domingo, 17 de outubro de 2010

Fullgames traz "Tom Clancy's H.A.W.X." para PC por R$ 17,90

A edição de número 98 da revista Fullgames, já disponível nas bancas, traz encartada a versão completa para PC de "H.A.W.X.", jogo de ação que leva o nome do escritor Tom Clancy. O preço é de R$ 17,90.

Assim como "Ace Combat", "H.A.W.X." é um simulador de combate entre aviões de guerra. Ambientando em 2012, o game parte da premissa de que o mundo ficou cada vez mais dependente de companhias militares privadas. Com a concentração de poderio militar nas mãos de corporações, há o temor de um conflito em escala global.

A principal característica do título é o Enhanced Reality System (E.R.S.), que reúne uma série de recursos fundamentais para garantir a sobrevivência do jogador, tais como radares, detector de mísseis inimigos, sistema anticolisão, controle de danos, mapa tático e controle de trajetória das armas. O E.R.S. também permite enviar ordens aos membros dos esquadrões.

"Tom Clancy's H.A.W.X." foi lançado em 2009.

Em 2011, TVs com 3D chegam a 8% do mercado de TV japonês

O mercado de 3D cresce a passos largos no Japão. Em 2011, a fatia do mercado de TVs com o efeito deve chegar a 8% do mercado total, se­gundo Yuko Sugahara, re­presentante da Toshiba.

"O 3D está bem presente no mercado japonês. Atual­mente, a penetração é de 3% no mercado doméstico, mas, em 2011, deve chegar a 8% (cerca de 1 milhão de unida­des)", explicou Sugahara, que conta que, desde 2009, a Toshiba já estuda o desen­volvimento de uma TV 3D sem o uso dos óculos.

Ainda de acordo com a re­presentante da empresa, no próximo ano o mercado mundial de TVs 3D deve atin­gir 8 milhões de unidades.

Nos corredores da feira, os produtos 3D disputaram es­paço com os "verdes" --o te­ma da Ceatec deste ano foi re­lacionado à produção de aparelhos eletrônicos e um estilo de vida mais sustentá­vel. As TVs, projetores e câ­meras ganharam grande atenção.

Mostraram-se, entre ou­tros, previsões para o futuro da tecnologia 3D.

Entre os planos feitos pela Panasonic, por exemplo, es­tavam um sistema de comu­nicação que usa televisões e câmeras compactas 3D e o uso do sistema na medicina.

Eletrodomésticos se tornam mais inteligentes e sustentáveis

Se depender das iniciativas e ações de marketing das empresas que exibiram seus produtos na superfeira de tecnologia japonesa Ceatec, o futuro do mundo será verde e sustentável. Mas, para que isso seja possível, novos produtos devem ser inseridos na vida do consumidor.

A tendência geral entre os produtos verdes exibidos foi aliar a diminuição do consumo de energia do produto com uma inteligência extra --como os sensores, por exemplo. Novos meios de geração de energia --como uma melhora na tecnologia usada em painéis solares, por exemplo-- também foram destaque.

A Panasonic, por exemplo, mostrou seus projetos para o futuro do carro, da casa e da vida em comunidade no futuro. Em um ar-condicionado demonstrado, sensores controlavam a temperatura de acordo com a quantidade de pessoas presentes no lugar e seus respectivos posicionamentos no ambiente que está sendo controlado.

Uma célula de combustível também exibida pela empresa produzia energia a partir do ar que a rodeava.

Segundo os expositores da Panasonic, a máquina usa os próprios gases presentes no ambiente e gera uma energia equivalente a cerca de 1 kW por hora. O aparelho já está disponível no Japão e sai por cerca de 3 milhões de ienes (cerca de R$ 60 mil).

A empresa expôs o seu sistema Home Energy Management Service, que permite a administração do que ocorre na casa em termos de uso de energia.

Os produtos sustentáveis desenvolvidos pela Panasonic foram reunidos em uma espécie de casa-modelo montada pela empresa em seu centro de tecnologia na cidade de Tóquio.

A Mitsubishi também mostrou novos eletrodomésticos verdes. Entre eles estava um refrigerador inteligente que ajusta seu consumo de energia de acordo com os hábitos do morador da casa. A empresa levou ainda um aparelho de ar-condicionado equipado com sensores para saber mais informações sobre as pessoas presentes no ambiente a ser controlado.

THQ anuncia linha de jogos em parceria com guru indiano

A produtora e distribuidora de jogos THQ anunciou uma linha de jogos no mínimo inusitada, baseada nos ensinamentos espirituais do guru indiano Deepak Chopra.

De acordo com o site Gamespot, a ideia surgiu após um acordo entre a THQ e a produtora de vídeo Curious Pictures, e prevê o lançamento de jogos baseados nas diversas aparições do guru indiano na TV.

Os consoles previstos para receber os jogos de Deepak Chopra são o Xbox 360, PlayStation 3, Wii, DS e dispositivos móveis, mas o acordo também permite o eventual lançamento de títulos para redes de compra digital, como a Xbox Live, PlayStation Network e WiiWare.

A THQ não informa quando os primeiros jogos baseados nos ensinamentos de Chopra chegam ao mercado.

O médico indiano Deepak Chopra já escreveu mais de 55 livros, além de participar de variadas organizações de autoajuda, como a Chopra Foundation e a Chopra Center for Wellbeing. O guru é também colunista do San Francisco Chronicle e do Washington Post, além de contribuir com textos para a internet, em páginas como a da apresentadora Oprah.

Produtora de "FarmVille" abre escritório em Seattle

Continuando com a sua expansão, a desenvolvedora de jogos sociais Zynga, mais conhecida pelo jogo "FarmVille", está abrindo um novo escritório em Seattle, Estados Unidos, e vai contratar uma equipe de profissionais para a nova base, conforme revelou a recém-publicada lista de empregos no site da empresa.

"Estamos contratando em todos os níveis, desde engenheiros a arquitetos" registrou a empresa em sua placa de anúncios de emprego online para a Zynga Seattle.

A área também abriga uma série de outros grandes desenvolvedores e distribuidoras de videogame, como a Nintendo of America, Bungie, Sony Online Entertainment, PopCap, Valve Software e vários outros.

A Zynga já tem mais de 1.200 funcionários espalhados por pelo menos 13 estúdios ao redor do mundo. Ela também fez recentemente planos para mudar a sua sede em São Francisco para um grande edifício que já serviu de sede para a Sega of America.

Nos últimos meses a empresa adquiriu outros seis estúdios: XPD Media em Pequim, Unoh em Tóquio, Challenge Games em Austin, Conduit Labs em Boston, Dextrose em Frankfurt e mais recentemente Bonfire Studios em Dallas.

"FarmVille", o jogo mais popular do Facebook, possui mais de 60 milhões de usuários ativos por mês e segundo a empresa, mais de 215 milhões de usuários por mês jogando os seus títulos.

Atualização de "Cave Story" permite usar GameCube

A distribuidora Nicalis anunciou que uma versão corrigida de "Cave Story", para Wii, está disponível para download na WiiWare, a rede de distribuição de jogos para o console da Nintendo.

A versão em questão traz alterações nas músicas e diminuição no efeito de digitação de texto. Os modos adicionais, que antes estavam acessíveis desde o começo do jogo, agora são desbloqueáveis, e o game também ganhou suporte ao controle de GameCube.

Cautela é benvinda

Em "Cave Story" o jogador controla Quote, que acorda em um mundo estranho equipado apenas com uma arma. Aos poucos, você vai descobrindo as verdades por trás deste universo habitado por criaturas hostis e um povo que passa a confiar no protagonista, enviando-o para missões importantes.

Tal como "Super Metroid", Quote ganha novas armas e habilidades ao longo da aventura, permitindo que ele acesse novas áreas, ganhe resistência e enfrente inimigos mais poderosos. Ao coletar os itens derrubados pelos oponentes derrotados, você preenche um medidor que, quando cheio, aumenta um nível de eficiência da arma equipada, sendo possível chegar até o nível três. Ao ser atingido por um oponente, porém, ela diminui um nível.

Desta forma, "Cave Story" incentiva o jogador a ser cauteloso, principalmente nos momentos em que a tela se enche de oponentes ou com um chefe gigantesco. Há uma grande variedade de armas e habilidades especiais que permitem que Quote dê longos saltos, flutue ou seja lançado a longas distâncias, propiciando um jogo repleto de exploração e momentos de ação intensa.

Android é destaque em tablets na Ceatec

Computadores do tipo prancheta sensível ao toque, os tablets estão mesmo entrando para a lista de compras dos usuários. Para fazer frente a lançamentos como o iPad, os fabricantes se apressaram para exibir suas apostas para o mercado.

A Toshiba, por exemplo, mostrou dois tablets. O pequeno Libretto W100 é composto por duas telas acopladas (no formato de um livro) e funciona com Windows 7. Com ele, é possível abrir um programa em cada tela ou dispor cada página de um livro em uma tela.

A empresa também exibiu um tablet usando o Android, sistema de aparelhos móveis do Google, que ganhou destaque como opção para ser usado em tablets.

O espaço ao redor do Toshiba com Android era disputadíssimo e o aparelho, com tela de 10,1 polegadas, parecia corresponder às expectativas. Com boa sensibilidade na tela, era possível navegar na internet por meio do Opera Mobile e o teclado para digitação era razoável para escrever pequenos textos.


Shizuo Kambayashi/AP
Modelos mostram dois modelos da linha de e-readers da Sharp, Galapagos, durante a Ceatec
Modelos mostram dois modelos da linha de e-readers da Sharp, Galapagos, durante a Ceatec

O Android também estava presente em uma demonstração do Galaxy Tab, da Samsung --apesar de a empresa coreana não estar oficialmente presente no evento. O Galaxy fez sucesso entre os japoneses que visitaram a feira e pareceu fazer bom uso do sistema do Google. Com quatro botões principais e cinco telas, trazia boa sensibilidade da tela.

A Sharp mostrou sua linha Galapagos, que inclui dois modelos de e-books que também fazem funções como navegação pela internet. A versão maior tem tela de 10,8 polegadas e decepciona. A sensibilidade da tela é inferior a de produtos da concorrência e o botão central de controle é fino demais, dificultando o clique. O teste foi feito com um protótipo.


Shizuo Kambayashi/AP
Modelo mostra o smartphone Galaxy S (à esquerda) e o tablet Galaxy Tab, ambos fabricados pela Samsung
Modelo mostra o smartphone Galaxy S (à esquerda) e o tablet Galaxy Tab, ambos fabricados pela Samsung

A situação muda na versão de 5,5 polegadas do e-reader, a ser lançada em dezembro no Japão. Segundo a Sharp, o propósito inicial do Galapagos é funcionar principalmente como e-book. Em breve, a empresa pretende fazer acordos para fornecer conteúdo multimídia aos seus usuários.

Saiba como funcionam os descontos oferecidos

Restaurantes, teatros, bares, salões de beleza, bilhetes de cinema e spas.

Os sites de compras coletivas oferecem descontos em praticamente qualquer produto ou serviço que as empresas quiserem divulgar.

Os preços variam de 50% a 90% do valor original.

Fátima Cavalcante, 45, bibliotecária e funcionária da Vale, diz ser atraída pela praticidade. "Faço cerca de duas compras por mês. É muito fácil comprar. Ainda tem a "emoção" da compra também, né? Vários descontos são irresistíveis", diz.

A lógica é uma simples regra de ouro, usada desde os tempos pré-internet: quanto mais pessoas participarem da compra, mais chances de se alcançar o menor preço possível do produto.

Alguns sites, como o Clube do Desconto, só ativam a promoção depois que um determinado número de pessoas tenha se comprometido a comprar a oferta. Se o número não for alcançado, o site cancela a oferta.

Outros, a exemplo do Peixe Urbano, disponibilizam a oferta por um período limitado de horas. E o cliente que chamar um amigo para comprar ganha créditos em sua conta no site.

Muitas empresas consideram a exposição nesses sites como uma ação de marketing e publicidade. Por isso, arcam com preços baixos apostando na fidelização de uma porcentagem da clientela, que desconhecia o estabelecimento até então.

Ganham os clientes, que podem aproveitar os preços reduzidos, e o site de compra coletiva responsável pelo anúncio, que ganha uma porcentagem das transações realizadas.

Não há segredo: basta um cadastro simples e você já está pronto para comprar.

A maioria dos sites do tipo têm botões de integração instantânea com as principais redes sociais, para facilitar a partilha das ofertas com amigos e conhecidos.

Compras coletivas crescem na internet

Os sites de compra coletiva, onde pessoas se reúnem para conseguir descontos em produtos e serviços, aproveitam-se das conexões das redes sociais para se transformarem em um fenômeno de crescimento em 2010.

No mês de agosto, 3,6 milhões de pessoas, de casa ou trabalho, entraram em pelo menos um site de compras coletivas, segundo o Ibope.


Editoria de Arte / Folhapress

O número representa 8,7% do número total de internautas brasileiros no mês (41 milhões e 600 mil). Em março eram apenas 123 mil pessoas, ou 0,3% dos internautas, que acessavam esse tipo de site.

"Twitter, Facebook, Orkut e outros sites semelhantes funcionam como um veículo bastante eficaz para a propagação das ofertas", diz Claudio Torres, especialista em marketing digital.

"As conexões das redes sociais já estão feitas, então o conteúdo se replica muito rapidamente. A fluidez dessas redes alavanca o acesso dos sites de compras coletivas", completa.

A evolução dos buscadores de preços e a diversificação do comércio eletrônico brasileiro são outros motivos que potencializam o crescimento dos sites.

DESAFIO

"O setor de compras on-line cresce muito rápido, mas tem que enfrentar uma barreira: o medo que brasileiro tem de usar o cartão de crédito na web", lembra Torres.

"Sobre o mercado, acho que vai ter uma briga muito grande entre os diversos sites de compras coletivas e talvez um ou dois se estabilize como marcas mais conhecidas", diz o especialista.

Opções Reais aplicada a um pequeno negócio

Há muitas opções ao longo do caminho. Cabe ao empreendedor investir em análise e contar com a ajuda de uma assessoria externa pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso.


Por menor que seja um empreendimento, é fundamental que se analise o máximo possível de opções – tanto para aproveitar ventos favoráveis como se proteger de tempestades ao longo do caminho.

Deve-se lembrar sempre que as opções não apenas pintam – a gente as cria também!

Em nosso último ensaio, mostramos a aplicação da Teoria das Opções Reais à vida pessoal. Agora, vamos voltar aos negócios – back to business!

Um estudo de caso

Vamos supor um ex-assalariado que acaba de sair do emprego, depois de muitos anos de serviço. Ele embolsa uma gorda verba indenizatória. Tem uma ideia: iniciar um empreendimento, um negócio próprio. Quer ter um pouco (terá muita!) de adrenalina em sua vida!

Ele faz uma auto-análise, revê suas habilidades e competências e pensa em alguns possíveis negócios que lhe atraiam.

Sai à procura de uma das agências do Sebrae, se informa sobre o que está rolando em termos de negócios, questões tributárias, trabalhistas e assim por diante.

Voltando para casa, de posse de todas essas informações, medita e pensa na ideia de montar uma padaria. Começa a se informar sobre como é o funcionamento de uma padaria – do ponto de vista do empresário, já que do ponto de vista de cliente ele já sabe!

Nesse momento, nosso herói está como mostrado na figura seguinte.

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Conversa aqui, conversa dali, procura, com a patroa (sua mulher), um local que seja perto de sua casa, que não tenha padaria e tenha um mercado potencial em volta.

Por meio de amigos, consegue marcar uma entrevista com um empresário do ramo, de sucesso (claro!) e que já está no metier há muito tempo. Para essa entrevista, nosso candidato a empresário leva uma série de anotações previamente feitas – assim, a entrevista será mais produtiva e demandará menos tempo do entrevistado (afinal, ele tem um negócio a cuidar! Risos).

Assim como Deus não fez o mundo em um dia nem de uma vez só, nosso candidato a empresário sabe que seu empreendimento não funcionará assim, de uma hora para outra – ele sabe que terá de ir, como se diz por aí, por partes!

E como sonhar não custa nada, ele pode até sonhar com uma rede de padarias.

Mas, até chegar lá, muitos passos e decisões terão de ser dados – haverá muitas opções no caminho: tanto opções que ele mesmo poderá antever, como outras aparecerão com o desenrolar dos acontecimentos na conjuntura econômica, no setor e até mesmo no seu plano pessoal.

Na figura abaixo, já podemos ver várias opções iniciais em seu negócio, desde uma estrutura a mais enxuta possível (produção terceirizada dos pães, poucos estandes de produtos) até a configuração mais completa da padaria (produção própria de pães, salgadinhos, doces, balcão para lanches rápidos e até uma televisão de cachorro – assadeira de frangos).

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No caso da produção terceirizada dos pães (compra de pães fresquinhos de outra padaria), podemos ter uma situação de ganha-ganha: nosso empresário não precisa investir no forno de início, no pessoal para produção nem capital de giro para os insumos. E o fornecedor (outra padaria) aumenta seu faturamento pela venda adicional de pães. (Aqui é importante perceber que esse fornecedor não pode estar situado muito longe, de forma que inviabilize a entrega, nem tão perto a ponto de ser concorrente de nosso empresário.)

Claro que – após um certo período – dando certo as coisas, nosso empresário avaliará a opção de fazer o investimento no forno, para produção própria. Mas aí o fará com mais segurança, já que terá adquirido experiência na gestão de seu empreendimento.

Depois de “n” anos, ao alcançar o sucesso (figura a seguir), nosso empresário pode voar mais alto, expandindo o negócio (por exemplo, iniciando uma rede de padarias) ou até mesmo vender o empreendimento, embolsando uma gorda verba (de novo! Risos) – podendo, inclusive, partir para um outro negócio.

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Note que, em cada ponto de decisão, nosso empresário terá de fazer uma estimativa da rentabilidade (envolvendo valor presente líquido, por exemplo). Esses cálculos nunca serão exatos, pois envolvem estimativas futuras – mas são fundamentais para o processo de decisão.

O papel fundamental da assessoria

O Sebrae é fantástico no apoio ao empreendedor, na fase inicial em que o empreendedor está meio “perdido”.

Mas, à medida que o empresário vai definindo melhor suas intenções (especialmente no momento crítico de decisões envolvendo investimentos) é importante a contratação de assessoria de gente que possa contribuir para decisões melhores.

Essa assessoria funciona como uma “segunda cabeça pensante”, proporcionado uma visão menos “apaixonada” do negócio – quem tem o espírito empreendedor tem um pouco de “jeitão sonhador”.

Isso é ótimo (jeitão sonhador), mas é importante ter um contrapeso, alguém com os pés no chão – principalmente no momento crítico de decisões envolvendo investimentos: há investimentos que são irreversíveis (sunk investiments).

Mas, por favor, pense nesse consultor/assessor – dedicado e focado – como a oportunidade de aumentar as chances de seu negócio dar certo: assim, pense como um investimento e, claro, aloque uma quantia para sua – do assessor – remuneração!

O empresário (e as pessoas, em geral) reluta em investir em ativos intangíveis (assessoria, software, treinamento), mas não reluta em investir em ativos tangíveis (mobília, computadores).

É aquela velha estória do empresário que tinha uma máquina cara com defeito: contratou um assessor que, após estudar o problema, trocou um único parafuso e mandou a conta de 1.000 reais.

O empresário, espantado com o preço do serviço versus sua aparente simplicidade, pediu – e obteve – uma nota fiscal descritiva do serviço: parafuso: 1 real; descobrir onde e qual parafuso com defeito: 999 reais!

O que não é razoável é o empresário querer a ajuda de um profissional de graça, sem pagar: afinal, o profissional vai dedicar tempo e esforço em prol do negócio do empresário.

Esse tipo de assessoria pode envolver vários aspectos: funcionar como uma espécie de brainstorm, fazer a análise econômica do projeto (inclusive com uma análise de sensibilidade – situações what to do if..), fazer uma análise do mercado e assim por diante.

Conclusão

Um negócio próprio é a oportunidade do ser humano alcançar um nível de realização pessoal muito grande. Exige uma dedicação integral, 24 horas por dia. E, como envolve um investimento grande, é importante que todo o processo de tomada de decisão seja muito bem pensado.

Há muitas opções ao longo do caminho – na realidade, elas são infinitas. Cabe ao empreendedor investir muito tempo de análise e, nesse processo, a ajuda de uma assessoria externa pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso de seu sonho!

Finalizando, um ditado e uma sugestão de leitura:

O ditado: “Nunca desista de seu sonho, se não consegue em uma padaria, procure em outra!”.

A leitura: O seu melhor trabalho é o que ainda vai ser feito, por
Eduardo Zugaib.

Até a próxima!

PS: Um ótimo texto sobre a Teoria das Opções Reais é “Opções Reais – Um novo paradigma para reinventar a avaliação de investimentos”, de Tom Copeland e Wladimir Antikarov, Ed. Campus, RJ, 2001.

Jogadores podem usar Kinect sentados, afirma produtora de "Fuzion Frenzy"

De acordo com o site 1UP, desenvolvedores do estúdio Blitz Games, empresa que desenvolveu jogos como "Fuzion Frenzy" e "Karaoke Revolution", afirmam que o Kinect, acessório com sensor de movimentos do Xbox 360, teve uma atualização de programa pra resolver os problemas de detecção de movimentos dos jogadores sentados.

Segundo o diretor técnico da Blitz Games, Andrew Oliver, a atualização acabou com o problema que impedia que jogadores sentados participassem da jogatina. "Há alguns meses, eles mudaram diversas ferramentas de detecção de lugar e vários desenvolvedores pensaram 'Oh meu Deus! Está tudo quebrado!', mas esta nova causou uma impressão melhor 'Oh, atualmente é mais prático!'".

Oliver explicou que o Kinect agora detecta o limite do pescoço como o primeiro ponto de detecção do jogador. Antes da atualização da Microsoft, o dispositivo foi configurado para pegar a parte superior do tronco como o ponto base de detecção. "Isto significa que o seu corpo se confundia com o sofá, as pernas estavam 'escondidas', não importando se seus braços e mãos continuassem funcionando", explica.

O sensor de movimentos do Kinect que chegou aos desenvolvedores apresentou numerosos problemas para reconhecer movimentos de jogadores sentados. A Microsoft, por outro lado, assegura que os consumidores podem ficar tranquilos, já que diversas produtoras já criaram experiências tendo em mente os jogadores sentados.

Xbox 360 em movimento

O Kinect é um acessório para o Xbox 360 que permite aos jogadores interagirem com o videogame sem a necessidade do controle. O sistema funciona com uma câmera de aproximadamente 23 cm de comprimento horizontal, que permite o alcance de até 2,7 metros de altura e 4 metros de profundidade. O reconhecimento de objetos e o destaque das pessoas serão ajustáveis através de um software.

Com preço confirmado de US$ 149,99, o Kinect chega aos Estados unidos em 4 de novembro, e na Europa no dia 10 do mesmo mês.

Confira algumas opções de preços do iPhone 4 no Brasil

Quanto custa um iPhone 4 no Brasil? Há dezenas de respostas, uma vez que estão em jogo impostos brasileiros, diferenças entre planos das operadoras e métodos diferentes de cobrança.

Para você ter uma referência de quanto custa o iPhone por um ano, comprado no Brasil, cheque a tabela de preços abaixo.

Foram escolhidos os planos mais baratos e mais caros da Claro, Oi, Vivo e TIM. Apenas ofertas pós-pagas foram selecionadas, uma vez que faz pouco sentido adquirir um smartphone pré-pago. Os planos de dados que integram os valores são os maiores de cada empresa.


Editoria de Arte / Folhapress

É preciso prestar atenção às diferentes estratégias operadoras, a fim de escolher a que se adapta ao seu perfil.

A Claro, por exemplo, tem maior variedade de planos -sendo a operadora com os planos de valor mais alto e mais baixo- e a Oi não exige fidelidade, embora você tenha que permanecer na companhia para desfrutar de eventuais descontos oferecidos no aparelho.

Importante frisar que os dados são para simples consulta, uma vez que uma negociação com sua atual operadora ou uma oferta da companhia concorrente pode baixar os preços.

Diferentes escolhas de plano de dados e/ou planos de voz modificam os valores, para mais ou para menos.

Atalhos vão ajudar novatos em "Super Street Fighter IV" para 3DS

O jogo de luta para 3DS "Super Street Fighter IV 3D Edition", vai dar uma ajuda para os novatos nos jogos de luta. Segundo Yoshinori Ono, produtor do jogo, quatro quadros exibidos na tela de toque do portátil vão realizar golpes especiais.

Além dos golpes especiais como Hadouken e Shoryuken, o jogador pode configurar os quadros para acessarem movimentos específicos, desde um Focus Attack até os poderosos Super e Ultra Combos.

Ono, disse ao site Kotaku que esta funcionalidade visa facilitar a experiência de jogo para quem não conhece o gênero. "Nós estamos trabalhando para oferecer a interface na tela de toque, pois o jogador pode não conhecer a mecânica tradicional", comentou.

Exclusivo para o 3DS, futuro portátil da Nintendo, "Super Street Fighter IV 3D Edition" prevê levar os lutadores da versão mais atual da série de luta da Capcom para a tela em três dimensões do console. Ainda não é certo quantos lutadores estarão presentes no menu de seleção de personagens, mas a intenção de Yoshinori Ono é poder levar até o portátil todos os 35 personagens disponíveis no original.

O jogo ainda não tem data confirmada para lançamento, mas estima-se que chegue entre março e junho de 2011, juntamente com a primeira leva de títulos programados para a estreia do portátil.

Sistema da Toshiba não exige óculos

Era uma questão de tempo para que o efeito 3D começasse a dispensar o uso dos desconfortáveis óculos. Ao que parece, a Toshiba conseguiu o feito --e acabou se tornando um dos destaques da Cea­tec: a fila para ver a rápida demonstração durava mais que 30 minutos.

Foram exibidos dois modelos de TVs 3D sem óculos, um deles de 12 polega­das e outro de 20 --eles es­tarão à venda no Japão em dezembro. A tela de 12 po­legadas, por exemplo, de­ve sair por algo em torno de 120 mil ienes (cerca de R$ 2.436).

A empresa também mostrou um protótipo de 56 polegadas, ainda sem data de lançamento.

A demonstração foi feita em um ambiente total­mente controlado, mas o efeito final foi bastante bom. As imagens eram exi­bidas em camadas que pa­reciam se soltar da tela. A empresa parece ter conse­guido --a próxima etapa é chegar à produção em sé­rie de telas maiores.

Segundo a Toshiba, o efeito é obtido pela junção de um sistema de imagens e uma camada perpendi­cular lenticular --compos­ta por lentes que transmi­tem as imagens em um plano horizontal.

Esses dois fatores são combinados com a tecno­logia de processamento de imagens da Toshiba e for­mam-se nove imagens pa­ralelas a partir do conteú­do original. Ainda segun­do a empresa, o painel de LCD com backlight LED exibe quatro vezes o nú­mero de pixels de um pai­nel padrão de Full HD.