sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Conselheiros da HP são processados após renúncia de presidente

Os conselheiros da Hewlett-Packard estão sendo processados por um fundo de pensões de Massachusetts que alega terem violado seus deveres fiduciários, em conexão com a abrupta renúncia do presidente-executivo Mark Hurd.

O processo acusa os conselheiros de não terem revelado adequadamente a existência de um inquérito interno sobre as atividades de Hurd, de não terem "fiscalizado o uso de informações privilegiadas para fins de ganho" por executivos da companhia e de terem tentado conceder a Hurd dezenas de milhões de dólares em indenização rescisória à qual não tinham direito.

"A HP perdeu credibilidade em grau significativo," de acordo com o processo aberto pelo Brockton Contributory Retirement System na terça-feira, junto ao tribunal superior do condado de Santa Clara, na Califórnia.

Hurd renunciou como presidente-executivo e do conselho depois que a investigação constatou que ele teria falsificado relatórios de despesas a fim de encobrir um relacionamento com uma consultora de marketing. A investigação também examinou alegações de assédio sexual, mas determinou que não tinham fundamento.

Michael Holston, diretor jurídico da HP, concluiu que Hurd havia demonstrado "profunda falta de julgamento, o que derrubou seriamente sua credibilidade."

O valor de mercado da companhia caiu em cerca de 14,4 bilhões de dólares desde que a renúncia de Hurd foi anunciada, no dia 6 de agosto, depois do fechamento dos mercados. A queda chegou aos 8,6 bilhões de dólares na segunda-feira subsequente ao anúncio, de acordo com dados da Reuters.

A empresa e o escritório de advocacia em Connecticut que representa o fundo de pensões não responderam de imediato a pedidos de comentários.

Tivit registra lucro 128% maior no segundo trimestre

Crescimento foi puxado por projetos de integração e BPO. Já os setores financeiro e utilities se destacaram como os maiores clientes no período.

O lucro líquido da prestadora de serviços terceirizados Tivit subiu 127,9% no segundo trimestre de 2010, em comparação ao mesmo período de 2009. Segundo o balanço divulgado pela empresa, os ganhos somaram 19,6 milhões de reais e foram impulsionados, principalmente, pela oferta de terceirização dos processos de negócio (BPO).

A receita da companhia no trimestre foi de 254,5 milhões de reais, com elevação de 13,8% na comparação ano-a-ano. Enquanto o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) alcançou 46,7 milhões de reais, com expansão de 25,2%, e uma margem de 18,3%.

A Tivit atribuiu o bom desempenho aos aportes realizados pela companhia para reforçar a sua operação e a oferta de serviços. No segundo trimestre, a empresa investiu 31 milhões de reais, com acréscimo de 146% em comparação ao montante de 12,6 milhões destinados à expansão em 2009.

Como resultado dos aportes, a empresa prepara um projeto de migração dos servidores para dois data centers, em São Paulo e no Rio de Janeiro, e a conclusão de aquisição da Expertise, empresa que faz mapeamento e otimização de processos.

Quanto aos principais clientes da Tivit, e que mais contribuíram com os resultados trimestrais, a empresa cita uma forte demanda dos serviços por parte de bancos, seguradoras e concessionárias de serviços públicos.


Toshiba vai cortar gastos com insumos em US$12 bi em 3 anos

A Toshiba, maior fabricante de chips do Japão, anunciou nesta sexta-feira que planeja cortar em 1 trilhão de ienes (11,7 bilhões de dólares) o gasto com suprimentos nos próximos três anos, buscando novos fornecedores em mercados emergentes.

A Toshiba quer gastar 70 por cento do seu orçamento de compras de insumos no exterior no ano que começa em abril de 2012, ante nível de 57 por cento no ano fiscal de 2009/2010, informou um porta-voz da companhia.

A empresa japonesa, que também é a segunda maior fabricante de chips de memória NAND do mundo depois da Samsung, planeja cortar custos especialmente em TVs planas e outras divisões de produtos eletrônicos de consumo em meio a uma guerra de preços que está pesando sobre a lucratividade do conglomerado.

EA terá "Bulletstorm", "Dragon Age 2" e "Darkspore" na Gamescom

A produtora Electronic Arts anunciou a relação de jogos que serão mostrados na Gamescom 2010, feira de games que acontece em Colônia, Alemanha, de 18 a 22 de agosto.

Entre os títulos selecionados pela produtora para o evento encontram-se games como "Crysis 2", "Dead Space 2", "Dragon Age 2", "Darkspore", "Bulletstorm", "Medal of Honor" e "Rock Band 3". Não há nenhuma novidade na relação.

A Electronic Arts também revelou que vai transmitir em seu site, ao vivo, a conferência com a imprensa que acontece em 17 de agosto, às 11h da manhã (horário de Brasília).

Feira alemã

A Gamescom acontce entre os dias 18 e 22 de agosto de 2010. Sua primeira edição foi em 2009 e é considerada equivalente às feiras E3 nos Estados Unidos e a Tokyo Game Show no Japão. O evento é aberto ao público e no ano passado reuniu mais de 17 mil participantes do mercado, além de 450 expositores de mais de 31 países. Mais de 245 mil visitantes compareceram ao evento.

Confira abaixo os jogos anunciados pela Electronic Arts para a Gamescom 2010:

JOGOS DA EA NA GAMESCOM
BulletstormPC, X360, PS3
Crysis 2PC, X360, PS3
DarksporePC
Dead Space 2PC, X360, PS3
Dragon Age 2PC, X360, PS3
EA Sports Active 2X360, PS3, Wii
FIFA 11PC, X360, PS3, Wii, PSP, DS
FIFA Manager 11PC
EA Sports MMAX360, PS3
Medal of HonorX360, PS3
Need for Speed: Hot PursuitPC, X360, PS3
Rock Band X360, PS3, Wii
The Sims: MedievalPC
Star Wars: The Old RepublicPC
Harry Potter and the Deathly Hollows
Part One
PC, X360, PS3, Wii, DS
The Sims 3X360, PS3, Wii, PSP, DS
Madden NFL 11iPhone
Monopoly StreetsX360, PS3, Wii
TítuloPlataforma(s)
Mais

Meio de pagamento: Empresas se aliam no combate à fraude

A Horus, empresa brasileira especializada em controle e prevenção a fraudes em meios eletrônicos de pagamento, selou parceria com a 41st Parameter, companhia com sede nos Estados Unidos, especializada em soluções de detecção de fraudes para empresas aéreas, e-commerce e serviços financeiros.

O acordo traz para o mercado brasileiro um sistema de última geração que monitora transações comerciais via internet, incluindo a venda de passagens aéreas e internet banking, em busca de possíveis atividades fraudulentas.

O conjunto de soluções FraudNet™ da 41st Parameter combina um mecanismo potencializado por mais de 400 variáveis para fornecer uma visão clara do aparelho que realmente originou a transação – informação essencial para a identificação precisa de comportamentos suspeitos.

O sócio-diretor da Horus, Eduardo Daghum, diz que a parceria com a 41st Parameter representa um dos primeiros passos dos principais especialistas em segurança internacional em direção a novas oportunidades no mercado brasileiro de cartões e meios eletrônicos de pagamento.

De acordo com ele, o ambiente favorável para que novos negócios prosperem está sendo propiciado por muitos fatores, incluindo o fim da exclusividade para as credenciadoras, que abre o mercado para novos players, o surgimento de novas associações, um aumento na frequência e na complexidade das fraudes e a migração de tarjas magnéticas para o chip.

“Esse é um momento muito mais competitivo – todos estão procurando por soluções mais eficientes e custos mais baixos ao mesmo tempo em que reforçam a segurança”, afirma Eduardo Daghum. Fundada em 2004 em Scottsdale, Arizona, a 41st Parameter também tem escritórios no Vale do Silício, Londres e Munique.

A tecnologia da 41st Parameter tem provado reduzir as taxas de estorno para uma fração da média registrada pelo mercado e detectar com exatidão atividades criminosas de quadrilhas que não poderiam ser descobertas anteriormente, incluindo o apontamento de contas comprometidas até mesmo antes que a fraude aconteça. “A fraude geralmente consome entre 1% e 5% da receita do negócio”, diz Pete Selda, CEO da 41st Parameter.

“Nossos clientes estão vendo suas taxas de fraude cair até 95% após apenas um ou dois ciclos de 90 dias de estornos. Eliminar a fraude não apenas melhora a lucratividade, mas também previne danos à marca e atritos com os clientes por conta da perda de credibilidade”.

A parceria será lançada oficialmente no fim desse mês em São Paulo no “C4- Congresso de Cartões e Crédito ao Consumidor”, que acontecerá de 31 de agosto a 3 de setembro. Ambas as empresas farão apresentações no evento.

Opinião: 5 razões por que as pessoas odeiam a Apple

A companhia de Steve Jobs costuma provocar reações inflamadas, para o bem e para o mal; conheça as principais categorias de "haters" da empresa

Toda empresa possui inimigos, e a Apple, pela importância que tem no mercado e por sua postura, realmente deixa muita gente alterada. Algumas pessoas chegam a odiar mais a empresa de Steve Jobs do que nazistas, baratas ou filas de banco, e deixam comentários raivosos em blogs sobre a companhia. Baseado em minha extensa observação das espécies, os chamados “Apple-haters” se enquadram em cinco categorias. Veja abaixo quais são elas:

Você acredita que, ao comprar algo da Apple, diminui sua individualidade
Se você se recusa a comprar um produto da empresa, como quem faz um ato heróico pela individualidade e liberdade, essa é sua categoria. Ao entrar em fóruns ou fazer comentários, usa palavras como “lavagem cerebral” e acha que todo mundo que usa Apple é "fanboy".

apph1.jpgMuitos deles simplesmente atropelam a gramática em seus comentários. Isso sem falar que, quando a discussão esquenta, alguns apelam para o preconceito, questionando a sexualidade de quem usa os equipamentos da Apple.

- Essa é uma boa razão para se odiar a Apple? Não. Sua escolha de produtos não diz nada sobre sua individualidade. Um indivíduo de verdade não liga para o que a massa faz, ele faz o que é correto para ele. Algumas vezes isso significa seguir por um caminho único, mas, outra vezes, o que o rebanho faz também está Ok. Se o seu senso de individualidade é construído a partir dos produtos que você compra, então você não possui individualidade – só está enganando a si mesmo ao pensar que é um grão de areia único especial.

Mais ainda, o sistema Mac OS possui apenas 5% de participação no mercado, enquanto o Windows está presente em mais de 90% dos desktops. O iPhone é apenas o terceiro smartphone mais popular nos Estados Unidos, atrás do Android e BlackBerry. Se a Apple está tentando sugar todos para seu “grupo mental” universal, eles ainda não estão fazendo um ótimo trabalho.

Você odeia a cultura da Apple
Sua palavra favorita é “arrogância”. Você olha para a cultura de segredo da Apple, suas lojas engenhosas, suas campanhas publicitárias refinadas, e pensa que a Apple se acha superior.

Existe alguma verdade nisso. A Apple realmente pensa que é superior. Mas eles não estão sozinhos. Todos na indústria de computadores pensam que são melhores que os outros - só não conseguem vender bem esse conceito. O mesmo vale para muitas religiões. É parte da condição humana pensar que sua tribo é melhor que todas as outras.

- Essa é uma boa razão para odiar a Apple? Não. Por que você se importa com o que a companhia pensaria sobre você ou que ela pensa de si mesma? Você fica alterado se um atendente do McDonald's te olha de um jeito estranho?

Você teve uma experiência ruim com produtos da Apple
Toda companhia produz “abacaxis” ocasionais, e se você está emperrado com um deles, provavelmente irá odiar a empresa que te vendeu. Faz sentido.

- Essa é uma boa razão para odiar a Apple? Claro que sim. Se uma companhia me vende um produto ruim ou fornece um serviço fraco, eles estão mortos para mim. Isso sou eu.

Por outro lado, relativamente poucas pessoas tiveram experiências ruins com a Apple. A companhia costuma ter um ótimo controle de qualidade, e o nível de satisfação de seus consumidores normalmente está entre os mais altos. Mas isso não impede que surjam casos de iMacs entregues com telas rachadas, iPods que explodem.

Mas e o problema de antena do iPhone 4? Certamente isso baixou os níveis de satisfação dos clientes da companhia.

Será? Eu não vi nenhuma pesquisa para suportar essa informação. Parece que se você está em uma área em que o sinal já era ruim, o design de antena do iPhone 4 iria apenas piorá-lo. Se o sinal for bom, você não deveria ter problemas.

Mas se você é uma das pessoas com problemas com o iPhone, ou qualquer outro produto ou serviço da Apple, eu não te culpo por odiar a companhia.

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Problemas à vista: Jobs durante apresentação do iPhone 4 na WWDC 2010, nos EUA

A Apple não foi feita para você
Há muitas pessoas para as quais os produtos da Apple simplesmente não funcionam. A companhia raramente é a escolha indicada para empresas de médio e grande porte. Ela não fornece o tipo de relação mais próxima que esses clientes exigem.

O iPhone não é para qualquer pessoa. O serviço de telefone, por exemplo, é fraco em muitas áreas dos Estados Unidos, incluindo cidades importantes como Nova Iorque, São Francisco e Boston. Mas isso tem muito a ver com a AT&T, operadora que tem exclusividade na oferta do celular nos Estados Unidos. Por isso, se ligações telefônicas são muito importantes para você, que vive nos EUA, então é melhor pensar em uma alternativa. E se os norte-americanos se importam com tethering (uso do iPhone como modem, recurso disponível no Brasil) multitarefa de verdade, um sistema operacional aberto e ou suporte para Flash, então um Android é uma escolha melhor.

- Essa é uma boa razão para odiar a Apple? Não. Por exemplo, eu não gosto do McDonald's, mas não gasto muita energia falando mal dele. Eu simplesmente não vou até lá.

Você odeia a arquitetura fechada da Apple
Ao não comprar nada da Apple, você se vê lutando pela liberdade. Você acredita que o controle da companhia sobre a App Store é uma afronta ao seu direito de ler, ver e rodar o aplicativo de sua escolha, sem que o Mr. Steve Jobs te diga o que fazer.

- Essa é uma boa razão para odiar a Apple? Bem, mais ou menos. As restrições da App Store protegem o consumidor. O iPhone é um aparelho para pessoas que não querem passar muito tempo customizando, gerenciando, e aprendendo sobre como usar seus telefones, e as restrições da loja de aplicativos da Apple significam que os consumidores passam muito menos tempo se preocupando com apps ruins, pornográficos (que muitas pessoas não querem ver, apesar da popularidade) e com malware.

Mas as restrições da App Store podem realmente ir muito longe, algumas vezes, como quando bloquearam o app do cartunista ganhador do prêmio Pulitzer. Isso foi erro. E apesar de a Apple ter se retratado nesses casos, não sabemos como a companhia agiu em outros casos semelhantes.

No entanto, mesmo quando a Apple bloqueia um aplicativo na App Store, você não está impedido de visualizar conteúdo relacionado. A companhia não bloqueia o navegador do iPhone (era só o que faltava...), apenas na loja de aplicativos. Por isso, pornografia e opiniões políticas banidas da App Store ainda estão disponíveis no browser.

De modo geral, minha queixa não é pelas restrições da App Store existirem, mas o fato de que elas precisam ser aprimoradas, pensando mais no usuário. Eu quero um app nativo do Google Voice – a Google desenvolveu um, rejeitado pela Apple. Eu quero um aplicativo que me permite atualizar todos os meus podcasts automaticamente, wireless, sem precisar sincronizar com o iTunes; a Apple bloqueou um app de podcasts em 2008.

Ao mesmo tempo em que mata esses apps úteis, a Apple mantém uma centena de aplicativos "toscos", incluindo iFart Mobile, Atomic Fart, Fart Piano, 1.000.000 Fart Generatos, e algo chamado “Bluetooth Fart” (porque, provavelmente, puns USB e Firewire não são bons o bastante), sobre gases, por exemplo.

Mesmo assim, a Apple não está bloqueando suas escolhas. A companhia não é sua única escolha em nenhum dos mercados em que atua. Você sempre poderá comprar um smartphone Android, um desktop Windows e baixar músicas por outro site, se quiser. Se a Apple está tentando controlar os pensamentos nos locais onde vende seus produtos, está fazendo um trabalho ruim, pois existe uma alternativa para os seus aparelhos em qualquer loja de eletrônicos.

Índia: Google, Skype e RIM têm de cumprir regras de segurança

A Índia anunciou que pode tomar medidas contra qualquer empresa, incluindo o Google, depois de reprimir o BlackBerry como parte de seu esforço para manter o mercado de telefonia móvel que mais cresce no mundo seguro contra militantes e espionagem eletrônica, afirmou uma fonte do governo.

A Research in Motion, fabricante do BlackBerry, no entanto, expressou otimismo, sobre sua capacidade de resolver as preocupações indianas.

A Índia deu à RIM prazo até 31 de agosto para que atenda ao pedido de acesso a emails e serviços de mensagens instantâneas que são transmitidos pelos usuários do aparelho, sob pena de impedir seu funcionamento no país.

A companhia está sob pressão de governos de todo o mundo que desejam acesso aos seus códigos de encriptação de mensagens transmitidas pelo BlackBerry. Outras empresas também enfrentam pressões desde que as autoridades reforçaram campanha contra militantes islâmicos que utilizam aparelhos de comunicação móvel.

"Sempre que existe preocupação devido a questões de segurança nacional o governo vai desejar acesso, e todos os países têm o direito a interferir legalmente", disse um importante funcionário do setor de segurança indiano à Reuters, pedindo que seu nome não fosse revelado.

Militantes baseados no Paquistão utilizaram celulares e telefones via satélite no ataque a Mumbai em 2008, que causou a morte de 166 pessoas. Os militantes são suspeitos de usar serviços de telefonia via Internet.

As autoridades estão estudando há um ano os serviços de mensagens do Google, Skype e outros provedores de comunicação na Índia.

Robert Crow, vice-presidente da RIM, disse que acredita ser possível chegar a um acordo com o governo.

"Estou otimista", afirmou Crow, depois de uma reunião com funcionários do Ministério do Interior indiano. "Foi um passo em uma jornada muito longa."

A Índia já forçou as operadoras de telefonia móvel, entre as quais a líder de mercado Bharti Airtel, a seguir regras estritas de importação na compra de equipamentos para redes de telecomunicação.

Facebook ganha canal com transmissões ao vivo

Facebook Live trará anúncios oficiais da rede social, além de promover eventos de imprensa, chats e conferências ao vivo com engenheiros e desenvolvedores da rede social
Esta tarde o Facebook irá apresentar seu novo canal de vídeo oficial, o Facebook Live. A primeira aparição oficial feita em tempo real através do canal será da atriz America Ferrera, que irá anunciar seu novo filme, "The Dry Land".

No entanto, a proposta do canal vai além de exibições especiais de celebridades. De acordo com o Read Write Web, anúncios oficiais do Facebook, eventos de imprensa, chats ao vivo com os engenheiros da rede social e também conferências com desenvolvedores serão feitos através do Facebook Live.

O evento de apresentação está previsto para acontecer às 15hrs na Califórnia (20hrs por aqui).

Chats e conferências
O novo canal do Facebook irá incorporar o Live Feed em tempo real, onde os usuários poderão ficar atentos a tudo que está acontecendo. Além disso, o canal terá suporte a uma ferramenta que mostra as atualizações de usuários do Facebook ao lado do vídeo que está sendo transmitido.

facebook

Um recurso de perguntas e respostas estará disponível no Facebook Live, onde os espectadores poderão questionar e as dúvidas serão levadas a um moderador, para uma pré-seleção do que será levado ao ar.

Player
O novo canal do Facebook poderá ser adicionado a qualquer página da rede social como um aplicativo, sendo possível realizar a transmissão em diversas páginas.

O canal irá disponibilizar diversos embeds diferentes: widget de player, video library e o chat. Os usuários poderão compartilhar os vídeos no Twitter, Google Buzz, MySpace, Delicious e Digg, além de ser possível enviar por email. O canal também irá disponibilizar a URL do vídeo já encurtada.

Garoto de 16 anos faz seu primero milhão de dólares inspirado em Steve Jobs

Christian Owens, 16, é um jovem empresário que já cumpriu uma meta perseguida muitas vezes a vida inteira por outras pessoas: conseguir ganhar US$ 1 milhão.

"Meu objetivo é tornar-se um nome principal no mundo da internet", disse o jovem em entrevista ao "Daily Mail". O jovem disse ao jornal que foi inspirado a entrar no negócio depois de acompanhar a trajetória profissional do executivo-chefe da Apple, Steve Jobs.


Divulgação
Christian Owens com seus Macs; garoto se inspirou em Steve Jobs para conseguir seu primeiro milhão de dólares
Christian Owens com seus Macs; garoto se inspirou em Steve Jobs para conseguir seu primeiro milhão de dólares

Com dez anos, Chris ganhou um Mac e aprendeu sozinho webdesign. Com 14 anos, em 2008, ele abriu uma empresa de venda de aplicativos para o sistema operacional Mac OS X --a Mac Bundle Box. O site era inspirado no layout minimalista e limpo da Apple.

Desde então, a companhia arrecadou cerca de US$ 1 milhão.

Em 2009 Christian lançou a empresa de publicidade Branchr --trabalhava depois da escola e aos fins de semana. Branchr foi outro sucesso e arrecadou mais de US$ 700 mil apenas no primeiro ano de vida.

Chris investe a maior parte dos seus ganhos de volta em seus negócios e está determinado a fazer US$ 155 milhões com Branchr no futuro.

A Branchr vende hoje mais de 250 milhões de anúncios de 11 mil sites todos os meses e adquiriu uma segunda empresa, Atomplan, que fornece software empresarial.

Fflick transforma seus amigos em críticos de cinema no Twitter

Toy Story 3, Inception (A Origem), Scott Pilgrim vs. The World e Sex and The City 2: alguns dos filmes mais citados pelos amigos do Uol Tecnologia no Twitter. Chegamos a essa conclusão através do Fflick, uma ferramenta que transforma sua lista de Twitter em uma comunidade sobre cinema.

Você pode conferir as opiniões mais recentes de seus amigos sobre qualquer filme ou buscar por palavras-chave para ter um panorama geral dos comentários de outros usuários. Ao clicar em Inception, por exemplo, você recebe a lista com as opiniões de seus amigos sobre o filme, e também pode filtrar entre críticas positivas e negativas.

Você também pode analisar um filme, mas o processo não é anônimo - sua escolha é tuitada diretamente do Fflick.

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Críticas de cinema no Twitter: Fflick.
Lá do Feed My App.
Imagem: Reprodução.

Foursquare passa da marca de 2,6 milhões de usuários

O rede social baseada em geolocalização Foursquare já tem mais de 2,6 milhões de usuários, segundo tuíte do executivo-chefe do serviço, Dennis Crowley.

Crowley também ressaltou que 184 mil usuários se cadastraram no serviço nos últimos 10 dias.

Se a proporção de crescimento se manter, o Foursquare terá 3 milhões de usuários na primeira semana do próximo mês. Há pouco mais de um mês, o Foursquare atingiu o número de 1 milhão de check-ins num único dia.

Anatel debate regulamentos de Fiscalização e Sanções

A Anatel vai realizar uma audiência pública para debater as propostas de alterações nos regulamentos de Fiscalização e de Aplicação de Sanções Administrativas. A audiência está prevista para o próximo dia 20, de 9h às 18h, no Espaço Cultural Anatel, em Brasília. O aviso foi publicado na edição de hoje do Diário Oficial da União.

A documentação relativa ao objeto da audiência estarão disponíveis na Biblioteca da agência e na página da Anatel na internet (www.anatel.gov.br) a partir de hoje. A segunda audiência sobre os dois assuntos está prevista para 27 de agosto, em São Paulo. As contribuições para as consultas serão recebidas até as 24 horas do dia 6 de setembro.

* Com informações da Anatel

"Mafia II" tem ações de marketing dentro de Facebook e Pandora

A produtora 2k Games anunciou nesta quinta-feira (12) que os usuários das comunidades virtuais do Facebook e Pandora estarão interligados ao lançamento de "Mafia II", próximo jogo de ação criminal cuja trama é baseada no universo do crime organizado.

Os dois funcionarão de formas distintas no jogo. O Facebook já ganhou o aplicativo "Mafia II Hit List", que, como o nome sugere, listará todos os assassinatos obtidos contra seus amigos e inimigos. Os mais eficientes entram no ranking dos 5 melhores atiradores e também entre os cinco mais procurados. Para participar, é necessário se cadastrar no site.

A rádio virtual Pandora.com recebe a fita intitulada "Mafia II Mix Tape" que inclui algumas das 120 músicas dos anos 40 e 50 presentes no jogo, além de outras canções destas duas épocas. Entre as faixas estão "Ain't that a Kick in the Head" de Dean Martin, "Boom Boom" de John Lee Hooker, "Mambo Italiano" de Rosemary Clooney, "It Don't Mean a Thing" de Duke Ellington e "Rave On" de Buddy Holly. Infelizmente, o Pandora aceita apenas usuários norte-americanos.

A campanha de marketing também terá outras ações como um evento de tapete vermelho, incluindo as comunidades virtuais Gamertag Radio e SFX-300. As duas serão responsáveis por organizar as festas de lançamento do jogo nas cidades de Chicago, Miami e Nova York, todas patrocinadas pela produtora 2K Games e outras parceiras, como a Sony e a revista Playboy. Os eventos de promoção de "Mafia II" acontecem de 21 a 28 de agosto.

Máfia nos games

Em "Mafia II", o jogador controla Vito, filho de um pobre imigrante italiano nos Estados Unidos para garantir sua fatia do chamado "sonho americano". Para burlar a pobreza, Vito e seu amigo de infância Joe acabam cedendo à tentação de uma vida de poder e riqueza através do crime organizado.

"Mafia II" será lançado em 24 de agosto para as plataformas PlayStation 3, Xbox 360 e PC.

Confira o trailer de Mafia II

CA compra consultoria focada em cloud computing

A aquisição da 4Base servirá de base para uma nova unidade de negócios da fornecedora, focada em virtualização e computação em nuvem.

Diante da constatação de que oferecer soluções em cloud computing (computação em nuvem) é mais difícil do que prometem os fornecedores em geral, a CA Technologies – que atua com soluções para gestão de TI

– anunciou a compra da 4Base. Esta última, uma consultoria norte-americana focada em ajudar empresas a migrar para a nuvem.

Atualmente, a base de clientes da 4Base envolve mais de 300 projetos, que incluem o eBay, a T-Mobile e a Visa, entre outros clientes. E a CA vai usar a experiência da companhia para montar um novo grupo global de negócios, focado em virtualização e cloud computing. Um dos trabalhos dessa equipe será oferecer análises de viabilidade e sistemas para os projetos corporativos, além de serviços de consultoria.

O vice-presidente de estratégias de negócio da CA, Jay Fry, argumentou ainda que a compra permitirá que a empresa atue desde o início nos projetos e não apenas no momento de ajudar na instalação do software, como acontece hoje.

Fry argumentou que, apesar de todas as informações a respeito da simplicidade da computação em nuvem, na prática, as iniciativas são complexas para usar e implementar. Por conta disso, a CA aposta que a oferta de consultoria será essencial para o sucesso dos projetos, o que justifica os investimentos da companhia para adquirir a 4Base.

Banda Larga: Paraná isenta ICMS de provedores que comprarem fibra óptica da Copel

Acelerar a chegada de banda larga aos municípios paranaenses, utilizando fibras óticas da rede elétrica e oferecendo um preço mais baixo para acesso. É este o objetivo de um decreto assinado no dia 10 de agosto, pelo governador do Paraná, Orlando Pessuti, isentando de pagamento de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) os pequenos provedores de internet desde que estes ofereçam serviços de acesso à web a preços populares – R$ 15 por conexão de 256 Kbps e R$ 30 pela de 512 Kbps, revela reportagem publicada no Guia das Cidades Digitais (www.guiadascidadesdigitais.com.br)

O decreto prevê que a internet deve ser comprada da Companhia Paranaense de Energia (Copel), que atualmente tem fibra ótica chegando a 227 dos 399 municípios paranaenses, e faz parte de um acordo costurado pelo governo estadual e pela Copel para disseminação da banda larga no Estado.

Além de isentar de ICMS os pequenos provedores, o acordo prevê redução na margem de lucro da Copel quando a venda de acesso à internet for feita para pequenos provedores e prefeituras com projetos de Cidades Digitais. Nestes casos, o megabit por segundo será vendido por R$ 230.

O acordo entre o governo paranaense e a Copel vai, na prática, adiantar-se ao oferecimento de acesso que o próprio Plano Nacional de Banda Larga faria, tão logo a Telebrás, responsável por sua execução, esteja operante. Assim, não seria mais óbvio aguardar um pouco mais e deixar a Telebrás fazer o serviço? Para Carlos Eduardo Moscalewsky, diretor da Copel, a iniciativa se justifica.

"Demanda um investimento alto e um tempo longo até a Telebrás poder se tornar operacional, começar a oferecer serviços nessas cidades menores", acredita o executivo. "A verdade é que a Telebrás não está nas cidades em que estamos vendendo", continua. "É um programa interessante e socialmente justo. Resolvemos aproveitar a potencialidade", completa.

Segundo ele, a Copel hoje já concentra o oferecimento de internet no Paraná, tendo redes de alta capacidade chegando em 227 municípios, que representam 90% da população do Estado. Até o final do ano serão 240 municípios paranaenses e, em três anos, a Copel pretende chegar a todas as cidades do Estado.

De acordo com Moscalewsky, a cada cidade a que chega, a Copel cria um POP (ponto de presença) gigabit, ou seja, de capacidade de transmissão de pelo menos um gigabit por segundo, alta para os padrões praticados em cidades pequenas.

Ele garante que os municípios terão direito de comprar internet mais barata da companhia, bastando para isso comprovar que tem ou está implementando um programa de Cidade Digital, com telecentros, acesso internet nas escolas, etc. "O município precisa fornecer parte da internet para esses programas para poder usufruir da redução de preço que a Copel vai praticar", explica o diretor da empresa.

A municipalidade ou o pequeno provedor não precisará se preocupar com a chegada do sinal até si (a Copel entrega no provedor ou na prefeitura), tendo que cuidar apenas da última milha. Além de satisfazer uma necessidade cada vez maior de internet e de conseguir atender ao pedido do governo estadual que procurou se antecipar ao governo federal, a Copel enxerga no projeto uma vantagem competitiva para a própria empresa.

Com mais clientes, sejam provedores ou prefeituras, a Copel também comprará mais sinal de internet no atacado e, com isso, pode ter vantagens para negociar. "Na medida em que somos concentradores de rede cada vez maior, podemos ter melhores condições de compras e conectividade aos backbones internacionais", resume Moscalewsky.

HP prepara tablets com sistemas operacionais Windows 7 e webOS

Empresa anunciou que pretende lançar produtos concorrentes do iPad da Apple, mas não mencionou o sistema Android, da Google.

A Hewlett Packard decidiu realmente entrar no mercado de tablets. No entanto, ainda não sabe se irá um criar hardwares diferentes para cada sistema operacional – Android , Windows 7 e WebOS.

Nesta quinta (12), a empresa disse em comunicado que "está muito animada com a categoria de tablets", e "planeja usar o WebOS, assim como o Windows 7". O webOS é o sistema móvel criado pela Palm, que foi comprada pela HP.

Não houve menção, no entanto, a um tablet com Android, conforme rumores no mercado.

O WebOS será usado pela HP em smartphones , tablets, netbooks e até impressoras. Já o Windows 7, em um tablet para empresas, disse a companhia.

No entanto, não foi divulgado qualquer menção a prazos.

O fato de a HP não ter mencionado o Android é interessante, dado o número de notícias sobre os planos dela, inclusive com o nome do produto – Zeen – um tablet voltado para leitura.

Zeen é um trocadilho com a última sílaba da palavra "magazine" (revista). Os rumores diziam que ele se conectaria diretamente com uma impressora HP, facilitando a reprodução de uma revista em casa.

O site de tecnologia Engadget noticiou que um tablet HP com Windows 7 chegaria ao mercado em dezembro, enquanto o com WebOS, no primeiro trimestre do ano que vem. As datas não foram confirmadas pela HP.

"Duvido que a HP faça três produtos diferentes, um para cada OS", disse Carl Howe, analista do Yankee Group.

Ele disse que é mais provável que a empresa fabrique uma plataforma comum, com adaptações para cada sistema e aplicativos.

Entre os três, no entanto, Howe disse que o com Android seria o vencedor, devido a sua habilidade em adaptar aplicativos do Market feitos para smartphones. Já o Windows 7 não tem suporte para esse formato, e a comunidade do WebOS é pequena.

Jack Gold, analista da J. Gold Associates, disse que a HP tem mostrado uma versão do tablet com Windows 7, mas o produto vem sendo criticado pelo desempenho fraco.

Ele sugeriu que a empresa concentre esforços em um dispositivo com Android, pois haverá vários do tipo até o final do ano. "Ela poderia vendê-lo sob a marca Compaq, que tem foco no consumidor final", afirma.

Você já imaginou como seria um filme sobre o Twitter?

Se Hollywood pode fazer um filme sobre o Facebook, por que então não cria também um longa sobre o Twitter? Se os produtores dos grandes estúdios não estão interessados, o pessoal do site Indy Mogul mostra como se faz e até apresenta um trailer. Parodiando o filme sobre Mark Zuckerberg, claro. E o resultado ficou ótimo! Confira logo abaixo:

Oracle processa Google por violação de patentes com Android

A Oracle abriu um processo contra o Google, alegando infração de patente e de direitos autorais no desenvolvimento do sistema para celulares Android.

O processo, enaminhado na quinta-feira a um tribunal da Califórnia, alega que o Google "conscientemente, diretamente e repetidamente infringiu a propriedade intelectual da tecnologia Java, da Oracle" ao desenvolver o Android, afirmou a porta-voz da Oracle Karen Tillman, em comunicado. "Esse processo busca soluções apropriadas."

A Oracle adquiriru a tecnologia Java ao comprar a Sun Microsystems, por 5,6 bilhões de dólares, no início deste ano. Analistas consideram que a ação contra o Google pode sinalizar que a Oracle pretende ser mais agressiva na busca de licenciamento do Java, tecnologia usada em diversos produtos de Internet.

O presidente-executivo da Oracle, Larry Ellison, disse considerar o Java um ativo fundamental, ressaltando sua utilização em uma variedade de equipamentos eletrônicos, de computadores a aparelhos de DVD.

Um porta-voz do Google não comentou o processo, considerando que a companhia não teve a chance de revisá-lo ainda.

Analistas dizem que o sistema Android utiliza partes da tecnologia Java. Cerca de 200 mil smartphones e outros equipamentos baseados no Android são vendidos diariamente, segundo o presidente-executivo do Google, Eric Schmidt.

Beta público do Internet Explorer 9 chega em setembro

Versão teste do navegador da Microsoft será lançada no dia 15 de setembro, apenas para computadores com o Windows Vista e Windows 7.

A Microsoft anunciou na última quinta-feira (13/8) a data oficial de lançamento do beta público do Internet Explorer 9 (IE9). Os internautas poderão testar o novo navegador a partir de 15 de setembro deste ano.

De acordo com a companhia, a versão será exclusiva para os usuários do Windows 7 e de seu antecessor, o Vista. Atualmente, cerca de 68% dos PCs com um sistema operacional da Microsoft instalado ainda utilizam o Windows XP, lançado em 2001.

O anúncio de ontem confirmou o comentário feito em julho por Kevin Turner, COO da companhia, de que o IE9 beta chegaria ao público em setembro. Até hoje, no entanto, nenhum comunicado da fabricante tinha confirmado a data ou negado a veracidade da declaração.

Em março, a Microsoft anunciou que já estava trabalhando no novo browser, e desde então lançou quatro prévias, destinadas a desenvolvedores. A última foi publicada em 05 de agosto, quando a empresa indicou que está seria a última antes da versão beta.

Até o momento, não foi divulgada a data de lançamento da versão final do aplicativo, embora muitos especialistas de mercado especulem sobre o mês de abril de 2011, que coincidiria com a MIX, um evento anual da fabricante.

Entretanto também é possível que o lançamento ocorra somente no segundo semestre do próximo ano, já que a versão final do IE8 foi lançada um ano depois da versão beta. Caso seja mantido o ritmo, provavelmente, a edição final não chegará ao grande público antes de setembro de 2011.

Empresas brasileiras são as que mais usam as redes sociais na hora de contratar

Estudo da Robert Half apontou que 21% das companhias nacionais analisam o perfil online dos candidatos em redes sociais.

As empresas brasileiras lideram o uso da internet em processos seletivos de novos funcionários. Uma pesquisa da consultoria em recrutamento Robert Half, divulgada na sexta-feira (13/8), indicou que 21% das companhias nacionais analisam o perfil online dos candidatos em redes sociais

Em segundo lugar no ranking está a Espanha, com índice de 18%, seguidas por Itália e Holanda, empatadas com 13%. No entanto, em países como Bélgica, com apenas 5%, e República Tcheca, com 1%, o uso das mídias sociais ainda é inferior às demais nações.

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Foram entrevistados 2.819 mil executivos de 13 países.

Redes sociais se destacam em processos de seleção

O cadastro em redes sociais como Twitter, Facebook e Linkedln, também foi destaque em uma recente pesquisa divulgada pela JobVite, empresa fabricante de software de recrutamento.

De acordo com os resultados obtidos, as empregadoras preferem usar sites de redes sociais para o recrutamento, por considerarem um método de publicidade e um uma ação barata e fácil. Além disso, um terço dos entrevistadores sempre verifica o perfil dos candidatos nestas plataformas.

Ainda segundo a Jobvite, o investimento nos tradicionais métodos de seleção está diminuindo, com 36% dos entrevistados planejando gastar menos com anúncio de vagas. Enquanto 38% gastará menos com empresas tercerizadas de contratação.

Ao todo foram entrevistados 825 prossionais de RH e apenas 3% deles são clientes da Jobvite.