Depois de mais de um ano de discussão jurídica, o Tribunal de Contas do Distrito Federal determinou que o Banco de Brasília – BRB, aceite o resultado de um pregão realizado em julho do ano passado – e que na verdade começou ainda em 2008 – para a contratação de serviços de informática.
Apesar de ter sido aberto em 2008, o pregão relativo a prestação de serviços de suporte técnico a software básico, teleprocessamento, conectividade do ambiente, administração de banco de dados DBA, da web e da rede do BRB só foi efetivamente realizado entre julho e agosto do ano passado. Na disputa, a empresa Integral Tecnologia em Informática (ITI), foi quem apresentou a menor proposta – R$ 3,8 milhões por um contrato de 12 meses.
Acontece que o BRB decidiu inabilitar a empresa, por entender que não houve comprovação de capacidade técnica para prestar os serviços contratados. Com isso, elevou à categoria de vitoriosa a Politec Tecnologia em Informática, que inicialmente apresentara uma proposta de R$ 4 milhões – mas aceitou prestar o serviço por R$ 3,89 milhões.
Desde então, o processo percorreu um longo calvário no Tribunal de Contas do DF. Por fim, a corte entendeu que os documentos apresentados pela ITI permitiam a comprovação de capacidade técnica, ao contrário da decisão do BRB. Segundo o tribunal, foi “precipitada a inabilitação da licitante”.
Assim, dois anos depois de iniciado o processo de contratação dos serviços – período no qual o BRB se valeu de contratos emergenciais para manter a estrutura funcionando – o banco confirmou a contratação da ITI.
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