domingo, 29 de agosto de 2010

Saraiva lança loja on-line de livros para tablet da Apple

A Livraria Saraiva lançou, na sexta-feira (27), seu aplicativo de leitura e compra de livros para o iPad, tablet da Apple. O software grátis pode ser baixado na loja de aplicativos App Store. Ele dá acesso à livraria digital on-line da Saraiva, com 1.500 títulos nacionais e 160 mil livros estrangeiros. A expectativa, segundo Marcílio Pousada, presidente da empresa, é atingir 5.000 livros brasileiros em 2010.

O aplicativo da Saraiva para iPad é o primeiro entre as grandes redes de livrarias no país. Fnac e Livraria Cultura já comercializam livros digitais, mas as versões não são compatíveis com o aparelho.

O aplicativo levou três meses para ser desenvolvido pela equipe da Saraiva e também funciona no iPhone.

"Estimamos, hoje, 40 mil iPads no Brasil e é esse público que queremos atingir", diz Pousada. O aparelho ainda não foi lançado oficialmente no país, e a expectativa é para o quarto trimestre, embora a Apple não confirme.

A estreia da Saraiva na loja de aplicativos vem uma semana depois de a livraria iniciar as vendas dos leitores digitais da brasileira Positivo e da sul-coreana iRiver. Segundo Pousada, na primeira semana, o estoque de leitores da Positivo já está esgotado.

Insomniac Games confirma lançamento de "Resistance 3" para 2011

A Insomniac Games confirmou que o lançamento de "Resistance 3", próximo jogo de sua franquia de tiro em primeira pessoa, acontecerá em algum dia de 2011.

A confirmação da data é uma das poucas informações divulgadas desde o anúncio oficial do jogo, que aconteceu durante a Gamescon, feira de games alemã realizada na cidade de Colônia entre os dias 18 a 22 de agosto. Na ocasião, a Sony liberou um trailer estrelado por atores reais, que simulavam uma fuga dos humanos em um ataque dos alienígenas do jogo, conhecidos como Chimera.

A trama do jogo ainda não foi divulgada, logo, não está confirmada a presença do lendário tenente Nathan Hale, personagem imune ao vírus extraterrestre que foi o protagonista das duas primeiras aventuras no PlayStation 3.

Alienígenas invadem cidades do passado

Situado em uma história alternativa nos anos 50, "Resistance" é uma série de tiro em primeira pessoa exclusiva para o PlayStation 3. A trama mostra as operações do exército americano, que foi incumbido de lutar ao lado das Forças Armadas Britânicas em um grupo de soldados da resistência.

Em seus dois episódios para PlayStation 3, o objetivo deste grupo é deter a propagação da Chimera, uma espécie de parasita de origem desconhecida que infecta outras formas de vida com um vírus que rapidamente se alastra causando uma mutação humana. A Chimera praticamente dizimou todo o território asiático e, ao longo da aventura, ameaça a paz em cidades da Europa e Estados Unidos.

O portátil PSP recebeu o episódio paralelo "Resistance: Retribution", que segue a história do ex-fuzileiro Naval Britânico, James Grayson que foi obrigado a matar o próprio irmão no interior de um centro de conversão Chimera. Visivelmente abalado, Grayson parte em uma vingança pessoal contra os invasores.

Sobreviventes se escondem de alienígenas em trailer

Microsoft vai melhorar a comunicação por voz no Xbox 360

A Microsoft confirmou que vai melhorar a qualidade de áudio da comunicação por voz do Xbox 360 quando lançar a próxima atualização do console.

A atualização, que vai coincidir com o lançamento do acessório Kinect, irá atualizar a infra-estrutura e o codec de áudio que sustenta a qualidade da comunicação de voz de console para console, e deve deixar a conversa mais nítida e clara entre os jogadores quando jogam online.

"O codificador que usamos quando lançamos o console era usava uma frequencia menor e o mantivemos assim desde então", disse Jerry Johnson, chefe dos estúdios Xbox Live, durante o Edinburgh Interactive Festival, que aconteceu na útima semana na Escócia.

"Para usá-lo era necessário de [internet] banda larga. Precisávamos de uma ligação 64K, algo que poucas pessoas nos dias de hoje consideram ser banda larga".

A Microsoft introduziu a comunicação por voz no Xbox original em novembro de 2002, no lançamento da Xbox Live. A qualidade do som sempre foi alvo de reclamações dos jogadores, especialmente de quem joga em grupos no modo multiplayer.

Com o lançamento do Kinect se aproximando e o avanço da tecnologia de comunicação por voz na internet, a Microsoft pretende fazer com que a conversa por vídeo alcance as salas de estar de todas as regiões do mundo. O periférico é composto de câmeras e microfones, e possui tecnologias que permitem capturar o movimento e a expressão facial do jogador, permitindo controlar sem usar um controle, apenas com gestos do corpo (além de comandos de voz).

Livro de jornalista narra as origens da Apple

Em 1974, Steve Jobs bateu à porta da Atari com o objetivo de preencher uma vaga de designer de videogames.

"Há um garoto aqui no saguão. Ou ele é doido ou é um gênio", disse a recepcionista.

Com aspecto de mendigo, Jobs era um aplicado seguidor do prussiano Arnold Ehret (1866-1922), que pregava uma dieta "sem muco", à base somente de vegetais.

Jobs alternava almoços que consistiam somente em frutas ou em iogurte com períodos de jejum de até duas semanas. Acreditava que seus hábitos alimentares o dispensavam da obrigação de tomar banho.

Mesmo sem nenhuma experiência, Jobs foi contratado como técnico na Atari a um salário de US$ 5 por hora. Não tardou a meter "o nariz no trabalho dos outros engenheiros" e a chamar seus colegas de imbecis.

"Os engenheiros não gostavam dele. Ele cheirava mal", conta Al Acorn, engenheiro-chefe da Atari.

O relato está em "O Fascinante Império de Steve Jobs", de Michael Moritz, que no início da década de 1980 era repórter da "Time" e teve acesso irrestrito à Apple.

O robusto volume se destaca pela atenção a minúcias, pelo rigor técnico e pelas descrições romanceadas ("A luz morna da tarde de sábado pintava as portas de vidro nos fundos do laboratório do Mac. O ar-condicionado, que nos dias úteis vibrava através das placas do forro do teto, estava desligado.")


Robert Galraith - 7.jun.10/Reuters
Steve Jobs, fundador da Apple; jornalista narra as origens da empresa em "O Fascinante Império de Steve Jobs"
Steve Jobs, fundador da Apple; jornalista narra as origens da empresa em "O Fascinante Império de Steve Jobs"

A história da Apple, literalmente uma empresa "de garagem", é rica em episódios curiosos como o da produção de seu primeiro computador.

A irmã de Jobs era encarregada de enfiar semicondutores e outras peças nas placas da máquina. Ao mesmo tempo, via televisão e conversava com amigos ao telefone, o que "acabava gerando chips plugados erroneamente e alguns delicados pinos dourados meio tortos e bambos", relata Moritz.

Publicado originalmente em 1984 e expandido em 2009, "O Fascinante Império de Steve Jobs" foca as décadas de 1970 e 1980.

Interessados na história de produtos mais recentes da Apple, como o iPod, podem recorrer a "A Cabeça de Steve Jobs", de Leander Kahney.

O Fascinante Império de Steve Jobs
Michael Moritz
EDITORA Universo dos Livros
TRADUÇÃO Heinar Maracy e Mario Amaya
QUANTO R$ 39,90 (367 págs.)
AVALIAÇÃO bom

Criadores anunciam lançamento de 'anti-Facebook'

Os responsáveis por um site de relacionamentos que pretende ser a antítese do Facebook anunciaram seu lançamento para o dia 15 de setembro.

O projeto Diaspora se descreve como uma rede social "atenta à privacidade e pessoalmente controlada".

O projeto de fonte aberta ganhou repercussão no início do ano, quando o Facebook foi obrigado a simplificar suas definições de privacidade, criticadas por serem complexas e confusas demais.

Desde então, o projeto Diaspora, desenvolvido por estudantes americanos, conseguiu arrecadar mais de US$ 200 mil em doações.

"Já temos o Diaspora funcionando do jeito que nós gostamos, e ele terá sua fonte aberta no dia 15 de setembro", anunciou a equipe em seu blog.

O grupo disse ter passado os últimos meses "construindo compartilhamentos contextuais e claros".

"Isso significa uma forma intuitiva para os usuários decidirem quais conteúdos vão para seus colegas de trabalho e quais vão para seus colegas de bar. Sabemos que isso é um problema difícil e o tomamos com seriedade", disseram.

Arrecadação

O projeto foi iniciado por três cientistas de informática e um matemático de Nova York.

Sua ideia de construir a nova rede ganhou força após a onda de críticas contra a falta de privacidade do conteúdo no Facebook, a maior rede de relacionamentos do mundo.

"Queremos colocar os usuários de volta no controle do que eles compartilham", afirmou na época à BBC um dos fundadores, Max Salzberg.

A equipe abriu um site para arrecadar US$ 10 mil que eles consideravam necessários para financiar a construção da rede.

Mas no final, eles acabaram arrecadando US$ 200.642 em doações de 6,5 mil pessoas.

Entre os doadores estaria o próprio fundador do Facebook, Mark Zuckerberg.

Código aberto

O lançamento inicial no dia 15 de setembro será para a fonte aberta do Diaspora, o que significa que os criadores do site tornarão público seu código para que qualquer usuário o veja e modifique.

Os programas de código aberto têm o objetivo de permitir que os usuários modifiquem os programas para oferecerem inovações.

Mas muitos acreditam que será muito difícil a tarefa de competir com o Facebook, que já tem 500 milhões de usuários e um valor estimado em US$ 33 bilhões.

Filantropo, pai de Bill Gates defende taxação de heranças e fim da desigualdade

Bill Gates Sr., pai do fundador da Microsoft, mostra um perfil bem diferente do que muitos poderiam esperar de um cidadão de quase 85 anos, pai de um dos homens mais ricos do mundo e responsável pelo comando de uma multibilionária fundação filantrópica (Fundação Bill & Melinda Gates).

Advogado, teve militância em prol dos direitos civis e mantém até hoje posições fortes ao lado de causas geralmente não abraçadas por conservadores. No livro, não deixa nunca de apontar as desigualdades sociais do mundo de hoje, e a necessidade imperiosa de que governos, empresas e cidadãos tomem medidas para reduzir o fosso que separa os ricos dos pobres.

Um dos caminhos que defende é a atividade filantrópica --em alguns momentos, o livro chega a ganhar um caráter publicitário a respeito das ações da fundação e de outras entidades do gênero.

Mas também defende ativamente a taxação de heranças. Afirma: "Acredito que um sistema de tributação em que os ricos paguem em proporção aos benefícios que recebem da sociedade é a maneira mais justa de financiar o governo".

Gates Sr. comenta ainda os problemas de saúde e educação que vive o mundo, conta um pouco sobre o que tem sido feito e o muito que falta a fazer para diminuir o sofrimento de grande parte da humanidade.

Jogador de "Modern Warfare 2" pretende atingir nível máximo sem matar ninguém

Quando se fala em desafio em jogo de guerra, a primeira coisa que passa pela cabeça é invadir o campo de batalha e atirar em todos os membros da equipe adversária. Essa é a premissa básica da modalidade, mas um jogador promete atingir o nível máximo (70) de "Call of Duty: Modern Warfare 2" sem alterar o marcador de execuções.

Glen McCracken, conhecido como "Mr_No_Kills" na rede do PlayStation 3, possui um personagem que está no nível 11 e um marcador de 272 mortes e nenhuma execução. De acordo com o jogador, sua pontuação vem principalmente das defesas de bandeira da modalidade Domination, mas ele também joga em Demolition (um time deve plantar bombas em pontos específicos do mapa) e Team Deathmatch, em que o objetivo é aniquilar os membros do time adversário.

"Já atingi o Prestige cinco vezes. Achei que isso [chegar ao nível máximo sem matar ninguém] seria algo interessante a fazer, pois dá uma perspectiva diferente sobre o jogo, além de ser divertido e desafiador", explicou McCracken à revista Game Informer.

Em "Modern Warfare 2" o jogador passa por setenta níveis iniciais e depois habilita o Prestige, em que começa a evolução preservando apenas os títulos adquiridos. Essa opção se repete por sete vezes, fazendo com que o nível máximo alcançado pelo jogador seja o 70 de Prestige 7.

Guerra contemporânea

"Call of Duty: Modern Warfare 2" se passa alguns anos depois de "Call of Duty 4", quando a instabilidade política dentro da Rússia num futuro próximo novamente ameaça o mundo, na forma de organizações terroristas. O líder do grupo é Makarov, que vem a ser aliado de Zakhaev, aquele que planejou os ataques nucleares no primeiro "Modern Warfare".

Um dos dois protagonistas do título anterior, John "Soap" MacTavish, foi promovido a capitão da SAS, o grupo militar de elite do Reino Unido. É ele, no comando de um grupo chamado Task Force 141, que guia o jogador em uma série de missões, que inclui uma escalada a geleiras para invadir uma base russa.

O próximo jogo da série, intitulado "Call of Duty: Black Ops", tem lançamento marcado para 9 de novembro em versões para PlayStation 3, Xbox 360, PC, Wii e Nintendo DS.

Veja a videoanálise de "Modern Warfare 2"

Fundador da Microsoft era "respondão" e cabeça-dura na juventude

Para o leitor que foi atraído a "Desperte para a Vida" pelo nome do autor --Bill Gates Sr., pai do fundador da Microsoft--, o mais interessante mesmo são as histórias de família. Quem era o pequeno Bill Gates, como ele cresceu para se tornar o dono da Microsoft?

Ainda que não traga o segredo da criação de um multimilionário, Gates Sr. revela momentos da vida da família. Logo no primeiro texto, ele revela que o filho tinha o apelido doméstico de Trey, referência ao número três de seu nome (William Henry Gates III), e era fanático por leituras, mas também apreciava ficar quieto em seu canto, sem ser incomodado.

"Trey, o que você está fazendo aí?", perguntava a mãe quando ele passava muito tempo em seu quarto. Certa vez, provocou: "Estou pensando, mãe. Você nunca pensa?". Essa cena é o mais próximo de algo mais dramático da vida familiar relatada por Gates Sr., que passa ao largo de um episódio menos agradável, citado pelo "Wall Street Journal".

Diz o texto que o garoto Gates era um bom cabeça-dura e respondão. Numa noite, durante o jantar, o menino teve uma discussão mais ácida com a mãe, o que levou o pai, irritado, a atirar um copo d"água gelada no rosto dele. "Obrigado pelo banho", devolveu na lata o jovem Bill.

Em contrapartida, o texto fala bastante dos bons momentos de convívio familiar e lança luz sobre as atividades de duas moças discretas: as irmãs de Gates, Kristianne, a mais velha, e Libby, caçula da família, nascida quando Kristi já tinha dez anos e Trey quase nove.

APRENDIZADO

"Desperte Para a Vida" é feito de pequenos textos, retalhos da vida desse advogado ativista e filantropo. Tanto os capítulos sobre a convivência familiar quanto os que revelam encontros com personalidades como o líder sul-africano Nelson Mandela e o ex-presidente norte-americano Jimmy Carter sintetizam algum aprendizado.

O trecho em que Gates Sr. narra o fracasso daquela pioneira demonstração feita pelo filho, por exemplo, não abre espaço para a galhofa nem para o desânimo. Ao contrário, conclui que o episódio pode ensinar que "todo sucesso envolve alguns tropeços iniciais". A julgar pela carreira de Trey, está coberto de razão.

Aplicativo para receber informações do INSS pela TV Digital vence concurso da Set

Pela primeira vez, desde que as transmissão de TV Digital tiveram início no Brasil, em dezembro de 2007, a Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão (Set) decidiu criar um concurso para premiar, durante seu congresso anual, encerrado nessa sexta-feira, 27/8, em São Paulo, três aplicações interativas inovadoras com uso do padrão brasileiro Ginga. No início, algumas pessoas reclamaram um pouco, pelo pouco tempo entre o anúncio do prêmio e a data para apresentação dos projetos (em funcionamento) e a premiação: apenas um mês.

Para surpresa geral, nove projetos foram selecionados, em uma clara sinalização de que há, na academia e na sociedade brasileira, um claro interesse no desenvolvimento de aplicações interativas para a TV. Todos com chance real de chegarem ao mercado e de serem realmente usados pelos radiodifusores. Desses nove, apenas sete chegaram a ser apresentados quinta-feira, 26/8, na SET 2010, em diferentes categorias: três da área acadêmica, dois de empreendedorismo e dois de inovação.

O juri, formado por David Britto, diretor de estratégia de tecnologia da Totvs e diretor de interatividade da Set, também organizador do concurso, Amaury Filho, gestor de projetos e processos do SBT, Fábio Angeli, responsável pelo desenvolvimento da interatividade na Rede Record, Vinicios Oppido, designer da Rede Globo e Raymundo Barros, diretor de engenharia da Globo São Paulo, elegeu a aplicação desenvolvida pela Dataprev do Rio Grande do Sul, com versões full seg e 1-seg, para repasse de informações sobre o INSS, como data de pagamento e horário de atendimento dos serviços nos postos, foi a vencedora na categoria empreendedorismo. A ideia do social junto à interatividade da televisão digital venceu por unanimidade. A intenção, no futuro, é que a aplicação evolua até transformar a TV Digital em um terminal de auto atendimento para aposentados.

Divulgação Dataprev

Na categoria acadêmica, o vencedor foi um trabalho do curso de Comunicação Social da UFMA e do LAWS, na linha de conteúdo não linear, que possibilita a criação de um jornal sob demanda por parte do telespectador, toda em NCL e Lua.

Já na categoria inovação, os jurados consideraram o trabalho de um EPG na forma de caledoscópio, feito pela Faculdade de Natal o projeto vencedor, embora o projeto de educação à distância da Universidade Federal do Ceará tenha se destacado e recebido muito elogios, por não ter apenas se preocupado com a tecnologia, em si, mas com todo o processo de produção. “Na minha opinião, de todos, é o mais aplicável, o que tem mais chances de se transformar em um produto comercial em curto espaço de tempo”, avalia David Britto, que garante a continuidade do concurso em 2011, para estimular a produção de aplicações interativas inovadoras para a TV Digital.

“O prêmio foi uma iniciativa excelente da Set para manter uma conexão permanente com as comunidades acadêmica e de empreendedorismo”, destaca David Britto. “A intenção é aprimorar a dinâmica de premiação nos próximos anos”, diz.

EA vai manter missão com soldados afegãos em "Medal of Honor"

Recentemente o jogo da EA "Medal of Honor", passou por uma polêmica quando o secretário da Defesa do Reino Unido, Liam Fox, pediu a varejistas que boicotem o título por ele dar a opção de assumir personagens do grupo radical islâmico Taleban.

O presidente da EA Games, Frank Gibeau, disse em entrevista para o site Develop-Online, que essa decisão é um "risco criativo", mas que ele não vai permitir que os protestos "comprometam nossa visão criativa e o que queremos fazer".

"Há um furor em torno dos jogos que assumem riscos criativos - como jogos que lhe permitem jogar como terroristas em aeroportos derrubando os civis", disse Gibeausaid. "Na EA nós acreditamos veementemente que jogos são uma forma de arte e eu não sei o motivo para que livros e filmes que tenham o Afeganistão possam ser promovidos e os jogos não".

Por agora, a EA está firme com as decisões artísticas e mantém a data prevista de lançamento para o dia 12 de outubro.

Guerra ao Terror

Chamado apenas de "Medal of Honor", este título está sendo desenvolvido para PC, PS3 e Xbox 360 e foca em um membro do Tier 1, o grupo de mais alto escalão da US Special Operations Command (US SOCOM). A Electronic Arts informa que seu estúdio em Los Angeles está trabalhando muito próximo dos integrantes verdadeiros do grupo, cujas experiências reais fornecem a base para a história do jogo.

O cenário, situado na parte leste do Afeganistão, a sudeste das montanhas onde fica a fortaleza de Tora Bora, onde a unidade Tier 1 tentou capturar Osama Bin Laden em 2001, foi citado pelo site oficial do game.

Série ganha episódio baseado em 'guerras modernas'

'Pai do Java' vende camisetas em campanha para 'libertação' da tecnologia

Em seu blog, James Gosling apresentou roupas, broches, canecas e ímãs com slogans para sensibilizar a Oracle a criar uma Fundação Java.

java-ellison-camiseta

A campanha do fundador da tecnologia Java, James Gosling, por um Java “livre” estendeu-se à oferta de uma linha de camisetas e outros produtos.

Em seu blog, na sexta-feira (27/8), Gosling – conhecido como “pai do Java” quando trabalhava na Sun Microsystems – apresentou as camisetas, bem como buttons, canecas de café e um ímã de geladeira. Ele faz menção explícita a Larry Ellison na campanha.

A Oracle comprou a Sun, criadora do Java, no começo deste ano; Gosling deixou a Oracle logo em seguida.

As camisetas trazem os seguintes comentários: “Java”, “Just Free It”, e “Hold Oracle to Their Pledge!”. Uma camiseta ostenta a foto de Ellison com as frases “We’re long past 1984” - uma referência ao premiado comercial da Apple, veiculado naquele ano, no qual uma atleta com um martelo combatia um poder tirânico - e “It´s time to Set Java Free”. Gosling faz menção à aprovação, manifestada pela Oracle em 2007, da criação de uma fundação independente para o Java.

“Se você participar do JavaOne ou da OpenWorld, seria ótimo se você vestisse uma delas, só para fazer com que Larry saiba que você se importa”, disse Gosling. Os dois eventos serão realizados em San Francisco (EUA) na semana de 19 de setembro.

Gosling também aconselhou o uso da camiseta também àqueles que estiverem pela vizinhança no dia do evento, por quem for se encontrar com algum vendedor da Oracle ou em qualquer situação que se mostre apropriada.

O preço dos produtos varia de 2,99 dólares por um broche a 24,99 dólares por uma camiseta. Os broches também podem ser comprados em lotes de dez ou cem. O site aceita pedidos internacionais.

Pai de Bill Gates conta histórias de família em livro

Fracassou a primeira demonstração de um produto criado por Bill Gates, então um jovem estudante. Foi na casa da família, e o futuro homem mais rico do mundo saiu correndo para pedir que a mãe dissesse aos potenciais clientes que a geringonça funcionava, sim...

Essa é uma das histórias de família reveladas por William Henry Gates II, pai do cofundador da Microsoft, no livro "Desperte para a Vida", em que relata experiências vividas por ele e pelos filhos, buscando sempre um ensinamento, uma lição, uma dica de comportamento pessoal ou empresarial.

O livro, recém-lançado no Brasil, se soma a dezenas de outros do gênero, que focam as carreiras de empresários da alta tecnologia para construir um gênero que poderia ser chamado de autoajuda empresarial.


Reprodução
Bill Gates posa para a revista "Teen Beat" após o lançamento do Windows 1.0, em 1985; seu pai lançou livro
Bill Gates posa para a revista "Teen Beat" após o lançamento do Windows 1.0, em 1985; seu pai lançou livro

SEM FÓRMULAS

No seu livro, William H. Gates II, que passou a se chamar Bill Gates Sênior (ou Gates Sr.), para se diferenciar do Bill Gates mais mundialmente conhecido, não ensina como criar filhos para serem multimilionários nem como encaminhar a criança para o mundo da tecnologia nem muito menos apresenta o passo a passo do pai de sucesso em dez simples lições.

Ao contrário, demonstrando capacidade de humor, de rir de si mesmo, lembra que, logo que Bill, o filho, estourou com a Microsoft, ele passou a ser procurado por todos, desde repórteres da revista "Fortune" até o padeiro da esquina, que queriam saber qual o segredo para criar um filho como o cofundador da Microsoft.

"O segredo? Pois é, deve ser mesmo um segredo, pois nem eu mesmo sei qual é", pensava ele consigo mesmo, conforme revela no livro.

O que não o impede de buscar alguma explicação para a formação de seus rebentos. Fala dos jantares em família, quando ele e a mulher conversavam com os filhos sobre o trabalho e sobre a participação na vida da comunidade, além de outras tradições familiares.

E resume: "Acredito firmemente que as crianças aprendem mais pelo exemplo, pelo que veem seus pais fazendo, do que pelo que ouvem deles".

Desperte para a Vida - Reflexões sobre a Bênção de Existir
Bill Gates Sr. com Mary Ann Mackin
EDITORA BestSeller
TRADUÇÃO Gabriel Zide Neto
QUANTO R$ 24,90 (208 págs.)
AVALIAÇÃO bom

10 coisas que você deve saber antes de comprar sua TV de alta definição

Veja como enxergar além dos truques das lojas, economizar e ainda assim encontrar o aparelho ideal para sua casa.

Televisores de alta definição tem percorrido um longo caminho nos últimos dois anos. Em 2008 uma HDTV com resolução 1080p ainda era um item de extremo luxo; hoje em dia, praticamente faz parte dos modelos básicos (necessários para exibição de um disco Blu-Ray). Os modelos com iluminação LED estavam começando a aparecer e os preços eram astronômicos. Atualmente, esses modelos estão um pouco mais acessíveis, e os preços despencaram em comparação à época.

Os recursos das TVs modernas são muito diversificados. Alguns modelos tem conexão com a web, e vêm com um software embutido que permite fácil acesso a sites populares na Internet como Netflix, Twitter e Youtube. O suporte para exibição de fotos, músicas e vídeo cresceu muito, mas varia de acordo com o fabricante e os modelos. Isso é algo que pode ser facilmente verificado online, juntamente com as informações sobre as opções de conectividade (por exemplo HDMI, video componente e outras entradas incluídas, e como elas combinam no formato e no número de recursos de mídia que têm).

Essas e outras mudanças nos aparelhos de alta definição definitivamente afetaram o que é visto nas lojas quando o consumidor procura uma HDTV. Muito do que foi aconselhado no passado ainda se aplica, mas há alguns pontos novos para prestar atenção na hora de fazer a compra.

1. Esqueça as noções antigas sobre as TVs de tela fina

Antes era mais fácil perceber a diferença entre uma televisão de plasma e um modelo LCD. As plasmas eram maiores e com uma "imagem de cinema", resultado da capacidade de alcançar tons de preto muito mais escuros e lidar com movimentos muito rápidos. Em comparação as telas LCD eram menores e muito mais brilhantes. Mas essas distinções estão desaparecendo em aparelhos de 40 a 50 polegadas, especialmente com a chegada de LCDs que usam iluminação traseira "full-array" com escurecimento local (em contraste à iluminação LED mais barata, mas menos atrativa).

O escurecimento local – a habilidade de escurecer LEDs individuais ou grupos de LEDs em determinada parte da tela para produzir tons mais escuros – permite que o aparelho exiba tons de preto mais intensos, e esse tipo de característica tem aparecido na categoria de aparelhos de 46 a 50 polegadas, antes dominada pela plasma. Logo, não julgue uma TV apenas pela espessura.

2. Leve em conta o consumo de energia

Essa distinção entre plasma e LCD se tornou ainda mais significante nos últimos anos. Aparelhos LCD sempre consumiram menos energia do que as plasmas, mas os modelos LCD com iluminação LED são ainda mais econômicos e são mais eficientes do que as tradicionais LED com iluminação CCFL (lâmpadas fluorescentes). Se o consumidor assiste muita televisão, é mais recomendável, pagar um pouco mais por uma televisão LED, a economia virá na conta de luz. No geral, vale o conselho: pesquise o consumo de energia de qualquer eletrodoméstico, inclusive TVs, antes de comprar.

3. Leve seu próprio material de teste

Muitos dos problemas que aparecem no uso cotidiano não vão estar aparentes nos vídeos contínuos ou na programação ao vivo que é demonstrada na loja. Como já foi dito, o teste ideal é usar um filme em Blu-Ray em um aparelho conectado à televisão a patir de um cabo HDMI.

Se a TV for usada para exibir conteúdos de outras fontes, leve qualquer dispositivo que possa ser conectado na televisão, desde drives USB (leitores de cartão SD estão se tornando cada vez mais raros) até filmadoras, netbooks ou mesmo telefones celulares. Converse com o vendedor da loja para permitir que esses dispositivos sejam plugados – e use conteúdos que exijam muito do aparelho, como alguns exemplos a seguir.

4. Procure por artefatos nas imagens

Fique de olho em imagens que tremem levemente quando na verdade deveriam estar perfeitamente estáticas. As linhas retas em prédios ou paredes de tijolos parecem "dançar"?

Verifique também se há um efeito moiré em certos tecidos ou superfícies com texturas, como uma parede de tijolos. Ambos são problemas (artefatos) indesejáveis, que prejudicam a qualidade de imagem.

5. Examine as imagens com movimento

Nesse caso, deve-se procurar por problemas similares decorrentes da forma como a TV trata imagens em movimento. Você vê sombras fixas quando a câmera se move de um lado para o outro (o que pode acontecer em alguns televisores LED com iluminação nas bordas)? Os detalhes aparecem borrados? Nos testes em laboratório com as HDTVs, a performance em movimento se tornou um grande diferencial entre os dispositivos.

Novamente, esse já foi um ponto forte das TVs de plasma, mas agora temos LCDs com taxas de atualização cada vez maiores (240Hz e até 480Hz, contra os modelos com 60Hz ou 120Hz de alguns anos), além de algumas tecnologias proprietárias para lidar com o movimento. Contudo, não aceite simplesmente os números ou o apelo do mercado. Faça seus próprios testes.

6. Coloque o aparelho no modo de uso “doméstico”

Quase todos os modelos de HDTV atuais possuem assistentes de instalação que permitem configurar o aparelho para uso doméstico ou demonstração em lojas, e é quase certeza que a TV que você está vendo na vitrine está neste último modo.

O modo de demonstração para lojas coloca o brilho muito alto, já que os consumidores são atraídos por imagens brilhantes. Mas em uma sala de estar escura a mesma imagem pode parecer clara demais. Peça ao funcionário da loja para ver o aparelho funcionando no modo de uso doméstico (geralmente é possível alterar a configuração no menu da televisão).

7. Inspecione as configurações pré-definidas

A maioria das HDTvs possuem modos pré-definidos de imagem que ajustam os controles mais importantes (brilho, contraste, tons e outros) para otimizar a exibição de jogos, esportes, filmes e daí em diante. Confira essas configurações; grande parte dos menus permite que o usuário veja como as mudanças afetam o que está sendo exibido. Certifique-se que o aparelho permita que sejam criadas configurações customizadas caso não concorde com o gosto do fabricante.

8. Observe o tom de pele que está sendo exibido

As cores que estão sendo mostradas na TV estão boas? Um bom jeito de verificar isso é assistir a clipes com pessoas e usar os controles de imagem da televisão para fazer com que o tom de pele pareça mais natural e agradável – e então ver se o resto da imagem também está bem representado.

Se a cena tem muitas cores brilhantes, certifique-se que as pessoas não pareçam estar queimadas de sol– um problema comum quando algumas cores são muito saturadas.

9. Não use desenhos animados nos testes

Há uma razão pela qual muitos vendedores preferem exibir filmes de animação nos aparelhos – e não é por simpatizarem com eles. Os atuais filmes gerados em computador ficam ótimos em quase todas as telas modernas. É muito melhor escolher filmes de ação ou programas de televisão, que geralmente não são desenvolvidos visando a perfeição. O mesmo acontece em cenas de games: a não ser que o usuário tenha planos para jogar muitos games na TV, não é preciso prestar atenção aos vídeos de demonstração dos jogos.

10. Veja e ouça

Infelizmente, a maioria das grandes lojas exibe dezenas de televisores de alta definição nos departamentos, então não é possível ouvir o som de um aparelho específico. Se o objetivo é acoplar um sistema de home theater ou alto-falantes externos à TV, isso não é um problema.

Mas caso você esteja planejando usar o sistema de som do próprio aparelho, veja uma maneira de testá-lo com um filme em Blu-ray que mostre suas capacidades de som surround. Felizmente, os sistemas integrados tem melhorado muito nos modelos mais recentes, com alto-falantes mais robustos e uma capacidade de simulação surround cada vez melhor. Mas, novamente, não julgue o aparelho somente pela quantidade ou tamanho dos alto-falantes – ouça você mesmo.

Bill Gates foi educado para "seguir as regras, mas com liberdade", diz pai

Reuniões de família na hora do jantar e férias em conjunto, compartilhadas com outras famílias, fizeram parte do estilo Gates de educar os filhos, diz William H. Gates, hoje mais conhecido como Bill Gates Sênior, pai do fundador da Microsoft.

Nesta entrevista exclusiva, realizada por e-mail, ele revela que a família ficou preocupada quando o filho decidiu abandonar os estudos em Harvard para se dedicar a uma aventura na então nascente indústria de software.

Mas aceitou o caminho de William Gates III. Afinal, os ensinamentos da família era no sentido de seguir as regras, em geral, mas com liberdade para desenvolver suas próprias habilidades e interesses pessoais.

Leia a seguir a íntegra da entrevista.

*

Folha - Como surgiu a ideia do livro? O que o senhor espera dele?
William H. Gates - Originalmente, o projeto começou como um livro de memórias para meus filhos e netos, para que eles pudessem saber mais sobre os que vieram antes deles. Eu sempre lamentei não ter algo semelhante sobre meus antepassados. Depois de avançar pouca coisa no projeto, ao longo de alguns anos, pedi ajuda a uma amiga, que sugeriu que o livro poderia ser interessante para um público mais amplo.Tomara que ela esteja certa. Meus filhos sempre apoiaram a ideia. Acho que eles gostam do que construímos em família. E espero, em relação ao público em geral, que esse livro ajude a disseminar debates sobre o que significa ser um cidade global no mundo de hoje, cada vez mais interconectado.

O que o senhor fez para estimular o desenvolvimento de seus filhos?
É difícil saber as razões que levam uma criança a se desenvolver de uma certa forma ou de outra, e eu não tenho nenhum segredo especial ou fórmula para educar um filho. Mas é verdade que nós costumávamos ter jantares em família, e as crianças ouviam sua mãe, Mary, e eu contarmos sobre sobre o que estávamos fazendo no trabalho ou em algum projeto de apoio à comunidade. Eles também cresceram participando de algumas tradições familiares, como passar ferias juntos, com um grupo de outras famílias, em um acampamento de verão que chamávamos Cheerio. Meus filhos dizem que essa experiência ajudou-os a ter um sentido de continuidade e de responsabilidade em suas vidas, além de ser uma oportunidade para entender como outras famílias e pais se comportavam. Por essas e outras razões, eu acredito firmemente que as crianças aprendem mais pelo exemplo, pelo que veem seus pais fazendo do que pelo que ouvem deles.

Que tipo de comportamento o senhor exigia de seus filhos?
Nós orientávamos nossos filhos a seguir as regras, mas também dávamos a eles a liberdade para que desenvolvessem suas habilidades e interesses pessoais.

Que tipo de valor a família Gates pretende disseminar?
Algumas pessoas acreditam que são responsáveis apenas por si mesmas ou por suas família. Eu acredito na responsabilidade pessoal mas também acredito que estamos todos juntos neste planeta e nós todos temos a responsabilidade e a oportunidade de nos apresentarmos para tentar fazer deste mundo um lugar melhor, mais justo. Todas as vidas têm o mesmo valor, e muito do trabalho que faço hoje na fundação de meu filho e minha nora está focado na ideia central que as pessoas em todas as partes do mundo merecem a oportunidade de terem vidas saudáveis e produtivas. Meus familiares compartilham desses valores e divulgam essa crença pelo testemunho de suas próprias vidas.

Quando o senhor percebeu o potencial de seu filho para o mundo da tecnologia? Que conselhos deu a ele?
Desde criança, meu filho sempre teve uma curiosidade insaciável. Quando adolescente, ele passou a dirigir muito dessa curiosidade ao mundo dos computadores e da tecnologia. Ele foi se aprofundando cada vez mais nesses terreno, e logo ficou claro que faria disso sua carreira. Mas eu jamais poderia imaginar que ele chegaria a ter o enorme sucesso financeiro que atingiu com a Microsoft. Eu ainda estou aprendendo a usar meu computador e meu celular --certamente, nesse terreno não tive muitos conselhos a dar a ele.

O senhor ficou preocupado com as decisões de seu filho? Ele abandonou a faculdade...
Sim. A mãe dele e eu ficamos preocupados quando ele disse que pretendia abandonar Harvard para aproveitar uma oportunidade surgida na indústria de software. Mas ele prometeu que voltaria "mais tarde" para conseguir seu diploma. Isso acabou acontecendo em 2007, quando ele recebeu de Harvard o título de doutor honoris causa.

O senhor acredita que seu filho deixou a direção da Microsoft no momento certo, para se dedicar a outras causas?
Com certeza. Por 30 anos, ele se dedicou à Microsoft apaixonadamente. Agora, com a mesma intensidade, ele volta suas energias para o trabalho de sua fundação e seus interesses pessoais.

O que o senhor diz quando seu filho é acusado de práticas comerciais agressivas e desleais?
Eu diria apenas que há muita ambiguidade no mundo legal das chamadas "práticas comerciais desleais". Acompanhei sua defesa frente às autoridades federais e sei que ele sempre procurou seguir as regras concensiosamente.

A família Gates tem uma história ligada à filantropia. Como isso começou?
Como muitas outras famílias americanas, minha mulher e eu apoiamos causas e organizações que consideramos importantes --isso foi algo que nós dois aprendemos de nossos pais. Não somos excepcionais.

E o que o senhor aprendeu com seus filhos?
Como acontece com outros pais, meus filhos são a alegria de minha vida. É impossível dizer o quanto eu aprendi e cresci com eles. Digo apenas que me orgulho de todos eles, assim como os pais em geral se orgulham de seus filhos. Eu gostaria que minha primeira mulher, Mary [NR: morta em 1994], pudesse ver o que eles conquistaram e compartilhar a alegria e satisfação de vê-los hoje como pais.

Top 10: As notícias mais lidas da semana

Não teve tempo para acompanhar o noticiário dos últimos dias? Então veja o que rolou de mais quente.

1. 12 mitos da tecnologia que ainda assombram nossa imaginação- Os PCs de mesa estão mesmo condenados à morte? Usar cartuchos recarregados faz mal à impressora? Cabo HDMI caro é melhor? É hora de saber a verdade.

2. Microsoft: "Nós amamos o código aberto"- Aos poucos, dona do Windows constrói sua imagem de amiga e colaboradora do open source. Por quê?

3. As competências necessárias para trabalhar em TI no ano de 2020 - Meio técnico, meio executivo; em parte tecnólogo com orientação comercial, especialista em segurança e marqueteiro. Você está pronto?

4. TIM lança plano de acesso à internet a R$ 0,50 por dia - Voltado para usuários de celulares pré-pagos, plano "Infinity Web" permite navegação ilimitada na web até a meia-noite.

5. 5 mitos derrubados sobre serviços de localização na Internet - Muito se diz sobre Fousquare, Gowalla, Facebook Places... Mas é preciso separar os fatos da ficção para saber se eles funcionam para você.

6. Google anuncia recurso de chamada de voz para usuários do Gmail- Agora é possível receber e realizar chamadas para qualquer telefone no mundo pela interface do serviço de mail; serviço só funciona nos EUA.

7. Cinco razões que fazem a telefonia do Gmail valer a pena- Serviço estreia com tarifa zero para ligações na América do Norte, e preços para chamadas internacionais que chegam a US$ 0,02 o minuto.

8. Profissional de TI que só lida com tecnologia pode virar coisa do passado - Grandes empresas investem cada vez mais em desenvolvimento de programas sofisticados de rotação no trabalho e percursos flexíveis de carreira.

9. Dou-lhe um, dou-lhe dois, dou-lhe três...centavos - Os leilões de um centavo crescem em ritmo forte no Brasil e ajudam usuários a comprar produtos bem abaixo do valor de mercado.

10. Artigo: Não conte com a Oracle para manter vivo o OpenOffice - Em sua guerra ao open source, empresa processa a Google com seu Android e coloca dúvidas sobre o OpenSolaris; o OpenOffice estaria em perigo?

Opinião: o iTunes precisa com urgência de correções

Poucos dias antes da coletiva de imprensa sobre música da Apple, vale lembrar Steve Jobs que integração com mídias sociais não é a prioridade


Como era de se esperar, não param de surgir rumores a respeito da conferência de imprensa da Apple anunciada para dia 1/9; boatos sobre iPod, iPad, o iTunes e mesmo sobre a ITV. Não há um melhor momento para sentar ao lado de Steve Jobs e "fazê-lo ouvir" algumas recomendações dos usuários.

Enquanto os mais animados esperam pacientemente para contar quantos desses boatos não passavam de pura fantasia, há algumas recomendações que poderiam ser feitas: Apple, não se preocupe tanto a respeito da integração social com a música, da maneira como apontam os relatos do MediaMemo, e disponibilize uma versão do iTunes que não seja abominável.

Não há como se preocupar menos com os recursos sociais que podem surgir. Surgirão links mais fáceis e recomendações pelo Facebook e Twitter, mas continuaremos sem a possibilidade de ouvir uma música antes sem ter que comprá-la primeiro? Há poucas pessoas em que se pode confiar na hora de comprar uma música somente no verbo, e o Twitter e o Facebook, com uma timeline cheia de opiniões sobre bom gosto, é completamente dispensável.

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A lentidão e a desorganização tanto do player quanto da iTunes Store são questões que deveriam ser revistas

Enquanto isso, o atual software do iTunes é lento e inchado. O programa às vezes demora 20 segundos para iniciar, e é apenas devido à grande fortuna que a Apple não está investindo para o usuário baixar outra atualização de software. Quando o update ocorre, o iTunes “invade” a instalação do Safari, mesmo que o usuário desabilite isso durante o processo. As intenções são boas, mas player age como se fosse um malware.

Carregar a iTunes Store leva outros 15 segundos, e durante esse processo o software congela periodicamente. O motivo? Para carregar um monte de músicas e filmes que nem todos estão interessados. Pelo menos a Apple possui a função Genius, que reconhece os gostos musicais de todos, certo? Mas por que a primeira coisa que aparece na iTunes Store é a Kate Perry? A busca ainda permanece como a melhor maneira para realmente encontrar o que se deseja, mas é igualmente demorada e propícia a congelamentos.

A maioria das pessoas espera um bom funcionamento e o mínimo de problemas com os produtos da Apple, mas o iTunes não é apenas uma anomalia, é uma vergonha. Estamos todos contentes com a notícia de que a conferência no dia 1/9 possa trazer revisões em relação à web no iTunes.

O ponto positivo sobre os aplicativos web é que eles não demoram para abrir, raramente travam todo o computador durante a operação e fazem updates automaticamente. O MediaMemo diz que música por streaming não fará parte do novo iTunes, mas em relação a isso, tudo bem. A prioridade máxima da Apple deveria ser consertar a parte "quebrada" de seu software.