quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Logitech revela primeiro decodificador para Google TV

A Logitech International exibiu na quarta-feira um decodificador de 300 dólares para o serviço Google TV, a ser lançado em breve, o que permite um primeiro vislumbre quanto à forma que terá o produto de TV que a gigante de buscas lançará na temporada de festas.

O Revue, que custará 299,99 dólares, está sendo alardeado como forma de assistir tanto a programas de TV quanto conteúdo de Web -o Google já fechou acordo com empresas como a HBO, da Time Warner, e a News Corp.- em um televisor que a Sony, do Japão, produzirá e venderá;

Mas Collin Gillis, analista da BGC Partners, disse que os consumidores podem hesitar diante do preço.

"Isso foi uma mudança," disse Gillis. "O preço de referência para um aparelho desse tipo, como determinou a Apple, seria de cerca de 99 dólares. Ou seja, é caro e ainda mais um aparelho a conectar."

A Apple no mês passado lançou um aparelho que permite acesso à Web via televisor, o Apple TV, que deve combater o Google TV e as empresas de TV a cabo pelo controle da sala de estar digital.

Gillis prevê que as vendas do Logitech Revue fiquem em larga medida confinadas aos consumidores "da tecnologia mais avançada."

Na quarta-feira a Logitech também revelou outros periféricos para o Google TV, como um controlador via teclado e um aparelho para videotelefonia.

O Google assinou acordos de parceria com diversas empresas de mídia e Internet, entre as quais a NBC Universal para programas da CNBC, e com a Amazon.com para filmes e programas de TV vendidos a pedido.

Os aparelhos que funcionarão com o Google TV estão sendo lançados este mês.

O rei das buscas Google está tentando capturar o mercado de publicidade televisiva, que movimenta 70 bilhões de dólares anuais, mas as empresas de tecnologia mais criativas e mais bem dotadas de recurso, por exemplo Microsoft e Apple, fracassaram em seus esforços nesse campo.

O Google TV representa um novo modo de distribuir o acervo de que a empresa dispõe no site de vídeo social YouTube. Mas o Google enfrenta resistência das empresas de mídia, preocupadas com a possibilidade de que televisores com acesso à Web prejudiquem seus negócios tradicionais com numerosas operadoras de TV a cabo.

TI ganha novo Centro de Inovação Empresarial em Minas

O Centro de Inovação Empresarial, novo programa da FUMSOFT, será lançado nesta sexta-feira, 08/10, dentro da programação da 26ª Inforuso, exposição que integra a Inovatec 2010. O projeto é uma realização da FUMSOFT em parceria com a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Sectes-MG) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig).

Visando o avanço tecnológico do setor de TI de Minas Gerais, a instituição passará a executar projetos de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), buscando recursos em órgãos de fomento, realizando contatos comerciais e construindo alianças estratégicas com universidades, centros de pesquisa e empresas. A atividade deste novo programa da FUMSOFT possibilitará a inserção de novos processos, produtos e serviços de TI com valor agregado no mercado nacional e internacional.

Outra vertente de atuação do Centro de Inovação Empresarial é a capacitação e a assessoria às empresas no que diz respeito à gestão estratégica da inovação. Para auxiliar na elaboração de propostas para captação de recursos junto a órgãos de fomento, o programa oferece consultorias voltadas à implementação de modelos de gestão, indicação de investimentos, construção de parcerias e mensuração de resultados.

A instituição realiza também eventos de mobilização e preparação das empresas com foco em políticas públicas, programas de apoio ao desenvolvimento científico e tecnológico, propriedade intelectual e transferência de tecnologia. Através do programa, a FUMSOFT busca contribuir para que as empresas trabalhem de forma mais eficiente e ampliem sua competitividade por meio da inovação.

Metade da bancada de tecnologia da Câmara não se reelege

O resultado das urnas aponta uma boa renovação entre os parlamentares ligados à tecnologia e informação, levando-se consideração os membros que na atual legislatura pertencem à Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI).

Dos 40 membros da comissão, 21 se reelegeram deputados e três foram eleitos senadores – Eunício Oliveira (PMDB/CE), Walter Pinheiro (PT/BA) e Rodrigo Rollemberg (PSB/DF).

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Ex-ministro das Comunicações do governo Lula, entre 2004 e 2005, Eunício é o presidente da CCTCI, cargo que Pinheiro já ocupou – o parlamentar baiano também participou das discussões sobre o Fundo da Universalização das Telecomunicações (Fust). Rollemberg, por sua vez, foi Secretaria de Ciência e Tecnologia para a Inclusão Social, órgão ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia.

Perfil do mandato
Entre os parlamentares reeleitos mais ativos na área estão Julio Semeguini (PSDB/SP), Jorge Bittar (PT/RJ), Paulo Teixeira (PT/SP), Miro Teixeira (PDT/RJ) e Luiza Erundina (PB/SP).

Além de ser relator de projeto contra crimes na web, Semeguini participou de debates sobre lan houses e Plano Nacional de Banda Larga (PNBL).

Paulo Teixeira também participou das discussões sobre as lan houses e da Lei Azeredo .

Miro Teixeira, Bittar e Erundina são parlamentares mais próximos de temas ligados à comunicação, como radiofusão e telecomunicações.

Barrados no baile

Pelos menos dois nomes ilustres no noticiário ficarão de fora do parlamento a partir de 2011: o ex-presidente do Senado Jader Barbalho ( PMDB/PA) e Gustavo Fruet (PSDB/PR) – ambos tentaram vaga no Senado.

O deputado paranaense ficou em terceiro na disputa, com 2.502.805 de votos, um pouco atrás de Roberto Requião (2.691.557), que ficou com a segunda vaga do Paraná.

O caso de Barbalho não teve a ver com as urnas. A candidatura dele foi impugnada em razão da Lei do Ficha Limpa.

Dos novos postulantes, um candidato não eleito chama à atenção: Aleksandar Mandic, que concorreu pelo Democratas de São Paulo. Pioneiro na web brasileira – é criador do primeiro provedor do País -, ele conseguiu 10.981 votos.

Episódios de StarWars viram animação em stop motion

Músico e animador transfomaram a trilogia original em história contada durante 2min35

Um músico chamado Jeremy Messersmith e Eric Power, cineasta e animador, mostraram ao mundo o quanto são fãs da saga Star Wars. Da parceria nasceu um vídeo em stop motion que conta a história dos três primeiros títulos da saga, os episódios IV, V e VI.

Tatooine, música de Messersmith, foi feita em homenagem ao planeta de mesmo nome que aparece na saga.

Cisco lança sistema para videoconferência caseira por US$599

A Cisco Systems lançou um sistema para videoconferências caseiras por 599 dólares, rivalizando com Skype e outros fornecedores de baixo custo, em um esforço da fabricante de equipamentos para redes de expandir sua presença no mercado de serviços ao consumidor.

O preço elevado, e a tarifa mensal de 24,99 dólares, podem tornar difícil para a Cisco conquistar grande adesão dos consumidores, muitos dos quais utilizam serviços gratuitos de videoconferência online.

Segundo analistas, no entanto, a decisão indica que a empresa está determinada a manter crescimento da ordem dos dois dígitos em meio ao amadurecimento de seu segmento tradicional, o de equipamentos para roteamento, expandindo seu público-alvo de clientes empresariais para consumidores comuns.

"Creio que a dificuldade é a tarifa mensal. Um custo permanente de 300 dólares ao ano representa muito dinheiro," disse Ken Dulaney, analista do Gartner. "Mas é um produto de qualidade e creio que despertará a curiosidade de muita gente."

O sistema TelePresence, chamado "umi," inclui uma câmera e console que se conectam a um televisor convencional de alta definição e funcionam via conexão de alta velocidade na Internet. O argumento de venda mais forte é o vídeo de alta definição em tempo real, sem as oscilações e interrupções dos serviços online gratuitos ou de baixo custo. O serviço também oferece número irrestrito de ligações, recursos de videomensagem e armazenagem de vídeos.

O produto estará disponível em novembro e poderá ser encomendado com antecedência no site da Cisco. A Best Buy deve iniciar a comercialização no próximo mês e a Verizon, em 2011, segundo a Cisco.

A Cisco já vende sistemas de videoconferência de alta capacidade para empresas. Os sistemas, instalados de maneira a simular o ambiente de uma sala de conselho, podem custar cerca de 300 mil dólares por unidade.

Beta multiplayer de "Gears of War 3" chega em 2011 com servidores dedicados

A Epic Games divulgou algumas informações sobre a fase teste multijogador de "Gears of War 3", exclusivo do Xbox 360, que teve recentemente o seu lançamento adiado para o quarto trimestre de 2011.

"Nós planejamos hospedar uma versão beta multiplayer pública para 'Gears of War 3' em 2011 com servidores dedicados", diz o comunicado.

Com o tempo extra ganho pelo adiamento do título, a Epic Games terá mais tempo para desenvolvimento e terá mais tempo para avaliar a experiência dos jogadores na fase de testes. Esse será o primeiro beta público de um jogo da série "Gears of War".

Até o momento, não foram divulgadas datas ou outras informações obre o beta.

Ponto final

A série "Gears of War" foi aclamada pela crítica e mostra uma história focada no Esquadrão Delta, um grupo de soldados que recebe a missão de salvar o planeta Sera do exército de criaturas conhecidas como Locust.

Revelado em meado de abril, "Gears of War 3" fecha a trilogia que narra o conflito dos humanos, representados pela trupe de Marcus Fenix, contra os Locusts, criaturas horrendas que vêm do subterrâneo.

Menos de um terço das crianças brasileiras já usou a Internet

Norte e Nordeste são as regiões com menor taxa de penetração da Web entre os menores: 12% e 13% respectivamente.

Menos de 30% das crianças brasileiras (29%), entre 5 e 9 anos, já usaram a Internet no País. A A informação foi divulgada pelo Comitê Gestor da Internet do Brasil (CGI.br), a partir da Pesquisa sobre o Uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação no Brasil – TIC / TIC Crianças 2009.

O relatório aponta que na área rural esses índices de uso são reduzidos para 18%, o que indica que 82% dos pesquisados nunca usou a Internet nessas regiões.

Esta taxa de penetração é considerada baixa, se for levado em consideração que 69% das pessoas entre 10 e 15 anos já fizeram uso da Web. E esse número aumenta para 78% na faixa etária entre 16 e 24 anos. “Apesar da idade-alvo da pesquisa indicar que as crianças ainda estão em processo de aprendizado e alfabetização, podemos atribuir essa baixa taxa de penetração principalmente à dificuldade de acesso a Internet no Brasil”, declarou o professor Hartmut Glaser, diretor-executivo do CGI.

O documento indicou ainda uma grande variação do uso da Internet conforme a região do Brasil, a renda domiciliar e a idade do usuário. No Norte e Nordeste, por exemplo, as crianças que utilizaram a Web nos últimos três meses são de apenas 12% e 13% respectivamente, valor muito inferior aos 43% apresentados no Centro-Oeste. No quesito renda, 72% das crianças que vivem em domicílios com renda de 10 salários mínimos ou mais utilizaram a Internet nesse período de referência, enquanto na faixa de renda domiciliar de até um salário mínimo essa proporção é de apenas 8%.

O estudo ressalta que há uma discrepância significativa entre o uso de computador e o uso da Internet, tanto na percepção das crianças quanto na percepção dos responsáveis (pais ou tutores). No que diz respeito às declarações das crianças, 57% dizem ter usado o PC e somente 29% declararam utilizar a Internet. Pais ou responsáveis também percebem o uso do computador sendo muito mais freqüente do que a Web entre as crianças. De acordo com eles, 44% dos menores pesquisados usaram um computador nos últimos três meses, enquanto somente 23% usaram a Internet no mesmo período.

Uso da internet por crianças no Brasil ainda é pequeno; escola perde para LAN houses

Enquanto existe uma parcela expressiva de crianças que já usa computadores no Brasil, o acesso delas à internet ainda é considerado pequeno. Além disso, a escola, que poderia desempenhar papel um importante no acesso à web, fica apenas em terceiro como local onde as crianças usam a internet com mais freqüência, perdendo para as residências e LAN houses. Ou seja: elas passam mais tempo navegando no ambiente doméstico e de acesso pago do que escolar.

Essas são as conclusões de uma pesquisa sobre o uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação por crianças no Brasil divulgada nesta quinta-feira (7). O estudo foi realizado pela primeira vez no país pelo NIC.br (Núcleo de Informação e Coordenação do .Br), entidade que implementa as decisões e projetos do Comitê Gestor da Internet no Brasil.

De acordo com o levantamento, 57% das crianças já usaram um computador, mas apenas 28% afirmam ter navegado na internet. Na lista de locais de acesso utilizados com mais freqüência, os domicílios aparecem com 46%, as LAN houses ficam com 17% e as escolas, 14%.

Para Hartmut Richard Glaser, diretor executivo do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), é necessário um esforço maior governamental para legalizar as lan houses, atualmente proibidas de serem usadas por menores de idade pela caracterização como “casas de jogos”. “A legalização desses estabelecimentos tem importância crescente. Além das crianças, há outros 30 milhões de brasileiros que necessitam das lanhouses para se conectarem à internet. É preciso encontrar uma forma de mantê-los conectados”, destacou.

Ainda assim, a escola é o principal local onde as crianças aprendem a usar o computador e a internet; 20 % delas afirmaram ter aprendido a usar a tecnologia no local de ensino. A contradição, segundo Alexandre Barbosa, gerente do CETIC.br, se deve à inexperiência dos professores e coordenadores em ligar o conteúdo pedagógico à tecnologia. “Muitas das escolas visitadas ficam com os laboratórios de informática fechados. As escolas ainda não sabem se apropriar da tecnologia e incorporá-la no ensino”, explicou.

Quando o assunto é telefone celular, cerca de 65% das crianças dizem já ter utilizado, enquanto 14% possuem um aparelho.

O estudo considera internautas com faixa etária de 5 a 9 anos. Foram considerados os moradores de todo o território brasileiro e feitas 2.502 entrevistas nas áreas área urbana e rural.

Jogos e redes sociais
Ao utilizar o computador, 80% das crianças declararam o desenho como atividade principal; 64% usam o PC para escrever textos e 60% para ouvir música.

Na pesquisa com resposta estimulada, as principais atividades das crianças quando acessam a internet estão relacionadas a jogos (97%), seguido do acesso a sites de desenhos na TV (56%). O estudo fica em terceiro lugar com 46% e a conversa com amigos e parentes por chat ou MSN em quarto com 31%.

Na pesquisa utilizando menções espontâneas, as crianças afirmaram em 91% dos casos usar a internet para jogar. As redes sociais marcam presença significativa: 27% dos entrevistados disseram usar a internet para acessar redes sociais como o Orkut.

Brasil desigual

A pesquisa confirmou que há uma variação regional grande no uso da internet por crianças. Nos últimos três meses, o Centro-Oeste registrou o maior uso, com 43%, enquanto Sul e Sudeste ficaram respectivamente com 40 e 38%. As regiões Norte e Nordeste registraram as menores taxas, com 12% e 13%.

Disputa jurídica atrasa por um ano contratações de serviços de TI pelo Banco de Brasília

Depois de mais de um ano de discussão jurídica, o Tribunal de Contas do Distrito Federal determinou que o Banco de Brasília – BRB, aceite o resultado de um pregão realizado em julho do ano passado – e que na verdade começou ainda em 2008 – para a contratação de serviços de informática.

Apesar de ter sido aberto em 2008, o pregão relativo a prestação de serviços de suporte técnico a software básico, teleprocessamento, conectividade do ambiente, administração de banco de dados DBA, da web e da rede do BRB só foi efetivamente realizado entre julho e agosto do ano passado. Na disputa, a empresa Integral Tecnologia em Informática (ITI), foi quem apresentou a menor proposta – R$ 3,8 milhões por um contrato de 12 meses.

Acontece que o BRB decidiu inabilitar a empresa, por entender que não houve comprovação de capacidade técnica para prestar os serviços contratados. Com isso, elevou à categoria de vitoriosa a Politec Tecnologia em Informática, que inicialmente apresentara uma proposta de R$ 4 milhões – mas aceitou prestar o serviço por R$ 3,89 milhões.

Desde então, o processo percorreu um longo calvário no Tribunal de Contas do DF. Por fim, a corte entendeu que os documentos apresentados pela ITI permitiam a comprovação de capacidade técnica, ao contrário da decisão do BRB. Segundo o tribunal, foi “precipitada a inabilitação da licitante”.

Assim, dois anos depois de iniciado o processo de contratação dos serviços – período no qual o BRB se valeu de contratos emergenciais para manter a estrutura funcionando – o banco confirmou a contratação da ITI.

Atualização do Ubuntu chega no dia 10/10

Versão 10.10 inclui interface Unity, adaptada para dispositivos com telas menores, como netbooks.

Com o intuito de ampliar a base de usuários Linux, a Canonical anunciou na última quinta-feira (7/10) que lançará uma atualização do sistema operacional Ubuntu para computadores e netbooks, incluindo melhorias na interface e na instalação de aplicativos.

O Ubuntu 10.10 Desktop e Netbook estará disponível no próximo domingo (10/10), como também a edição Server Edition, voltada para servidores, com recursos adaptados para computação em nuvem.

De acordo com a fabricante, existem 12 milhões de computadores com o seu sistema Linux no mundo, sendo uma alternativa ao Windows, da Microsoft.

A versão para netbook apresenta uma interface chamada "Unity", ajustada para telas menores, com botões na interface para a execução de aplicações e localização de arquivos e pastas.

"Basicamente, o Ubuntu 10.10 foi otimizado para tornar o uso em um netbook ainda mais fácil e claro”, explicou Steve George, vice-presidente de desenvolvimento de negócios da Canonical.

As edições para desktop e netbook incluem recursos multi-touch apenas para ações básicas, sobretudo, nas principais janelas. No futuro, a companhia planeja extender a usabilidade também para softwares.

"A principal novidade no Ubuntu para desktops é que temos trabalhado para torná-lo mais fácil de instalar, de usar e de explorar; tanto quanto um navegador, Skype ou um aplicativo de OpenOffice", disse ele.

A Canonical também está expandindo os serviços para seu serviço online Ubuntu One com a versão para desktop, oferecendo melhorias de desempenho e interoperabilidade com outros sistemas como Android, da Google, o iOS, da Apple, e o Windows ,da Microsoft.

A implementação básica do Ubuntu One oferece uma nuvem de compartilhamento e sincronização de arquivos, contatos, favoritos e notas, com 2 GB de armazenamento.

A empresa também está lançando seu Ubuntu Server on Cloud 10, permitindo aos usuários experimentar o Ubuntu Server Edition 10.10 na plataforma Amazon Elastic Computer Cloud gratuitamente durante uma hora.

Gestão de infraestrutura em TI no Brasil tem maturidade baixa

De acordo com estudo da Accenture em parceria com o IDC, evolução foi pequena de 2009 para 2010.

A edição 2010 do estudo da Accenture e do IDC para avaliar o nível de maturidade da gestão de infraestrutura no Brasil revelou que o país continua com algum atraso nesse quesito. O estudo estabelece uma escala de 1 a 5, na qual o País pontuou 2,5, apenas um décimo a mais do que o registrado na edição de 2009 do estudo.

A empresa estabelece cinco critérios de excelência (inicial, replicável, definido, gerenciável e otimizável), que norteiam entrevistas realizadas em mais de 100 organizações de grande porte, das principais verticais econômicas.

Colaboraram na melhoria da avaliação os investimentos em inovação, que saltaram de 35% para 40% do orçamento total de tecnologia. Por outro lado, Delivery, Segurança e Suporte tiveram médias baixas e pioraram o desempenho geral.

Para Anatel, oferta de telecom aos consumidores via smart grid ainda demora

Ainda que exista um consenso sobre as possibilidades a serem abertas com a implantação no país do smart grid – a rede inteligente de energia elétrica – o uso da capacidade dessa rede para as telecomunicações ainda está distante dos consumidores, de acordo com a visão de integrantes do grupo de trabalho que discute uma política nacional para essa infraestrutura.

Mesmo a Anatel não vê aplicações imediatas para os usuários fora dos ganhos previstos para o setor elétrico – ou seja, a possibilidade de melhor gerenciar o consumo de energia, as vantagens econômicas nas operações de distribuição e consequentes ganhos para as tarifas e, até, a eventual possibilidade de transformar consumidores em fornecedores de eletricidade.

Isso significa que o primeiro passo se dará no uso das telecomunicações dentro do próprio setor elétrico – naquelas aplicações esperadas como telemetria, cortes e religações remotas, monitoramento da rede e gestão eficiente do consumo. É um território em que já existem associações de distribuidoras com empresas especializadas em smart grid, especialmente com tecnologia de radiofrequência.

A Anatel não tem assento formal no grupo de trabalho criado para discutir uma política para o smart grid, mas tem participado das reuniões. Até aqui, o principal quebra-cabeça das discussões está na elaboração de um modelo econômico viável, que atraia investimentos e ao mesmo tempo não resulte em impactos tarifários.

De acordo com integrantes do GT, o tema é tratado como questão estratégica e pelo leque de oportunidades que o smart grid abrirá para o país – e nesse caso o uso disseminado em telecomunicações faz parte do escopo a médio e longo prazo – é bastante provável que o Estado arque com pelo menos parte dos recursos para viabilizar a modernização da rede.

Nesse campo econômico-financeiro, a agência tem procurado encontrar uma solução relativa à cobrança das taxas relativas à infraestrutura de telecomunicações. Afinal, pelas regras atuais cada equipamento sofre impactos de taxas como o Fistel, mas a ideia é buscar uma saída para evitar que, por exemplo, cada novo medidor seja considerado como uma estação de comunicações.

É bastante reconhecida, porém, a capacidade do uso da nova rede inteligente para as telecomunicações. Experiências foram apresentadas ao GT por fornecedores, inclusive de aplicações práticas de construção de rede com uso da tecnologia WiMax, utilizada nos EUA pela associação da Sprint com a Grid Net.

Mesmo assim, a visão do GT do smart grid parece se manter restrita às aplicações diretamente ligadas ao setor elétrico. “É uma nova oportunidade e claro que essa rede abre grandes possibilidades, mas ainda é difícil vislumbrar a oferta de telecomunicações para os usuários agora”, afirma um dos integrantes do grupo.


Sony divulga preços das televisões com suporte à Google TV

Fabricante trará quatro modelos ao mercado, com 24, 32, 40 e 46 polegadas. Lançamento da plataforma acontecerá em 12 de outubro

Após algum tempo de espera, a Sony divulgou os modelos de televisão com a Google TV, a plataforma que permite assistir tv e tem total suporte a navegação na web (incluindo sites em flash e busca por vídeos). Enquanto 12 de outubro não chega, fique de olho nos valores apresentados pela empresa para as lojas americanas.

Quatro modelos estão disponíveis com a Google TV: NSX-24GT1, NSX-32GT1, NSX-40GT1 e NSX-46GT1. Sendo que a diferença entre os aparelhos está nas polegadas da tela (24", 32", 40" e 46").

O preço dos aparelho varia entre US$1.300 e US$1.900 - a tela de 32" sai por US$1.299.99, a de 40" por US$1499.99 e a de 46" custa US$1899.99. Ainda não foi divulgado o preço para o modelo de 24".

A duvida agora é: quanto elas custarão no Brasil?

IBM manterá o ritmo de aquisições, diz executivo

A IBM planeja continuar com o movimento de aquisições em ritmo similar ao dos últimos anos, afirmou um executivo da empresa nesta quinta-feira.

"O ritmo não vai mudar", disse o vice-presidente sênior Mike Rhodin em conferência da indústria em Barcelona, acrescentando que a IBM comprou cerca de 100 empresas nos últimos 6 a 7 anos.

"Aquelas (aquisições) que fizemos este ano são um indicativo sobre o que procurar", disse Rhodin, acrescentando que a empresa está focada em aquisições no setor de software.

Em setembro a IBM revelou planos de comprar a Blade Network Technologies, uma empresa privada especializada em permuta de centro de dados, e ofereceu 1,7 bilhão de dólares pela empresa de análise de dados Netezza.

81% das redes corporativas têm softwares inúteis, diz estudo

De acordo com pesquisa da Dynamic Market, as empresas estão desperdiçando elevadas quantias em programas que não são utilizados.

As empresas estão desperdiçando elevadas quantias em softwares que não são utilizados por seus funcionários. É o que indica uma recente pesquisa feita pela consultoria Dynamic Market.

De acordo com o estudo, realizado com funcionários de TI da Europa, 81% deles acreditam que suas redes corporativas armazenam programas e dados que não são úteis para o cotidiano da empresa, mas que causam um significativo impacto de tempo e de gerenciamento.

Entre os entrevistados, 75% disseram que suas instituições possem aplicações que não foram utilizadas nos últimos três anos. Em média, elas representaram um quarto do número total de recursos instalados nos sistemas.

Segundo o estudo, o problema é nítido em corporações com mais de mil funcionários, no qual estima-se que o gasto seja superior a 2 milhões de euros (2,78 milhões de dólares) por ano.

Além disso, 86% dos profissionais de TI acreditam que os sistemas corporativos funcionariam com mais eficiência se tais aplicações fossem totalmente removidas.

Uma outra descoberta é a de que os profissionais voltados para departamentos de vendas e marketing estão menos dispostos a mudar quando se trata de software e aplicações para sistemas existentes.

Nessas áreas, 46% dos especialistas em TI disseram que os aplicativos não utilizados não seriam removidos de seus sistemas corporativos, porque os dados poderiam ser necessários em uma data posterior.

O estudo abordou mais de 600 pessoas de vendas, marketing e TI, em países como França, Alemanha e Reino Unido, de nível médio ou superior. As organizações tinham no mínimo 250 funcionários.

(Antony Savvas)

Mais novidades no Facebook

Coletiva misteriosa reuniu imprensa norte-americana para divulgar mudanças na rede social, que já estão disponíveis para os usuários

O Facebook convocou a imprensa norte-americana para um evento nesta quarta-feira. Apesar dos rumores apostarem que o Facebook Phone seria o ponto alto da coletiva, os assuntos tratados foram bastante diferentes. Confira as novidades anunciadas durante o evento.

Grupos

Os grupos já estão disponíveis há algum tempo na rede social. No entanto, uma novidade anunciada no evento torna a ferramenta diferente. O foco é em membros da família, equipes esportivas, salas de aula e outras tantas maneiras de se reunir em grupo. Nesta outra modalidade, não é possível ir simplesmente entrando no grupo, é necessário um convite vindo de um membro para participar. Documentos colaborativos, fotos, vídeos e convites para eventos do grupo podem ser compartilhados entre os membros. Além disso, os grupos também podem ter um endereço de email que só as pessoas que estejam no grupo podem receber as mensagens. Por enquanto, estes novos grupos não podem passar dos 250 membros.

Dados para download

Outra novidade é o fato de que o usuário do Facebook pode fazer o download de suas informações na rede social (dados do perfil, fotos, vídeos, mensagens do mural, lista de amigos, etc) e tê-las em um arquivo .zip. O arquivo é armazenado no disco rígido do usuário, mas só pode ser acessado através de senhas, email de verificação de endereço e até mesmo as famosas figuras com letras e números para confirmar se você não é um robô.

Aplicativos de terceiros

As críticas com relação à política de privacidade do Facebook já foram muitas e algumas dizem que a rede social não deixa claro o quanto das informações pessoais dos usuários da rede é compartilhado com sites de terceiros quando o usuário acessa um site e permite que haja conexão com o Facebook. Para resolver isso, a empresa possui agora um painel que permite que o usuário gerencie as conexões de sua conta e veja quais dados estão sendo passados para os sites conectados.