A expectativa dos fãs americanos pela chegada de Halo: Reach às lojas americanas acabou nesta terça-feira (14). Mas teve muita fila.
Vizinha a Redmond (cidade que abriga a sede da Microsoft), Bellevue, no Estado de Washington, teve momentos que lembravam os grandes lançamentos musicais dos anos 90 e 80.
Cerca de 200 pessoas formaram uma fila de "fauna" diversa na frente da loja da rede game Stop. Jovens, claro, formavam a maior parcela. Porém, pais acompanhando crianças e jogadores mais velhos, daqueles com o dobro ou o triplo da média da faixa etária presente, também estavam lá.
Algumas pessoas apareceram fantasiadas. Obviamente, tinha gente de Master Chief (personagem principal da série). Mas um rapaz vestido de bicho de pelúcia, cheirando a tabaco e tomando bebida energética chamava atenção pela excentricidade gratuita.
Os primeiros na fila, um jovem casal universitário local, estava na frente da loja desde as 19h30. E só puderam pegar o jogo na 00h de terça. Talvez por tanto tempo de espera, eles comemoraram ter começado a contagem regressiva falsa que deixou o gerente da loja alucinado para abafar a bagunça.
Pouco antes da hora aguardada, desenvolvedores da Bungie, empresa que assina o game, apareceram no local e ganharam tratamento de astros do rock.
Crianças e jovens pediam autógrafos e fotos. Roger Wolfson, uma das estrelas por acidente, diz nunca ter imaginado coisa parecida quando passou a trabalhar com computação.
RECORDES
Wolfson disse que ate as 10h desta terça do horário local (14h em Brasília) esperava que Halo: Reach batesse o recorde da série de jogadores simultâneos on-line (que é de cerca de 550 mil pessoas). Até às 14h (18h em Brasília), esse número seria dobrado. Ou seja, 1,1 milhão de fanáticos pela série.
Funcionários da empresa trabalharam durante a noite inteira para garantir que os servidores iriam dar conta de tanta gente, uma prova de fogo. Wolfson disse que, se nada desse errado, ele estaria apto a receber os jogadores pelos próximos dias.
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