Quando Mark Zuckerberg anunciou no final de agosto que o Facebook também teria um recurso de localização, chamado Places, duas coisas saltaram à mente dos internautas:
Em primeiro lugar, veio a paranoia da privacidade, já que o histórico da rede social não é dos melhores.
Em segundo, que ele engoliria todos os outros aplicativos, como Foursquare e Gowalla, o que, por enquanto, não aconteceu, já que o Places parece apenas engatinhar.
O recurso do Facebook só funciona em celulares dos EUA e não tem os elementos competitivos dos outros localizadores, ainda. Serve só para mostrar onde você está e encontrar amigos.
Outra diferença é que no Places também não tem propaganda ainda --e, portanto, nada de desconto de 25% na Gap, por exemplo.
Tudo é questão de tempo. Fundadores desses outros localizadores participaram do anúncio do Places, na Califórnia, no final de agosto, como se fossem todos amigos, já que os dispositivos podem ser integrados.
Mas dificilmente haverá espaço para tantos no futuro, especialmente para dividir a cota de publicidade. O Facebook tem uma rede complexa de 500 milhões de usuários, enquanto o Foursquare e o MyTown têm 3 milhões cada um.
O Places funciona assim: ao dar entrada num bar, por exemplo, você automaticamente avisa todos seus amigos do Facebook, e ninguém mais além dos amigos diretos, da mesma forma como acontece quando se atualiza o status.
Se estiverem no mesmo espaço, eles podem marcá-lo, como nas fotos. Mas isso só aparecerá publicamente após a sua autorização.
O Facebook diz apenas que quer "em breve" levar o Places para outros países.
FACEBOOK PLACES
ONDE touch.facebook.com
PLATAFORMA iPhone e outras
O QUE É Permite compartilhar o que você está fazendo, onde está e com quem você está por meio do celular. Por enquanto, funciona apenas nos Estados Unidos.
| Editoria de Arte/Folhapress | ||
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| Esquema mostra outros serviços de geolocalização disponíveis ao usuário: Gowalla, MyTown, Google Latitude e Twitter Places |

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