A tendência geral entre os produtos verdes exibidos foi aliar a diminuição do consumo de energia do produto com uma inteligência extra --como os sensores, por exemplo. Novos meios de geração de energia --como uma melhora na tecnologia usada em painéis solares, por exemplo-- também foram destaque.
A Panasonic, por exemplo, mostrou seus projetos para o futuro do carro, da casa e da vida em comunidade no futuro. Em um ar-condicionado demonstrado, sensores controlavam a temperatura de acordo com a quantidade de pessoas presentes no lugar e seus respectivos posicionamentos no ambiente que está sendo controlado.
Uma célula de combustível também exibida pela empresa produzia energia a partir do ar que a rodeava.
Segundo os expositores da Panasonic, a máquina usa os próprios gases presentes no ambiente e gera uma energia equivalente a cerca de 1 kW por hora. O aparelho já está disponível no Japão e sai por cerca de 3 milhões de ienes (cerca de R$ 60 mil).
A empresa expôs o seu sistema Home Energy Management Service, que permite a administração do que ocorre na casa em termos de uso de energia.
Os produtos sustentáveis desenvolvidos pela Panasonic foram reunidos em uma espécie de casa-modelo montada pela empresa em seu centro de tecnologia na cidade de Tóquio.
A Mitsubishi também mostrou novos eletrodomésticos verdes. Entre eles estava um refrigerador inteligente que ajusta seu consumo de energia de acordo com os hábitos do morador da casa. A empresa levou ainda um aparelho de ar-condicionado equipado com sensores para saber mais informações sobre as pessoas presentes no ambiente a ser controlado.
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