depois de passar praticamente inabalado pela crise global que afetou a economia do final de 2008 até meados de 2009, o e-commerce vem se fortalecendo.

Segundo o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, o primeiro semestre do ano foi turbinado pela Copa do Mundo. “A primeira metade de 2010 foi excelente em faturamento. Com certeza, a Copa influenciou os resultados, já que as pessoas adquiriram produtos de maior valor agregado, como TVs de tela plana. Além disso, por conta do final da redução do IPI, os consumidores decidiram antecipar a compra de produtos de linha branca para aproveitar impostos ainda reduzidos”, disse Guasti.

De acordo com a pesquisa, o setor caminha a passos largos para mais um recorde de faturamento, já que, historicamente, a segunda metade do ano é geralmente mais relevante e pode representar até 55% do faturamento total do canal. No 2º semestre, espera-se que as lojas virtuais alcancem R$ 7,6 bilhões em vendas de bens de consumo – isso sem incluir a venda de automóveis e sites de leilão virtual.

Com isso, a projeção é que o faturamento seja de R$ 14,3 bilhões ao final de 2010, um crescimento de 35% em relação a 2009, quando o setor faturou cerca de R$ 10,6 bilhões. Esses números também superariam a previsão inicial feita pela e-bit e março, de R$ 13,6 bilhões.

Digital Age 2.0: “Estimule as pessoas a melhorar seu produto", diz Guy Kawasaki

Para o consultor, não há problema em lançar um projeto ou produto mesmo que ele não esteja em seu mais alto grau de qualidade ou desenvolvimento.

Guy Kawasaki, consultor, empreendedor e investidor norte- americano defendeu a participação constante do consumidor no desenvolvimento de produtos de uma empresa. Para ele, “não há problema em lançar um projeto ou produto mesmo que ele não esteja em seu mais algo grau de qualidade ou desenvolvimento. O importante é estimular as pessoas a ajudar a melhorar este produto, premiando-as por isso”. E um dos mais influentes especialistas do mundo digital será um dos participantes do Digital Age 2.0 - o maior evento de novas mídias do Brasil – e cuja palestra será feita por meio de videoconferência.

As declarações de Kawasaki foram feitas nesta quarta-feira (11/8), em sua passagem pelo Brasil, onde participou do lançamento do projeto Life’s Good Lab, da LG, uma plataforma da empresa para comunicação com os consumidores via Facebook. Ele afirmou ainda que “a inteligência coletiva é fundamental na dinâmica global dos negócios digitais”.

Kawasaki no Digital Age

A apresentação do especialista no Digital Age 2.0 terá como tema "Inovação em Comunicação Digital: Run, Mad Men, Run", e será no dia 18 de agosto. Ele vai analisar o que está em preparação nos bastidores das empresas de internet e startups do Sillicon Valley que vai afetar o futuro dos negócios muito em breve. E também por que você deveria correr e abraçar cada oportunidade de testar e usar imediatamente todas as tecnologias digitais disponíveis agora em seus projetos de marketing digital.

A biografia de Kawasaki é marcada por uma passagem de quatro anos pela Apple, bem na época em que seria lançado o Macintosh (entre 1983 e 1987). Seu trabalho como evangelizador da plataforma ajudou a torná-la um mito. Em 1995, outra passagem pela Apple, desta vez como "Apple fellow" - uma distinção reservada aos melhores funcionários, responsáveis por contribuições à empresa consideradas extraordinárias.

Boa parte do currículo de Kawasaki é tomada pela fundação de startups na área de tecnologia. Uma de suas iniciativas mais recentes é o Alltop, um agregador de notícias que fundou em conjunto com Will Mayall e Kathryn Henkens. O Alltop, que se autodefine como uma “estante de publicações virtuais”, pretende combater a sobrecarga de informações em tempos de Internet, respondendo à pergunta “o que está acontecendo agora?”.

Conselhos a empreendedores

Kawasaki é autor de nove livros - o mais recente, "Reality Check", é uma compilação de conselhos e lições sobre diversas áreas de negócio, do serviço a clientes a inovação e marketing. Para empreendedores, Kawasaki escreveu "The Art of the Start", definido pelo autor como uma "arma de construção em massa". Seu objetivo foi o de "fornecer o guia definitivo para qualquer um que queira começar qualquer coisa", baseado em sua experiência como evangelista, empreendedor e capitalista de risco.

Além de Kawasaki, o Digital Age 2.0 2010 terá as presenças de Clara Shih, autora do livro “The Facebook Era” e CEO da Hearsay Labs; Brian Solis, presidente da Future Works e Andrea Harrison, vice-presidente da Razorfish, entre outros. As inscrições para o Digital Age 2.0 estão abertas e podem ser feitas pelo site www.digitalage20.com.br.

Até esta quarta-feira (21/7) serão oferecidas inscrições pelo preço promocional de 1.665 reais. Após esta data, o convite custará 1.850 reais. Participantes de edições anteriores têm desconto para inscrições antecipadas.

Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 3882-0009 ou pelo e-mail digitalage@fozzy.com.br.

FINEP oferece R$ 50 milhões para Núcleos de Apoio à Gestão da Inovação

A FINEP lançou uma chamada pública oferecendo R$ 50 milhões em recursos do FNDCT/Fundos Setoriais para a estruturação e operação de Núcleos de Apoio à Gestão da Inovação (NAGIs) em empresas brasileiras.

Esta chamada faz parte do Pró-Inova - Programa Nacional de Sensibilização e Mobilização para a Inovação, coordenado Ministério da Ciência e Tecnologia, e da Mobilização Empresarial para a Inovação (MEI), da CNI - Confederação Nacional das Indústrias.

Os NAGIs terão equipes com a atribuição de mobilizar, capacitar e apoiar empresas nas suas atividades de gestão da inovação. Os serviços a serem prestados por eles incluem programas de treinamento e diagnósticos, além de assessoria. O produto final obrigatório da atuação dos NAGIs em cada empresa será um Plano ou Projeto de Gestão da Inovação. Cada proposta deverá contemplar o atendimento a no mínimo 40 e no máximo 80 empresas, que poderão ser de diferentes portes, setores ou regiões.

As equipes dos NAGIs devem, preferencialmente, se articular com Federações das Indústrias ou outras entidades de classe empresariais. Também é desejável que atuem em parceria, na forma de rede, com outras instituições em áreas complementares nos temas de gestão da inovação, podendo ser, inclusive, internacionais.

Podem se candidatar, como executoras dos serviços, instituições de pesquisa científica e tecnológica (ICTs) públicas ou privadas sem fins lucrativos, órgãos da Administração Pública direta ou indireta de qualquer esfera de governo, ou ainda entidades privadas sem fins lucrativos.

Serão avaliadas propostas com valor mínimo de R$ 1 milhão e máximo de R$ 2,5 milhões. Dos recursos financeiros a serem concedidos, 30% deverão ser aplicados nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. A previsão é que o formulário de apresentação de propostas esteja disponível no site da FINEP no dia 25 de agosto e o prazo para envio é 27 de setembro.

Aumenta participação de mulheres em posições de liderança no mercado de TI

Levantamento aponta que 36,9% das mulheres em cargos de liderança se destacam por tarefas que dependem do trabalho em equipe.

Entre as mil maiores empresas do mundo, o número de mulheres que ocupam a posição de CIO ou vice-presidente de TI saltou de 12%, em 2007, para 16,4%, no último ano. O dado foi divulgado pela consultoria de recrutamento Sheila Greco Associates. De acordo com o mesmo levantamento, apesar do aumento de participação das profissionais do sexo feminino, ainda é raro encontrar uma mulher em cargos técnicos, como a diretoria de infraestrutura.

A pesquisa informa que 36,9% das mulheres que ocupam cargos de liderança na área de TI se destacam nas tarefas que dependem do trabalho em equipe, enquanto que esse índice cai para 19% entre os homens na mesma posição. Em contrapartida, 81% dos CIOs do sexo masculino ganham projeção por suas contribuições individuais, enquanto que, no caso das representantes do sexo feminino, esse índice é de 63,1%.

Para a vice-presidente de pesquisas e de programas executivos do Anita Borg Institute, Caroline Simard, não são os diferenciais que têm levado as mulheres à posição de liderança em TI e, sim, os exemplos. “Algumas jovens, quando observam cada vez mais executivas em cargos de liderança, se sentem encorajadas a buscar oportunidades de crescimento profissional”, afirma a executiva. “E, uma vez em posição de destaque dentro das organizações, essas profissionais promovem a entrada de mais mulheres para a companhia”, completa.

A atual CTO da Cisco Systems, Padmasree Warrior, convive em um ambiente em que mulheres tomam decisões e ocupam vários cargos de alto escalão. Mas nem sempre foi assim. “Quando iniciei a carreira, na indústria de semicondutores, como engenheira de produção, entre milhares de engenheiros, havia apenas três ou quatro pessoas do sexo feminino”, relata. Ainda segundo ela, as profissionais eram obrigadas a mudar a maneira de agir, de falar e, até mesmo, de se vestir, para se adequar a um ambiente predominantemente masculino.

Essa pressão explica, em parte, o fato de que 74% das mulheres que trabalham no segmento de TI adoram o que fazem, mas estão propensas a deixar a carreira muito mais fácil do que os homens. Para a CIO e vice-presidente de inovação, tecnologia e serviços da companhia de seguros Aetna, Meg McCarthy, essa situação se deve ao fato de que o profissional de tecnologia da informação precisa estar o tempo todo envolvido com o trabalho, o que dificulta um equilíbrio entre vida profissional e pessoal.

A própria Meg admite que só consegue manter seu cargo pelo fato de estar solteira e não ter filhos. Não à toa, 33% das gestoras de TI consultadas pelo estudo do Anita Borg Institute apontam que postergaram a maternidade, por conta das pressões profissionais.

A vice-presidente executiva e responsável por conduzir áreas de risco e de conformidade do banco Wells Fargo Inc., Kerri Grosslight, informa que outra peculiaridade com a qual as mulheres precisam lidar se quiserem alcançar o topo na carreira é o comportamento agressivos por parte de colegas de trabalho. “Eu não conseguia me ver agindo daquela maneira”, cita a executiva, ao considerar que as profissionais tendem a expor suas opiniões de maneira menos impositiva do que os homens, quando estão na mesa de negociação com o board.

Telebrasil: banda larga fixa chega a 100% das cidades em 2010

Associação que representa as operadoras de telefonia, garante que já em 2011, as redes de acesso fixo e móvel deverão cobrir 80% da população do País.

Estudo hoje divulgado pela Telebrasil, associação que representa as operadoras de telefonia, afirma que as redes de banda larga fixa (backhaul), instaladas pelas concessionárias privadas do serviço de telefonia fixa já estão em mais de 4.800 municípios e até o fim deste ano chegarão a todo Brasil. No fim do ano passado, 88% dos municípios brasileiros já tinham backhaul instalado e em 85,7% deles havia serviços de internet rápida. Em 2011, as redes de acesso deverão cobrir 80% da população do País.

Elaborado em parceria com a consultoria Teleco, o estudo "Situação da Banda Larga no Brasil" revela que o uso das redes da iniciativa privada cresceu 42% no primeiro semestre deste ano, com 7,7 milhões de novos acessos ativados, alcançando o total de 26,1 milhões de acessos, considerando as malhas fixa e móvel. Um crescimento 42% em relação a dezembro de 2009, que registrou 18,4 milhões de acessos.

De janeiro a junho, a banda larga fixa passou de 11,4 milhões de acessos para 12,2 milhões. Já na banda larga móvel, o número de celulares de terceira geração (3G) saltou de 4,3 milhões para 10,4 milhões e o total de modems de acesso à internet subiu de 2,7 milhões para 3,5 milhões.

Ainda segundo o estudo, datado de junho de 2010, já no fim de 2009 71% das conexões eram feitas acima de 512 kilobits por segundo (kbps). A velocidade média dos acessos em banda larga no Brasil é de 1,3 megabits por segundo (Mbps), atrás apenas do Chile e da Colômbia, entre os países da América Latina.

Cobertura

A cobertura também tem evoluído significativamente. Os dados da Telebrasil contradizem estudo recente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), que diz que a cobertura da banda larga no Brasil era de apenas 46,6% dos municípios. A Telebrasil argumenta que o Ipea considerou somente os municípios onde a densidade era superior a 0,5 acesso por grupo de 100 habitantes, reduzindo consideravelmente o universo em avaliação, não dando uma dimensão real da oferta de serviços.

Segundo a Telebrasil, o instituto também teria trabalhado com dados do 1º trimestre de 2009, ou seja, com nove meses de defasagem em relação ao fim do ano passado. E considerado exclusivamente os dados da banda larga fixa, desconsiderando a penetração da banda larga móvel, que já superara em quantidade de acesso os de banda larga fixa – são 13,9 milhões de acessos, entre celulares 3G e modems, contra 12,2 milhões da banda larga fixa. O estudo da Telebrasil afirma que as redes 3G já estão instaladas em 740 municípios. E o ritmo de ativação é de um município a cada dia útil. A estimativa das operadoras é a de que cheguem a três mil municípios no próximo ano, com cobertura de mais de 80% da população.

Desafios

Os grandes desafios para o aumento da penetração, segundo o estudo, continuam sendo a alta carga tributária, que contribui para a imagem de serviço caro. E o atual marco regulatório de compartilhamento de infraestrutura, essencial para promover maior competição e penetração dos serviços.

A Telebrasil argumenta que os impostos sobre os serviços de telecomunicações oneram o cidadão em mais de 43%. Ainda assim a associação afirma que o preço médio cobrado pelos serviços no Brasil está na média internacional. E a velocidade das conexões brasileiras é a terceira mais rápida da América Latina.

Citando levantamento realizado no ano passado pela UIT, a Telebrasil afirma que na comparação com países da América Latina, o Brasil tem o segundo menor preço de banda larga (US$ 28,03, em média, para uma conexão de 256 Kbps, com franquia de dados de um gigabyte), sendo superado apenas pelo México, onde o valor médio é de US$ 16,24. Na Argentina, o preço sobe para US$ 31,22, na Venezuela é US$ 31,31, na Colômbia US$ 34,78, no Peru US$ 36,46 e no Chile US$ 48,15.

O mesmo estudo da UIT aponta que o preço da banda larga no Brasil corresponde a 4,58% da renda mensal per capita, abaixo de outros países que têm perfil de desenvolvimento semelhante ao Brasil, como a China (7,19%) e Índia (5,84%).

"Metal Gear Solid: Rising" terá poucos personagens antigos, afirma produtor

Falando à revista britânica gamesTM, Shigenobu Matsuyama, produtor criativo de "Metal Gear Solid: Rising", disse que não quer usar muitos personagens antigos no game, que está em desenvolvimento para PlayStation 3, Xbox 360 e PC, ainda sem data de lançamento.

"Provavelmente não mostraremos muitos personagens [antigos] em 'Rising' porque, como ele é parte de uma nova série, nós não queremos fazer referências ou enfatizar muito a saga 'Metal Gear'", explicou Matsuyama à publicação.

"Queremos que as novas pessoas que tenham contato com o game sejam livres para jogar sem precisar saber ou entender o passado de toda série 'Metal Gear Solid'. Não temos a intenção de ter tudo ligado à história de 'Metal Gear Solid 2' ou 'Metal Gear Solid 4' e tornar as coisas complicadas demais", continuou o produtor.

Fugindo do estilo furtivo da franquia, em "Rising" os jogadores têm a possibilidade atacar qualquer coisa com uma espada, seguindo a filosofia "zandatsu", que em japonês significa cortar (zan) e pegar (datsu). Com sua poderosa lâmina empunhada, Raiden fatia adversários e pedaços dos cenários. Essa liberdade permite que o protagonista derrube sacadas, por exemplo, ao cortar todas as pilastras em um rápido golpe.

O sistema de cortes tem auxílio de uma espécie de retícula na tela que indica a direção em que o golpe é feito. O local e a forma como Raiden corta inimigos e objetos têm total importância na mecânica de jogo, pois ao fazer isso corretamente o ninja ganha recompensas, como absorver a energia de robôs inimigos e adquirir novas habilidades.

Trailer da E3 2010 mostra Raiden em ação

Blu-ray player acessa a web pelo iPhoneBlu-ray player acessa a web pelo iPhone

A Sony lança neste mês dois players de Blu-ray – BDP-S370 e BDP-S270 – com conectividade wireless para o acesso ao material adicional na área BD-Live e (segundo o fabricante) a sites parceiros da empresa, como o YouTube, desde que adquirido à parte adaptador USB/Wi-Fi.

O modelo BDP-S370 conta também com protocolo de comunicação DLNA capaz de mostrar na TV arquivos MP3, JPEG e vídeos MPEG 4 (DivX, AVI, MKV) contidos em PC. Lê ainda formatos AVC-HD, usado por filmadoras que gravam em alta definição, além de discos multicanal de alta resolução SACD.

Outro diferencial do BDP-S370 é o aplicativo BD Remote, que permite o controle das funções do aparelho por meio do iPhone ou iPod Touch, exibindo na tela do player da Apple informações detalhadas sobre o conteúdo em reprodução. Para tanto, é necessária a aquisição de acessório USB/wireless vendido separadamente.

Os novos players da Sony reproduzem trilhas de áudio Dolby True/Digital Plus e DTS-HD.

Preços sugeridos:
BDP-S370 – R$ 699
BDP-S270 – R$ 649

Twitter define destino de perfis de usuários que morreram

Apesar do assunto não agradar, o destino de contas em redes sociais quando um usuário morre precisa ser abordado. Assim como em outros serviços, o Twitter acaba de criar uma política para esses perfis.

Agora, é possível entrar em contato com o Twitter, informando sua relação com o usuário, nome do perfil ou link para ele, além da prova do falecimento (obituário ou reportagem). Duas ações são possíveis: a conta poderá ser totalmente apagada ou um backup de todos os tuítes públicos será fornecido ao requerente.

Como no Facebook, as contas de usuários que morreram deixarão de ser exibidas na caixa de sugestões “Quem seguir” (recurso recentemente implantado no Twitter).

Atualmente, os perfis de usuários que morreram continuam acessíveis. Falta ainda o microblog definir se essas contas poderão servir de "memoriais", como acontece no Facebook, e se receberão uma marca para distingui-las das outras.

Se você tem dúvidas sobre o que acontecerá com seu legado virtual, como “Deletar ou não o perfil?” ou “Quem pode apagá-lo?”, dê uma olhada nas reportagens Morte na vida real ainda deixa dúvidas sobre o que fazer com o legado virtual e Testamentos digitais e exclusão de perfis apagam vida virtual de quem já morreu.

Plastic Logic desiste do leitor eletrônico QUE

A fabricante britânica de telas Plastic Logic desistiu do lançamento do aguardado leitor eletrônico QUE, visto como um rival potencial ao Kindle, da Amazon.

A empresa disse que decidiu se concentrar no desenvolvimento de uma segunda geração do e-reader em vez do QUE depois de aceitar que o mercado de dispositivos de leitura eletrônica evoluiu.

A companhia não deu mais detalhes sobre tempo para um novo dispositivo. A Plastic Logic, que negocia uma participação da Rússia na empresa, tinha planejado começar a distribuir o QUE início deste ano

"Nós reconhecemos que o mercado mudou dramaticamente e com os atrasos do produto já não faz sentido para nós avançar com nosso produto de leitura eletrônica de primeira geração", afirmou o presidente-executivo Richard Archuleta, em comunicado. "Esta foi uma decisão difícil, mas é o melhor para nossa empresa, investidores e clientes."

O mercado de leitores eletrônicos, populares entre os viajantes e os leitores que não querem carregar livros pesados, tornou-se cada vez mais congestionado nos últimos anos.

O popular Kindle passou por uma série de reduções de preços em função do aumento da concorrência da Sony Corp, Barnes & Noble e, mais recentemente do iPad da Apple.

O QUE tinha sido apontado por analistas como mais um concorrente no setor depois que foi apresentado na Consumer Electronics Show, em janeiro deste ano. A empresa já havia estabelecido seus preços e planos.

"Pretendemos levar o tempo necessário para reingressar no mercado como se reorientar, reformular e reequipar a nossa próxima geração de produtos ProReader", Archuleta disse.

A Plastic Logic foi fundada em 2000 por pesquisadores da Universidade de Cambridge e agora tem a sua equipa de gestão executiva na Califórnia.

Cimcorp anuncia novo vice-presidente de serviços

Cargo recém-criado será ocupado por Otávio do Ó, ex-diretor comercial da Microcity.

A empresa de serviços de TI Cimcorp anunciou a contratação de Otávio do Ó para recém-criada vice-presidência da unidade de serviços. O executivo está há 18 anos na indústria de TI e assume a posição após ter ocupado o posto de diretor-comercial da Microcity.

Sua missão será o de gerar crescimento na área de serviços continuados, com a meta de aumentar a receita recorrente em 120%. O foco será em novos mercados, como virtualização e computação em nuvem. De acordo com o executivo, os investimentos anunciados pelo governo e os grandes eventos que se aproximam vão fortalecer esses modelos.

Otávio é engenheiro de telecomunicações pela Universidade Federal Fluminense e tem MBA pela Fundação Dom Cabral.

TV Digital: Fabricantes revêem estratégia para a produção de conversores

O mercado de conversores para a transformação do sinal analógico para o digital do padrão nipo-brasileiro ainda não se estabeleceu. A Tecsys do Brasil, por exemplo, que chegou a desenhar um plano com a Intel para atuar junto ao consumidor final, 'engavetou' a iniciativa, desistimulada pela proposta dos fabricantes de incorporarem conversores às TVs. Já a Telesystems, que mantém sua produção de conversores, o momento é o de 'controlar a ansiedade'.

Durante a ABTA 2010, os fabricantes de equipamentos revelam uma forte tendência do mercado nacional - há uma grande demanda por produtos voltados para a área profissional, ou seja, para as operadoras e radiodifusoras, mas ainda não se vislumbra um cenário efetivo para o usuário final.

Mas há um fato importante no evento: Os chineses chegaram e aproveitam para mostrar seus conversores adaptados ao ISDB-T. Mas a maioria prefere escutar mais do que revelar seus planos. Boa parte dos expositores chineses, procurados pela reportagem do Convergência Digital, preferiu não comentar sobre o processo de comercialização de produtos no Brasil.

Na indústria presente ao evento, a Tecsys do Brasil é um exemplo que a produção de conversores para o usuário final ainda é um momento de reflexão. Em 2008, incentivada pela Intel, a fabricante até anunciou a disposição de entrar no mercado de consumo final, mas o projeto foi 'engavetado', assume o diretor comercial da empresa, Jorge Ganuza.

Sem entrar em maiores detalhes operacionais, admite que a estratégia dos grandes fabricantes de TVs de incorporarem o conversor aos televisores 'foi bastante destimulador'. "O mercado de produtos para o ambiente profissional - teles e radiodifusoras - está muito aquecido por conta da digitalização e da migração para o SBTVD. O conversor seria uma primeira iniciativa nossa rumo ao mercado de usuário final, mas resolvemos centrar os esforços de produção para os equipamentos que tinham demanda", assume o executivo.

Mesmo com as medidas de estímulo prometidas pelo Governo - ainda em fase de definição - para a produção dos conversores, Ganuza assume que não faz parte dos planos da companhia redirecionar pessoal para essa área. Mas há quem aposte no mercado e diga que o Brasil, neste momento, precisa, na veradade, 'controlar a sua ansiedade' no segmento.

"Qualquer mercado para começar suas atividades começa num ritmo próprio. Foi assim com a telefonia celular - por questões de preço e de mercado - e será com a TV digital. O mercado de conversores é promissor, mas tem o seu tempo", observa Marcos Szili, diretor da TeleSystems, multinacional italiana com presença no Brasil e já produtora de conversores para TV digital. A empresa, no entanto, não revela números sobre a quantidade de aparelhos já fabricados e comercializados.

Para Szili, a concorrência das TVs com os conversores embutidos não é um fator preocupante. "Esses conversores ficarão obsoletos muito antes da própria TV. e quem quiser manter o seu diferencial terá que buscar um conversor novo no mercado", observa. Os conversores em produção não usam o Ginga - o middleware de interatividade.

"O ginga precisa se harmonizar, além do mais, exige mais processamento, exige mais funcionalidades e o custo do aparelho subirá para o consumidor, que precisa entender o que é a interatividade para comprar esse equipamento", diz o diretor da Telesystems.

Indagado sobre o impacto da presença dos chineses no mercado nacional, Szili afirma que esse é um mercado que há espaço para todos, mas sinaliza que 'preço não será o mais importante para o consumidor. O conversor terá papel importante nessa transformação que a TV está sofrendo. Além disso, mais do que comprar um conversor barato, é preciso assistência, distribuição no país", completa. A Telesystems integra o grupo interessado em montar um consórcio para viabilizar um equipamento mais barato, de forma a atender os planos do governo. "Mas ainda há muito para ser negociado", assume o executivo.

Celular: TV Digital é gratuita. TV fechada, não!

Pela manhã, escutava a rádio Jovem Pan AM e uma das manchetes doeu ao chegar aos meus ouvidos: Brasileiros terão TV Digital no celular com preços populares. Um pouco depois, entro em alguns sites e vejo a seguinte chamada: TV digital chega ao celular com preço popular. Opa, tem gente fazendo muita confusão com esse assunto!

A TV Digital já chegou aos celulares e é gratuita. Nada de pagar para sintonizar os canais abertos do SBTVD (Sistema Brasileiro de TV Digital). Aliás, esse padrão só foi escolhido (dizem) devido a esse trunfo: permitir a recepção em dispositivos móveis, de forma gratuita, em todo território nacional. Claro, desde que haja cobertura. O único custo para o consumidor, e esse sim pode ser discutido, é do aparelho que tenha essa característica.

A novidade – e quem tem gerado confusão – é que as operadoras de telefonia anunciaram que irão disponibilizar conteúdo de TV fechada, no celular. Ou como as teles preferem chamar “TV Digital fechada no celular”. Aqui, a culpa pela confusão é mais das operadoras do que do próprio consumidor, que não tem obrigação de entender tantas peculiaridades. Acho que eles poderiam dizer algo mais didático como, “conteúdo de TV fechada com qualidade digital será oferecido para celulares”. Essa sim é cobrada (já que será necessário fazer o streaming do conteúdo) e é uma interessante novidade.

Em resumo TV Digital é gratuita e são oferecidos canais abertos. TV fechada é paga, uma vez que serão ofertados os canais da TV paga, com qualidade digital (melhor qualidade de áudio e vídeo).

Como escreveu Julio Wiziack, da Folha de S.Paulo, os canais custarão até R$ 29,90 e o valor não será cobrado obrigatoriamente junto à conta telefônica – fica a critério do cliente escolher se prefere o cartão de crédito. A assinatura mensal do serviço já inclui acesso à rede 3G (para o streaming) e, caso o usuário possua um pacote de dados, nada será debitado do que ele contratou.

Produtora de "Colheita Feliz" recebe investimento internacional

A Mentez, responsável pela distribuição de games como "Colheita Feliz" e "Vila Mágica" na rede social Orkut, anunciou que receberá investimentos do grupo investidor norte-americano Insight Venture Partners, que está expandindo seus negócios para a América Latina. O valor que será repassado não foi divulgado.

"Estamos vendo o crescimento dos jogos sociais na América Latina", explicou Juan Franco, diretor executivo e um dos fundadores da Mentez. "Este investimento da Insight Venture Partners vai ajudar a expandir nossos negócios no Brasil - que é nosso mercado dominante -, bem como ampliar as oportunidades na região", concluiu.

De acordo com dados divulgados pela companhia, seus 28 jogos, sendo 21 deles disponíveis no Orkut e sete no Facebook, contam com 22 milhões de jogadores ativos semanalmente. Estes realizam diariamente 45 mil transações na Paymentez, rede de micropagamentos online disponível em lan houses e em lojas em todo o Brasil.

Os games distribuídos pela Mentez nas redes sociais são gratuitos para jogar, mas grande parte dos itens existentes em cada um deles são comprados com dinheiro real.

Twitter irá lançar botão para compartilhamento de conteúdo até o fim da semana, diz blog

O Twitter irá lançar até o final da semana um "Tweet Button" para compartilhamento de artigos em sites, que contará quantas vezes uma URL foi clicada, de acordo com o blog de tecnologia Mashable.

O blog não dá detalhes profundos sobre a função, mas diz que ela é projetada para um contador de retuites e tuítes em toda a rede do microblog.

Trata-se de uma única linha de código que pode ser adicionado a qualquer site. Clicando no botão, o conteúdo daquela seria automaticamente partilhado com seus seguidores do Twitter --algo bastante parecido com o que já faz a empresa Tweetmeme.

Falsa funcionária que ganhou fama na web por humilhar o chefe não passa de 'pegadinha'

  • Reprodução/TheChives

Uma garota enfurecida com o chefe decidiu pedir demissão escrevendo em uma lousa branca tudo o que o pessoal do RH desaconselharia. A cada nova informação, um clique. A sequência de fotos – que denunciava inclusive o “vício” do patrão no jogo “Farmville” -- foi divulgada na internet na manhã de terça-feira (10) e levou apenas algumas horas para fazer sucesso no Twitter e Facebook. Depois de o link rodar o mundo, no entanto, veio à tona que o bombástico pedido de demissão era um golpe fabricado pelo site “The Chive”, o mesmo que divulgou as fotos.

O post foi retuitado por cerca de 30 mil pessoas e compartilhado por mais de 230 mil usuários no Facebook. A demissão foi noticiada por diversos sites, como “Tech Crunch”, “New York Post” e “Mashable”. Jenny ganhou até uma página no Facebook reunindo fãs que gostariam de vê-la nua na "Playboy".

Mas tudo não passou de uma “pegadinha” dos irmãos John e Leo Resig, como informam o site Tech Crunch e o próprio “The Chive", em um novo post revelando a criação da farsa. Jenny é, na verdade, Elyse Porterfield, atriz de 22 anos que vive em Los Angeles e respondeu a um anúncio para a “peça” sem saber do que se tratava.

Os mentores do golpe dizem que fizeram a pegadinha por diversão. “Não fizemos isso para ver quantos jornalistas poderíamos enganar [embora tenha sido divertido], nem pela publicidade ou dinheiro... fizemos isso simplesmente para a diversão das pessoas em primeiro lugar”, disse John Resig ao "TechCrunch", site que era citado nas mensagens da falsa demissão.

Os irmãos Resig já enganaram jornalistas em outras ocasiões. O boato mais conhecido foi sobre a gorjeta de US$ 10 mil que teria sido dada pelo empresário Donald Trump ao garçom de um restaurante em Santa Monica (Califórnia, EUA) em 2007. O site da Fox News divulgou a história.

O post original dizia que o "The Chive" havia recebido as fotos de um colega da Jenny. Ela teria pedido demissão na segunda-feira e enviado as fotos para toda a empresa. No final, um aviso de atualização: “fizemos contato com Jenny e vamos publicar amanhã a continuação dessa história”.

RIM oferece códigos do BlackBerry à Arábia Saudita

A fabricante do smartphone BlackBerry, Research In Motion, aceitou dar ao governo da Arábia Saudita acesso a "códigos" de aparelhos a fim de evitar que o país proíba os serviços de mensagem instantânea do celular, afirmou fonte próxima ao caso à Reuters nesta terça-feira.

A companhia canadense não quis comentar a informação, reiterando que "a RIM coopera com todos os governos de forma consistente".

A Arábia Saudita é o maior mercado para o BlackBerry na região do Golfo, com 700 mil usuários. O país, no entanto, ameaçou proibir o serviço BlackBerry Messenger na última sexta-feira, adiando depois o prazo para segunda-feira, enquanto a empresa aplicava testes em conjunto com operadoras de telefonia móvel sauditas.

A fonte disse à Reuters que a ideia testada --usar servidores diferentes para cada uma das operadoras locais-- não deu certo.

A empresa, portanto, teria aceitado dar ao Ministério do Interior e a serviços de inteligência sauditas o acesso aos códigos de todos os usuários de BlackBerry no país, de acordo com a fonte, que pediu para não ser identificada.

Não foi possível contatar um porta-voz da reguladora saudita para comentar.

Característica do Android facilita vida de cibercriminosos

Sistema operacional permite a criação de pasta privadas que "desaparecem" quando o aplicativo que a controla é deletado.

Um criminoso internacional que estivesse sendo caçado pela Interpol só precisar desinstalar um simples aplicativo em seu telefone Android – um processo que leva apenas alguns segundos – para livrar-se, de forma irremediável, de quaisquer informações que o incriminassem.

A conclusão é de um estudo divulgado em uma conferência de pesquisa criminal.

O segredo é uma aplicação relativamente simples que usa, ironicamente, a segurança do sistema operacional.

No Android, todos os aplicativos rodam em uma área separada, chamada de sandbox (caixa de areia), para que não interfiram entre si, exceto em ações que precisem de permissão explícita.

Em um aplicativo Android, uma pasta privada pode ser criada para armazenar dados incriminatórios.

Aplicativos contra investigações criminais podem usar então um recurso do Android: quando o aplicativo "dono" de uma dessas pastas é desinstalado, ela some.

No entanto, apagar uma pasta não apaga tudo. Mesmo dados deletados podem ser recuperados de um disco, com a ajuda de ferramentas sofisticadas, disponíveis para os órgãos policiais.

Mas a memória interna de um smartphone não é tão acessível quanto um HD.

Na teoria, um software especializado por ler as informações de uma pasta, mesmo que tenha sido apagada. Mas, mesmo que consigam esse acesso, os pesquisadores dizem que os órgãos policiais teriam de decifrar os dados no meio de uma montanha de outros na memória interna – um trabalho colossal.

Ainda por cima, ainda não existem ferramentas que extraiam dados de maneira confiável da memória interna de um telefone – o que não acontece se eles forem gravados em um cartão SD, por exemplo.

Por isso, até as tentativas de recuperar informações depois da desinstalação de sua própria ferramenta de apagar dados, chamada AFDroid, foram infrutíferas.

As e-drugs, novo fenômeno da internet, invadem a França

Um novo fenômeno da internet começou a ganhar força na França com o nome de "e-drugs", ou drogas digitais sonoras, com efeitos ainda desconhecidos.

As e-drugs se baseiam em um fenômeno neurológico que consiste na emissão de sons diferentes em cada ouvido e que estimula o cérebro, produzindo sensações de euforia, estados de transe ou de relaxamento.

As sessões possuem entre 15 e 30 minutos de sons que podem ser obtidos em sites especializados a preços que variam de sete a 150 euros e transmitem sensações fora do comum aos usuários.

A imagem do consumo desta "droga", por exemplo, um menino tombado na cama de seu quarto escutando música, está longe das provocadas por substâncias que fazem parte da lista de entorpecentes.

Estes produtos nasceram nos Estados Unidos, mas o sucesso e as novas tecnologias os espalharam rapidamente pelo resto do mundo, o que despertou o alerta de certos setores, apesar de alguns analistas acreditarem que não existe risco de dependência.

Fontes da missão interministerial para a luta contra as drogas e a toxicologia da França explicaram à Agência Efe que se trata de um fenômeno que não é "nem alarmante, nem emergente" e que, por enquanto, não tem motivo para ser proibido.

No entanto, as drogas digitais invadiram a França nos últimos dois meses e, por enquanto, seus efeitos são desconhecidos e não há estudos realizados sobre o assunto no país.

Especialistas em neuropsicologia observam que os sons relaxam, ajudam na concentração e são usados com fins terapêuticos para algumas doenças como o autismo.

Certas frequências podem estimular a imaginação ou a criatividade, o que poderia criar as alucinações que os consumidores afirmam ter durante ou após as sessões.

Existe um alerta sobre a possibilidade de que, com o tempo, as drogas digitais possam provocar disfunções cerebrais.

Os possíveis perigos das e-drugs não parecem preocupar os jovens, que compartilham suas experiências nas redes sociais, onde recomendam as melhores doses.

"Senti chamas em meus braços, que desciam gradualmente até os dedos dos pés, tinha a impressão de que meu braço pesava uma tonelada e um dos meus dedos estava curvado. Então comecei a me sentir muito estranho. Foi genial", relata Sugar Killer, além de dizer que viu uma tartaruga, um elefante verde e até Papai Noel nos pés de sua cama.

As drogas mais populares da rede têm nomes sugestivos como "Orgasm", "Peyote", "Marijuana" ou "Lucid Dream".

"Meu coração batia muito forte e eu tremia como um louco. Após a dose, me acalmei e parou. Respirei forte e achei que foi ótimo. Efeitos depois da dose: excitação e vontade de fazer muitas coisas. A vida é genial", diz uma usuária de apelido Larta.

As sessões são divididas por temas. Assim, é possível encontrar algumas prescritas para desenvolver a imaginação, aproveitar mais uma partida de videogame ou atividades esportivas, ou até mesmo para aumentar o prazer das relações sexuais.

"No início, nada de especial, como sempre, relaxamento muscular. Mas depois de dez minutos me senti muito bem. Tinha mais sensibilidade em minhas extremidades, e de repente tive uma ereção", comenta outro internauta.

"Comecei a escrever em inglês como um romance de verdade, as ideias fluíam pela minha cabeça. Não tive a necessidade de olhar o dicionário, as palavras vinham sozinhas. Não tinha acabado de escrever uma cena e já tinha a seguinte na cabeça", assegura Aiana.

Apesar das dúvidas sobre seu consumo, as "e-drugs" se proliferam rapidamente graças às redes sociais.