quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Cientistas criam carro autônomo que busca passageiros

Cientistas alemães revelaram o mais recente avanço na tecnologia de automóveis que se dirigem sozinhos --um veículo autônomo chamado "MadeInGermany" (MIG) que os passageiros podem convocar por telefone para uma carona.

O cientista da computação Raul Rojas e sua equipe na Universidade Livre de Berlim (FU) desenvolveram o carro experimental, que esperam venha a revolucionar o futuro do automóvel.

Os passageiros podem telefonar para seu MIG usando um iPad ou smartphone, e o sistema GPS integrado desses aparelhos revela ao carro a localização da pessoa; o veículo determina a melhor rota e informa ao passageiro quanto tempo demorará para chegar.

Os projetistas do carro dizem que sua invenção sustentará desenvolvimentos ecologicamente positivos, ao tornar mais práticos os carros compartilhados --caso diversas pessoas estejam se deslocando na mesma direção, o mesmo táxi não tripulado poderia atender a todas.

O uso da tecnologia poderia reduzir o número de carros em uso em Berlim a um quinto do atual, dizem.

"Com um dispositivo multimídia comum (iPad), o motorista terá acesso a todos os sistemas eletrônicos de bordo," disse um porta-voz. "Isso cria possibilidades inteiramente novas de operação do veículo, que vão bem além das ideias anteriores de controle remoto."

Os motoristas que subitamente desejam dirigir o veículo por meio do iPad podem desativar a tecnologia automática e assumir pessoalmente o controle.

O MIG usa tecnologia de sensores para criar uma imagem tridimensional da rua no computador do carro, de modo que este se torna capaz de detectar bicicletas, pedestres, placas e as marcações na via.

A tecnologia permite que ele responda de forma independente aos semáforos, que ceda passagem de acordo com o código de trânsito e que pare em caso de acontecimentos inesperados.

Natal forte faz indústria de PCs projetar vendas para fevereiro de 2011

Os pedidos de componentes para a produção de PCs para as festas de fim de ano já foram feitos e os estoques já estão nas unidades fabris, especialmente, na Zona Franca de Manaus.

O presidente da Digitron do Brasil, Sung Unsonj, fabricante de placas-mãe e, agora, de HDs para a Western Digital, num movimento de concorrência com a Samsung, até então, a única a produzir HDs localmente, salienta que o primeiro trimestre do ano que vem promete ser de forte demanda, em função dos pedidos já feitos pela indústria.

Mensalmente a empresa produz 300 mil placas para desktops e 100 mil placas para notebooks/netbooks. A produção de HDs - iniciada neste mês de outubro,após um investimento de R$ 10 milhões pela Western Digital - tem a expectativa de ficar em torno de 330 mil unidades - 4 milhões ao final de 12 meses (outubro de 2011), o que representará cerca de 40% do mercado total.

"Já fizemos todos os pedidos de componentes para o Natal e já estamos com material em estoque. O ritmo de pedidos está bastante elevado e como há um grave problema com a logística para a entrega dos componentes - eles vêm da Ásia - os pedidos que estamos entregando agora já são para fevereiro de 2011. E o ritmo segue forte ", comenta o executivo.

Unsonj não teme, em função de pedidos extras de produção e da forte queda do dólar no mundo, um possível desabastecimento de PCs por falta de componentes para a sua montagem. "É certo que não podemos ampliar muito o nosso processo de produção, mas estamos suportando bem o ritmo de crescimento em torno de 10%, 15% ao mês e foi feita toda uma logística para evitar falhas", informa.

O mês de dezembro, que normalmente é o de menor produção em função do atendimento aos pedidos do varejo em novembro, promete ser atípico com forte demanda produtiva, superando totalmente qualquer impacto da crise de 2009.

Apesar de não cogitar ainda suspender as férias coletivas dos funcionários, o presidente da Digitron Brasil assume que o ritmo será acelerado para atender aos pedidos programados para janeiro e fevereiro do ano que vem. A expectativa do mercado brasileiro é de vender 14 milhões de PCs em 2010.

Western Digital passa a fabricar discos rígidos no Brasil

Componentes serão produzidos em parceria com a Digitron, em um total de US$ 175 milhões em HDs no primeiro ano de operação.

A Western Digital (WD) anunciou nesta quinta-feira (14/10) que passa a fabricar seus discos rígidos em território brasileiro, mais precisamente na Zona Franca de Manaus. A empresa fez uma parceria com a Digitron e produzirá 175 milhões de dólares em discos rígidos no primeiro ano de operação.

A WD fez um investimento inicial de cinco milhões de reais para iniciar a produção, valor esse que pode chegar a 10 milhões conforme o aumento da demanda. Esse número corresponde a cerca de 2% do investimento mundial da empresa no mundo. A partir do acordo entre a Western Digital e a Digitron, 50 postos de trabalho serão criados na região.

Dentro da produção de 175 milhões de dólares, a empresa calcula que fabricará até quatro milhões de HDs no primeiro ano, com um preço médio de 85 reais por unidade. Nos primeiros 12 meses, a companhia divulgou que a demanda será direcionada apenas ao Brasil e que não há planos de exportar os discos para outros países da América Latina.

Com 31% de participação do mercado mundial de HDs, a empresa produzirá discos de até 1TB no País. “A nova operação otimizará a cadeia de suprimentos da WD para os clientes OEM e distribuidores brasileiros, além de fortalecer ainda mais nossa capacidade de atender ao enorme crescimento da demanda por armazenamento no país”, comentou Scott Davis, vice-presidente de vendas mundial da WD para canais. “Temos uma penetração abaixo do esperado no mercado brasileiro e, com o início das operações no País, além de preços mais competitivos, esperamos aumentar a nossa participação por aqui”.

Quase 4 milhões de cópias de novo "Pokémon" foram vendidas no Japão; veja o ranking

Quatro semanas. Esse é o tempo que "Pokémon Black" e "White", novos games das criaturas para Nintendo DS, estão no topo do ranking de vendas japonês, como mostra o levantamento feito pelo Media Create, instituto de referência na apuração do mercado de jogos no país, de 4 a 10 de outubro.

"Pokémon Black" e "White" apresentam cidades inéditas na região de Isshu e contam com algumas melhorias durante as batalhas. Entre as novidades presentes nas novas edições estão a adição de um sistema de passagem de estações do ano e batalhas entre trios.

As quatro posições seguintes foram ocupadas, assim como na última semana, por games inéditos no Japão: "Macross F: Itsuwarino Utahime", "Kindgom Hearts Re:coded", "Red Dead Redemption" e "Class of Heroes 3".

Veja a lista dos vinte jogos mais vendidos entre 4 e 10 de outubro:

VENDA DE JOGOS NO JAPÃO
1DSPokémon Black / White231.6383.992.855
2PS3Macross F: Itsuwarino Utahime152.699152.699
3DSKingdom Hearts Re:coded95.50595.505
4PS3Red Dead Redemption70.59970.599
5PSPClass of Heroes 330.57230.572
6WiiWii Party26.2591.099.428
7X360Red Dead Redemption25.67325.673
8PS3F1 201025.27325.273
9PS3Dead Rising 224.416104.111
10PSPK-On! After School Live!!21.454192.203
11PSPBlack Leopard: A New Tale of Yakuza19.109236.485
12PS3Class of Heroes 314.89214.892
13DSOkamiden12.82997.300
14PSPEiyû Densetsu: Zero no Kiseki11.14795.507
15DSTenkaichi Sengoku Lovers9.5109.510
16PS3H.A.W.X. 28.9218.921
17WiiSuper Mario Galaxy 26.991849.567
18PSPDragon Ball Z: Tenkaichi Tag Team6.73425.814
19X360Dead Rising 26.29750.097
20PSPMonster Hunter Freedom Unite6.261443.365
#Sist.Título4 a 10/10Acumulado



Confirmando as preferências

No que diz respeito às plataformas, o ranking de vendas japonês permanece inalterado se comparado à semana anterior, com PSP, Nintendo DSi e Nintendo DSi XL figurando como primeiro, segundo e terceiro, respectivamente.

Confira a relação dos consoles mais vendidos no período avaliado pelo instituto Media Create:

VENDA DE VIDEOGAMES NO JAPÃO
1PSP33.6831.545.373
2Nintendo DSi22.301762.805
3Nintendo DSi XL21.777967.414
4PlayStation 319.9481.099.195
5Wii12.1581.072.732
6Nintendo DS Lite5.960187.025
7Xbox 3602.746167.482
8PlayStation 21.37365.536
9PSPgo1.19149.797

Mercado mundial de PCs tem crescimento menor que o esperado

As vendas mundiais de computadores pessoais cresceram mais devagar que o esperado no terceiro trimestre, de acordo com dados setoriais, prejudicadas pelo baixo consumo nos Estados Unidos.

Os embarques de computadores subiram 11 por cento, para 89,7 milhões de unidades, no período de julho a setembro, de acordo com o grupo de pesquisa IDC. Isso ficou abaixo de sua projeção de 13,5 por cento para o período.

O grupo de pesquisa Gartner estimou, por sua vez, que as vendas de computadores cresceram 7,6 por cento, em termos de volume, ante projeção de 12,7 por cento.

Embora as empresas tenham continuado a investir e a atualizar seus computadores, a hesitação dos consumidores resultou em uma temporada morna de volta às aulas nos EUA. O mercado se recuperou em setembro, mas isso não bastou.

A IDC informou que o crescimento nos EUA foi de 3,8 por cento, bem abaixo de suas expectativas de quase 11 por cento. As demais regiões atingiram o crescimento projetado, em linhas gerais.

"Julho e agosto foram meses horríveis", disse David Daoud, analista da IDC.

As companhias de maiores vendas, Hewlett-Packard, Acer e Dell, apresentaram desempenhos inferiores à média do mercado no terceiro trimestre, de acordo com a IDC.

Daoud acrescentou que "houve fatores psicológicos envolvidos, com o lançamento do iPad pela Apple e pessoas esperando a chegada de novos produtos ao mercado. Tudo isso contribuiu".

O iPad, um computador portátil semelhante a uma prancheta e com tela de 10 polegadas sensível a toques, prejudicou as vendas dos netbooks mais baratos, que vinham atraindo demanda robusta nos últimos anos, segundo os analistas.

Os dados sobre computadores no terceiro trimestre não incluem vendas do iPad e de outros tablets.

A IDC previu alta de 7,4 por cento nas vendas mundiais de computadores no quarto trimestre.

A HP, maior fabricante mundial de PCs, teve o mais fraco desempenho entre os grandes fornecedores, prejudicada pelo baixo consumo nos EUA e uma queda das vendas na região Ásia-Pacífico.

Investidores sondam News Corp e AOL sobre aquisição do Yahoo

Diversas empresas de investimentos abordaram companhias de Internet e de mídia, como News Corp e AOL, a fim de avaliar seu interesse na aquisição do Yahoo, informou uma fonte próxima ao assunto.

A notícia surge no momento em que o Yahoo, segundo maior serviço de buscas online nos Estados Unidos, atrás do Google, luta para retomar o crescimento em receita, sob o comando da presidente-executiva Carol Bartz, e para reconquistar o interesse dos consumidores, em meio à concorrência de sites de redes sociais como o Facebook.

A possível aquisição dependeria do Yahoo aceitar vender seus valiosos ativos asiáticos, entre os quais uma participação de 40 por cento no chinês Alibaba Group e 34,5 por cento das ações do Yahoo Japan, disse a fonte à Reuters na quarta-feira, sob condição de anonimato.

As negociações com a News Corp e a AOL começaram há cerca de duas semanas e se intensificaram nos últimos dias, mas o Yahoo ainda não foi procurado porque as conversas estão em estágio inicial, segundo a fonte.

As ações do Yahoo, que fecharam com alta de quase 6 por cento na quarta-feira, avançaram mais de 9,5 por cento e atingiram 16,71 dólares após o fechamento dos pregões. As ações do Alibaba.com e do Yahoo Japan também subiram nas bolsas asiáticas.

A especulação quanto ao interesse de empresas de investimento pelo Yahoo, que também tenta evitar a perda de executivos importantes para empresas rivais, ressurgiu nos últimos meses.

A Silver Lake Partners estava entre os participantes das discussões preliminares recentes sobre possíveis cenários de aquisição, informou uma segunda fonte próxima ao assunto.

O gestor de fundos Blackstone também foi abordado, mas disse não estar trabalhando em uma transação com o Yahoo no momento, informou uma terceira fonte.

News Corp, AOL e Yahoo se recusaram a comentar o assunto.

Tivit nomeia diretor de Operações de Terceirização de Infraestrutura de TI

A Tivit contratou José Eduardo Ometto Alberto como novo diretor de Operações de Terceirização de Infraestrutura de TI (ITO). A contratação faz parte dos planos de investimento da empresa para 2010 e de expansão dos negócios a médio e longo prazo.

Formado em Engenharia Mecânica pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o executivo traz no currículo ampla experiência no mercado, já tendo liderado a área de serviços e tecnologia em empresas como IBM, HP e Sun Microsystems. O executivo acumula, ainda, passagens em consultorias como a Accenture e Deloitte, além de ter atuado como membro no Conselho da Câmara Americana de Comércio (Amcham), entre os anos de 2008 e 2009.

Na Tivit, sua missão será coordenar uma equipe de mais de duas mil pessoas, além das instalações físicas de alto nível. “Meu desafio será apoiar o crescimento sustentável da TIVIT, garantindo os atuais níveis de alta qualidade dos serviços”, afirma Ometto.

Para o executivo, o perfil de atuação da Tivit é um grande atrativo e demonstra o compromisso em estar sempre à frente do mercado e proporcionar aos clientes um ambiente tecnológico capaz de suportar o desenvolvimento de seus negócios a longo prazo. “A TIVIT encontra-se em um grande momento de sua história, com crescimento elevado ano a ano, sustentado por uma forte governança corporativa. Minha perspectiva é dar seguimento a essas diretrizes e ainda mais força aos negócios da empresa, com a ampliação de nossas operações de missão crítica e de larga escala”, ressalta Ometto.

Mercado mundial de PCs tem crescimento menor que o esperado

As vendas mundiais de computadores pessoais cresceram mais devagar que o esperado no 3º trimestre, de acordo com dados setoriais, prejudicadas pelo baixo consumo nos Estados Unidos.

O comércio do segmento subiu 11%, para 89,7 milhões de unidades, no período de julho a setembro, de acordo com o grupo de pesquisa IDC. Isso ficou abaixo de sua projeção de 13,5% para o período.

O grupo de pesquisa Gartner estimou, por sua vez, que as vendas de computadores cresceram 7,6%, em termos de volume, ante projeção de 12,7%.

Embora as empresas tenham continuado a investir e a atualizar seus computadores, a hesitação dos consumidores resultou em uma temporada morna de volta às aulas nos EUA.

O mercado se recuperou em setembro, mas isso não bastou.

A IDC informou que o crescimento nos EUA foi de 3,8%, bem abaixo de suas expectativas de quase 11%. As demais regiões atingiram o crescimento projetado, em linhas gerais.

"Julho e agosto foram meses horríveis", disse David Daoud, analista da IDC.

As companhias de maiores vendas, Hewlett-Packard, Acer e Dell, apresentaram desempenhos inferiores à média do mercado no terceiro trimestre, de acordo com a IDC.

Daoud acrescentou que "houve fatores psicológicos envolvidos, com o lançamento do iPad pela Apple e pessoas esperando a chegada de novos produtos ao mercado. Tudo isso contribuiu".

O iPad, um computador portátil semelhante a uma prancheta e com tela de 10 polegadas sensível a toques, prejudicou as vendas dos netbooks mais baratos, que vinham atraindo demanda robusta nos últimos anos, segundo os analistas.

Os dados sobre computadores no terceiro trimestre não incluem vendas do iPad e de outros tablets.

A IDC previu alta de 7,4% nas vendas mundiais de computadores no quarto trimestre.

A HP, maior fabricante mundial de PCs, teve o mais fraco desempenho entre os grandes fornecedores, prejudicada pelo baixo consumo nos EUA e uma queda das vendas na região Ásia-Pacífico.

Abinee suspende decisão que obriga troca imediata de celular

Ministério da Justiça exigia que a indústria fizesse a substituição de aparelhos com falha no prazo de 30 dias. Entidade contestou a obrigatoriedade na Justiça.

O Tribunal Regional Federal, da Primeira Região de Brasília decidiu favoravelmente ao Agravo de Instrumento impetrado pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinne) contra a eficácia da Nota Técnica 62/2010, do DPDC - Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor -, que definia os aparelhos celulares como bens essenciais e exigia a troca imediata dos produtos que apresentassem defeito, em observância ao Código de Defesa do Consumidor. O juiz determinou a suspensão da eficácia da Nota Técnica do DPDC.

Em seu despacho, Juiz Federal Ricardo Gonçalves da Rocha Castro questionou a possibilidade de uma nota técnica regulamentar ou ampliar a proteção legal já prevista no Código de Defesa do Consumidor. E embasou seus argumentos no fato de que, embora se possa considerar, hoje em dia, que o serviço de telefonia tenha assumido caráter essencial, a extensão desse tratamento ao aparelho celular em si é questionável. Segundo ele, uma coisa é o serviço, outra coisa é o produto destinado à prestação do serviço.

Na condição de representante dos fabricantes de aparelhos celulares no Brasil, a Abinee ratifica sua posição de continuar mantendo entendimentos com o Ministério da Justiça em prol do bom atendimento ao consumidor.

A Nota técnica do Ministério da Justiça é de junho de 2010. Desde então, a Abinee, representante das empresas empresas Samsung, LG Eletronics, Nokia, Motorola e Sony Ericsson, vem travando batalhas jurídicas contra a notificação sobre a obrigatoriedade da troca de celulares com defeito de fabricação. Em agosto, a 12ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo não decidiu que as empresas estão desobrigadas fazer a troca desses aparelhos.

Segundo a norma técnica do DPDC, o prazo de 30 dias para envio do produto com defeito à assistência técnica não se aplica a bens essenciais, categoria a que foi alçado o aparelho celular. Portanto, nos casos de problemas de qualidade, os consumidores podem exigir de forma imediata, e conforme sua escolha, a substituição do produto defeituoso, a restituição dos valores pagos ou o abatimento do preço – opções previstas no artigo 18 do Código de Defesa do Consumidor.

Profissionais de search são selecionados em eventos

Depois do SearchLabs realizado em julho dessa ano, o Brasil foi chamado de booming market for SEOs em várias matérias ao redor do mundo. Booming market significa, literalmente, um mercado que está bombando. Como resultado, as empresa estão sedentas, carentes de profissionais para realizar o trabalho de otimização de sites para buscadores, como Google, o Bing e o… (segredo).

Os salários começam em 2 mil reais, dependendo do empregador, e chegam fácil à casa dos cinco mil. Mas, onde estão essas vagas que não se encontram em jornais, ou em sites de RH? Elas estão nos eventos, com o TchêSEO, planejado para acontecer no dia 23 em Novo Hamburgo, no RS e organizado por um profissional de SEO que encontrou seu lugar de trabalho justamente em uma dessas convenções. Juliano Torriani, consultor de search da AO5 e idealizador do TchêSEO, conta porque esse tipo de emprego não é divulgado abertamente: “Quem contrata quer mais que receber um cv. Quer olhar na cara do candidato, perceber se ele tem o feeling necessário para função”.

Pouco antes de conversar com Torriani, estive no CoéSEO, no Rio de janeiro, com mais uma boa centena de profissionais de internet e lá também ecoou forte a mensagem: falta mão de obra. Sabendo do valor dos eventos de search como plataforma para angariar bons profissionais, Torriani emenda “se o candidato se deu o trabalho de vir até um congresso ou a uma palestra sobre search, já é um excelente sinal. Mandar email todo mundo sabe. Acontece que a função de analista SEO (jr. ou pleno), de Linkbuilder, ou de redator de conteúdo, demanda mais que um clique. É preciso ser proativo e é esse tipo de gente que vem aos eventos”.

Empresas que procuram por profissionais e não sabem onde encontrar:

http://bit.ly/SEORandomica

http://bit.ly/SEOnaLabuta

http://bit.ly/DynamoSEO

É comum os candidatos se sentirem inseguros, podem achar que não sabem tudo e, portanto, não são elegíveis para a função. Quer saber? : Não é preciso saber tudo. É claro que se você nunca viu um código HTML e ainda se confunde com URLs, links e trava na hora de apertar o botão direito do mouse, é melhor procurar outra função. On the other hand, quem tem boas noções de programação e compreende a rede de informações entre o conteúdo de paginas ou tem um pouco de intimidade com ferramentas de mensuração de audiência digital, como o Google Analytics, pode se considerar apto a concorrer a uma das muitas vagas existentes.

O trabalho com search requer além do mencionado acima, a aptidão de trabalhar de maneira metódica e um espírito crítico. Alexandre Kavinski, CEO da i-cherry, cita duas características indesejadas nesses profissionais: Eu não gosto de cara que é pedante (jura que sabe o que não sabe) e aqueles que querem encontrar as repostas para os desafio impostos pela prática da profissão sem realizar testes. Alex Sander Pelati, diretor da AO5 completa a lista com outras qualidades indesejadas nesse tipo de funcionário: acomodação e insegurança.

Supostos documentos de lojas apontam PSPgo a US$ 199 nos EUA

Segundo o site Joystiq, o portátil digital da Sony PSPgo pode sofrer um corte de preço nesta sexta-feira (15).

A informação está num suposto documento enviado a lojistas, que revela o novo preço do aparelho por US$ 199, indicando uma queda de US$ 50 em seu preço original.

Ao ser contactada pelo site, a Sony preferiu não fazer uma declaração sobre a redução de preço.

O PSPgo é o mais recente modelo do portátil da Sony, mais leve e compacto. No entanto, é alvo de crítica por ser mais caro (seu valor atual é de US$ 250, enquanto o PSP-3000 sai por US$ 170) e por não possuir o leitor de UMD. Dessa forma, os jogadores não têm como aproveitar os jogos já comprados em disco.

Empresários argentinos prospectam negócios e parcerias no Brasil

A Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação – Regional São Paulo (Assespro-SP) e o Consulado Geral da República Argentina promovem, no dia 19 de outubro, a partir das 09h, o "I Seminário e Missão Setorial das Empresas de Software da Argentina em São Paulo". Cerca de 20 empresas estarão no País até o dia 21 de outubro para fazer negócios e buscar parcerias no Brasil.

O evento será o primeiro a acontecer depois do acordo assinado em 2008 entre a Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação – Regional São Paulo (Assespro-SP) e a Câmara de Empresas de Software e Serviços de Informática da República Argentina (CESSI).

O Consulado Geral da República Argentina irá organizar o grupo de empresários argentinos que deverão visitar o País no próximo mês. Já a Assespro-SP está com inscrições abertas para as empresas brasileiras interessadas em participar do seminário e negociar com empresários argentinos.

"A missão empresarial visa estreitar ainda mais os nossos laços comerciais com a Argentina. Temos certeza que se trata de uma excelente oportunidade para as empresas nacionais firmarem parceiros e ampliarem os seus negócios no mercado internacional", afirma Roberto Carlos Mayer, presidente da Assespro-SP.

Os empresários interessados em participar do seminário com a missão argentina e/ou obter mais informações sobre a programação podem acessar o site www.assespro-sp.org.br ou entrar em contato pelo telefone 11 3064-0003.

1º capítulo em português de livro sobre Facebook está disponível para download

Com lançamento no Brasil marcado para a semana que vem – dia 22/10 -, o livro “Bilionários por acaso: a criação do Facebook, uma história de sexo, dinheiro, genialidade e traição” (Editora Intrínseca) já está em pré-venda nos principais sites de comércio eletrônico.

Capa do livro de Mezrich, que narra os bastidores da criação do Facebook

Capa do livro de Mezrich, que narra os bastidores da criação do Facebook

O preço promocional é de R$ 23,90 – o valor original é R$ 29,90. O livro inspirou o longa-metragem “A rede social”, cuja estreia no Brasil está programada para 3/12.

Quem quiser dar uma espiada na obra de Ben Mezrich antes do lançamento, pode fazer o download do primeiro capítulo da versão em português no site da Livraria Cultura.

Ponto para a livraria.

Assim, será possível ler nas páginas iniciais de “Bilionários” a ocasião em que o brasileiro Eduardo Saverin, que ajudou Mark Zuckerberg a criar o Facebook, está numa festa para veteranos de Harvard.

Os primeiros trechos
Saverin é retratado como um rapaz inseguro e que em busca de aceitação social. Da mesma forma que um “garoto de cabelo enroladinho” (Zuckerberg), tímido e desajeitado, que jamais se destacaria numa festa como aquela, para caras descolados e cheios de si.

“Harvard tem inúmeros nichos para garotos desse tipo; laboratórios de computação, clubes de xadrez, dúzias de organizações underground e provedores de hobbies para qualquer tipo de interesse social imaginável”, escreve Mezrich.

“Certamente, ele (Saverin) não tinha como saber, nem antes nem então, que aquele garoto com o cabelo enroladinho viraria do avesso todo o conceito de rede de relacionamentos sociais – que um dia aquele garoto com o cabelo enroladinho que tentava entrar nas primeiras festas da faculdade mudaria mais a vida de Eduardo que qualquer Clube Final”, consta no livro. Clube Final é o último estágio na formação de um graduando de Harvard.

Para brigar com iPad, Microsoft quer tablets com Windows 7

Empresa pensa em tais aparelhos mais como um computador do que como um smartphone; por isso, não pretende direcionar o Windows Phone para esse tipo de equipamento

Esta semana, o mundo da tecnologia só tinha olhos para a reinvenção da Microsoft no mercado de dispositivos móveis – você sabe, aquilo que eles chamam de Windows Phone 7. Comparado às últimas investidas da empresa no setor, do criticado Windows Mobile ao efêmero Kin, a nova plataforma representa um belo de um avanço, e chega cercada de expectativas.

No entanto, muitos analistas, que já tiveram a chance de mexer em algum dos smartphones com o sistema, não estão otimistas. A Microsoft não desiste e diz que o Windows Phone 7 é só o começo. Com ou sem sucesso, uma coisa é certa: o SO não deverá chegar aos tablets em um futuro próximo.

Windows Phone 7 e tablets
A gigante dos softwares não tem planos de oferecer o Windows Phone 7 para tablets, que brigariam com o iPad, da Apple. Ela afirma que o sistema não foi feito para telas maiores e que não pretende adaptá-lo a dispositivos para os quais ele não foi construído.

Agora, isso não significa que a Microsoft tenha desistido do mercado de tablets antes mesmo de tentar conquistá-lo. O que a companhia de Redmond pretende é equipar tais aparelhos com o próprio Windows 7 – com algumas modificações, provavelmente. A HP e a Dell, por exemplo, já estariam desenvolvendo produtos que o suportariam.

É uma proposta bem diferente do que temos visto. O iPad, da Apple, usa a mesma plataforma do iPhone, o iOS, e o Galaxy Tab, da Samsung, é o primeiro, de uma grande leva de tablets, a portar o Android, sistema construído para smartphones – no entanto, a própria Google, desenvolvedora do software, já afirmou que a versão atual, o Froyo, não foi otimizada para o uso em telas maiores

Windows 7 e tablets
A estratégia da Microsoft consiste em tratar os tablets mais como um computador do que como um smartphone. Isso muda tudo; basta imaginar como seria usar o iPad com o Mac OS em vez do iOS. A versão do Windows 7 deverá ser mais leve que a usada em desktops, mas, ainda assim, bem distante da simplicidade que caracteriza o Windows Phone 7.

Se o movimento é fruto de uma sábia decisão ou se apenas acelerará um previsível fracasso, os analistas já têm suas apostas. Questiona-se, no entanto, se já há um mercado para esse tipo de aparelho. Ele será um computador com os benefícios de um smartphone ou um smartphone com os problemas de um computador? Qual será o público que o produto atrairá? Será amplo o bastante? O iPad criou um novo setor na indústria, o tablet da Microsoft alcançará o mesmo feito?

Apesar de todas as dúvidas, a gigante dos softwares não é a única a propor novas perspectivas. Suspeita-se que a Google também esteja investindo em uma linha de tablets que vá além do mundo dos sistemas para celulares; seria uma parceria com a HTC, que fabricaria um dispositivo com o, ainda não lançado, Chrome OS, até o fim deste ano.

Pelo visto, por mais incerto que seja o futuro, não devemos apostar na simplicidade de uma guerra entre PCs e Macs; as prateleiras estarão com tablets dos mais distintos e com propostas das mais variadas.