Um vilão chamado circunstância vai roteirizar sua vida se você não tomar as rédeas para criar sua própria história. Você consegue dizer sua missão em uma frase?
Não importa se você quer ou não participar. Nessa brincadeira não tem figuinha. Quem decide não fazer por medo de errar, erra por omissão. É a vida. Que só respeita uma regra, instituída por Cazuza há uns bons 20 anos: o tempo não para.
Seu jeito de andar revela um pouco sobre sua personalidade. Sua camisa ou a falta dela também. É claro que, como diria o personagem principal do meu filme favorito – Tyler Durden, em Clube da Luta -, “Você não é o seu emprego. Nem o carro que dirige.” Mas sejamos sinceros, isso também ajuda a contar sua história.
E é sobre a história mais importante do mundo para você que estamos falando. A história de sua vida. Que independente de você querer ou não, está sendo escrita. Agora. Você pode ouvir o barulho do teclado trabalhando?
Longe de mim dizer como você deve andar, a roupa que deve vestir, ou com quem deve se casar. Só acho bom lembrar que um vilão chamado circunstância vai roteirizar sua vida se você não tomar as rédeas para criar sua própria história.
E todo roteirista sabe que uma pequena porcentagem da comunicação é o que sai pela boca. A grande maioria é linguagem não-verbal. É o sotaque. A roupa. A quantidade de sorriso. O modo de agir sob pressão.
O que importa são os detalhes.
Não é à toa que tantas pessoas em Hollywood ganham a vida cuidando do figurino, da direção de arte, de fotografia, enfim, de cada detalhe das tais imagens que falam mais que mil palavras. Daí a importância de prestar atenção nas pequenas coisas.
As melhores histórias são contadas com elas.
A comunicação é muito mais relação do que mensagem. Algumas marcas entenderam isso há algum tempo. E, como atos falam mais alto que palavras, decidiram qual história querem contar e estão agindo de modo a contá-la não apenas com palavras.
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