quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Classes C e D são alvo de novos cartões de crédito com marcas do BB e da Oi

Em outra parceria anunciada nesta quarta-feira (29), o Banco do Brasil e a operadora Oi uniram a força de crédito de um à base de clientes da outra para potencializar o uso dos serviços de crédito via celular no país. Além da joint-venture criada pela Oi com a Cielo, a parceria envolve o início, em 180 dias, da emissão de cartões co-branded (Oi e BB) de bandeira Elo focados nas classes C, D e E. “Em um primeiro momento, queremos promover o uso de cartões de crédito para clientes Oi. Depois, em uma segunda fase, faremos a promoção de novos serviços financeiros junto a esses usuários”, explica Denilson Molina, diretor de cartões do BB.

Segundo ele, os novos cartões terão como foco especialmente as classes menos favorecidas, já que as classe A e B já estão bastante familiarizadas com o cartão de plástico. A expectativa do BB é que mais da metade dos cartões emitidos sob ambas as marcas esteja nas mãos dos consumidores das classes C, D e E. “Os novos cartões também serão trabalhados junto às classes A e B, que terá boa representatividade sobre o montante transacionado”, afirma o executivo. “Em relação ao número de transações, porém, as classes C, D e E serão responsáveis por mais de 50%”, completa.

Ao contrário da plataforma para pagamento móvel lançada pela joint-venture entre a Cielo e a Oi, aqui sim haverá exclusividade entre os parceiros: somente o Banco do Brasil poderá trabalhar a base de clientes da Oi, atualmente de 60 milhões de pessoas (celular, banda larga e telefonia fixa).

2011. Começa uma década fascinante

As áreas de marketing e comunicação vão ganhar mais importância porque a sociedade com quem vamos nos comunicar para fazer negócios será mais exigente e sofisticada.


Logo após o estouro da crise financeira do sub-prime, Nancy Pelosi (democrata e presidente da Câmara dos Representantes norte-americano) mandou um verdadeiro torpedo para o mundo financeiro: “the party is over for Wall Street”.

O tal “mercado” globalizado tinha virado um gigante cassino. De lá para cá, temos assistido um vagaroso e dolorido processo de reconstrução.

A última tentativa de manter o status-quo foi o imoral pagamento dos bônus aos gênios da AIG. Diante do sofrimento com a ditadura estabelecida pelos crupiês financeiros globais, a sociedade reagiu prontamente e confirmou a ordem da Sra. Pelosi: a farra acabou, babies!

Para o Brasil o timing daquela crise foi um desastre. Nunca os cenários macro e micro-econômicos assim como o global e o local estiveram tão sintonizados com uma clara indicação que teríamos mais três ou quatro anos de crescimento vigorosos. Experiência que desde a década de 70, com a ditadura militar, não tivemos o prazer de experimentar.

Uma sociedade sem crescimento adoece, os planos de vida perdem luz, o empreendedorismo desaparece e a insegurança (pessoal e social) domina. O oposto do que se via por esse país afora nos últimos dois a três anos. O brasileiro comum estava feliz, voltando a ter planos na vida. Milhões adentravam a classe C.

Havia um consenso entre as autoridades econômicas e opinion makers globais que o Brasil ia sair da crise proporcionalmente maior do que entrou. E foi o que aconteceu. Temos uma fantástica expertise em crises. E pela primeira vez, enfrentamos uma crise vendo as coisas pelo lado de cima.

Há confiança (talvez até esperança) no mercado brasileiro, nossas empresas estão proporcionalmente bem posicionadas. Em todas as “crises dos planos e moedas” que passamos, nossa missão era sobreviver. Agora estamos na ofensiva. É uma oportunidade de recuperar a famosa década perdida em 90.

Pressão por resultados

Presidentes de empresas e profissionais de marketing estarão arquitetando nos próximos meses decisões que terão reflexos diretos na atuação de seus negócios na próxima década inteira. Orçamentos ainda muito mais apertados, exigências por resultados de curto prazo, pressão de toda empresa por decisões conservadoras, nada deve subjugar a relevância da manutenção das intenções de médio e longo prazo.

Mais do que nunca teremos que nos dedicar a aumentar a eficácia das atividades de marketing. Pós-crise as áreas de marketing e comunicação ganharão ainda mais importância. Por um único motivo: a sociedade com quem vamos nos comunicar para fazer negócios será ainda mais exigente e sofisticada. Técnicas simples e eficientes de novos apelos de consumo através da simples sedução terão baixo retorno.

Quase tão importante quanto isso para boas relações entre o consumidor e a marca, serão os movimentos em defesa do meio-ambiente e de exigência de responsabilidade social por parte das empresas. Esse será o preço a ser pago pelo mundo dos negócios por toda farra da crise financeira. O mundo real agradece.

Aqui cabe uma reflexão sobre o comportado comportamento das empresas. As estruturas e os pensamentos vigentes em marketing e comunicação terão capacidade para enfrentar o que a mudança do mercado exigirá? Tenho dúvidas. Especialmente para a grande maioria das marcas que ainda atua de forma antiquada.

O momento é altamente favorável para se pensar fora da caixa. É preciso rever a importância estratégica desses temas dentro da empresa, o formato, os fornecedores, os sistemas de trabalho.

A comunicação em muitos canais

A nova relação com a sociedade de consumo exigirá ainda mais pluralidade e diversificação na comunicação. Isso significa que aumentar a integração entre os vários canais de comunicação que sua marca já utiliza, será uma necessidade ainda maior. Isso será mais fácil para as empresas que tenham um entendimento mais profundo sobre a importância do branding na sua gestão empresarial.

O branding será a alma do negócio na próxima década. Pois como metodologia de gestão empresarial é mais abrangente, mais sofisticada, com impacto mais amplo e profundo no negócio da empresa e mais condizente com um mercado plural que imperará na sociedade pós-redes sociais.

O sofisticado mercado de comunicação brasileiro oferece uma ampla oferta de opções para se arquitetar soluções estratégicas de comunicação diferenciadas, criativas e eficazes. Mas também é verdade que esse mercado que perdeu a dianteira no que se refere a implementação de técnicas de branding modernas.

Repense sua estratégia de marketing atendendo as necessidades de curto-prazo, mas priorizando o quem vem pela frente. Redesenhe de uma forma profunda e abrangente a atuação da sua empresa para fazer sentido com os novos tempos.

Os anos que vêm pela frente trarão desafios profissionais de grande excitação. Será uma década inesquecível.

Críticas e pontos positivos do Mixx IAB

Cheguei ao Mixx 2010 do IAB com baixas expectativas sobre o conteúdo do evento – e altas sobre o networking. Aproveitei uma viagem que já faria para os EUA a trabalho para ir à conferência. Escrevi este artigo ontem, durante as apresentações do segundo e último dia de evento (dia 28/9)

Eram centenas, milhares de pessoas apertadinhas em cadeiras lado a lado em um bonito espaço para conferências. Ouvi reclamações de brasileiros e gringos dizendo que “mesmo pessoas que compraram o (caro) ingresso para o evento tem que assistir às palestras em pé ou sentadas no corredor (de fato) pois não há cadeiras livres (de fato).”

Nada grave, mas digno de comentário para um evento que se propõe a receber pessoas que vieram do mundo inteiro e viajaram por muitas horas.

Em cinco edições do Mixx, esta é a minha terceira participação. Por isso acho que posso dizer que a essa altura do campeonato conheço bem o evento.

Como CEO de uma empresa de marketing online brasileira, fi ao evento principalmente para cortejar atuais e possíveis clientes.

Desculpem-me pela franqueza, mas devo dizer que esta posição foi moldada ao longo das minhas participações nesse e em outros eventos.

No começo deste ano, tive a oportunidade de participar do excelente South by Southwest no Texas, e do Google I/O em São Francisco. Um pouco antes disso havia participado do Stream, da WPP, em Atenas, um encontro informal e desprovido de agenda com 200 e poucos pensadores do futuro da mídia digital – acho que tenho milhagem para ter uma régua de qualidade razoável (e, alguns poderão dizer, um pouco exigente).

Presença brasileira
Na palestra de abertura do CEO do IAB EUA, um destaque especial para um número marcante: 187 presentes são brasileiros – se para fazer compras, networking, porque fomos ordenados, ou de fato assistir o evento é uma pergunta que deixo para a imaginação de cada um.

Coloco este pensamento não como crítica, mas para que ele não sombreie o que pretendo dizer a seguir: qualquer que seja o motivo, o Brasil já é uma potência no meio digital e demonstra enorme atenção para o tema.

Algumas palestras são muito boas, outras excessivamente “jabazeiras”, e algumas simplesmente fazem as pessoas abandonarem a sala de conferências.

Para ilustrar: no dia de abertura do Mixx, tivemos um live demo do “Kinetic” da Microsoft (Xbox) no meio de uma palestra. O que isso tem a ver com marketing digital?

Bem… um cliente está lançando um carro usando a nova forma de controle da plataforma Xbox. Todo mundo sai da palestra com vontade de comprar um Kinetic (que será lançado em novembro de 2010), mas quantos saem com mais vontade de investir em marketing online?

Não quero parecer chato, fiz uma observação logo no começo desse texto dizendo que a minha régua é bastante crítica. E também não quero dar a impressão de que tudo é ruim por aqui (pois seria muito errado).

Seth Godin
Na segunda-feira, tivemos uma palestra excelente com o Seth Godin, pensador/guru/líder e um dos principais escritores da atualidade sobre marketing.

Tentando resumir o que entendi ser o principal tema da palestra do Seth (isso é muito difícil): não vale mais a pena tentar “vender”. Os consumidores hoje têm mais poder do que nunca, e quando todos tentam vender, prevalece aquele que de fato entrega valor para o cliente.

Concordo com ele, mas fiquei pensando… não seria esse evento justamente uma antítese dessa colocação?

Estamos aqui tentando “vender” a mídia online – para clientes, parceiros, investidores, para o mercado…Às vezes tenho a sensação de que estamos por aqui para nos dar força para seguir adiante em uma luta um pouco inglória.

Não digo que esta luta seja inglória por não gerar resultados, já que muitas empresas que trabalham com marketing online no mundo batem recorde após recorde em faturamento (a nossa empresa inclusive!).

Acho que seja inglória porque a Internet já esbarra de forma frustrante na inaptidão gerencial de algumas empresas (principalmente as maiores e mais estabelecidas). A não ser que as companhias mudem de forma contundente o seu posicionamento perante o mercado, nada mudará. Não adianta “vender”.

Facebook e Twitter
De volta ao tema do evento, o dia de encerramento do evento começou com uma palestra do David Moore, CEO da 24/7 Real Media e chair do IAB, que foi seguido por uma entrevista do Yossi Vardi (que entre outras coisas foi o criador do ICQ, lembra dele?) feita pelo Charlie Rose.

Tanto Charlie Rose quanto Yossi são excelentes figuras. Já havia visto o Charlie na TV e por aqui no Mixx, enquanto o Yossi tive o prazer de conhecer, almoçar e trocar ideias no tal evento que mencionei em Atenas.

Tinha altas expectativas para esta entrevista e não me decepcionei: Yossi e Charlie Rose deram um show no palco. Falaram de internet, claro, de Facebook, Twitter, futuro, empreendedorismo e ainda sobrou tempo para comentar os conflitos no Oriente Médio. Yossi é Israelense, conhece muito bem o assunto.

5 motivos pelos quais o N8 não é páreo para o iPhone ou celulares com Android

A nova aposta da Nokia tem diversos problemas, como o processador lento, o sistema operacional defasado e o preço alto

Até agora, o novo smartphone da Nokia, o N8, a ser lançado em outubro nos Estados Unidos, tem recebido críticas mornas dos especialistas, e poucos acreditam em seu sucesso. Há algumas razões para o aparelho não conseguir competir com o Android ou o iPhone, mas o maior ponto fraco está em seu sistema operacional, o Symbian. Listamos cinco motivos para que a nova aposta da Nokia seja um fracasso:

Preço
A princípio, o N8 deve ser vendido por 550 dólares, valor excepcionalmente alto se comparado a concorrentes como iPhone 4 e Droid X, que, em um contrato de dois anos com suas operadoras, custam metade disso – ainda não se sabe se alguma empresa de telefonia oferecerá as mesmas vantagens para o smartphone da Nokia.

Symbian 3 OS
É verdade, a plataforma Symbian está em metade dos celulares do mundo, mas, segundo estudo do IDC, a tendência é que o índice caia para menos de um terço até 2014, ao mesmo tempo que o Android avança. Embora haja rumores de que a Nokia adotará o Windows Phone 7, da Microsoft, para evitar uma debandada de usuários, a empresa ainda não se pronunciou a respeito, por mais que muitos vejam como um indício a contratação de um ex-executivo da gigante dos softwares como seu novo CEO.

Aplicativos
A loja virtual da Nokia, a Ovi Store, está muito distante da Android Market, da Google, e da AppStore, da Apple, tanto em número quanto em qualidade de aplicativos. Nenhuma câmera de 12MP (megapixels) ou tocador de vídeo pode fazer frente a essa desvantagem.

Agilidade
Com muitos de seus recursos com desempenho abaixo do esperado, especialistas culparam a velocidade insuficiente do processador do aparelho, de 680 MHz. Os smartphones mais modernos do mercado, em geral, contam com chips de 1GHz.

Demanda
Uma recente pesquisa da JD Powers and Associates, feita nos Estados Unidos, colocou a Nokia em último no mercado de smartphones em relação à satisfação dos usuários. Por outro lado, fabricantes como Motorola e HTC, que usam Android, e a Apple, com o iPhone, viram o nível de contentamento de seus clientes aumentar.

Em termos de hardware, o N8 tem aspectos interessantes, como a câmera de 12MP, o suporte a vídeos em HD ou a tela de boa resolução. No entanto, o dispositivo peca em um dos pontos mais importantes para um smartphone: o sistema operacional. Ele deve ser popular, atualizável, ter um preço atraente e milhares de aplicativos. Caso contrário, os consumidores darão preferência a um aparelho que tenha tudo isso e mais um pouco, em outras palavras, seja personalizável, barato e rápido.

Nintendo revela a lista completa de jogos anunciados para 3DS

Em conferência realizada nesta quarta-feira (29), no Japão, a Nintendo revelou a lista de jogos que estarão disponíveis para o 3DS, videogame portátil da empresa que será lançado no dia 26 de fevereiro.

Entre a lista, vários jogos da própria Nintendo, sendo que alguns ainda têm o títulos provisórios, podendo mudar futuramente. Veja a lista:

. Nintendogs + Cats
. Pilotwings Resort
. Star Fox 64 3D
. Steel Diver
. Kid Icarus: Uprising
. The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D
. Animal Crossing
. Paper Mario
. Mario Kart

Além da Nintendo outras distribuidoras já confirmaram o desenvolvimento de títulos para o portátil, como a Capcom, Konami, Sega, Square Enix entre outras. A Revista japonesa Famitsu revelou vários jogos, sem datas definidas de lançamento e que pode ser conferida a seguir.

. Resident Evil The Mercenaries 3D
. Resident Evil Revelations
. Super Street Fighter IV
. Mega Man Legends 3
. Samurai Warriors Chronicle
. Dead or Alive
. Pro Baseball Spirits
. Metal Gear Solid
. Chocobo Racing
. Super Monkey Ball
. Professor Layton and the Mask of Miracle
. Kingdom Hearts 3D
. Dynasty Warriors Musou
. Ninja Gaiden
. Super Black Bass
. Sonic
. Licca-Chan 3DS
. Steel Diver
. Marble Mania
. Deca Sports
. Bomberman
. Gundam
. Super Robot
. Dragonball
. Pac-Man & Galaga
. Ridge Racer
. Harvest Moon
. Crash-City GP
. VS Robo
. Class of Heroes 3D
. Combat of Giants Dinosaur 3D
. Ghost Recon Tactics
. Splinter Cell 3D
. Driver 3D

Tridimensional e portátil

O novo portátil foi revelado pela Nintendo em conferência realizada em junho, antes da edição 2010 da E3. A principal novidade do sucessor do DS é a presença de uma tela widescreen capaz de processar gráficos com efeito 3D estereoscópico sem a necessidade de usar óculos especiais.

Assim como o antecessor, o portátil também apresenta uma tela inferior sensível ao toque. Entre outros atrativos, o videogame permite tirar fotos em 3D e se conecta à internet via Wi-Fi.

Joint-venture da Oi com Cielo deve incentivar adoção do m-payment no Brasil

Uma joint-venture formada pela Cielo e a operadora móvel Oi pode colocar fim a dois dos principais obstáculos à adoção do móbile payment no Brasil. Anunciada nesta quarta-feira (29), a nova empresa, que terá seu comando compartilhado (50% - 50%) chega com a proposta de oferecer ao mercado uma plataforma interoperável para o pagamento móvel no País.

Pelo acordo, a Cielo passará a utilizar os celulares da Oi como em terminais de processamento de pagamentos. Além disso, dará aos terminais já existentes a opção de realizarem a transação através do número do telefone móvel, ao invés do tradicional cartão de plástico. O objetivo da nova companhia é formar uma plataforma comum para pagamentos via celular. “Com o acordo, o número de estabelecimentos que aceitarão pagamentos pelo telefone saltará de 75 mil (número de terminais Oi Paggo) para mais de 1,8 milhão (terminais Cielo em uso em estabelecimentos comerciais no país).

Além de aumentar a capilaridade de aceitação dos pagamentos realizados por clientes da Oi, o sistema da joint-venture, que passa a operar dentro de 180 dias, não terá a aceitação restrita a cartões da bandeira Elo ou emitidos pelo Banco do Brasil, nem tampouco suportará apenas celulares da Oi. “Outros emissores de cartões interessados também poderão aderir ao sistema. Este é apenas um primeiro passo para a disseminação do pagamento móvel no Brasil”, diz Denilson Molina, diretor de cartões do Banco do Brasil.

“Até hoje, tínhamos, de um lado, o sistema financeiro tentando fazer algo sozinho e, de outro, as operadoras de telefonia móvel [a Vivo também investe em iniciativa semelhante ao Oi Paggo]. A união que acabamos de formar é um marco nesse setor”, afirma Eduardo Chedid, vice-presidente de soluções e negócios da Cielo. “Estamos falando de um mercado que precisa de aceitação do cliente de um lado e estabilidade tecnológica, de outro”, completa.

João Silveira, diretor de mercado da Oi, afirma que o principal objetivo da parceria é consolidar o modelo e apresentar o funcionamento das transações e do sistema aos consumidores. Segundo ele, o Oi Paggo, que conta atualmente com 250 mil clientes – a maioria deles do Nordeste brasileiro –, teve por objetivo ajudar a entender e aprimorar o modelo de transação móvel.

A nova empresa ainda não tem nome definido, mas o suporte do sistema à interoperabilidade entre diferentes bandeiras, operadoras e emissores permite inferir que o nome “Oi Paggo” será substituído.

As decisões relacionadas à escolha de nome, local para as instalações, nomeação de diretores e outros pormenores da joint-venture serão tomadas dentro de 180 dias, prazo que a empresa levará para de fato começar a operar no mercado de m-payment. A partir de sua maturidade, que deve ser atingida em 2012, a meta será conquistar 1 milhão de novos clientes por ano, conforme adiantaram os executivos.

Novos satélites devem revigorar setor de navegação

Um sistema de satélites russo está na dianteira entre os diversos rivais que poderiam expandir o uso da navegação via satélite para além dos serviços de mapeamento e de orientação a motoristas, substituindo satélites norte-americanos envelhecidos.

A Rússia vem desde 1976 desenvolvendo o Glonass, sua resposta ao Global Positioning System (GPS), liderado pelos Estados Unidos. Depois de investir 2 bilhões de dólares no sistema nos últimos 10 anos, os russos estão agora nos estágios finais de implementação, e ele deve estar em plena operação antes do final deste ano.

"A partir de 2012, graças ao lançamento de satélites adicionais em 2010 e 2011, é provável que o Glonass ofereça serviço comparável ao do GPS", disse Frederic Brunetau, diretor-executivo do Ptolemus Consulting Group.

Ele informou que o Glonass será provavelmente a tecnologia de melhor desempenho por dois a quatro anos, a partir de 2014, até o lançamento da rede europeia Galileo, dada a expectativa de uma degradação na qualidade do GPS.

"O Glonass está pronto para brilhar. No entanto, manterá sua vantagem por apenas alguns anos", disse Bruneteau.

Os analistas disseram que os fabricantes mundiais de chips estão prontos a incluir o Glonass e outras novas tecnologias europeias, bem como tecnologias da China e Índia, que estão trabalhando no desenvolvimento de redes próprias de satélites de posicionamento.

Os governos que estão bancando os novos satélites também desejam reduzir sua dependência do sistema GPS --operado pela Força Aérea dos EUA-- e as dezenas de satélites que serão lançados tornarão mais fácil e preciso identificar uma posição.

Harold Goddijn, presidente-executivo da TomTom, fabricante holandesa de aparelhos de navegação via satélite, disse que os novos satélites podem estimular o uso de sistemas de posicionamento em novas áreas, tais como segurança aérea ou sistemas rodoviários.

"Reconheço que as pequenas melhoras graduais de certas tecnologias podem conduzir a usos completamente novos para elas. Às vezes, é uma pequena mudança nova que permite alterar todo o equilíbrio", afirmou Goddijn à Reuters.

Novos satélites devem revigorar setor de navegação

Um sistema de satélites russo está na dianteira entre os diversos rivais que poderiam expandir o uso da navegação via satélite para além dos serviços de mapeamento e de orientação a motoristas, substituindo satélites norte-americanos envelhecidos.

A Rússia vem desde 1976 desenvolvendo o Glonass, sua resposta ao Global Positioning System (GPS), liderado pelos Estados Unidos. Depois de investir 2 bilhões de dólares no sistema nos últimos 10 anos, os russos estão agora nos estágios finais de implementação, e ele deve estar em plena operação antes do final deste ano.

"A partir de 2012, graças ao lançamento de satélites adicionais em 2010 e 2011, é provável que o Glonass ofereça serviço comparável ao do GPS", disse Frederic Brunetau, diretor-executivo do Ptolemus Consulting Group.

Ele informou que o Glonass será provavelmente a tecnologia de melhor desempenho por dois a quatro anos, a partir de 2014, até o lançamento da rede europeia Galileo, dada a expectativa de uma degradação na qualidade do GPS.

"O Glonass está pronto para brilhar. No entanto, manterá sua vantagem por apenas alguns anos", disse Bruneteau.

Os analistas disseram que os fabricantes mundiais de chips estão prontos a incluir o Glonass e outras novas tecnologias europeias, bem como tecnologias da China e Índia, que estão trabalhando no desenvolvimento de redes próprias de satélites de posicionamento.

Os governos que estão bancando os novos satélites também desejam reduzir sua dependência do sistema GPS --operado pela Força Aérea dos EUA-- e as dezenas de satélites que serão lançados tornarão mais fácil e preciso identificar uma posição.

Harold Goddijn, presidente-executivo da TomTom, fabricante holandesa de aparelhos de navegação via satélite, disse que os novos satélites podem estimular o uso de sistemas de posicionamento em novas áreas, tais como segurança aérea ou sistemas rodoviários.

"Reconheço que as pequenas melhoras graduais de certas tecnologias podem conduzir a usos completamente novos para elas. Às vezes, é uma pequena mudança nova que permite alterar todo o equilíbrio", afirmou Goddijn à Reuters.

Boom dos aparelhos móveis gera falta de endereços online nos EUA

Os Estados Unidos podem esgotar sua capacidade de endereços únicos de Internet para atribuição a aparelhos no final do ano que vem, disse um funcionário do setor governamental de telecomunicações.

O Internet Protocol versão 4, ou IPv4, oferece a arquitetura dominante da Internet. Requer que os aparelhos tenham identificadores singulares, conhecidos como endereços IP, mas só dispõe de espaço para 4,3 bilhões desses endereços.

A recente profusão de aparelhos móveis, tais como o BlackBerry, da Research in Motion, ou o iPad, da Apple, e a expansão dos serviços de Internet a mais domicílios vêm esgotando rapidamente os endereços disponíveis.

Uma atualização do principal protocolo de comunicações da Internet que oferecerá mais espaço, conhecida como IPv6, está disponível, mas sua adoção nos EUA está atrasada com relação à Europa, China e outros países.

"Agora enfrentamos a exaustão dos endereços IPv4", disse Lawrence Strickling, diretor da Administração Nacional de Telecomunicações e Informação dos EUA, em uma reunião entre representantes do governo e dos setores interessados.

A transição para o IPv6, com capacidade para trilhões de endereços IP, não será fácil. Pode custar caro para as empresas, e a nova tecnologia talvez não funcione bem com a tecnologia agora utilizada.

Vivek Kundra, diretor-geral de informações no governo dos EUA, divulgou na terça-feira uma instrução a todas as agências do governo do país para que atualizem muitos de seus servidores e serviços, a exemplo de e-mail e sites, para o uso do IPv6, até o final de 2012.

O memorando também instrui a atualizar os aplicativos internos que utilizam servidores de Internet, e a tornar as redes das organizações compatíveis com o IPv6 até o final do ano fiscal de 2014.

Representantes da Comcast, Verizon e Google também compareceram à reunião. As empresas expressaram suas preocupações, mas também sua urgência em avançar, de modo a impedir atrasos nos serviços aos consumidores.

Aplicativos para iPhone permitem envio de SMS e chamadas de voz sem qualquer custo

PingChat! e Textfree oferecem vários serviços para usuários dos gadgets da Apple

Anda gastando muito com mensagens de texto? Um aplicativo chamado PingChat! permite enviar SMS gratuitamente para qualquer parte do mundo, basta que o usuário de destino da mensagem tenha o app instalado no smartphone e possua login no serviço.

O aplicativo também tem suporte a conteúdos de áudio e vídeo, além de possuir serviço de geolocalização, mostrando no mapa onde o usuário está.

O programa é totalmente gratuito, mas há um porém: roda somente na plataforma iOS.

Agora, se você quer algo mais sofisticado, dê uma olhada no app Textfree que também oferece envio gratuito de sms. A diferença é que, para adquirí-lo, será necessário desembolsar US$6.

O ponto alto desse app é que uma nova versão chegará em breve e terá incluso um serviço gratuito de chamadas de voz.

Ambos os serviços permitem que o usuário realize chamadas através de canais de dados 3G ou Wi-Fi.

Os aplicativos funcionam somente nos gadgets da Apple.

Tecmo Koei confirma produção de novo jogo da série "Fatal Frame" para Wii

A Koei Tecmo anunciou em seu site oficial que um novo jogo da franquia "Fatal Frame", ainda sem título oficial. Pelas imagens divulgadas, tudo indica que o título pode ser uma reedição de "Fatal Frame II: Crimson Butterfly", lançado originalmente para PlayStation 2 em 2003.

As informações até o momento são escassas, mas o jogo está sob produção pela Tecmo Koei e será distribuído pela Nintendo, com previsão para 2011 no Japão.

A série de terror "Fatal Frame" originada no PlayStation 2, segue o estilo dos filmes de horror japonês, com quatro títulos principais lançados. "Fatal Frame IV", exclusivo para Wii, foi lançado apenas no Japão, com produção da Tecmo em parceria com a Grasshopper Manufacture, empresa de Goichi Suda, idealizador de "No More Heroes" e "Killer 7". Um grupo de fãs norte-americanos traduziram o conteúdo do game para o inglês, reunindo o material em um cartão para ser aplicado em tempo real no jogo.

Twitter ultrapassa MySpace e é 3º maior rede social do mundo

Microblog conta com 96 milhões de usuários único, um milhão a mais do que a rede social da NewsCorp. Facebook mantém liderança.

Um levantamento da consultoria comScore, feita em agosto último, constatou que o Twitter ultrapassou o My Space em número de usuários únicos e agora é a terceira maior rede social do mundo.

Segundo o relatório, o microblog conta com 96 milhões de usuários, contra 95 milhões da rede social pertecente a NewsCorp. Aos poucos, o Twitter vai avançando rumo à segunda posição do ranking, que pertence à plataforma Windows Live, que tem 140 milhões de usuários.

O MySpace vem lutando para conter a fuga de usuários. Nos últimos 12 meses houve uma queda de 17% no número de pessoas que freqüenta essa rede. Já o Twitter registrou um crescimento de 76% entre agosto de 2009 e agosto de 2010.

O domínio absoluto continua com o Facebook, que registrou 598 milhões de usuários em agosto e cuja audiência aumentou em 54% neste ano.

Lotérica online: site permite que usuário faça apostas pela internet

No Intersena é possível apostar em jogos da Mega Sena, Quina e Lotomania do conforto de sua casa

Quando há uma grande quantia em dinheiro acumulada nos jogos de loteria, as casas lotéricas se transformam em uma verdadeira dor de cabeça por conta das filas quilométricas de pessoas tentando a sorte através de uma seleção de números. Mas, que tal fazer a aposta do conforto da sua casa?

Um site oferece a possibilidade de apostar na Mega Sena, Quina e Lotomania através da internet, descartando a necessidade de ir à lotérica.

O Intersena é o primeiro portal brasileiro a disponibilizar apostas pela internet e está há 11 anos no ar.

Quanto às dúvidas sobre segurança dos dados informados para a realização da compra dos números, o site garante que o processo é seguro e totalmente automatizado.

Os jogos feitos através do site são efetuados em casas lotéricas credenciadas pela Caixa Econômica Federal.

Proibir motoristas de enviar SMS tem efeito mínino na redução de acidentes, diz pesquisa

A proibição do envio de mensagens de texto enquanto os motoristas estão dirigindo – existente em vários Estados nos EUA – é ineficiente para reduzir acidentes, revela estudo do Highway Loss Data Institute (HLDI) divulgado na última terça (28).

O instituto verificou ainda que, além de não reduzir o número de acidentes, a proibição está associada a sua ligeira alta.

“Proibir o envio de mensagens de texto não reduziu o número de acidentes. Numa inversão perversa, acidentes aumentaram em três dos quatro Estados que passaram a adotar tais leis restritivas”, destacou Adrian Lund, presidente da HLDI.

Os resultados foram obtidos após comparação de pedidos enviados a seguradoras em quatro Estados norte-americanos, antes e depois da aplicação de leis proibindo motoristas de enviarem SMS.

Os dados corroboram um estudo anterior da HLDI sobre a probição de falar ao celular ao volante, que também mostrou ineficiência na redução de acidentes com leis com restrição a essa prática.

Jovens em risco

Segundo a HDLI, motoristas jovens são mais suscetíveis do que mais velhos a sofrer acidentes, pois têm um costume maior de enviar mensagens de texto enquanto dirigem. Além disso, o número de acidentes envolvendo motoristas com menos de 25 anos aumentou após a proibição.

Uma das hipóteses de Lund para o aumento de acidentes mesmo após a proibição dos Estados é que os motoristas podem ter passado a utilizar seus celulares mais distantes da visão dos policiais. Isso teria aumentado o risco de acidentes, pois o motorista afasta ainda mais o olhar do trânsito.

Lund adverte que os dados mostrados pelo estudo não querem dizer que é seguro enviar SMS enquanto estamos dirigindo. “O que queremos mostrar é que as leis que proíbem a prática são ineficientes”, explica.